quinta-feira, 25 de outubro de 2007

everyday is a widing road. Mesmo.

Hola moçoilas e moçoilos. Resolvi aparecer, dar um signal de bida, porque já vi que se eu esperar pra escrever depois que passar o mal estar que me garrou esta semana o blog vai virar história.

Entonces, como disse no outro post, eu literalmente comecei a semana com outra amigdalite e um febrão bonito, bonito. Achei até que era a saudosa gripe Tiazinha, que fez tanta gente suar, tremer, pirar e ver tudo o que queria ver. Tudo bem que eu já perdi o fio da meada do que eu queria dizer, mas isso deve ser normal pro nível de leseira em que eu ainda me encontro. Só pra resumir, podia até estar já melhorzim, mas não, o caxião teve que ir mil vezes na faculdade, todas (novidade) dispensáveis, e a quentura do corpo (do tipo ruim) não passou ainda. A dor de cabeça também não. E a tontura menos ainda.

Na verdade, ruim, ruim mesmo de ficar doente e em casa (bem...sejamos realistas, muito pior é ficar doente e trabalhar no ar condicionado) é descobrir que você não ter televisão a cabo de manhã é pior que garganta inflamada: Deus do céu, o que é aquela Olga Bongiovanni? Ela é pior que ar condicionado junto com amigdalite.

Tô falando nada com nada, vocês já perceberam. Mas é difícil pensar e organizar as idéias quando o menor suspiro à sua volta parece um trovão dentro da sua cabeça. Especialmente quando se tem dois ou três cachorros insanos em casa.

Durante esses dias eu lembrei de uma música que eu adoro da Sheryl Crow. Aliás, dela eu adoro um monte. Falo de "Everyday is a widing road" (a foto acima é uma imagem do clipe). Bom, falar do clipe me lembrou do que eu quero falar. Dos altos e baixos de que a vida é feita.

Sinceramente? Preferia que fossem só altos. Tô com o saquinho bem cheio dos baixos, primeiro porque não são baixos tão relevantes assim (no meu caso, graças a Deus), mas são chatos, e segundo porque não tenho mais talento pra curtir fossa.

Gente, vamo combinar, hoje não vai sair nada que presta desse post não. Escuta a música aí, dá uma olhada na belezura da foto, tirem suas próprias conclusões. Se tem uma coisa que não faço hoje é explicar, hoje o Humberto não explica NAAAAADA. Só quero que passe tudo, todos, logo. Quem não souber inglês, procura tradução no Google, tem a rodo.

Beijo pra todo mundo, nem preciso dizer o quanto minhas braçadas n'água andam prejudicadas....mas eu tenho que continuar, senão afogo.

Coragem, gente, Deus nos dê força.


P.S.: O próximo idiota que me disser que dinheiro não traz felicidade vai levar um murro no meio da cara. E minha mão não é das mais leves.

Um comentário:

Polly disse...

Juro que até o delírio da febre te deixa com bom humor...mesmo que você esteja aí de péssimo humor! rs.

Ou então, sou que estou bem humorada mesmo...aliás, nem a tpm conseguiu me alcançar esta semana.