quarta-feira, 23 de maio de 2007

Humberto, qual o sentido da vida?

Vê bem o que me perguntaram. Aliás, têm me perguntado. Aliás, têm visitado meu blog, mesmo que eu não tenha tido tempo pra escrever todo dia. Eu fiquei impressionado quando eu vi pelo contador o número de acessos semanais. Thanks a lot!

Mas então, uma amiga muito cara me perguntou isso. Francamente, amiga, cê tá de sacanagem comigo. Se eu soubesse a resposta provavelmente não tava aqui escrevendo. Mas a verdade é que eu já vinha me perguntando isso há tempos também. Senão, vejamos, no seu caso, como funciona o sentido das coisas:

1) Você trabalha porque tem que pagar a faculdade;
2) Você faz faculdade pra arrumar um bom trabalho (???!!!);
3) Você precisa de um emprego pra poder um dia se casar com seu amado;
4) Você precisa se casar com seu amado porque...bom, porque você precisa e pronto;
5) Aí depois de casada você vai precisar trabalhar pra ter dinheiro pra você poder criar seu filho. Porque você precisa ter um filho;
6) Aí você vai precisar continuar trabalhando pra ter dinheiro pra viajar nas férias pra poder descansar e continuar trabalhando;
7) Você vai continuar precisando trabalhar porque você vai precisar dar o melhor ao seu filho;
8) E, claro, você terá que trabalhar pra continuar gostosa senão ficará sem marido;
9) So and so.

Francamente, isso aí é uma versão rasa da problemática feminina. Não se iluda, a masculina não faz sentido também não.

Francamente, eu fico aqui ouvindo "Full Circle", do Aerosmith, e pensando em tudo e tanta coisa que eu já passei na vida. Em todas as certezas que eu já tive na vida... olha, acho que o sentido da vida é viver a dita cuja. Se não dá pra saber como ela é ou qual o seu sentido, dá pra "achar". Então, enquanto você acha alguma coisa, faça um mínimo de planejamento pra vida partindo desse "achismo" e toca em frente. E trata de ser feliz porque esse mundo já tá mundo cheio de gente mala.

Eu lembrei da minha "ídala" Liliane Ferrarezi. Sei lá, ela era um neném praticamente e todo mundo já sabia que seria o que se tornou: uma top muito foda. Isso me faz pensar que a gente talvez já venha ao mundo pra alguma coisa. E então deve haver algum sentido...

Olha, sei lá, sei lá mesmo. Essa explicação não acaba aqui. Eu vou tentando e volto a falar disso. Se alguém se habilitar a responder, me conta. Essa, ih, acho que nem Freud explicaria...

P.S. Falei do Aerosmith...vááááááárias vezes cheguei à conclusão de que o sentido da vida era ser o Steve Tyler e berrar pra uma platéia lotada ("Walk This Way" na veia). Mas aí eu lembro da Liv Tyler no clipe de "Crazy" e penso que crazy mesmo seria o incesto. Sim, porque ser Steve Tyler seria do camargo, mas ter que conviver com a Liv e não poder agarrar, putz!, isso seria doooooose!

P.S.2: E minha amiga Gisa, será que sabe qual o sentido da vida? Hum...o sentido eu não sei, mas o bem-bom com certeza ela deve saber!

P.S.3: OK, hoje eu surtei. Mas, pô, uma pergunta dessas, queria o quê?!

P.S.4: E, cá pra nós, surtar é um primeiro passo pra chegar a Steve Tyler, né? Tô quase! Tô quase!

Um comentário:

Carol disse...

Amigo, realmente a pergunta é foda, mas você se saiu bem.

Eu mesmo já pensei em gritar várias vezes e acho que é isso que vou fazer.

Bjos.
Carol

Obs: Não é que consegui!!