segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

melhor que a de Tróia

Há alguns meses, sabe lá Deus porque, meus finais de semana vinham sendo o verdadeiro ápice do ó do borogodó, como muitas vezes eu acabei contando aqui (e aqui e aqui).

Graças também a Deus, os dois últimos foram finais de semana de gente normal e eu me diverti um bocado, reencontrei gente bacana.

Semana passada eu me despedi de um novo-velho amigo que está de malas prontas para o Canadá. Eu costumo dizer que um dos meus carmas é aquele que leva meus melhores amigos pra longe de mim. Nesse caso o carma se superou, considerando a rapidez com que a gente se conheceu, se entendeu e ele partiu.

Ainda na semana passada eu estive com uma das minhas gatas-garotas que não vai demorar pra me deixar também. Eu fico firme, neste caso, porque algo me diz que eu vou logo atrás.

Anyways, anyways, tudo isso pra falar que ontem, quando voltei pra casa, meio triste como tenho voltado pra casa, pensei nas pessoas bacanas que eu conheço. Me dei conta de que eu estou sempre atento para as que partem (como aquele poço de serenidade chamado Mayra, que está em terras espanholas, e que eu nunca realmente tive coragem de dizer que gostava mais do que conseguia demonstrar), mas que posso lembrar mais das que ficam.

Pensei, por exemplo, num sujeito muito inteligente (e querido por absolutamente todo mundo que eu conheço que conhece ele) com quem eu trabalhei, Mr. Maurilo Andreas. Me diverti muito com o livro dele que li, também neste fim de semana, o Incultos (aliás, não consegui deixar de pensar que dali dá pra sair vários curta-metragens).

Pensei em gente como a Dani Montilla, a Mari-Mari, a Lu Peitchonis, a Carol Malho, a Polly, a Janaína, a Sheilla Beira-Linha (que vai me matar pelo “sobrenome”), a Luana Godinho, a Christiane, o Rodrigo Negão e o Rodrigo Xanxota. Adoro todos, estão sempre por aí.

Mas de todo mundo, veio a figura de alguém que eu conheci na TomGa, assim como vários dos que eu citei aqui (aliás, o melhor da minha experiência ali, sem dúvida, foram os amigos que fiz naquele um ano). Eu lembro quando ela chegou, delicadiiiiiiiiiinha, uma donzela, era estagiária como eu, mas tinha um jeito de que ia ser mais estagiária que eu. E aí, coitada, pegou um furacão de cara porque sua, digamos, orientadora ali saiu de férias. Primeira das várias lições que ela me deu: as aparências realmente enganam; a “mocinha” deu um show, e mostrou que a mulher dava conta, e muito bem, do recado. Podia até ser estagiária, mas só por conta de sua graduação, a um mês de ser concluída. A nova colega de trabalho formou, foi efetivada na empresa, só brilhou dali pra frente.

Eu sempre comento da Helenosa de Tróia com outros amigos. A gente fica fascinado com a o fato de que essa criatura poderia de ser fresquinha, malinha, metidinha e a top-patricinha, mas que, pelo contrário, é a mais acessível, gente boa e pé no chão das pessoas. E sem perder o style: Sempre ali, com sua bolsinha carregada sobre as costas do pulso, mas com pulso firme. Saltou de Atendimento para Planejamento, como sempre quis, sem passar por cima de ninguém – uma transformação muito difícil num meio que rotula não apenas produtos, mas pessoas.

Enfim, eu pensei naqueles que me inspiram, em gente que eu admiro, naqueles que partiram pra outras bandas, nos que ficaram comigo na roça. E eu pensei que era hora de contar pra Helena que eu não apenas adoro ela, como sou seu fã. Porque ela tem o que me falta, o juízo (pra não mencionar a beleza, é claro). Ensina aí como ter isso, fióta!

Beijo pra Helena, abraço pra todos.

A semana começou nublada, mas tem um sol escondido por aí e isso é o que importa.


P.S.: Pra completar, Helenosa visita sempre o blog, é um espetáculo essa mulher!
P.S.2: E não custa lembrar a lição principal de Helenosa: "Delicadeza não é sinônimo de fraqueza".

8 comentários:

Caroline disse...

Amigo,
Fico muito feliz de fazer partes da sua turma.
Ou você acha que te chamo de amigo a toa.
Bjos.

Polly disse...

Antes de tudo, quero agradecer por fazer parte deste hall de pessoas bacanas na sua vida.
Depois, venho dizer que Heleninha é mesmo um sucesso de pessoa. Ela mal sabe o quanto fiquei feliz de tê-la no meu aniversário e não pude retribuí-la no dela.

E antes de você partir, atrás da Alê...e antes dela partir, por favor...vamos encontrar!!!!!!!!!! rs

Beijos

Dani Montilla! disse...

adoreii a menção!Apesar de ter ate esquecido desse precioso apelido!heheheh
brigadaum, a gente se vê pouco mas todas as vezes são únicas com explosões de casos para contar.
Espero sua visita essa semana!

bjus grandes

Heleninha disse...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH
Morri e esqueci de cair!!!
Que lindo gato, fique sabendo que a admiração é recíproca. E que tenho certeza que você ainda irá andar descalço em Paris, com a Lê e quem sabe eu junto!
Realmente a melhor coisa da Tom foi os amigos que fizemos.
Vamos marcar um café urgente com a Polly.
Beeeeeeeeeeeeeeeijos

Anônimo disse...

Ai, Humberto, você é uma seda mesmo! E muito lindo, não existe igual não... Suas palavras são sempre uma bruma linda que afaga o meu ego!
Te agradeço demais pela menção-mais-que-honrosa e te digo que uma das titulações mais importantes do meu pobre curriculum é certamente ser sua amiga. Vc é mais do que especial na minha vida também, viu!?
Beijo, gato-garoto!! rs
Janaína

Humberto, o próprio disse...

Eu é que agradeço a amizade de todas vcs. De vera :)
Besos.

Thiago disse...

Amigo, nunca me esquecerei de vc não. São poucas as pessoas que eu guardo com carinho, e vc é uma delas. Pouco tempo mesmo de convivência, mas foi o suficiente para te entender. hehe
Não vou me esquecer de vc não viu?
Abração .... de coração

Mari disse...

Fui citada, fui citada, fui citada!!!!!!

Uebaaaaa