segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

2007: retrospectiva de um ano bacana :)

Um, dois, três, testando. Assim começou o primeiro post dest blog, lá num workshopzinho dado pela famosa Carmen, naquele lugar que eu já não pronuncio mais o nome. Foi numa tarde tranqüila, depois que eu passei uns dias fazendo um frila na Tchon. No dia 25 de abril de 2007, às 14:42h, “o Humberto Explica” entrava na web. Surgiu do nada. Eu já tinha planos de fazer um blog, por isso estava na palestra, mas a idéia era fazer uma revista eletrônica e tal. Na pressa, precisei criar um blog teste, pra ir aprendendo a lidar com as ferramentas. Daí pensei nas minhas amigas, e no tanto que vinham me alugando nos MSNs da vida e resolvi fazer do blog/teste um portal para compartilhar as dúvidas de todas. O blog/revista ainda não saiu. O “Humberto Explica” não parou mais :)

O primeiro coment que eu recebi (quase implorei por ele) foi da Alê, já no segundo post (“Testando de novo”):

lê disse... falta de assunto, hein? beijinho!!!

Falta de assunto? Ela não imaginava o que estava por vir. Ainda nos primeiros posts pedi encarecidamente por um pouco mais de noção no mundo. E fechei o mês com quatro postezinhos, o último explicando justamente de onde saiu a idéia do blog.

MAIO, 12 posts
Sabe lá Deus por quê, as mesmas amigas que viviam pedindo conselhos ficaram intimidadas e não perguntaram nada! Até que uma primeira corajosa fez a primeira pergunta do blog: afinal, pra quê servem as sogras? Neste post foi usada também a primeira foto, do filme “A Sogra”. E a fufura da Polly, do CremDeuspai fez o favor de discordar da minha primeira explicação, é mole? Daí passei o mês chafurdado em gripes e amigdalites, ralando meu fófis no cascalho por um dejeto excremental ridículo da “faculdade”, ouvindo muita Alanis Morissette (que acompanhou muitos dos meus momentos no blog ao longo do ano). No meio disso tudo me perguntaram qual é o sentido da vida: recorri de Liliane Ferrarezi a Steve Tyler pra achar uma resposta. Também em maio me deslumbrei com os acessos ao blog pipocando pelo mundo e postei a primeira foto-post (post só com foto e no máximo uma frase). Trazia minha musa Naza, numa época em que eu quase joguei um baiano escada abaixo (devia ter jogado o mineirim caladim que ficou comendo quétim). E pra fechar um mês muito osso duro de roer, ainda tive que agüentar amigas e seus namorados chiliquentos: sob o título de “Whatever”, saiu o primeiro desabafão, aquele da espada justiceira, sobre amigos que duvidam da amizade do outro.
JUNHO, 10 posts
Junho foi igualmente osso, mas pelo menos era o fim de muitas dores de cabeça. Mas foi um mês bem J.T.C. (Jesus toma conta ou, para os mais afetados, Jesus take care). Só Deus mesmo pra dar força, já que tinha um Chevette no meio do caminho de minha vida surreal. Mas em junho eu já estava apaixonado por Amy Winehouse, sua voz e sua “Rehab”: um verdadeiro alívio num ano cheio de Rihanas e outras merdas parecidas. Nesse mês eu finalmente apresentei o dejeto lá naquele lugar: foi uma experiência tão, tão tosca que eu senti saudades sinceras do céu laranjado das noites texanas. No blog eu falei de revista pela primeira vez, a Vanity Fair, com a carta da Salma Hayek. Falei da atriz mexicana e da saudosa Clara Nunes, e em meio a um pout-pourri de emoções, falei de vida pessoal mais rasgadamente. Não devia, mas... E foi a primeira quebrada de cara que minhas leitoras acompanharam. Fechei o mês declarando minha relação com a amoxilina.
JULHO, 17 posts
Cara quebrada, cara preparando pra quebrar de novo. Comecei julho bem empolgadinho, falando de muitas mulheres, sua beleza, sua força e o preconceito de gênero ainda mais forte que continua a existir no Brasil: Isabel Fillardis, Carla Perez e sua "burrice", Xuxa, a Miss Brasil, Elza Soares no PAN, Thaís Araújo... De férias, indiquei livros e filmes. E respondendo a uma das perguntas mais difíceis do ano, mandei alguém chutar o balde e, sem querer, ajudei alguém a pousar em Paris!
AGOSTO, 21 posts
Revistas, revistas, revistas... comecei agosto falando delas, principalmente do meu carma, a Nova. Auge total e absoluto de Camila Pitanga e sua deliciosa FrancisBebel, de “Paraíso Tropical” – mas auge não suficiente para a atriz ser a primeira negra na capa da Cosmopolitan brasileira. Aliás, ainda não rolou a primeira negra na capa da revista “muderna”. Falei no blog das viradas que minha vida sempre dava em 08/08 e acabei com a regra (este ano não rolou nada especial :( No dia 11 de agosto finalmente eu tive tempo e grana e caí na nite! Uma experiência INESQUECÍVEL, provavelmente o post mais inspirado que eu escrevi. A mudança radical não veio no dia 08, mas ela veio aos poucos em agosto, sim: Comecei a contagem regressiva para a libertação das dolorosas. Ainda falei de mais mulheres belas, inteligentes e poderosas. Talvez pra confirmar que agosto é mesmo mês de cachorro louco, tive uma constatação meio chata, que já vinha preparando o caminho sem eu saber. Houve um festival de Jazz na Savassi, memorável. E mesmo depois de muito beijo na boca, a ficha caiu, mas caiu muito e eu quebrei fenomenalmente a cara na tarde de 22 de agosto. Essa foi foda de fato. A mesma “You give me something” que me deixava nas nuvens tornou-se um hininho meio deprê. Fui um tóba, mas eu fiquei forte, eu acho. E me reergui, porque alguém tinha que explicar os namorados joselitos às minhas leitoras cotovias. Fechei o conturbado mês revoltado com o fim do papel pobre, o blog mais bacana do ano (depois do meu, é claro).

SETEMBRO, também 21 posts
Nessa altura do campeonato “o Humberto Explica” já tinha virado um verdadeiro diário palpiteiro e personal meu, já que as perguntadeiras resolveram fazer as perguntas por telefone mesmo. Humpf! PERGUNTEM! Hehehehe. O mês começou com a festa do ano. Depois dela nada, NADA mais foi a mesma coisa. E quer um conselho? Nunca diga eu te amo. Em setembro também passou um outro furacão Humberto pelo Texas! E por aqui eu e Jacyra discutimos por conta de um bigode, dá pra crer? Nites de sábado foram zoadas no Mary in Hell, aqui em Tubiacanga, mas domingos fodidos (pleonasmo) também proliferaram.... Fechei o mês falando das ruivas em minha vida. E ouvindo "Fluorescent adolescent", do Arctic Monkeys!
OUTUBRO, 23 posts
Outubro mal começou e eu pulei de cabeça numa das maiores idiotices que já fiz na minha vida: a seleção-marmelada do mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Tubiacanga. Meses estudando feito um otário, dia, noite e madrugada para um jogo de cartas marcadíssimas. Uma vergonha, uma vergonha. Antes, encontrei a felicidade, também no Mary in Hell, mas ela voou de volta pra França... No calor de Tubiacanga não beijei quem eu queria (com suas tatuagens que me fizeram acordar antes das 6 da manhã!), mas beijei quem não queria – no rosto, graças a Deus! E do nada, no meio da Floresta, o número três veio mostrar que ainda tinha muito 2007 pra rolar. Mesmo que fosse morro abaixo. Ou acima. Ou abaixo. Ou acima. Ai, Jesus...

NOVEMBRO, 12 posts
Novembro foi osso. Passei o mês todo nadando, digo, estudando pro concurso-marmelada, lendo muito Fuckô, e por isso quase não postei no blog. Mas avisei o porquê e pedi força pros leitores fiéis – Que deram! O blog teve um acesso foda, mesmo com poucos posts. Minha ficha caiu que eu queria dinheiro. E aí eu descobri meu xará, o São Humberto, pra me ajudar nos momentos de fúria, hehehe. Já sentindo a quebrada de cara histórica com as revistas, voltei meu coração à musica e ao cinema, que vinham ficando de lado nos últimos anos. Com injusto atraso assisti à "Little Miss Sunshine" e adorei. E mesmo que vá me trazer lembranças dolorosas pro resto da vida, o som do Killers me ganhou pra sempre. Because this river is wild!

DEZEMBRO, 28 posts com este
O que foi publicado em dezembro vocês leram outro dia mesmo. E leram mesmo. Porque os acessos ao blog bateram o recorde e superaram minhas expectativas. Brigadão moçada! Foi neste mês que eu me apaixonei pela Nola, de “Match Point”, que eu CSS (Cansei de Ser Sandy). Em dezembro eu fui de Leila Diniz à Giza Bündchen, minha pastora, passando pela Sacha, me feri feiamente com a Nova, decidi dedicar ao corpo o tempo perdido que dediquei ao cérebro (“Brain dead, body better than ever”). Neste último mês de 2007 fiquei sensível ao ponto de chorar todo dia com a "Caverna do Dragão", zoei com a Marina Person (não conhece? Normal.), revi "Closer", ri horrores na chuva, declarei minha admiração por Helenosa de Tróia, ri dos nicks idiotas no MSN (muito sem noção todos eles), lembrei da moda em minha vida, consegui minha carta de alforria, deixei nascer a flor roxa, entreguei a Alê à sua terra natal, zoei com as asneiras televisivas, pensei nas cagadas que são as escolhas erradas de nossas vidas.


E assim foi o ano, gente boa. Acabou 2007. Se fue! A hora agora é de limpar tudo, pessoal. Limpa tudo! É hora de tirar pesos, atrasos, dores, mágoas, picuinhas que apareceram no meio do caminho. A vida segue normalmente amanhã, mas dá pra aproveitar o clima pra criar coragem e começar 2008 com uma atitude mais positiva e mais firme. Osso sempre será alguma coisa, mas a gente dá conta de se virar. 2007 não foi a coisa mais fácil do mundo, mas foi um ano muito bacana pra mim. Conheci muita gente nova e eu gosto disso. Me livrei de um encosto que durou quatro anos (verdadeiros quatro ânus). Quebrei muito a cara, mas levantei todas as vezes. E consegui um ano muito melhor que 2006, então minha meta foi alcançada.

Pra 2008 eu não tenho muitos planos, não. Só quero levar as coisas mais calmamente. Sabe aquilo de relaxar e gozar? E não vou carregar nas costas problemas dos outros, não, sorry. Continuo amigo, continuo aí, mas não me procurem pra descarregar energia negativa, não. Se eu realmente puder ajudar, estamos aí, mas se não for o caso, please, do it yourself. Afinal, o Humberto explica, mas não resolve problema dos outros (mal, mal, bem mal, mal resolve os dele). Não tenho capacidade nem obrigação para tanto. Sejamos adultos, maduros e fortes. Deus há de nos dar força e muita sorte!

Em 2008 eu quero felicidade pra todo mundo. Eu quero compartilhar mais momentos felizes com meus amigos e amigas, que salvaram meu ano de 2007. Eu torço pra que me procurem principalmente pra contar coisa boa, pra todos nós!

“O Humberto Explica” foi a coisa mais legal de 2007 pra mim. Eu realmente agradeço todo mundo que deu seu alô por aqui! Vou tentar fazer o blog ficar cada vez mais bacana, pode deixar.

Gente, muito sucesso, muita grana, muita alegria e muito beijo na boca pra todos nós em 2008! Porque a gente merece!

Besos!

sábado, 29 de dezembro de 2007

e agora, Maria?

Ano acabando, hora das lembranças do que se foi, hora das avaliações do que foi feito, hora de escolher o que vem por aí. Pelo menos aquilo que dá pra gente escolher.

Há poucos dias tive uma conversa muito boa com uma amiga indescritível, com quem eu não tenho a chance de falar sempre. Ela é uma dessas amigas mesmo, do tipo que eu sei que será ainda minha amiga quando eu cansar de fazer 25 anos. Nosso papo seguia um pouco formal, aquela coisa toda de "feliz natal etc" até que eu senti que eu tinha que agradecer a ela por sua amizade sincera. Daí os dois desandaram e nós voltamos a conversar como se um tivesse falado com o outro no dia anterior. E nós nos abrimos particularmente no que toca às nossas escolhas erradas, às cagadas, mais minhas que delas, que fizemos nos últimos cinco anos. Eu costumo desejar "feliz natal e tal" sinceramente, mas naquele telefonema eu desejei muito mesmo que no ano que vem nós dois tenhamos boas novidades pra contar um pro outro, desejei que nós dois saibamos decidir qual é o melhor caminho de fato. Aliás, das minhas resoluções pra 2008 já consta manter um contato maior com ela.

Ainda dá tempo de guardar boas recordações de 2007. E ainda há tempo para refletir amadurecidamente sobre como e com quem queremos viver em 2008. Se vale a sugestão, que tal começarmos o novo ano nos respeitando mais? You think about it.

O novo ano está aí, mas é a sua vida que continua. Decida com carinho o caminho que você quer seguir.

Beijos para a minha amiga querida. Abraços para todos os meus amigos, próximos ou distantes, sempre meus amigos.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

pérola televisiva

Tem gente que não gosta de televisão. Tem até aqueles pobres coitados que na falta de um livro pra ler, mas querendo parecer inteligentes, soltam clichés do tipo "eu não assisto à Globo" ou "não conheço ninguém de televisão".

Eu gosto de televisão. Nasci nos anos 80 do século XX, sou ocidental, não sou hipócrita, assisto televisão, sim, e me divirto (do mesmo jeito, aliás, como leio de tudo e como interajo com as pessoas). Vejo de tudo, sem preconceito – que nem aquela banda de pagode dos anos 90 que "só tem preto" (???!!!). Eu sou capaz de ir de um "Roda Viva" ao programa da Olga Bongiovanni, claro, fazendo algum esforço em alguns casos. Eu sou fiel ao "Sem Censura" há um número considerável de anos e um dia desses assisti a um episódio de "Ugly Betty" e gostei.

Mas eu confesso que ultimamente o que mais tem-me divertido na TV são as pérolas. Esta semana, por exemplo, tava vendo o meigo Leão Lobo, aquele exemplo de jornalista, no progaminha de games do outro Leão, o Gilberto Barros. Foi hilário. Eu poderia escrever três posts relembrando os vacilos do cara, mas eu prefiro citar só sua resposta à pergunta "que palavra terminada com ADE se refere àquilo que não é novo?". Depois de muito pensar, resposta na lata: NOVIDADE! KKKKKKKKKKK! Como diria minha amiga Dani, óóóótemo!

Eu lembro também, de uma mais antiga. O "genial" Serginho Groisman criticou bastante o "tráfico aéreo". Hehehehehe, será que o Capitão Nascimento dá conta de pôr fim nesse?

Mas esta semana a melhor veio de presente de natal. Enquanto esperava a ceia aqui de casa, me fartei mesmo foi com a cobertura natalina do "TV Fama". Não lembro o nome do repórter, e peço desculpa por isso, mas o sujeito estava lá, empolgadinho, entrevistando Michelle Petri. Não conhece a Michelle? Minina, nem eu conhecia! Enfim, ela foi (é, sei lá) a Bandida do Funk. KKKKKKKKKK! Aí tá lá naquela faixinha ridícula que fica no pé da televisão em todos os programas da Rede TV algo do tipo "Bandida ensina a preparar a mesa do natal". Lindo, não?, super apropriado para a ocasião. Enfim, a moça até que estava se esforçando pra segurar a barra com dignidade, mas depois que o repórter comentou os "artifícios naturais" que adornavam a mesa da dançarina, acho que nem ela agüentou. Bom, eu não agüentei, fui obrigado a ceder e pôr no "Jornal Nacional".

Enfim, a pérola desse cara me inspirou e eu decidi que toda vez que eu ouvir uma eu vou postá-la aqui. É meu dever social dividir com meus leitores momentos de desopilação de fígado como esses. Quem souber de alguma preciosa, manda por email que eu conto aqui.

Besos pra todos, aproveitem o finzim de 2007.

fabuloso destino

Cada um sabe o que teve que andar e pelo que teve que passar até finalmente chegar ao triunfo.

Mas uma vez lá, tudo é prazer e felicidade. Até a sensação de pensar que mesmo os pés-na-bunda que nos deram nos fizeram avançar, como diria minha nova, sábia e já queridíssima amiga Andréa.

Xucs da minha vida, você sabe que merece. E seu sonho realizado é uma luz de coragem na minha vida.

Beijos pra você. Beijos pra todos.

verdadeiro jardim

Um mísero email pode salvar seu dia. Ai, Deus, dai-nos juízo. E muitos momentos desses, please.

sábado, 22 de dezembro de 2007

hô, hô, hô, everyone!

Não tem escapatória, tem que fazer post de natal. Eu preferi esperar o clima me pegar pra escrever, por isso não postei ontem. Eu sei que "o humberto explica" normalmente critica (hehehe), mas eu não vou me apegar à parte azeda do natal, não. Na verdade minha amiga Dani já fez isso muito bem, quem estiver mais pra esse lado passa lá no blog dela e dá uma olhada. Aqui no meu, pra contrariar todas as expectativas, inclusive as minhas, vou falar da parte boa do natal. Pelo menos da que eu consigo lembrar.

Pra mim nada tem mais cara de natal que deseínho do Snoopy. Eu sei, eu sei, aqui não tem neve, aqui faz um calor da porra, mesmo com a chuva... Mas até alguma coisa do lado colonizado de nossas vidas pode ser gostosinho. E cá pra nós,o imaginário do natal precisa de neve, né? Enfim, os natais do Charlie Brown eram sempre tão bons. Eles acabavam sempre despertando aquela coisa boa da gente que fica na toca o ano todo pra que a gente se proteja sabe lá Deus de quê.

Muita gente acredita que natal é uma ocasião pra se passar com a família. É a regra. Pra mim fica cada vez mais claro que a ocasião é pra se estar ao lado de quem se gosta, família ou não. Porque por mais que seja uma data triste, no fundo, porque faz os solitários e abandonados se sentirem ainda mais solitários e abandonados, é um dia, um único dia no ano em que as pessoas ao menos tentam ser nice.

Bom, gente, a verdade é que a minha conexão caiu no meio deste post e eu perdi o mio da feada todo :P

Eu gostaria então de agradecer àqueles com quem eu gostaria de estar hoje (ooops!, dia 24, não hoje, o clima me pegou mesmo!) por todas as palavras amigas que me disseram ao longo do ano. Que todos vocês, meus caros e caras, tenham um natal bem do Snoopy, OK? Abraços Lê, gata-chic, abraços Andréia, abraços Carol, abraços Polly, abraços Janaína, abraços Glauciane, abraços Dani, abraços Helenosa de Tróia, abraços Sheilla do meu coração, abraços Jacyra, abraços Danuza, abraços Mari-Mari, abraços pro Beltrano e pro Cicrano, abraços pro Bitter, abraços pra every, everyone! Abraços especiais para todos os leitores deste humilde blog - vocês, pelo mundo todo, são meu presente todos os dias!

Uma noite de natal bem benta pra todos nós, se Deus quiser!
Besos! Feliz navidad!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

chegou, chegou, tá na hora da alegria

Anos e anos e aaaanos esperando para poder ser chamado oficialmente daquilo que eu sempre soube que seria. E chegou a noite em que isso aconteceria. E não teve graça nenhuma, nenhuma. Criança deveria ser proibida de sonhar em ser alguma coisa. Aquela malfadada pergunta “o que você quer ser quando crescer?” deveria ser banida. Na verdade, não teve graça por um lado, mas teve por outro.

Ontem aconteceu lá naquela (prost)instituição, onde paguei quatro anos por um ensino que não recebi, a “fôrma dura” dos alunos que não quiseram pagar também por uma “fôrma dura” cheia de viadagens etc. Foi hilário.

Pra começar, eu saí de casa como quem vai à padaria. Só comprei uma camiseta com um “Leave Me Alone” porque realmente achei que estaria no pior dos humores. Enfim, cheguei lá e dei de cara com uma pobre vestindo sua beca. KKKKK, Jesus toma conta, gente, não tem dinheiro pra pagar a formatura bunitinha, não inventa moda não! Vi dois tatus de beca e, claaaaaaro, tinham que ser de Comunica(feta)ção Social. Havia formandos (incrivelmente feios) de outros cursos também.

Eu encontrei vários colegas, na verdade conhecidos, do meu curso, que foram ali, como eu, só pela obrigação mesmo de colar o grau e ficar livre daquela josta. Eu confesso que fiquei até com dó porque, querendo ou não, eu já havia formado num curso de verdade, inclusive com formatura cheia de coisa e blábláblá. Pra mim realmente tanto fazia. Mas pro povo, por mais que eles negassem, ( é véio!), sacanagem, era a primeira graduação de todos eles.

Enfim, um sentimento de solidariedade mútua tomou conta de nosco. Até porque só quem foi aluno de professor picareta, só quem pagou o que não tinha, só quem tentou ser sério num lugar que parece o cirquinho da esquina, e tudo isso por no mínimo quatro anos, é que sabe o quanto a gente merecia um parabéns, se não por estarmos formando, pelo menos por termos agüentado firmes até o fim.

Nós todos rimos bastante durante a bobajada. Quem conheceu uma figura chamada Hebert Hilbert (KKKKKK) pode imaginar o que foi ele batendo palma e gritando em tom de declamação “Boa Sorte”, da Vanessa da Mata. KKKKKK, foi podre, mas foi hilário. Fora o feitor ou sei lá o que era aquilo (porque ele obviamente só põe os pés naquele fim de mundo nessas ocasiões), com dois ovos na boca: cada vez que falava algo a gente não conseguia se segurar. Aliás, se os alunos dali já falam como num boteco em sala de aula e na biblioteca por que é que não falariam durante a colação de grau? E a doninha que “organizou” o “evento”? KKKKK!

Obrigaram-nos a assistir uma muxiba dum videozinho prostitucional e o ácido úrico de todos foi às alturas. Mas logo baixou quando veio o Hino Nacional. Eu achei que até minha pressão tinha abaixado também e por isso achei que ia reviver os tempos de (colégio) Carlos Lacerda, quando eu desmaiava religiosamente todas as vezes em que éramos obrigados a ouvir o hino. Não desmaiei não, mas tive que agüentar a cara do povo pra mim – incrível como olham pra mim quando eu não devo rir, parece que todo mundo sabe que eu tenho o riso frouxo nas horas erradas. Sem contar a Tartaruga Ninja à minha frente, batendo pezinho e dedilhando o hino na cadeira, KKKKKKKKK!

Teríamos todos sobrevivido ao circo com dignidade, não fosse a palhaçada que ficou pro final. Como todo mundo ali sabia muito bem como (NÃO) funcionam as coisas no lugar onde estávamos nos formando, até o fim todo mundo ainda temia que algo pudesse dar errado. Quando foram nos chamar, um a um, para finalmente colar o tal do grau eu dei uma zoadinha, fiz um micro-terror e falei com as meninas que o nome de uma delas não ia ser chamado. Aí não chamaram mesmo, o nome de vários de nós, mas depois de uns quase-infartos, demo-nos conta de que chamavam os nossos colegas da manhã primeiro. E aí depois chamaram nossos nomes, fomos pra muvuca, digo, fila de formandos universitários, e mal acreditávamos que estava mesmo acabando quando alguém falou que a Fernanda, uma das nossas colegas, tinha ficado na cadeira: não chamaram MESMO o nome dela. Dá pra acreditar nesse lugar? São ruins de serviço até no final! Sabe aquela história de cagada na entrada ou na saída? Ali a cagada é na entrada, no durante, na saída, no depois, no teto, no chão do banheiro. Deu até dó, a gente ficou mais desesperado que ela, que ficou lá lesada, procurando “alguém” pra resolver aquilo. Fernanda, gata, a solução pra isso tem nome: Processo por danos morais.

Anyways, tirando esse péssimo estar do final, eu até que me diverti. Não resisti e na saída gritei pra que aquele lugar da porra se explodisse. É um mínimo de exorcismo que nós merecemos depois de 48 meses de “o aluno se contradizeu”, “a gente podemos começar a aula”, “o preço do produto é esse, se quiser pagar bem, se não quiser que se dane”, “a mídia põe as coisas na sua cabeça, por isso pobre tem direito de roubar”, “eu pago R$600,00, tenho direito de fazer bagunça na hora da aula”, trabalhos em grupo de 30 alunos, aula de telejornalismo sem televisão, coordenação de brincadeirinha, laboratórios toscos de informática e coxinhas de material tóxico na cantina.

Aos poucos amigos (no plural?) que fiz ali e aos muitos colegas, meus parabéns. Coragem povão, coragem! Parabéns e obrigado principalmente pra Caroline Malho Mello, amiga, que esteve do meu lado desde o primeiro erro da Zaniégua, que me custou uma aula de História no último semestre; que esteve ao meu lado durante o desgaste acadêmico; amiga, que me convenceu a abandonar a turma do mobral; amiga que esteve comigo nas aulas (KKKKK! Aulas?) da Dinomaura, da Vuco-Vuco, do homem de 30 quilos; Carol, que me matava de rir quando chorava nas aulas do Caio (que era ótimo e tem que aturar ela até hoje); Carol, que esteve ao meu lado agüentando cavalos de fogo, yorkshires e fuínhas (sem falar nas váááááárias antas daquela terra lá pra cima); amiga, que quase deixou de ser amiga durante o dejeto excremental; amiga que, como eu, se dividiu em mil estágios, correu atrás de ônibus mais que o Will Smith procurando a felicidade dele no filme; amiga, que estava com o pai internado no hospital e teve que ir lá naquela pirosca “formar”. Carol Malho, estressada como nenhum outro, nem eu, sabe ser, tão incompreendida; Carol Malho e Mello, que assim como eu foi o pavor de uma coordenação que prefere alunos que não correm atrás do que lhes é direito e muitas vezes, óbvio; Carol, rainha da Ouvidoria; Carol dos trabalhos da Franga, das aulas da Kumbaca. Amiga, amiga, PARABÉNS DE VERDADE.

Jornalista eu sempre fui, desde os 14 anos pelo menos. Continuo não convencido de que o tal do diploma para exercer a profissão seja necessário, mas já que exigem, eu já paguei o meu em 48 prestações (caras!). No fim das conta$, melhor que exijam mesmo. Assim não corro o risco de ver peixinhos de Direito ou de Administração ou de Crocodilagem tomarem as poucas vagas que sobram pra quem realmente quer fazer aquilo. Aquilo que gosta e para o qual nasceu.

E o que vem agora, Good Lord? :)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Gisa é minha pastora

Por que a gente tenta fugir do que é mais verdadeiro na gente? Por que é difícil identificar o que é verdadeiro na gente? E, às vezes, por que é tão dolorido encarar o verdadeiro na gente?

Ontem eu estive na UFTB (Universidade Federal de Tubiacanga). Fui lá enterrar aquele lugar. Fui lá enterrar os últimos dez anos, quando eu cismei de sabia de alguma coisa, que dava pra levar uma vida certinha, que 1 + 1 são 2. A última trauletada que eu tomei, na verdade a última rasteira chula que me deram, foi lá, há algumas semanas. Eu andei muito, muito magoado por conta disso. Mas ontem minha ficha começou a cair que o que houve foi o melhor. Eu tinha mesmo pedido a Deus que, como de costume, fizesse o que fosse melhor pra mim, mesmo que eu, também como de costume, não entendesse na hora.

Ontem eu caguei praquele lugar. Eu ia escrever um outro post, só com as "perolas" que estão sendo defendidas nos mestrados daquela (prost)instituição, coisas super úteis à sociedade que paga por elas, mas resolvi largar pra lá. Meu blog é muito fofo e muito amado pra eu feri-lo com essas mágoas.

Ontem, quando eu saía da UFTB, pensando no que seria agora da minha vida, já que nada, NADA, saiu como planejado ou previsto, recebi uma ligação de minha sumida amiga Jacyra, que estava em "universidade" ainda muito pior que aquela de onde eu saía (nem preciso dizer qual, meus leitores já sabem de cor). Ela me chamou pra ir num shopping péva (per vArmelho) que fica no meio do caminho entre as duas escolas. Foi tão bom receber aquela ligação, eu me senti tão menos sozinho na hora. A dolor passou até mais rápido, o enterro foi quicker.

No Shopping Tudo a gente riu bastante da pobrada. Claro, sem considerar que a gente mesmo não tava lá gastando muito. Mas fizemos nossas comprinhas, conversamos, lembramos do tanto que somos parecidos. E falamos de moda e de roupa e, claro, de Gisa Bündchen. Traçamos metas. E aí, no vazio que se formou na última década, caiu minha ficha de com força. Eu só vou dar certo ne$$a vida quando eu investir naquilo que costumava me fazer feliz quando eu era o "menino das modelos e da Cindy Crawford" lá no Carlos Lacerda. Com a diferença de que agora (graças a Deus) eu não tenho mais 13 anos.

Eu gosto de literatura? Sim, muito. De jornalismo, de cinema, de música, de style? Total. Se eu amo a Gisa? Claro, digo isso pra ela todo dia. Então dá pra juntar tudo e seguir caminho. Fodas pra vida bundinha (aliás, melhor pra vida bundinha que ela se foda, né?). Definitivamente cansei do modo Sandy de ser, eu nunca tive vocação pra isso e não sei porque demorou tanto tanto pra eu lembrar.

Jacyra, gata, thanks. Foi Deus que te fez ligar pra mim naquele minuto iluminado.

Gisa, thanks. Num mundo cheio de feiosos cafonas, você é quase uma Madre Teresa dos seres de bom coração, digo, de bom gosto. I believe in you, Gisa!

Que venha o que tiver de vir, já disse. Mas que venha logo, senão eu chego antes.
Besos for the stylish ones.


P.S.: Mais uma amiga-leitora se rendeu ao mundo dos blogs. Dani Montilla, meu chuchu, pôs no ar o Minigaveta. Vai ser dos bons. Besos Dani.
P.S.2: Hoje eu começo a ficar livro dé um equívoco que durou quatro anos. Thanks, Lord, pela força e pelo dinheiro pra dar praqueles que falam em Vosso nome.
P.S.3: Só queria dizer que eu duvido que a própria Sandy dê conta do modo Sandy de vida que criaram pra ela. Isso não é coisa de Deus, não, cremdeuspai!
P.S.4: Você sabe que a Gisa chama sua cachorrinha de Vida. Já sabia que a Vida chama a Gisa de Diva? :P

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

vários frios na barriga

Há momentos em que a gente sente a mudança. Na verdade, quero dizer que há momentos em que a gente pressente a mudança. Eu chamo isso de “frio na barriga”. Quando isso se junta à ansiedade com relação a respostas que estão para ser dadas surge o que eu costumo chamar de “vários frios na barriga”.

Nos últimos dias eu estive com bons amigos e amigas. Foi muito bom cada minuto que eu passei ao lado dessas pessoas porque eu admiro todas elas por tal e tal motivo. De modo geral, penso que são seres incríveis porque todos conseguiram o que queriam, todos estão realizando sonhos. E, convenhamos, sonhar (ainda) é facílimo – fazer valer é que são outros, muitos outros quinhentos.

A vida anda gritando por mim. Para realizar os poucos sonhos que me restam eu vou precisar de muita coragem. Sim, e muita sorte, muita grana, muita saúde. Então, se em uns dez dias você quiser me desejar essas coisas para o ano novo, pode desejar de vera que será realmente um presentão pra mim :)

Deixar pra trás uma Sandy que nunca existiu e mostrar a que veio quem está por vir vai dar trabalho. Mas vai ser minha salvação. Não sei se estou preparado, mas venha o que tiver de vir.

A barriga pode estar gelada, mas está rígida.

Besos, boa semana pra todos nós.

bom, é a vera...

Nasce, sim, mas é tão bom. Então, whatever.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

(we)ekend (do it)

E chegou outro final de semana, everyone! Divirtam-se todos, beijem bastante, dancem um bocado, distribuam um pouco de felicidade nesse mundo caduco. Brinquem. Façam do cabo de guerra a brincadeira. Revejam bons amigos, ouçam muita música. Se valer a sugestão, podem começar por "Strangelove", que é a minha favorita no CD do Depeche Mode que me deram, hehehe (já não sei mais distinguir o surreal do irônico na minha vida). Enfim, sejam sábios. Tudo de bom pra nós todos, filhos (mesmo os bastards) de Deus.

P.S.: Killers quando o sábado começa. Killers quando o sábado termina. Those "killers" are definitely killing me.

lágrimas e chuva

Tá chovendo feito fim de ano em Tubiacanga. É até bom porque o calor estava insuportável. Mas pra quem pega ônibus, pra quem acorda cedo pra ralar, pra quem tem o hábito de fazer exercício ao ar livre e, óbvio, pra quem "mora" na rua é uma boxta. É ruim também pra quem tá triste, porque olhar pra janela e ver esse tempo não anima ninguém não. Pelo contrário.

Bom, eu vou acabar assistindo um filme esta noite. E acho que vai ser "Little Miss Sunshine" de novo, mesmo que eu pegue outro também. Esse filme me fez sentir muito bem e é disso que eu tô precisando. Também andei pensando no Dwayne e no Tio Frank nos últimos dias. Lembrei do Dawyne por conta da cena do grito: eu não consegui nem fazer isso quando não entrei na "aeronáutica" semana passada. Fiquei, eu acho, mais com aquela cara do Tio Frank no comecinho do filme, na cena em que aparece o nome do filme. Enfim...

UPDATE:
Escrevi o texto hoje à tarde. Se alguém estranhar o horário... Tive que parar e voltei agora, perdi total o mio da fiada, nem sei qual era o meu ponto. Whatever, né?
P.S.: Título cafonérrimo do post, né? Hehehe...

na selva

Achei esse leão tão parecido com o que venho vendo no espelho nos últimos dias. Pra onde olha esse bicho? O que ele vê (ou não) e por quê essa cara?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Muito Sem Noção

Passei dois dias sem internet aqui em casa e por isso não postei nada. Viciadinho que sou em internet há uns dez anos, vocês podem imaginar como eu fiquei. Porque lan house, com aquela pentelhada toda, não funciona pra mim. Mas enfim, voltei e chegou a hora de eu escrever sobre algo que me tem feito rir horrores nas últimas semanas. E tem a ver com internet, claro.

Como vocês leram aqui, eu cismei com o Killers e há mais de mês o CD inteiro não me sai da cabeça nem dos ouvidos. Desde que isso começou eu coloquei uma fotinha do Brandon Flowers, vocalista da banda, no meu MSN, a mesma foto que estava no post anterior, sobre "Read My Mind". Pois bem, essa foto tem me dado dores de barriga com os vacilos alheios.

Eu já rio normalmente com MSN por conta dos nicks idiotas. Eu sei, os meus também são idiotas, minhas fotos também são nada a ver e eu mudo tudo muitas vezes. Mas tem uns nicks que são top-de-linha.

Tem um povo que adora contagem regressiva, como se aquilo fosse importante para mais alguém (sim, eu já fiz isso!). Tinosa, se por acaso você ler isso, a contagem regressiva do seu níver importa porque, sim, seu niver é tão esperado por você que realmente importa pra todo mundo e a sua contagem já é quase uma festividade anual.

Tem também um povo que na dúvida entre que nick pôr, põe todos: "É só isso, acabou, boa sorte...ôô, Antônia brilha...Sim, eu sou feliz, porque você não estava aqui e agora está...Jesus é amor". Maria Santíssima, isso não é um nick, é um NickO.

O meu preferido é "Não tenho nada a oferecer ao mundo além de minha genialidade". KKKKKKKKKKKK!!!! Percebe-se, sem maiores dificuldades, que se trata mesmo de um próximo Shakespeare, um Salvador Dali, um Einstein.

Enfim, pois foi justamente o dono desse nick supimpa que me matou de rir por conta do Brandon Flowers. Pois não foi que eu entrei on line e esse sujeito me passou uma cantada? KKKKKKKKK!!! Imagina só que surreal:

Humberto entra com a carinha do vocalista do The Killers. Aí recebe a seguinte mensagem:
"- E aí fera, blz? Nós já teclamos? Tá em BH?"

Pena eu não poder postar o tamanho da risada que eu dei. Maior ainda foi minha gargalhada quando o gênio se deu conta do vacilo que deu. E ainda maior foi a última, quando eu perguntei pro gênio se ele, gêêêêênio que só ele, não viu nenhuma cobertura do Tim Festival e não conhecia o vocalista que tava na minha foto. Muito Sem Noção!

Podre, podre... É de gênios assim que o Brasil tá cheio. Outros três patetas também cantaram o Brandon no meu MSN e por isso mesmo a foto fica lá por mais um tempo pra eu me divertir um pouquinho mais.

Perdi o mio da feada, ia falar dos nicks podres, me concentrei só na falta de noção do genial. Whatever. Quem souber de nick engraçado manda aí pra gente falar mais sobre isso depois.

Besos pra todos, obrigado pelos elogios no últimos post.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

melhor que a de Tróia

Há alguns meses, sabe lá Deus porque, meus finais de semana vinham sendo o verdadeiro ápice do ó do borogodó, como muitas vezes eu acabei contando aqui (e aqui e aqui).

Graças também a Deus, os dois últimos foram finais de semana de gente normal e eu me diverti um bocado, reencontrei gente bacana.

Semana passada eu me despedi de um novo-velho amigo que está de malas prontas para o Canadá. Eu costumo dizer que um dos meus carmas é aquele que leva meus melhores amigos pra longe de mim. Nesse caso o carma se superou, considerando a rapidez com que a gente se conheceu, se entendeu e ele partiu.

Ainda na semana passada eu estive com uma das minhas gatas-garotas que não vai demorar pra me deixar também. Eu fico firme, neste caso, porque algo me diz que eu vou logo atrás.

Anyways, anyways, tudo isso pra falar que ontem, quando voltei pra casa, meio triste como tenho voltado pra casa, pensei nas pessoas bacanas que eu conheço. Me dei conta de que eu estou sempre atento para as que partem (como aquele poço de serenidade chamado Mayra, que está em terras espanholas, e que eu nunca realmente tive coragem de dizer que gostava mais do que conseguia demonstrar), mas que posso lembrar mais das que ficam.

Pensei, por exemplo, num sujeito muito inteligente (e querido por absolutamente todo mundo que eu conheço que conhece ele) com quem eu trabalhei, Mr. Maurilo Andreas. Me diverti muito com o livro dele que li, também neste fim de semana, o Incultos (aliás, não consegui deixar de pensar que dali dá pra sair vários curta-metragens).

Pensei em gente como a Dani Montilla, a Mari-Mari, a Lu Peitchonis, a Carol Malho, a Polly, a Janaína, a Sheilla Beira-Linha (que vai me matar pelo “sobrenome”), a Luana Godinho, a Christiane, o Rodrigo Negão e o Rodrigo Xanxota. Adoro todos, estão sempre por aí.

Mas de todo mundo, veio a figura de alguém que eu conheci na TomGa, assim como vários dos que eu citei aqui (aliás, o melhor da minha experiência ali, sem dúvida, foram os amigos que fiz naquele um ano). Eu lembro quando ela chegou, delicadiiiiiiiiiinha, uma donzela, era estagiária como eu, mas tinha um jeito de que ia ser mais estagiária que eu. E aí, coitada, pegou um furacão de cara porque sua, digamos, orientadora ali saiu de férias. Primeira das várias lições que ela me deu: as aparências realmente enganam; a “mocinha” deu um show, e mostrou que a mulher dava conta, e muito bem, do recado. Podia até ser estagiária, mas só por conta de sua graduação, a um mês de ser concluída. A nova colega de trabalho formou, foi efetivada na empresa, só brilhou dali pra frente.

Eu sempre comento da Helenosa de Tróia com outros amigos. A gente fica fascinado com a o fato de que essa criatura poderia de ser fresquinha, malinha, metidinha e a top-patricinha, mas que, pelo contrário, é a mais acessível, gente boa e pé no chão das pessoas. E sem perder o style: Sempre ali, com sua bolsinha carregada sobre as costas do pulso, mas com pulso firme. Saltou de Atendimento para Planejamento, como sempre quis, sem passar por cima de ninguém – uma transformação muito difícil num meio que rotula não apenas produtos, mas pessoas.

Enfim, eu pensei naqueles que me inspiram, em gente que eu admiro, naqueles que partiram pra outras bandas, nos que ficaram comigo na roça. E eu pensei que era hora de contar pra Helena que eu não apenas adoro ela, como sou seu fã. Porque ela tem o que me falta, o juízo (pra não mencionar a beleza, é claro). Ensina aí como ter isso, fióta!

Beijo pra Helena, abraço pra todos.

A semana começou nublada, mas tem um sol escondido por aí e isso é o que importa.


P.S.: Pra completar, Helenosa visita sempre o blog, é um espetáculo essa mulher!
P.S.2: E não custa lembrar a lição principal de Helenosa: "Delicadeza não é sinônimo de fraqueza".

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

deixa a chuva molhar!

Que money, money, money and money é minha meta pra 2008, já não é mais novidade. Mas eu confesso que há momentos felizes na pobreteza que chegam a ser ótimos (mas que, na verdade, bem podem ser feitos na dinheireza também).

Pois não foi que eu e minha aluna nos divertimos horrooooooooores na chuva esta noite, quando eu a levava (a pé, olha que dureza!) pra casa? Mas rimos demais, muito, primeiro comentando nosso sacrilégio (involuntário) de brincar de Jesus Cristo ao caminhar sobre as águas (sim, porque eram quase ondas). Depois, pelo tanto que a sombrinha e o guarda-chuva não evitaram que a gente molhassem o corpo todo. Eu adorei a metamorfose do cabelo dela (KKKKKKKKKKKKKKKK!!!!). Mas o inenarrável foi a gente correndo na Jacuí pra não levar um banho de chuva digno da Vanessa da Mata, com muito "ai, ai,ai, ai": parecia efeito especial o TANTO que molharam a gente, KKKKKKKKKKK, ai, podre, mas indescritível.

Tá vendo? Como ela mesma disse, lembrando aquele cartão de crédito, tem coisas que o dinheiro não paga. Vai dizer que a Gisa ou Sachis sabem o que é tomar uma lavada do 8405 na Jacuí, em Tubiacanga, debaixo duma tempestade? Hehehe, eu vou lembrar dessas coisas em Malibu.

Amiga, valeu demais, precisamos fazer isso mais vezes!

Inté, povo, bom final de semana!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

longe demais

Graças ao bento que inventou a tecla SAP ontem eu revi pela primeira vez o Closer, seguramente um dos meus filmes mais queridos ever. Eu fico até sem jeito pra falar dele. Eu nem ia falar, mas aí eu vi um post lá no Cremdeuspai, da minha amiga querida Polly, não resisti, e resolvi postar também.

Na verdade não dá mesmo pra falar muito não. Tem que assistir. No escuro. Se você estiver apaixonado, o filme é lindo. Se você estiver querendo se apaixonar, o filme é lindo. Se você já tiver desistido, o desgramado do filme é lindo. (Eu só continuo achando que erraram ao escalar a Julia Roberts, que sobra feito eu no Floresta ali). E aquele começo, o que é aquele começo?, já vale pelo filme todo.

Eu assisti Closer na estréia, num momento em que eu, incrivelmente, estava namorando (bom, eu pelo menos estava, não tenho mais certeza se a outra parte estava)... Eu ainda me lembro daquele espetáculo de Natalie Portman andando pelas ruas de Londres ao som de "The Blower's Daughter", indo ao encontro de um Jude Law. Eu já era doido com ela, na hora eu nem sabi ao que pensar. Não pensava, só sentia. Ai, Jesus, existe alguma chance de eu dar de cara com a Natalie Portman ao som de "The Blower's Daughter" nas ruas aqui de Tubiacanga? Não né? OK...

Eu amo Closer. Amo tudo no filme. E assisti-lo ontem, mesmo na TV (com SAP, please!), deu os mesmos calafrios... Talvez porque neste momento eu tô bem um the blower's son: meu pai que me leve pra onde ele quiser.

Amo esse filme, amo, amo e amo mais um pouquinho de com força.


P.S.: Eu confesso, o começo é lindo, mas eu desabo é no final.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

dúvida cruel

Eu queria saber se sou só eu ou alguém mais acha que a Marina Person, da MTV, tá a cara do Michael Jackson? Eu sei que pelo menos mais uma pessoa acha que sim, a Lê, minha amiga, que riu um bocado quando eu mostrei.

Eu admito que pela foto não dá pra ver beeeeeem a semelhança (ela tá muito mais bronzeada que ele... bem, qualquer um é mais bronzeado que ele, convenhamos), mas eu garanto que no vídeo é incrível como a cada dia ela tá mais parecida com o Mike.

Não conhece a Marina? Não se preocupe, considerando a audiência da MTV, você não é o único. A Marina Person é até bacaninha, apresenta dois programetes na citada emissora e é filha do cineasta Luís Sérgio Person. De vez em quando ela dá uma de atriz também e há pouco lançou em DVD o documentário que ela fez sobre seu pai (ela também dá uma de cineasta). Seu programa na MTV, além de copiar o nome de um quadro ótimo da falecida (mas nunca esquecida) “TV Pirata” (“Casal Neura”), copia também a disputa entre meninos e meninas do também falecido “Xou da Xuxa” (claro, sem a espontaneidade e a beleza de uma Xuxa dos anos 80, mas tudo bem).

Mas, whatever, já falei demais da mulher. Tudo pra falar que eu ando bebendo e achando a pobre da moça a cara do Michael Jackson.

Do Michael Jackson vocês lembram, né?!

Abs.
P.S.: Marina, gata, caso por algum Google da vida você leia isso, não fica brava não. Assim como a MTV meu blog só tem seis usuários, ninguém vai nem lembrar da comparação infeliz. :P

viagem (na maionese) de montanha-russa

Nesses dias todos que eu andei longe do blog (e, como sabiamente disse Edu de Ressus, perdendo meu tempo) eu só parava duas vezes por dia. As duas para comer. E, como conseqüência do vício, para ver televisão enquanto comia. A primeira vez era pontualmente às 10h da manhã, quando por meia horinha eu assistia ao simpático “Caverna do Dragão”. Aliás, considerando que eu assistia isso na Xuxa em 1986, assistia na “TV Colosso” em 1994 e assisto agora de novo, eu posso supor que em 2014 vou assistir em Malibu com a Gisa.

Anyways, acho que esses dias longe do blog eu andei muuuuito sensível porque era acabar o desenho e eu dar uma choradinha. Pode um trem desse? Mas era sem erro, era só tocar aquele instrumentalzinho no final, a Uni dar um gemidinho (“méééééé”) e eu ficar igual grávida.

Um segundo depois eu já tava me perguntando como eu podia acordar e dormir lendo Foucault, Deleuze, Nietzche e Giddens e simplesmente ficar emocionado com a “Caverna do Dragão”.

Bom, viajei na maiósa, como de costume, e cheguei à seguinte conclusão:

A “Caverna do Dragão” é bem parecido com a vida. Pelo menos a minha. Ta lá o povo, perdido num lugar que não é o seu, se sentindo deslocado. Enfrentando todo dia um monte de assombration, uma pior que a outra. Caminhando sem saber bem pra onde justamente pra ver se encontra uma saída. Quebrando a cara todo santo episódio. E sempre seguindo em frente. Mesmo que não saibam pra onde vão, as personagens vão, sempre tentando sair daquele lugar que não é o seu, mesmo que toda vez que chegam muito perto da saída alguma coisa surreal acontece e eles acabam ficando onde estão. Tem um velhinho pra ficar botando pilha e um urubu chifrudo que não pára de se meter no caminho deles. Eles só se fodem, na verdade, mas insistem em tentar dar um jeito. Porque, cá pra nós, o pior que pode acontecer é eles não conseguirem melhorar e acabar ficando onde estão. No lugar onde ficariam de qualquer jeito se não levantassem e fizessem alguma coisa pra mudar a situação.

Enfim, isso é bem eu. Não sei se tenho cinco amigos e um unicórinio pra seguir comigo, mas eu sigo. E eu acho que bem um monte de gente que eu conheço também vê a coisa assim, vai ver é por isso que tanta gente gosta do desenho e há tanto tempo.

Será que a gente volta pro parque de diversões?

Abraços everyone, abraços.


P.S.: Meu “unicórino” já se foi, meu neném, que completaria 18 anos no último dia 02 se não tivesse encontrado seu caminho três anos atrás. Saudade é isso.
P.S.2: Eu seria o Eric, com certeza (hehehe). Mas eu bem queria a capa da Sheilla de vez em quando. E, pela minha experiência, a Diana seria minha melhor amiga. O Prestor também. Agora o Hank, Jesus, que malinha. E o Bob, bem, criança não é comigo.
P.S.3: Por favor, eu disse gemidinho da Uni. Quem estudou comigo na puke, please, não confunda com o gemidinho da quase xará da unicórnio, porque esse outro gemidinho me daria vontade é de cortar os pulsos.

esse é o cara

Dwayne, personagem de Paul Dano em “Little Miss Sunshine”.
Sem falar nada, o cara diz tudo. TUDO. Meu ídolo. :)


P.S: Será que eu consigo ficar uns meses sem falar?

P.S.2: Se eu não conseguir, será que minha família e minhas vizinhas conseguem? Já seria um grande alívio.

essa é a gata!

Se o Dwayne é o meu novo ídolo, a Nola, de “Match Point”, é minha nova musa. Eu lembro que minha amiga Jacyra era doooooida com a Scarlet Johansson, mas eu achava até um pouco exagero. Até eu finalmente assistir o filme do Woody Allen. A atriz é um espetáculo. Mas a personagem... Jesus, a personagem, eu casava com ela na hora. Porque a gente se entenderia tão bem que, pela característica principal dos dois, a gente nunca se encontraria. Ou, pelo contrário, a gente se encontraria. Whatever, vai ver o filme, que é ótimo, pra você entender o post, que foi uma bosta.

P.S.: A Nola é minha musa, mas o seu par no filme, o Chris Wilton, é meu modelo pra 2008.

metas para 2008

Por falar em planos pra 2008, ano que vem eu quero este corpo. Anyways, anyhow!

revista (uma) OVA

Tô em processo avançado de chute no balde. Não uns chutinhos, nada de embaixadinhas. Bicudão mesmo. Só pela fartura de posts de hoje já deve ter dado pra perceber.

Tomei, por exemplo, a decisão de sumir com revista da minha vida, sobretudo a porra da Nova. Cansei de revista. Nada mais de parar de banca em banca. Nada mais de escrever pra redação. Nada mais de me indignar com a ausência de negras das capas das femininas. Nada mais.

Ainda não sei se vou queimar, se vou vender, se vou guardar pra não me arrepender depois que o chilique passar. Mas não quero mais acordar e ver revista na minha frente. Tem vinte anos que eu estou nessa, e quem me conhece sabe que isso é igual a minha vida inteira. Chegou. Não deu, não vai dar nunca.

Não tem uma semana que eu assisti a um filme bacana, “À Procura da Felicidade”. O protagonista, vivido pelo Will Smith, disse algo que foi tão deep inside que eu anotei pra postar aqui. Depois de ficar feito um maluco, correndo de um lado pro outro pra provar que é bom, que pode ser um profissional foda, que batalha, e depois de passar o filme inteiro correndo de um lado pro outro pra pegar ônibus, ele finalmente se dá um tempo e vai pra praia com seu filho. Na praia:

“Far away from buses and noise and a constant disappointment in my ten-gallon head and myself. Because when I was Young and I’d get an A on a History test or whatever I’d get this goof feeling about all the things that I could be. And then I never became any of them”.

Eu tô exatamente assim.
Não quero mais revista. Não tenho mais nenhuma ilusão a esse respeito. Cansei de ficar correndo atrás desse sonho estúpido. Vou correr atrás de outros, provavelmente tão estúpidos quanto. Mas não mais desse. O meu, agora, eu quero em dinheiro. Por isso, não vou mais sofrer se eu vir a Fergie ou a Sandy na capa da Nova. Eu quero mais é que elas saiam todo mês.

Benedicta hora que eu li o “Aqui na Redação” da Fátima Ali, em 1989. Benedicta hora que eu soube da existência da Cosmopolitan. Por que eu parei de comprar revistinha da Mônica, eu ainda tinha idade pra isso. Eu não tinha idade era pra Nova. Crianças precoces são um tóba mesmo,viu? Por que eu tinha que ser fodinha em português e não em futebol de botão?

Vou me voltar pra música, que sempre foi uma paixão muito forte. E pro cinema. Não pra trabalhar com nenhum dos dois, porque minha voz é de taquara rachada e minha capacidade de interpretar, dirigir ou atuar é a mesma do Cuda Nagle. Assim como na vida pessoal, quero algo que me faça crescer, que me deixe feliz e, sobretudo, que não me traga dor de cabeça. Música e Cinema, dear, Daddy is totally coming back!

Whatever. Whatever. Whatever. E whatever.

Tchau, Nova, já foi tarde. OK, na verdade, EU é que vou tarde, muito tarde.


P.S.: Para os preguiçosos de plantão, a tradução: “Longe de ônibus e do barulho e de uma decepção permanente e da mim mesmo. Porque quando eu era mais novo e tirava um A em História ou na matéria que fosse eu tinha uma sensação boa pensando em todas as coisas que eu poderia ser. E aí eu não me tornei nenhuma delas”.

P.S.2: Nas capas, Paula Garcia (a preta, de dezembro de 1990), as saudadosas Adriana de Oliveira e Elaine Danella (capas verde e rosa, respectivamente janeiro e junho de 1990), Luma de Oliveira na capa amarela de abril de 1990, Xuxa na raríssima e clássica das clássicas capa de junho de 1989 (a primeira Nova que me caiu nas mãos...) e Valéria Monteiro de calça santropeito na capa de fevereiro de 1993.

P.S.3: Para aquele bando de mal informados que dá palpite em tudo nas toscas comunidades de Nova no Orkat, a capa deste mês é a quinta, não a sexta de Adriane Galisteu, a campeã de capas não é a Xuxa (10), mas a Bruna Lombardi, com 12 capas, e há um estudo antigo, e até ultrapassado, que defendia que o "O" da revista formava um halo para santificar e dar uma aura à mulher da capa de Nova; acho que a foto preta dá uma idéia da viagem. E só pra irritar um pouco mais no final, Aminha amiga Bruna foi capa em abril de 75, setembro de 77, fevereiro de 79, fevereiro de 80, dezembro de 82, setembro de 83 (minha capa favorita), dezembro de 85, outubro de 86, agosto de 88, junho de 92, setembro de 93 e mais uma outra que eu ainda não sei que mês foi. Joga fora, Humberto, joga fora!

garota dourada

Spia essa Gisa. Spia a leveza, a beleza dessa mulé. Spia o sorriso. Spia o cabelo! Eu consigo até ouvir, “Ó-hó-hó-hó”, soando como se ela estivesse dizendo “o meu eu quero em dinhEURO”. Ai, eu amo Gisa. Gisa é um espetáculo.

Eu lembro da Gisa na sua primeira capa, na Podricho. Eu lembro da primeira vez que eu a vi na capa da Vogue Vogue de vera, como faria nos próximos três meses seguintes. E em outros tantos e tantos. Eu lembro de todas as milhões de capas e espetáculos de editoriais que eu vi com ela. Eu lembro do “V” de vaca que ela faz com os meigos dedinhos.

Sinceramente, quer falar mal de Gisa, procura outro blog porque este aqui veio ao mundo para rasgar sua seda. A gente rasga até polyéster pra ela se precisar. A gente, não, EU, que o blog é meu e eu mando nessa porra. Eu e Gisa, meu chuchu forévis.

Beijo, Gisa, passa lá em casa que a Jen vai lá essa tarde.

bom estar com você? bom é SER você!

Eu olho pra essa Sacha e fico pensando, que alma boa essa menina não foi na outra encarnação, né? Me conta, que problema essa menina vai ter na vida? Nenhum. Deus conserve! Nasce rrrrrrrrrrrrrrrrrica, filha da Xuxa... Eu aposto que se eu e a fióta apresentássemos nossos currículos juntos ela já ganhava a minha vaga, porque isso já deve falar pelo menos umas cinco línguas, só pra começo de conversa (e a entrevista seria na língua que a profissional de RH encarregada da seleção “fosse estar preferindo”!).

Deus conserve. Tomara que um dia ela vá lá em casa pra gente conversar fiado. Em cinco línguas.

sapiência

Tem muita gente que eu admiro, mas eu sou particularmente fã de Dona Leila Diniz. Dona do próprio nariz. Se já é foda fazer algo parecido hoje, imagina o que não deve ter sido ser ela na época em que viveu nesse paísinho retrógrado.

Vou tentar ser ajuizado como você, Leiloca. Aproveita que você ta aí perto, pede a Deus pra eu conseguir.

Beso.

a vera veríssima

P.S.: Vai lá no site do cartunista André Dahmer, o MALVADOS, que tem muito mais.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

back to (virtual)life, back to (sur)reality

Hola everyone, Humberto de volta na área, finalmente!

Era pra voltar ontem, mas eu fiquei 22 horas sem luz em casa graças à eficiência da melhor concessionária de energia da região sudeste, então tô postando só agora mesmo.

De todo modo, hoje ainda passei só pra dar um alô e pra agradecer pela assiduidade dos leitores fiéis. Mesmo tendo avisado que ficaria longe por um tempo, o blog teve o mesmo número de acessos que costuma ter mensalmente. Thanks, povo, vocês são os melhores.

Eu escrevo alguma bobagem pra gente voltar a pegar o pique logo. Neste minuto não vai dar não, tipo que depois de todo este tempo nadando eu, previsivelmente, morri na praia lindamente.

Whatever. De verdade e sem dor, porque eu pedi a Deus o melhor, e mesmo que eu não compreenda bem o melhor na hora, depois eu acabo tendo certeza que foi o melhor.

Bora voltar pra surreality, povo, porque a reality continua novelesca.

Besos apaixonados pra todos.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

domingo, 25 de novembro de 2007

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

no que pensas, rapaz?

Outra passada relâmpago por aqui só pra dizer que não precisa ler meus pensamentos: eu mesmo digo o que se passa na minha cabeça (já faço isso direto mesmo, né?).

Anyways, na minha cabeça esta semana (e provavelmente por mais um tempo) só toca "Read My Mind", do Killers. Também adoro o clipe. E as minhas amigas mais próximas chegarão a outras conclusões (acertadas provavelmente). Bom, é música boa pra cantar alto, então dá uma olhada na letra se você não pegar de ouvido, e bora berrar a belezura por aí.

So, can you read my mind? :)
Beijos pra todos, sigo nadando até o fim, volto em breve e de vez.


P.S.: Na foto, Brandon Flowers, vocalista do Killers, "desprovido" do cavanhaque do clipe.
P.S.2: E como eu sou ridículo, também está na minha cabeça a musiquinha do minininho da propaganda da coral (que tem medo do quarto cor-de-rosa). Mas essa eu vou tirar da cabeça logo, se Deus quiser!

domingo, 18 de novembro de 2007

pausa na pausa (ou "black and yellow")

Existem filmes que eu realmente gostaria de ter assistido no cinema. "Little Miss Sunshine", ou "Pequena Miss Sunshine" (dã!), é um deles. Na verdade, acabei de assistir e por conta disso mesmo quebrei minha pausa neste blog (confesso que tava mesmo doido pra fazer isso). Eu precisava escrever.

O filme sempre me pareceu simpático. Eu sempre gostei do visual. Eu gosto de amarelo e preto, sempre gostei, sempre foram minhas duas cores favoritas, apesar de todo o fascínio que eu tenho pelo vermelho e, em menor escala, pelo azul também. Mas, enfim, finalmente tive a oportunidade de assistir, sossegado, ao filme. E ele é muito, muito mais do que eu esperava.

Seria difícil pra mim, por exemplo, dizer qual personagem se parece mais comigo. Tem dois ou três que chegam a ter uma semelhança até exagerada, pelo menos do meu ponto de vista.

A vida tem umas coisas realmente engraçadas. Todo mundo que lê este blog sabe que eu estou no meio de uma batalha dura e com poucas chances de vitória, mas tô aí nela, nadando. Foi por isso que fiz a pausa, pra me dedicar mais. Eu tenho pensado em tanta coisa nesse período e aí, quando eu resolvo dar uma descansada (na verdade, assistir ao filme pra praticar meu inglês), eu vejo um filme desses. Qual a graça? A semelhança com as conclusões a que eu tenho chegado. A semelhança com as ironias. A semelhança com algumas de minhas reações diante das "surrealezas". Se eu não conseguiria apontar qual dos personagens se parece mais comigo, eu posso dizer sem medo de errar que a cena do filho na kombi, lá pelo final da história, poderia muito, muito bem ter sido protagonizada por mim (tipo, ontem, no Palácio das Artes).

Enfim, "Little Miss Sunshine", além de ter a Toni Collette, que eu amo, é um filme lindo. Visualmente lindo. Espiritualmente lindo. Se serve de sugestão, assistam e assistam. E depois assistam.

Mas de volta ao preto e ao amarelo, eu viajei nessa maionese também, sabe? Porque o filme é triste, mas é alegre (não chega a ser comédia, como o classificaram, mas é bem alegre). E daí eu pensei nas cores, o sad preto e o gay amarelo (happy só se traduz como alegre em propaganda idiota de cerveja ruim).

Fiquei pensando bem em mim...Eu não sou exatamente triste, mas também não sou do tipo esfuziante (graças a Deus, tem coisa mais chata?). Eu acho que essa combinação que tanto me atrai desde sempre (mas que não rola com roupa, please) é bem um resumo da minha personalidade. Há um certo equilíbrio, eu acredito.

O filme me fez pensar em mim e gostar das conclusões, isso não é ótimo? Eu lembrei do Charlie Brown, que é totalmente o que eu costumava ser até alguns anos atrás (e que tá sempre com a simpática camisa amarela de traços pretos).

Eu lembrei do clipe de uma banda grunge dos anos 90, na minha adolescência, digo, infância... A banda era a Blind Melon, e o vídeo era da música "No rain": tem uma abelinha (preta e amarela, claro) que passa o clipe todo tentando se encaixar nesse mundo cinza.

Eu pensei na própria abelha, o bicho, que ferroa, mas também produz algo doce. Eu sei que isso soa pieguíssimo, mas é bem eu (não o pieguíssimo, mas o ferroar e produzir mel da abelha. OK, e o voar e fazer cera bem de vez em quando também).

Enfim, acho que não adianta muito sofrer mesmo não (na verdade, segundo um dos personagens adianta um pouco, sim). No fim, como já dizia meu escritor favorito, o Fernando Sabino, dá tudo certo.

Já tinha tempo que eu havia decidido mudar o layout do "humberto explica", justamente pra amarelo e preto. Depois do filme, agora é que eu vou mudar mesmo. Logo, logo.

Eu volto pra "pausa". Em breve eu tô aqui for good.

Abraços pra todos.


P.S.: Assistam o filme. E assistam o clipe da abelinha também, é cafoninha, mas é legal (se falar que a definição serve pra mim também, apanha!). Bjos.
P.S.2: Toni Collette fez o "Casamento de Muriel" e "O Sexto Sentido", pra citar dois.
P.S.3: Tá, eu concordo, gay hoje tá mais pra gay que pra alegre mesmo. Mas whatever, deu pra entender.
P.S.4 (que resume o post):