sexta-feira, 29 de junho de 2007

dear Amoxi...

Oi povo.

Passei rapidim, já que não postei nada ontem.

Tô em processo de resolução de vida, corrigindo tudo que ficou meio largado nos últimos meses por conta daquele trabalho do cão.

Já tive que definir uma situação que tava meio morna... e isso foi chato. Mas acho que foi o melhor a fazer.

Também tenho que voltar a me exercitar. Mas nesse caso vou ter que esperar minha amiga de nome esquisito ir embora (a Amoxilina, conhece?). Tô com a segunda amigdalite em menos de dois meses (reflexo também do descaso comigo mesmo por conta do D.E.).

O tempo corre, o tempo voa. E vamo atrás, ou melhor, vamo junto!

Besos pra everyone.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

so?

Esse é rápido mesmo, e é só pro caso de servir de recado (ou pergunta) pra alguém que eu acho que não acessa este blog. Faço minhas as palavras do caríssimo Steve:


I'm down a one-way street
With a one-night stand
With a one track mind
Out in no-man´s land
(The punishment sometimes don't seem to fit the crime)
Yeah there's a hole in my soul
But one thing I've learned
For every love letter written
There's an other one burned
So you tell me how it's gonna be this time
Is it over?
Is it over?
'Cause I'm blowin' out the flame


P.S.: Música: "Hole in My Soul", Aerosmith.
P.S.2:No futher coments in this case.

moreno de Angola

Olá everyone!

Hoy no tengo nada especial pra hablar. Quer dizer, tengo, a gente sempre arruma uma besteira pra falar.

Então, hoje eu queria falar bobagem mesmo, lembrar algum caso da minha surreal existência, mas também não dá pra forçar a barra. Aliás, cadê as perguntas? Daqui a pouco vou ter que mudar o nome do blog pra “o Humberto brigunta” porque as perguntadeiras de sempre resolveram ficar intimidadas (quase escrevi “entimidadas”; ai, minha convivência na Pior Universidade dos Cinco Continentes anda acabando com anos de bom português). Aliás, as perguntadeiras resolveram ficar tímidas. Enfim, whatever.

Hoje eu falei com minha mãe mexicana, depois de sete anos. Curioso, né?, falei da Salma Hayek ontem, e dos latinos no cu do mundo, pois não coincidiu de eu ligar pra minha madrecita number two, que vive em Austin, justo hoje? Ah, sim, eu tenho uma mãe mexicana que me adotou! :)

Anfãn (kkkkkkk, esse “anfãn” é de sacanagem), hoje não tem nada muito “profuuuuuundo” pra falar não. Da série “minorias”, eu vou escrever depois sobre o apartheid nas capas de uma revista feminina aí, mas isso fica pra outra hora. Hoje eu tô light (óóóóóóóó, podem ficar boquiabertos). Ah, come on folks, eu sou light. :)

Gotta go, gotta go, deixo vocês com a imagem da bela Clara Nunes (achou que era a Vanessa Mamata, né?, que vergonha!...OK, a Mamata também se esforça). Mas entonces, dejo ustedes com minha cara Clara Nunes, que, segundo consta, morou bem perto da minha casa (bem antes de eu nascer), e era um espetáculo de criatura. Brijo, brijo!


Hasta la próxima, folks!


P.S.: OK, OK, eu admito... Além de a cantora acima ser um brilho, eu coloquei a foto da Clara porque quando eu fico puto, como sabem os mais próximos, eu costumo não rodar a baiana, mas rodar a Clara Nunes mesmo, e com o chocalho amarrado na canela! (hehehehehe). É, fitotada... Porque de vez em quando é ozo agüentar! Especialmente quando aparece uma esmeralda na nossa reta e ela vai nessa de contar suas falsas glórias (KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!).

WHATEVEEEEEEEEEEEEEEEEEERRRRRRRRRRRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!
!!!Fue!!!


P.S.2: No, no fue ainda! Lembrei de uma bobagem que vale falar: Cês viram o novo comercial da Loréal, com a Alinne Moraes (saudade de quando ela era só Aline Morais, era tão mais difícil errar)? KKKKKKK, tem que rir do suposto cabelo dela sem o xampu! É mais surreal do que qualquer caso que eu possa contar da minha vida!


P.S.3: Agora eu fui!

terça-feira, 26 de junho de 2007

ai, Salma...


Acho que ainda não mencionei neste blog a minha relação com o meio de comunicação chamado revista. Quem me conhece sabe o quanto eu gosto dessa coisa e o quanto ela significa na minha história. Eu ainda não tenho muitas, mas minha modesta hemeroteca já conta com cerca de 700 exemplares, dos mais antigas aos mais recentes. Mas sobre revistas e o que penso delas eu vou escrever outra hora.

O fato é que pra manter tanto papel conservado eu tenho que fazer uma limpeza de vez em quando. E nesses momentos de arrumação de revista eu sempre acho alguma pérola, alguma coisa divertida, surreal ou no mínimo curiosa.

No ultimo faxinão que fiz (OK, foi hoje), eu encontrei uma carta de leitor que eu adoro. Aliás, adoro a seção de cartas. Já tive quatro minhas publicadas (êêêêê, graaaaande feito). Anyways, achei uma edição da estadunidense Vanity Fair (revista que eu adoro), de abril de 2003. E nessa edição foi publicada uma carta de ninguém menos que a atriz Salma Hayek, que me levou a concluir dois pontos:

PRIMEIRO: Sempre há como alguém ficar mais bonito. Sim, porque quando eu vi a Salma a primeira vez, em “Um Drink no Inferno”, eu pensei “Deus do céu, essa mulher não tem como ficar mais bonita não”. Pois, sim, depois de ler a tal carta eu passei a achá-la mais bonita.

E SEGUNDO: Idiotas realmente deveriam sumir da Terra. Eu imagino o ódio que a tal colunista da revista ficou quando leu a carta da Salma.

Bom, eu vou postar o texto da atriz e uma traduçãozinha minha. É claro que a tradução empobrece toda a história, porque tem toda uma coisa das línguas, mas eu tenho que quebrar o galho dos meus leitores que não falam inglês. Também tem umas questões culturais (a relação de patrões estadunidenses e prestadores de serviço latinos) que são mais compreensíveis para quem já esteve nos Estados Unidos. Mas, enfim, a idéia geral de que quem se acha muito foda, muito melhor que os outros, no fundo, no fundo é um boçal fica clara pra qualquer bom entendedor.

Divirtam-se. E pode deixar que quando eu achar outras pérolas eu ponho aqui.
!Besos Hermanos!


CARTA NO ORIGINAL:


NOT-SO-DEAR Damn Edna (oops! my English is not so good): I’m sure you think that you’re funny – maybe sometimes you are, but I wouldn’t know. However, your humor in the February issue of Vanity Fair brings me to the conclusion that you’re only funny-looking.
A victim of your column was interested in learning Spanish, and your response was “Who speaks it that you are really desperate to talk to? The help? Your leaf blower?” The great irony is that I am on the cover of the very same issue of Vanity Fair.
As for your statement that there is nothing in our language worth reading except Don Quixote, and that García Lorca should be left on the intellectual back burner, you could not be more sadly mistaken. What belongs on the back burner are your ridiculous long fake eyelashes, which are clearly keeping you from reading the sublime writings of Nobel Prize winners such as Gabriel García Márquez, Octavio Paz, and Camilo José Cela, to name but a few.
If I were you, I would start talking to the help and the leaf blowers; it seems to me they have a lot to teach you.
SALMA HAYEK
Los Angeles, California




O HUMBERTO TRADUZ:

NÃO-TÃO-QUERIDA Droga de Edna (oops! meu inglês não é muito bom): Estou certa de que você se acha engraçada – talvez seja às vezes, mas eu não saberia quando. De todo modo, seu humor na edição de fevereiro da Vanity Fair me leva à conclusão de que você só parece engraçada.
Uma vítima da sua coluna estava interessada em aprender espanhol, e sua resposta foi “Quem é o falante de espanhol que está te deixando desesperado pra aprender a língua? Os serviçais? Seu catador de folhas?” A grande ironia é que eu sou mexicana, eu falo espanhol e eu estou na capa da mesmíssima edição de fevereiro da Vanity Fair.
Com relação à sua afirmação de que não há nada em nossa língua que valha ser lido exceto Don Quixote, e de que García Lorca deveria ser deixado junto com o lixo pra queimar, você não poderia estar mais lamentavelmente enganada. O que deveria ser jogado fora são seus ridículos cílios falsos, que estão claramente impedindo você de ler obras sublimes de vencedores do Nobel de Literatura como Gabriel García Márquez, Octavio Paz, e Camilo José Cela, para citar só alguns.
Se eu fosse você começaria a conversar com os serviçais e com o catador de folhas; me parece que eles têm muito a lhe ensinar.

SALMA HAYEK



quinta-feira, 21 de junho de 2007

mas tudo passa, tudo passa, e nada fica, nada fica...


Mil coisas na minha cabeça agora. Vou tentar não fazer um texto muito confuso.

Há sete anos eu concluí meus estudos na Universidade do Texas, em Austin. O dia em que fui me despedir do campus foi um dos mais felizes da minha vida. Não porque eu estava deixando o lugar (até estava muito cansado mesmo). Foi um dia feliz pelo “conjunto da obra”.

Eu entrei na UT em agosto de 99, pelo portão principal. Portão, aliás, por onde eu não voltei a passar durante todo o um ano que estudei fora. Desse portão a gente tem uma visão da torre que norteia os alunos, e meio que vê todo o campus. O fato é que nesse meu último dia lá, depois de rodar por tudo, de quase chorar por ter de deixar pra trás aquelas bibliotecas maravilhosas e os esquilinhos que nunca me deram bola, eu fui andando e quando vi estava deixando o campus pelo mesmo portão que entrei. Não foi intencional, vi tudo o que queria ver e fui caminhando e parei bem no portão principal. Era fim de tarde (bom, 8 da noite do verão texano), e a torre estava bem no meio de um céu bem alaranjado, como tudo o que simboliza a bacaninha Austin.

Quando eu vi aquela pintura à minha frente eu chorei. De viadagem, pouquinho, mas chorei porque eu estava diante dos fatos inegáveis de que eu havia conseguido, de que tinha sido ainda melhor do que eu imaginava, de que eu era capaz, de que nenhum dos milhões de empecilhos foi suficiente pra me derrubar. Aquele foi um dia de certeza de que mais uma etapa da minha história, uma das mais importantes, estava concluída. Graças a Deus, muito bem concluída (as “férias na Flórida” e o retorno pro Brasil, logo depois, são outra história).

Lembrei desse dia porque hoje outra etapa da minha vida acabou. Uma etapa canseira. Um carminha a mais que eu paguei. Eu comentei há pouco tempo que minha vida era surreal. E são momentos como o que passei esta noite que me fazem ter certeza disso. Uma vez uma amiga, grande amiga, me disse que minha vida parecia novela. E realmente há coisas que a gente jura que só acontece em novela que são rotina na minha vida.

Esta noite eu tive que fechar um ciclo de desaforos, desafetos, humilhações, dores físicas, estafa mental, noites sem dormir, romances desfeitos, e muito, muuuuito trabalho (a troco de?). Mas tive que fechar ouvindo desaforo. E tive que fingir que nem eu, nem ninguém presente no local, sabia que era desaforo (e surreal) o que eu tive de ouvir. Foi constrangedor pra mim, mas eu tenho certeza que foi ainda mais constrangedor para os outros presentes.

Mas acabou. Foi. Tarde. Foi a nota 100 mais escrota da minha vida. Não quero nem comentar mais sobre isso. Tô escrevendo pra enterrar. E peço a Deus que me cerque de gente menos hipócrita das próximas vezes. Peço a Deus que eu não tenha que me comportar como um hipócrita muito mais vezes. Melhor dizendo, eu só agradeço a Deus. Sem nenhum carolismo nisso, não fosse por Ele eu não teria dado conta. Não fosse por Ele eu não teria feito nada. Nada de nada.

Vou fechar este post gigante. É assim gente. Nós temos fases boas, temos fases fezes, o importante é ir dando conta e tentar ser feliz. Porque sobreviver à base de infelicidade não dá não.

Que venham as próximas etapas (ou como diria a Ale, as próximas tramas de “Malhação”). E eu sei que já estão a caminho.

Sucesso pra todos nós, everyone!


P.S. Bananas, né? Sei demais. Ô, como sei, um cacho de bananas.
Cada fumo de rolo que me aparece...
P.S.2: Post escrito na noite de 20 para 21 de junho.
P.S.3: Desta vez não chorei não. Mas se chorasse seria por indignação, não por felicidade. Paciência. And let’s move on, dudes! Hook’em Horns!

quarta-feira, 13 de junho de 2007

noite especial

Olá everyone,

Hoje é uma noite especial pra mim. Eu finalmente terminei a parte escrita do D.E.. Desse modo, os próximos posts seguramente serão mais light :)

No mais, queria agradecer pela assiduidade com que andam acessando este blog. Tem muita gente nos Estados Unidos e no Canadá que dá uma olhadinha todo dia. Espero perguntas dos outros continentes também.

Brigadão todo mundo, brigadão Mairócler, Heleninha, Ale, Glauciane, Sheila...
Thanks everyone!


P.S.: Hum...de repente eu lembrei que tô na virada do 12 pro 13 de junho...é, essa noite é espcial para outras pessoas por motivos muito melhores que o meu...Whatever, né?

sábado, 9 de junho de 2007

todo mundo pro rehab, urgente


Eu tanto gostei da tal da Amy Winehouse (finalmente uma cantora que canta), tanto repeti a música dela (Rehab) que tô quase indo prum Rehab de saúde mental de tão estressado que ando. Brincadeira, claro, mas realmente o resto de paciência que eu tinha pra escrotidão humana acabou. Acho que tá todo mundo precisando de rehab.

Eu tava me perguntando hoje se eu não pareço meio fútil aqui nesse blog. Bom, esse bloguinho aqui é um teste (ou pelo menos era, inicialmente...). Enfim, eu cheguei à conclusão de que realmente preciso de um olho de Thundera, que realmente preciso enxergar além.

Bom, eu penso que não sou dos mais fúteis não. Na verdade, ficar falando de mim nem era a idéia desse blog, mas como as "perguntadeiras" andam meio tímidas, escrever sobre as coisas que eu vivo e vejo (ou não) não deixa de ser uma maneira de tentar explicar a cada vez mais inexplicável vida nossa de cada dia.

Nós vivemos numa era em que se olha demais pro próprio umbigo. Acho que é aí que tá o erro. Nossa, tá osso. Respeito, por exemplo, é artigo mais em falta que o pirulito Zorro. Eu fiquei pensando hoje se não é hora de a gente começar a botar a mão na massa e tentar dar um jeito nessa "sem-noçãozice" que se tornou regra. Todo mundo "reclama" do busão lotado e fedendo -- mas alguém toma alguma iniciativa pra tentar resolver? Brasileiro choraminga de tudo, mas fica quietinho esperando que outro faça alguma coisa. Aliás, esperar que o outro faça alguma coisa é algo que se aprende na escola, onde vigora a maldita prática do "trabalho em grupo".

É tarde da noite e eu antes que eu comece a me perder, deixa eu fazer o apelo mais uma vez: CHEGA DE POBREZA DE ESPÍRITO NESSE MUNDO, chega de hipocrisia, chega de convenções estúpidas.

Gente boa, tá na hora de mudar, tem gente passando fome, tem velhinha dormindo na rua, tem passagem de ônibus absurda de cara, tem cara vampiro sugando nosso sangue, tá cheio de idiota se dando bem e gente bacana se estrepando: não vamos viver como se tudo isso fosse natural, como se não desse pra ser de outro jeito. Dá pra ser, sim, dá no Canadá, dá na Dinamarca, por que não dá aqui?! PelamordeDeus, meus caros leitores, vamos começar a dar um fim nesse descaramento que se tornou a vida no século XXI, porque tá osso!

Abraços pra todos!


P.S.: Vê se eu não ando pirando?, da Amy Winehouse eu fui parar na salvação do mundo. Primeirão na fila pro rehab!
P.S.2: Bom, pra quem não captou, a palavra rehab significa reabilitação, mas é mais especificamente entendida como clínica de reabilitação (de drogados, alcólatras, doidos, sem noções, Britney Spears etc).

sexta-feira, 8 de junho de 2007

minha vida é surreal...


Heleninha, pelo andar da carruagem vou ter que lançar uma linha de roupas "sem noção". Vai dar pra fazer desfile na SPFW! O mundo perdeu as estribeiras, gata, ou então eu é que não tenho noção nenhuma.

É muito surrealismo pra mim, muito!...

Beso.


P.S. Essa cara do Dalí...só uma pessoa entenderá :)


segunda-feira, 4 de junho de 2007

contagem regressiva: 17 dias...

Estou pensando seriamente em excluir das minhas relações as pessoas folgadas... francamente, penso que já é uma questão de amor próprio.

Cadê as perguntas, moçada? Leitores do mundo inteiro, podem mandar (in English, en español, ehatever), eu leio tudo.

Deixa eu correr. Abraços.

sábado, 2 de junho de 2007

J.T.C.

Olá everyone.

Passada rápida, rapidíssima, só pra dizer que as coisas estão indo (sabe lá Deus pra onde, mas estão). Esta semana eu ouvi um pedido de desculpas, o que significa que há esperança nesta era dos “sem-noção”. Mas, claro, não ouvi de alguns que eu já esperava não ouvir.

O fim do “dejeto excremental” está perto, graças ao Pai. Eu hei de sobreviver.

Abraços pra quem merece, muita paz pra todo mundo. Parece desejo meigo, mas eu tô tão esgotado de briga, que realmente eu espero dias mais pacíficos.
No mais, J.T.C..