quinta-feira, 26 de julho de 2007

there's nothing left to say

Tudo ôráity no fimdas contas.

Entretanto, nada de muito especial pra comentar hoje, mas logo eu vórvo.

Sem mais, nem P.S.s, solông! :)

sorry, someway, somehow

Caríssimos leitores e leitoras,

Parece que o último poso soou meio violento para alguns, inclusive para o chegado que fez a pergunta.

Bom, sorry mesmo, a intenção não era "chutar o balde" nem ser indelicado com ninguém. Até gosto de dar uns chutinhos no balde, mas não sou do tipo que gosta de ser indelicado com as pessoas.

Na hora que respondi eu talvez eu estia um pouco influenciado pelo personagem do livro que eu citei (e terminei de ler... meio pesadinho, meio profundo demais mesmo...).

Enfim, povo, espero que as perguntas não parem. E de todo modo, minha resposta é só mais uma no leque de pontos-de-vista que ajudará cada um a chegar a suas próprias conclusões.

OK?

Besos pra everyone, and sorry anyways once again.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Humberto Gaudêncio responde

Humberto, qual o momento certo para enlouquecer de vez, virar a mesa, apertar o botão do foda-se e ser feliz por outros meios? Quando sabemos que este momento chegou?

Então você quer saber quando é que se deve “chutar o balde”? Hum...Berto! Sua pergunta me lembra uma conhecida, que uma vez estava tão fula com tudo e tão decidida a mandar tudo às favas que, na raiva, disse que ia “Sutar o balde”.

Mas, então, meu caro, o que posso lhe dizer?

Em primeiro lugar, eu não sei se sou a criatura mais apropriada pra dar conselhos aos outros...bem, mas é mais ou menos a isso que o blog se dedica, né? E se você ta procurando explicações aqui... e whatever também, tem muito tempo que ninguém pergunta, odas, vamos aos pitacos.

A vera é que eu já chutei alguns baldes. Na verdade, muitos. E repensando todos eles, cheguei à conclusão de que meu santo é forte mesmo, porque todos esses chutes foram a atitude mais certa. Na maioria dos casos, abri caminho para outros cagões que só tiveram coragem de fazer o mesmo depois que viram que deu certo pra mim. Fui pro Texas sem dinheiro...Troquei o pão de sal pelo integral...saí daquele lugar onde todo mundo queria estar porque não sabia como era de verdade...

Essa chutada de balde de que você tem dúvida é um pouco como relacionamento (opa!, vai que seu caso É de relacionamento?!): Se você já chegou num ponto em que está se perguntando se vale a pena “chutar o blade” é porque está na hora de “chutar o balde”. Talvez só lhe esteja faltando coragem, fióte, ou talvez você precisa de que alguém concorde que “virar a mesa” é uma boa – talvez pra dividir ou passar pra esse outro a responsabilidade de uma decisão que é só sua. [Pronto, virei o Antônio Roberto. Jesus toma conta! Da próxima vez vou pedir consultoria da minha amiga Sheilla, que é psico (loga!) de verdade].

De vera de novo, pára e escuta aquela vozinha lá no fundólio, aquela que normalmente você prefere não ouvir. Se ela disser que o canal é apertar o fodas pra ser feliz, pode apertar. Aliás, na sua própria pergunta você fala em “ser feliz por outros meios”. Bom...se você já sabe que por outros meios vai ser feliz...já é um ótimo começo, é ou não é?! Eu sinto na sua pergunta que você já tem a resposta. Ou seja, mais uma vez eu insisto que você tá precisando só de alguém que concorde com você que é hora de trocar de barco. E, ó, só de pensar nisso você já tá sendo corajoso, você já não tá agindo no automático. Você já tá agindo!

Meu pitaco pra você é: Repense o que te faz feliz, mesmo que seja necessário coragem para admitir o que te faz feliz, mesmo que seja diferente daquilo que te disseram e dizem toda que te fará feliz. “Chutar o balde” é ozo, costuma doer, mas se realmente te fizer feliz, o pior que pode acontecer é você passar a ter um bando de despeitado à sua volta. E se você resolver tentar, esteja preparado pra tudo, pro pior e pro melhor (a minha experiência pessoal é de que mudança é sempre pra melhor). No mais, você me parece já bem grandinho pra lidar com suas decisões.

E só pra fechar, vai aí um trecho do livro que estou lendo agora (Diário do Farol, de João Ubaldo Ribeiro, p.202). Aliás, tô devorando, acabo daqui a pouco. Aliás, você deveria ler também. Aliás, todo mundo deveria, é ótimo (Tive sorte com os livros dessas férias, graças a Deus). Enfim, acho que esse trechinho dá sustentação ao que eu disse:


“A vida é vitoriosa não quando se tem o que se costuma ver como bênçãos, ou seja, beleza, dinheiro, honrarias e assim por diante. Essas coisas podem perfeitamente conviver e até entrar em simbiose com a mais completa infelicidade. Elas não representam uma vitória, por mais que seus detentores e os que erroneamente os invejam queiram pensar assim. A vida é vitoriosa quando se satisfaz o que de fato há em cada um de nós, aquilo que de fato ansiamos e quase nunca nos permitem, nem nos permitimos, reconhecer. Preencher essa satisfação é uma tarefa cumulativa, em que a preparação é, por assim dizer, permanente.”

Boa sorte doidão.


P.S.: A ilustração é do www.juniao.com.br.
P.S.2: Gente, o cara não me perguntou se deve ou não ceder o fiófis, caso alguma mente mais poluída tenha entendido isso. :)
P.S.3: Não “chutei o balde” uns dois meses atrás, não mandei a véia Bento Carneiro à merda como ela merecia (apesar de saber que ela já está na merda) e me arrependo até hoje. Mas outra hora eu suto, pode deixar!

domingo, 22 de julho de 2007

fim de semana ou fim do mundo?

Putamerda, dei tanto vacilo esse fim de semana. Sabe aqueles dias em que você deveria ficar em casa pra não pagar mico nem fazer cagada? Mas como ficar em casa com uns dias lindos como foram os dois útlimos?

Pra fechar com chave de ouro eu resolvi ir, vi quem eu não queria com quem eu queria, quem eu queria nem me reconheceu... Também pudera, nem eu me reconheço mais. Melhor eu tratar de me "auto-apresentar-a-mim-mesmo-self". Quando eu descobrir quem apresentar.

Ah, vá fá a Nápoli!
OZO, o famoso OZO...

P.S. (pra não fugir à regra): Pelo menos eu vi a Maíra e encontrei com a Maricota. Ufa!

P.S.2: Não, não fui onde vocês podem estar pensando. Por mais osso que estivesse a situação eu não baixaria tanto o niVÉL.

terça-feira, 17 de julho de 2007

no ócio, o Humberto indica


A vida é cheia das coincidências e a última que me aconteceu foi das boas.

Depois que eu escrevi aquela batelada de posts na última sexta eu não fiz mais nada. Tenho dois propósitos neste momento, relaxar o mais verdadeiramente possível e gastar o mínimo também possível. Enfim, para cumprir essas metas para julho eu aluguei um filme e li dois livros no fim de semana.

A coincidência fica no fato de os três serem meio parecidos, serem os três abordagens parecidas sobre a vida. E eu indico muito os três.

“Pecados Íntimos”, do diretor Todd Field, é um espetáculo. Veja bem, eu não sou crítico de cinema, não tenho condições de ficar falando que é bom por isso ou aquilo. OK, até daria pra fazer isso, já que ao contrário dos meus classmates e da maioria dos meus instructors, eu estudei alguma coisa em Comunicação e eu procurei aprender. Também o fato de ser um bom cinéfilo me daria crédito para fazer uma boa análise. Mas, sejamos honestos, não quero fazer análises, se estou descansando de algo é de passar ano e meio analisando “comunicacionalmente” alguma coisa. Mas, enfim, o filme é excelente porque tem literatura, tem psicologia e tem crítica à hipocrisia dos “bons comportamentos sociais”. Ainda por cima tem a Kate Winslet e a Jennifer Connelly. Bom, pega e assiste, não costumo indicar merda. Mas, OK, devo confessar que não se sai muito ileso de um filme desses.

Os livros também envolvem literatura (claro), alguma psicologia e muita crítica aos “bons comportamentos em sociedade”. Muitas amigas minha têm reclamado sobre falsidade e injustiça, seria interessante que lessem as duas obras. Falo de “Medo de Sade”, do Bernardo Carvalho, e de “Diário de um Fescenino”, do Rubem Fonseca. Claro que os dois são muito melhores do que eu, pobre coitado, consigo descrever. Vai lá e lê também.

Enfim, esses são meus pobres pitacos para quem lê meu “bróguy”. Queria deixar claro, contudo, que leio sim, e mais que a média da ralé que anda comigo (hehehe, vão me matar); Mas também assisto novela, TV Fama, Jornal Nacional, leio Nova, “ouvo” Pânico... não sou nenhuma dessas malas que se acham “o último Graciliano Ramos da estante”, não. Aliás, esse tipo é o que mais vê TV Fama e afins... esse tipo assiste até Raul Gil.


P.S.: Vale muito ler também “Nove Noites”, do BC. Sem contar os outros todos do RF (“Agosto”, “Feliz Ano Velho”, “Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos”...), pode ler tudo.

P.S.2: O nome do filme em português é bacana, mas em inglês, “Little Children”, é muito mais acertado.

cantando no chuveiro...

Falei em Raul Gil, pensei no tanto que eu tenho medo daqueles meninos cantando. CremDeusPai!, como diria minha amiga Polli, aquele bando de pobre coitado quase estourando a garganta pra cantar como adulto. De verdade, aquilo me dá medo, tipo medo que a gente tem de assombração quando é pequeno.

Mas, enfim, falando de cantar, e pra esse post não ficar uma band, lembrei do tanto que as pessoas costumam cantar música errado a vida inteira, sem saber. Eu sou mestre nisso. Tem até umas que eu já sei que estão erradas e não consigo mais cantar certo.
Vou começar a dar alguns exemplos disso de vez em quando, meu e dos outros (vou dar nome aos bois, hehehe! Tô brincando.).


1) Conhecem “Malandragem”, do Cazuza, cantada pela Cássia Eller, não conhecem? O Humberto canta:
Eu ando na rua
Eu tomo um treck
Mudo uma planta de lugar...


E na mesma música, a sabedoria de Cazuza by Humberto:
Morrer é não viver a realidade...



2) “Como Nossos Pais”:
Mas é você
Que é mal passado e que não vê!
É você
Que é mal passado e que não vê!

Ah, nem vem!, muito pior é neguim falar “Ãh, sabe aquela música da Elis Regina que o Belchior regravou?”.



3) Tem internacional também, quem disse que não? Sabe “The Blower’s Daughter”, aquela lindura do filme “Closer”, cantada pelo Damien Rice? Então, no finalzinho não tem umas mulherzinhas que cantam de fundo e tal e ninguém entende nada? KKKKK, então, essa eu sei que canto errado, já sei qual é a certa, mas enfim...minha versão é estúpida, nem sei se vocês vão conseguir “sonorizar”:


Hi-uhmm(gemido)....Beyoncé that I love you...
Beyoncé-é that I want you
And leave it all behind...



4) E, finalmente, o “Troféu Inocência” (O quê, ainda não falei do “Troféu Inocência Cega”?! Aguardem os próximos posts!):

Juro, desde sempre eu achava que a música era assim. E eu descobri que não era há poucos anos. Sabe uma banda vééééia, Dr. Silvana e Cia? Aquela única música deles? Então, vê se você entende qual eu achava que era a problemática da música:

Eu fui da mamãe
Fui da mamãe


KKKKKK, essa eu tenho que explicar. Eu jurava que depois da problemada toda, dos vizinhos fazendo bagunça, polícia chegando e tal por conta dela, a mãe da moça magoou e rompeu com a filha, que, triste, contava que foi da mamãe, não é mais. KKKKKKKKKKKK, ai, eu vou parar de escrever esse blog, isso é um atestado de idiotice que eu tô assinando!



P.S.: Escrevi esse post depois do outro sobre o filme e os livros, mas postei antes pro outro aparecer primeiro na tela.

P.S.2:
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque

Mudo uma planta de lugar...

E na mesma música de Cazuza:
Bobeira é não viver a realidade...

P.S.3:
Mas é você
Que ama o passado e que não vê!
É você que ama o passado e que não vê
Que o novo sempre vem

P.S.4:
When did I say that I loathe you?
Did I say that I want to
Leave it all behind?

P.S.5: Eu adoraria dizer que eu tenho medo dos cantorrores dos Raul Gil por despeito, já que eu canto mal, mas não, eu tenho medo deles porque eles são freak mesmo.

P.S.6: Cara, meus textos tem P.S. demais, cruzes, tenho que parar com isso!

sexta-feira, 13 de julho de 2007

ser mulher no (PAN do) Brasil


Eu não sou inocente e sei que todo mundo quer aparecer. Artista então, uh!, tendo uma brechinha, tá lá.

Eu assisti à abertura do PAN 2007 hoje. Tava bacaninha. Na verdade, foi bem legal. Claro, foi dureza ter que decidir se acompanhava a cobertura da Globo, com o "ótimo" Galvão Bueno, ou a da Band do Tigrão, com o "ainda melhor" Luciano de Vale. Acabei vendo pela Globo mesmo, que é mais divertido. Eu pelo menos rachei de rir do Gavião falando da delegação americana (as delegações dos outros países são o quê? Européias? Africanas? Será que a Globo, tão metida a certinha no português, ainda não ouviu falar do termo "estadunidense"?). Bom, eu vi a Miss, ela tava um trem! (ela é Miss Minas Gerais, então sabe que isso é um elogio).

Enfim, de volta aos aparecidos. Vi lá a Elza Soares, que cantou o Hino Nacional.

Bom, é claro que a tia (ou será vó?) tava afim de dar sua aparecidinha lá. Tá certa. Mas eu acho que aquele ali foi um momento especial demais praquela mulher. Porque não era apenas ela cantando na abertura dos Jogos Pan Americanos. Aquilo ali foi Elza Soares -- ainda hoje apontanda por antas como Gavião Bueno não como uma cantora realizada, mas como "mulher do Garrincha" -- cantando pra uma multidão no Maracanã. Vocês têm noção da desforra que deve ter sido isso pra essa mulher?

Imagina bem o que a Daniela Cicarelli passou por ter namorado aquela topeira do Donaldinho (bem feito também, tá no topo e me resolve namorar um idiota daquele). Imagina que também a Xuxa, mesmo tendo ralado a vida inteira, ainda encontra algum ignorante pra falar que "ela só é o que é porque namorou o Pelé". Agora imagina nos anos 60 a Dona Elza Soares, que além de ser "mulher de jogador de futebol" (crime no Brasil), era negra e moradora da favela. Nossa, essa mulher sofreu o cão.

E aí, na noite de hoje ela foi lá no Maracanã lotado, lá mesmo onde deve ter sido praguejada horrores, e cantou no topo! O mundo dá voltas. E por mais injusta que a vida nos pareça às vezes, mais cedo ou mais tarde o que é certo vêm à tona, os sapos engolidos são devolvidos.

Dona Elza, pode chorar porque quem já chorou por preconceito e incompreensão tem mais que direito a chorar depois por felicidade. E pode aparecer à vontade porque você merece!



P.S.: Será que a voz rouca da Elza Soares era sapo na garganta?

P.S.2: Cabe pontuar que o que falta de noção ao Galvão Bueno sobra à Fátima Bernardes -- que esteve Ótima Bernardes como sempre.

superbonita


Eu já disse que tô de férias. E por conta disso estou descaradamente fazendo o que não fiz nos últimos muitos meses. Tô lendo meus livrinhos, pondo posts novos aqui com maior freqüência, tô assistindo televisão. Tô mesmo, sem dó. Tô vendo até "Vale a Pena Ver de Novo".

E eu tô sem palavras pra descrever a beleza da Taís Araújo na novela "Da Cor do Pecado", que está sendo reprisada. Minha amiga Alê já tinha me falado dela no "Superbonita", do GNT. Bom, tô sem palavras, mas vou tentar uma só: ESPETÁCULO! ESPETÁCULO! ESPETÁCULO!

Enfim, falei da Xuxa, falei da Natália Guimarães, faltava só falar da Taís mesmo pra lembrar da multiplicidade da beleza da mulher do Brasil. Seja loura, morena ou negra, tem que ser muito azarada pra ser brasileira e ser feia.

enfim, um motivo pra alguém amar BH radicalmente...






Eu tava fechando aquele damn dejeto excremental na noite do Miss Universo. Um olho no computador, outro na televisão, eu já tava torcendo pra miss mineira. E eu lembro que até tinha uma oriental bonita, mas acho que era a da Coréia, não aquela múmuia do Japão.

Na hora que a pobre da miss dos Estados Unidos escorregou eu mudei de canal. Eu fico aflito quando alguém passa vergonha, especialmente em rede mundial (coitada, Jisuis!). Isso me poupou de ouvir a Miss Brasil respondendo a tal pergunta. O que foi bom, porque só me deixou boa imagem dela.

OK, eu confesso, tô apaixonado pela miss. Já que eu não tenho um pingo de carisma, eu tenho que gostar de quem parece ter. Acabei de ver a Natália Guimarães na abertura do PAN. E ela tava ótima demais. Como tá na capa da Nova. Etc, etc, etc.

É macacada, vocês estão estão acostumados comigo reclamando, hoje eu estou inspirado pra rasgar a seda da mulherada.

Besos praquelas que yo conoso pessoalmente!

cotovelitite


Dentre as asneiras que eu ouvi numa certa apresentação aí que fiz estava a seguinte: "Nónfa, a Xuxa tá tão feia...". Nem vou postar a foto que eu tenho da autora da frase pra não enfeiar meu humilde blog. No lugar, vou por a capa da Boa Forma deste mês –– pelas minhas contas, a oitava de Dona Meneghel na revista, num período de 19 anos. Tá feia mesmo, né? Como diria a outra lá da apresentação, "honrrozooonsa".

amigos do Humberto

Eu gosto de conhecer pessoas, embora muitas delas acabem me cansando mais cedo ou mais tarde. Nem sempre por culpa delas, o mundo é que tá bem idiota mesmo.

Dessas pessoas que eu conheço, acabo me tornando amigo de algumas. Enfim.
E eu comento com esses meus amigos que infalivelmente eles se encaixam em uma de quatro situações:

1) Gente que eu gostei de cara e continuo gostando:
Minha amiga Fabiane Laube, "gogó de ouro", foi uma dessas. No primeiro dia que estivemos juntos fazendo uma prova, eu sabia que ia ser alguém importante na minha vida. Sem falar em Dona Tati Jubelini, indescritível.

2) Gente que eu não gostei de cara e continuo não gostando:
Bom, nem preciso dizer que amigo meu não se encaixa nessa. E também não vou dar exemplo.

3) Gente que eu gostei quando conheci e hoje detesto:
Novamente, amigo meu não rola aqui. E, graças a Deus, esse é o tipo que menos rola comigo.

4) Gente que eu não gostei quando conheci e hoje adoro:
Esse tipo de amigo é um que eu admiro bastante. Porque meu Santo dificilmente erra, se eu não gostar do neguim de cara, ih, sem chance de eu ter saco até pra passar perto depois. Às vezes acontece de eu não ir com a cara, não exatamente "não gostar". Mas, enfim, esse tipo de amigo é sempre gente com quem eu "não batia", mas que, com o tempo, foi demonstrando que era alguém bacana, uma pessoa com quem não só vale a pena, como é um privilégio conviver. Se eu passo a gostar dessas pessoas, dificilmente deixo de gostar porque são criaturas que me conquistaram, que conquistaram minha confiança e minha amizade.

Eu escrevi tudo isso justamente porque hoje eu estive com cinco desses amigos "número 4".

Virtualmente, papeei com a foda Dona Mari Lopes, que é um brijo só, e com a minha Lê (minha amiga Lê, caso o Seu Paulo leia este post). Eu morro de rir só de pensar que eu não gostei da cara que a Mari me olhou e muito menos quando a Lê me pediu pra fechar um msn aí (kkkkkkkkkkk!)

E pessoalmente, há poucas horas, fui na formatura da turma com quem estudei no último ano. Longe de mim gostar de todas as pessoas que estavam se graduando ali, até porque muitas eu tenho certeza que deveriam voltar pro prezinho. Mas, mesmo tendo motivo pra não ir à cerimônia, estive lá e dei abraços sinceríssimos na Helô (que me convidou), na Little Carol e na Dona Livi. Hehehe, incrível, eu achava todas as três meio malas. E eu fiquei tão feliz por elas hoje, é tão bom quando você pode abraçar um amigo de vera, sem fingimento nenhum. Todas três me convenceram, sem esforço nenhum, sem nem saber, de que eu estava enganado a respeito delas. Eu espero que a gente possa manter a amizade crescendo, mesmo agora que as aulas (as torturas?) acabaram (pra elas pelo menos).

Um abraço pra todos os meus amigos. Aqueles que já sabem que eu não regulo e que só por isso eu tenho umas "escalas de surgimento de amizade" doidas dessas.


P.S.: Acabei de lembrar mais dois casos do "número 4": meu fióte, de longe a criatura que mais amei nessa vida, pra quem eu torci a cara quando chegou aqui em casa; e uma outra pessoa que não posso citar, mesmo sabendo que ela nem lê português, que é tão amiga que eu costumo perguntar a Deus se mereço tamanha amizade mesmo sendo um cara tão fedépt.

P.S.2: Pra evitar mal entendidos, queria esclarecer que abracei outros formandos também, e sem fingimento. Gente bacana como o peça Happylício, que ficou ainda mais felício quando me viu. Enfim, abracei quem eu gosto e penso que merecia estar ali. Não abracei alguns porque tava um tumultão e eu queria vazar mesmo. E não abracei outros porque eu quero mais é que eles voltem pra puke que os pariu (pro mercado). Literalmente.

P.S.3: Sorry, mas eu realmente não ando dando conta de falsidade. Aos autênticos eu estendo minha mão com gosto, mas às canseiras, putz!, a minha maozinha está aberta ao diálogo.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

a quick note

É, povão, aparentemente as coisas se ajeitam de vera. Mais uma vez, como dizia o "pofreta", "mas tudo passa, tudo passa, e nada fica, nada fica". Seja o tudo bom ou o tudo ruim. Graças a Deus! :)
Abs pra everyone!

terça-feira, 10 de julho de 2007

intercâmbio na Montanha dos Gorilas


Tô meio sem inspiration pra escrever esses dias... Pra escrever e pra tudo. Eu até quero, quero fazer um monte de coisa, mas às vezes tudo parece tão a troco de nada, tão sem porquê...

Na verdade aconteceu uma coisa curiosa semana passada, mas vou deixar florescer pra comentar.

Por hoje fica só a foto do gorilão aí mesmo. Sabe, sempre que eu vou ao Zoológico (tipo, três vezes em 25 anos de vida) eu fico meio besta (mais?) quando vejo gorilas. Porque é tão, mas tão parecido com gente que eu fico sempre incomodado de eles estarem lá, enjaulados. Parece que botaram gente para o entretenimento de gente (hum...bom, é esquisito e pronto).

Hoje eu ouvi que gorilas só comem e dormem... Será que eles gostam dessa vida? Nem um cineminha de vez em quando, não? Esse aí da foto parece tão entediado, coitado...

Eu me identifico com gorilas quando vou ao zoológico, acho que são muito próximos de mim, de todos nós. Se um deles viesse aqui em casa esses dias seguramente se identificaria comigo também.

Deus do céu, como devo agir? Porque sem saber como eu vou preferindo não agir. E isso nunca foi muito a minha cara. Mas não mesmo.

Boa semana pra everyone, mesmo que, como vocês podem perceber, a minha tenha começado com um dia de atraso.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

da série, “Linduras que achei na minha hemeroteca”...

Não sou de guardar jornais, mas eventualmente mantenho alguns cadernos ou páginas que mereçam.

Pois bem, fuçando nos meus arquivos de novo, eu encontrei uma carta enviada à “Folha de São Paulo”, em 1999. Naquela época, dia sim e dia sim alguém descia a lenha na Carla Perez, que apresentava o “Fantasia” (lembra?) e soltava umas pérolas engraçadas o tempo todo. Engraçadas, mas compreensíveis, como bem pontua a leitora que escreveu a tal carta. Olha aí:


GAFE
“As críticas relacionadas à cultura geral e ao português de Carla Perez, na seção ‘A gafe da semana’ do TV Folha, só podem ser emitidas por pessoas ingênuas ou mal-intencionadas.
Ingênuas por considerarem essas deficiências de caráter pessoal e não um reflexo do sistema educacional brasileiro, que faz com que aqueles que o freqüentam saiam sem o conhecimento básico.
Ou mal-intencionadas, pois, por meio das suas críticas, tentam minar a projeção de pessoas que passaram por esse sistema educacional e hoje são cobradas como se ninguém tivesse nada a ver com isso.”
Maristela Miranda Barros (São Paulo, SP)
Folha de São Paulo, “Painel do Leitor”, 9 de março de 1999.



Lindo, não? A Folha nunca mais tocou no assunto. Se a Carla Perez entendeu a idéia da carta, deve ter rido horrores (hihihi, desculpa, não resisti à brincadeirinha).

Carla Perez burra. Essa é ótima. Burro sou eu, que tô duro do mesmo jeito que tava quando li esse jornal, oito anos atrás. E ainda por cima fico guardando jornal!!! E a ex-loura do Tchan tá bem no bem-bom, vivendo na Bahia, felizinha, felizinha...

Êita eu. Êita Carla Perez. Êita “Folha de São Paulo”. E, sobretudo, êita sistema educacional brasileiro...

quarta-feira, 4 de julho de 2007

é isso mesmo ou tô enganado?

Eu esperei até ver umas três vezes pra poder confirmar e então comentar. Eu tava assistindo a novelinha das sete, “Sete Pecados”, e vi algo tão surreal que precisei assistir mais vezes pra ter certeza que era aquilo mesmo.

Pois não é que o Seu Walcyr Carrasco, que escreveu obras hilárias como “O Cravo e a Rosa” e “Chocolate Cumprimenta” (digo, “com Pimenta”), cometeu o pecado de escalar a Isabel Fillardis pra figurante? Juro, eu vi a Isabel Fillardis de figurante da Giovanna Antoneli. E só vi mesmo, porque não há uma única fala pra atriz. Eu pelo menos não tive o prazer de ouvir sua bela voz.

Cá pra nós, a Giovanna Antonelli é bacana, ela se esforça, ela topou fazer dignamente a “pobrinha feínha” que vai perder o Reynaldo Gianecchini pra Priscila Fantim (que, diga-se de passagem, está linda). Mas botar a Isabel Fillardis pra fazer a empregada muda da “pobrinha feínha” é sacanagem!

Eu espero que esse seja um daqueles casos de personagem que começa feia e fica bonita (coisa mais velha que a serra em novelas...). Do contrário, realmente vai entrar pra história da TV como mais um caso de surrealismo.

Dia desses mesmo eu estava comentando com minhas “amigas” histéricas de uma comunidade de uma revista X no orkut (OK, é cafona mas eu entrei, tive que entrar para fins acadêmicos, hêhêhê)... Enfim, e um fórum que bomba é justamente o que pergunta por que nenhuma negra foi ainda capa dessa revista, que tem mais de 30 anos. E nós discutimos como são tantas as atrizes que já têm seu destaque, que já conseguem mais espaço...Taís Araújo, Camila Pitanga, Sharon Menezes, Ildi Silva. E a Isabel Fillardis, que tava longe da TV desde 2005 é sempre lembrada pela galera, muito pelo fato de ela ser mãe de uma criança especial* e por não fazer disso um trampolim. Ela tem a família dela lá e pronto. E além de tudo isso ela é linda, eu sou fã dessa mulher desde os tempos que ela era modelo em...em...bom, desde os tempos em que ela era modelo e ponto final.

Fica aí meu protestinho. Vou torcer de verdade pra que o Seu Carrasco não cometa esta injustiça de dar a uma atriz tão bacana um papelzinho tão ingrato. Por que não foi ela a mulher do Gianecchini? Não pode mais casal inter-racial? Não pode ser duas vezes com o Gianecchini**?

Enfim, deixa rolar a novela. (Se eu voltar a assistir) vamos ver no que vai dar.

!Hasta amigos!


P.S.: Tomara que a Record levasse a Fillardis pra lá também e desse a ela um papel à altura pra Globo deixar de ser tonta.

*: Criança especial é tucanês, eu sei... mas ainda acho mais delicado.
**: Gianecchini fez par com Taís Araújo em “Da Cor do Pecado”, em 2004.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

friends...


Já aconteceu de você conhecer alguém interessante e depois ver que não era assim tão interessante? E o contrário, ter uma primeira impressão ruim de alguém e depois ver que era uma pessoa bacana?

Eu às vezes erro, mas no geral acerto em cheio. Hoje teclei com alguém no msn. Sabe amigo do amigo do amigo? Pois é, eu admito que nesse caso não haveria como falhar. Porque é um amigo de uma ótima amiga da melhor amiga :) Não dava pra ser mala.

Enfim, teclamos um tempão, papo bom. Coisa raríssima hoje em dia. Eu fiquei pensando no tanto que eu gosto de internet...a gente acaba tendo a chance de conhecer as idéias das pessoas antes de conhecer as criaturas. Poupa trabalho, né? (hehêhê).

Quem lê este blog sabe o quanto eu ando de saco cheio de nêgo folgado, cabeça fraca e xuga-xuga, como diria um dos meus irmãos. Por isso, gente bacana e com conteúdo (e, sobretudo, bem humorada) é sempre bem vinda à minha convivência. Seja via web ou pela via tradicional mesmo.

Um abraço para as boas pessoas que passaram pela minha vida, para as que fazem parte dela agora e para aquelas que ainda farão. A gente vive é pra trocar experiência mesmo e ouvir de tudo.


P.S. A foto foi só pra constar, mas essas boas pessoas que me conhecem sabem que eu adoooooro Friends!


domingo, 1 de julho de 2007

have a nice week


Nada de especial hoje, só passei pra desejar uma boa semana pra todo mundo. Vai aí uma imagem do Chewbacca com a princesa Léa. A troco de quê? De nada, só pra rir do Chewbba mesmo. Adoro o Chewbacca!


Abraços, folks!