sexta-feira, 31 de agosto de 2007

mundo podreira

Como blogueiro de primeira viagem e leitor de outros tantos blogs, queria deixar no post de hoje minha revolta pelo fato de o melhor deles, o mais ácido, o mais crítico, o mais hilário, aquele que garantia minha dose diária de risada, ter sido tirado da rede. Neste minuto, enquanto eu navegava.

Alguém me explica que merda aconteceu pra tirarem o papelpobre do ar?! Sacanagem pouca é bobagem, as Katylenes estavam bombando!

Não, só quem leu a cobertura do níver da Preta Gil, do da Sacha, só quem sabe que Britnet Spears é a Nonô, só quem conhece o ProZac e as umidificações do dia é que sabe a falta que esse blog vai fazer.

Eu vou continuar cantando "Umbrella" com o verso "ela usa Henê-êh-êh-êhêh", proposto pela Katylene. É o mínimo que eu posso fazer.

Bem, fiquei puto mesmo. Esse "pliticamente corretismo" de merda... Pois tem tanta "crítica" certinha muito mais sem noção em todo tipo de mídia e ninguém nem tá aí...

Enfim, bosta né?

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

o Humberto indica


De volta à life, preciso indicar um livro que tava pra sugerir faz tempo. Bom, mas deixa eu falar primeiro porque lembrei dele só agora.

Hoje (na verdade, ontem) de manhã eu teclei com uma amigona minha que mora longe pra dedéu. Mas é pra dedéu mesmo. Eu gosto tanto dessa criatura que a gente conversa como se ela estivesse aqui do lado (e como se já não fizesse uns quatro anos desde a última vez em que nos vimos pessoalmente). Anyways, falamos da vida, ela falou muito sobre ser mulher. Eu pensei o quanto eu não faço idéia de algumas coisas sobre isso...

Mas o que mais me chamou a atenção foi a semelhança entre os problemas, os dilemas e as neuras dessa minha amiga e os problemas, os dilemas e as neuras de pelo menos outras quatro chegadas. Só duas delas se conhecem, mas só se viram uma vez. De modo geral, são cinco amigas minhas, todas grandes e boas amigas, que moram muito longe uma da outra, que nunca se falaram, que têm raças, corpichos, trabalhos e estilos diferentes...

Mas, gente, estão tão iguaizinhas nos últimos meses que eu me pergunto se Vênus (as mulheres não são de lá?) não anda mexendo com a mulherada toda. Ou seria culpa só dos namorados sem noção mesmo?

Eu tento ajudar essa moçada como posso. Muitas vezes o melhor a fazer é ouvir mesmo. Mas já que eu sei que vão todas ler este post e que muitas outras leitoras que eu não conheço podem estar passando pelos mesmos perrengues, resolvi indicar um livro e duas músicas que, bom, eu acho, ajudaram a solucionar a situação biziuzática de uma das gatas-garotas, que se prolongava há anos.

Mulheres nervosas, cansadas e nada dispostas a continuar engolindo sapos, sugiro começar ouvindo "Anything But Down", da Sheryl Crow. A música é ótima, a letra é melhor. Se o seu inglês ainda tá macarrônico, tenta uma das várias traduções tosquinhas disponíveis na internet (confesso que não achei nenhuma, sorry).

Depois, já mais cogitante de dar o chute no balde que mora no íntimo de seu ser, já começando a ter coragem pra dizer pro seu Joselito do coração o que ele não queria ouvir, é bom cantar alto "Why", da Annie Lennox. A música, segundo uma amiga, podia ter sido escrita por qualquer mulher que ela conheça. Com relação à letra, é meio poética, talvez, mas tente interpretar quantas vezes puder. Você vai acabar descobrindo que não é assim tão poética afinal, é até bem direta, e diz tudo que anda entalado nessa gargantinha de ouro.

Finalmente, mas de modo algum por último, trate de ler "A Casa de Bonecas", peça teatral clássica do norueguês Henrik Ibsen. O texto é de 1879, mas acredite, tá atualzinho, atualzinho. Duas das citadas acima já leram e já comprovaram. Deve ser fácil achar o livro em sebos, e rola em livrarias on line também. Não vou contar o que se passa, já disse que não sou o melhor dos críticos literários (ainda, talvez, hehehe), mas posso dizer que ninguém, nem homem e muito menos mulher, sai ileso do final dessa história.

Então, amigas todas, as de longa data e as que eu nem conheço ainda, depois dessa batelada, tomem suas decisões acertadas. Boa sorte e coragem. E aos seus respectivos namorados, mais boa sorte ainda e muito mais coragem (hehehe).

Boa quinta pra everyone. Juízo!


P.S.: Não entendeu a cotovia? Leia o livro, mulé! :)

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

tô na área

Moçada fiel a este blog, tô sumidim só por uns dias porque tô pondo a vida em ordem. Afinal, os dias de pra baixeza passaram (graças a Deus) e eu tenho que regularizar tudo o que ficou parado, tenho que correr atrás.

Enquanto isso, sugiro que as leitoras gostosas e inteligentes deste espaço na web entrem imediatamente na comunidade do orkut abaixo:

Hehehe, podre, não?

Gente, volto logo e posto coisas mais úteis das próximas vezes.
Besos pra everyone!


P.S.: A foto da Angelina é o melhor de tudo, ri horrores.
P.S.2: Não sei se tooodas precisam de H(um)berto, mas as minhas amigas precisam, vai (e algumas outras insanas também). Senão nem tinha criado este blog aqui, hehehe. Amo vocês, mulherada minha!

sábado, 25 de agosto de 2007

Jô Penteado


A Christiane Torloni, já citada neste blog, foi uma criatura muito marcante na minha infância. Na verdade uma de suas personagens foi muito presente nos primeiros (bom, e de certa forma sacais) anos da minha vida. Eu falo da Jô Penteado, da novela "A Gata Comeu", de Ivani Ribeiro. Não deixa de ser curioso o próprio penteado da moça, que na época era o que havia de top de linha. Também cabe lembrar que essa novela foi reprisada duas vezes, ainda na minha infância, então a imagem da personagem ficou gravada incontestavelmente pra mim e pra mais um bando de bobão que assistia novela.

Bom, mas eu não vou falar da novela, nem da Christiane Torloni. Eu queria falar de uma coisa que eu "inventei" nesse passado tosco, uma sensação, um conjunto de experiências que eu chamo de "Síndrome de Jô Penteado". O que pega é que a Jô, que era uma das personagens mais carismáticas de que já se teve notícia, passou a novela inteira tentando se acertar com o homem de Itu, Caio (hehehe, não, ele não era de Itu, mas era interpretado pelo Nuno Leal Maia, protagonista do filme que remete à cidade paulista). O caio era até meio mala.

O problema é que sempre, toda vez, infalivelmente, toda vez que parecia que a coisa ia acontecer e os dois iam se entender ("e ser felizes para sempre") acontecia alguma coisa absurda com a Jô e as coisas desandavam de novo. Ela teve amnésia, acidentou-se com um carro, precisou mentir que não gostava dele. Era aquela porra que só ela porque obviamente se os dois se entendessem a novela acabava.

Bem, minha vida não é novela (graças a Deus, porque se fosse, provavelmente seria produzida ali uns dois países abaixo do Canadá, hehehe). E também não passei meus 25 aninhos correndo atrás de nenhum Caio. Mas a verdade é que muitas vezes, quando tudo parece que vai dar certo, pimba!, a vida passa a perninha de novo e Murphy mostra a que veio. Tanto é assim que quando as coisas vão dar certo mesmo eu chego a ficar apavorado, esperando o que poderá acontecer dessa vez.

Algumas vezes eu me fodo lindamente. Mas, graças a Deus novamente, em muitas delas tudo se resolve e a Jô inside se dá bem.

Bom, quem me conhece, quem leu os últimos posts e tem tutano, entendeu que essa semana rolou aquela "Síndrome de Jô Penteado". Eu vacilei feio comigo mesmo. Deixei passar algo que não era pra ter passado. Mas eu tô melhor. Eu sei que eu não sou Deus e não posso dar conta de algumas situações na vida. O que tiver que ser vai ser. Quem tiver que ser vai ser. O que passou pode acontecer outra hora se tiver que acontecer.

Estou oficialmente fora da fossa, caros leitores. Mandem perguntas com bobagens, por favor.

Besos.

P.S.: Repetindo, esse foi o último post a esse respeito. Deprê não combina com nenhum de nós dois mesmo.

P.S.2: Gostaria de agradecer publicamente minha amiga Polly Sapori, aquele brijo que só ela, que nem sabia exatamente o que estava se passando e me disse coisas muito boas e que reacenderam a luzinha aqui em mim. Ainda por cima ela fez um post em homenagem a este humilde bloguinho no seu saporioso blog, o Cremdeuspai, que eu indico aí ao lado. Brigadão Polly. Brigadão mesmo, gata! :)

2some1

You want to stay with me in the morning
You only hold me when I sleep
I was meant to tread the water
But Now I've gotten in too deep
For every piece of me that wants you
Another piece backs away.

'Cause you give me something
That makes me scared, alright,
This could be nothing
But I'm willing to give it a try
Please give me something'
Cause someday I might know my heart.

You already waited up for hours
Just to spend a little time alone with me
And I can say I've never bought you flowers
I can't work out what the mean
I never thought that I'd love someone
That was someone else's dream

'Cause you give me something
That makes me scared, alright
This could be nothing
But I'm willing to give it a try
Please give me something
'Cause someday I might call you from my heart
But it might be a second too late
And the words I could never say
Gonna come out anyway.

'Cause you give me something
That makes me scared, alright
This could be nothing
But I'm willing to give it a try
Please give me something
'Cause you give me something
That makes me scared, alright
This could be nothing
But I'm willing to give it a try
Please give me something
'Cause someday I might know my heart
Know my heart, know my heart, know my heart


P.S.:"You Give Me Something", by James Morrison. Podia ter sido escrita por mim (se eu tivesse algum talento pra música, é claro).

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

e a fênix se ergue...

Povo querido, amanhã eu volto. Tô levantando :)
Besos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

o humberto não explica

Tem coisas que só Deus explica mesmo. E aí porque a gente não consegue entender, elas doem, chateiam, machucam pra caramba... Mas não há nada que se possa fazer a não ser respirar fundo, levantar a cabeça e tentar tocar a vida, essa doidura chamada vida, pra frente.

Desculpa o momento "Good Times", povo, mas o Humberto também é feito de carne e osso. Haja osso.
Bjos. Sobretudo pra você que poderia ter sido, mas não foi.
Damn it, it's Bitter.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

gatas-garotas


Ontem eu reuni três grandes amigas e leitoras fiéis das pataquadas que eu escrevo neste blog. Num minutinho, não deu nem pra conversar, mas reuni. Só de ver as três eu fiquei mais tranquilinho (Sim, povada, porque depois de um sábado de umas 60 horas de duração tem que rolar uma ressaquinha, como não?).

up de novo, eu parei e pensei no quanto eu gosto dessas gatas-garotas da minha vida. Às vezes eu passo até meses sem vê-las (tô parecendo o Vicente), mas é como se tivesse acabado de ganhar um abraço. A gente pode se falar como se um tivesse saído da casa do outro no minuto anterior.

Alê Luia, Bruna Chuchu Total Marquez, Carol Malho e Mello, Chiara Mastroiani, Christiane Firme Como Uma Rocha e sua mãe, Dani Montilla, Danuzócler, Emmanuelle Riqueza, Fabiane Laube,GlUAUciane,Helenosa, Já Na Ina, Josie 53 e a Lei, Luana Godinho, Lulu de Vênus, Má-Ira, Mari Cota, Martha Estadual e Rosana, Tinosa, Nathânia, Olgosa, Polly Sapori, Pri do Corpo Sempre Dourado, Sheillosa, Touch Jubelini e a sapiíssima Dona Carmosa... ai Jesus, esta é uma lista ingrata, porque com certeza eu vou esquecer alguma amiga importantíssima que me estrangulará com razão (e aí EU serei o ingrato!).

Todas tão diferentes, mas lidando com situações sempre tão parecidas :)

Tenho amigos também, menos do que eu gostaria de ter, mas é a mulherada mesmo que me agüenta. Amo vocês todas, mas não conta pra ninguém não porque minha reputação já não anda das melhores (hehehe).

Abraços gatas-garotas. Super poderosas.


P.S.: Não lembra da Jackie Joy de Celebridades? Ah, não creio que perdeu a personagem mais hilária da Juliana Paes.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

a vida depois do roto-rooter (hehehe)

Ai, leitores...

Não é intenção deste blog-para-sempre-teste que minha vida pessoal seja assunto principal, mas de vez em quando não dá pra evitar. Além disso, como eu sugeri, aliás dei a maior força, pra todo mundo beijar um bocado esse fim de semana, eu acho que é meu dever fazer algumas considerações sobre minha noite de sábado, que, graças a Deus, ainda não acabou:

1) E não é que aquele mesmo lugar vazio daquele dia estava lotado de gente bonita dessa vez?
2) A felicidade é um par de All Star bem sujo, u-huuuuu! :)

3) E só pra resumir, chutei o balde e passei o rodo mesmo!!!

É isso aí moçada. E eu espero sinceramente topar com C**** por aí novamente, best of all the night.
Boa semana povão, que seja a melhor pra todos nós!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

FDS!

Povo de Deus, é fim de semana e eu vou pra farration. Assim está planejado, assim espero que seja.
Como pretendo chutar um ou dois baldes, só devo voltar aqui na segunda.

Boas nights pra everyone, aprontem bastante e contribuam para a paz na Terra distribuindo um pouco de amor e beijo na boca a rodo por aí.

Sem mais ('cause I gotta go),
Besos! Muitos besos, please!


P.S. Na imagem, Adrien Brody tasca um dos bons em Halle Berry, que lhe entregou o Oscar de melhor ator em 2003. Desse jeito moçada, desse jeito!

Cristo dai-me força

Eu hei de ser paciente, mas eu preciso de força. Muita força.
E você, tem força aí pra me dar?

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

savanah song

and isn’t it ironic?

a grande ironia da minha vida
é que eu nunca consegui ser sozinho
como eu queria
porque eu sempre fui sozinho
como eu não queria.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

mulher evoluída não liga para beleza. Mito ou verdade, Humberto?????

Uma amiga, leitora do blog, mandou a pergunta aí acima. Logo que fui pesquisar sobre o assunto, para poder viajar na maiósa com propriedade, descobri que a questão é tema de uma matéria da Nova deste mês. Se quiser, dá uma lidinha lá depois.

Enquanto tentava lembrar de mulheres evoluídas, também um dos meus sobrinhos apareceu no quarto e soltou uma pérola que me fez pensar que há muito de preconceito envolvido nesse ponto. Claro, não precisava do meu sobrinho aparecer para eu ou qualquer um pensar nisso, mas ele me fez pensar no preconceito que define o que faz uma pessoa (principalmente uma mulher) ser evoluída ou não.

Então, deixa eu começar por esse ponto mesmo: o que torna alguém um ser “evoluído”? E mais: evoluído em que sentido? Profissional? Espiritual? Social?

EU tomei o evoluído, em todas as instâncias, como aquele que vai à frente, que tem coragem e habilidade suficiente para se destacar de alguma maneira no meio da ralé, para SER, independente das convenções e do senso comum. Tomei o evoluído (e aí é meu ponto de vista mesmo), como alguém que ou pensa nos outros ou age, mesmo pensando em si, de maneira a ser modelo de evolução para os atrasados.

E aí eu pensei num determinado número de mulheres pra dar como exemplo de que mulher evoluída liga pra beleza, sim, por que não?

Mas aí eu vi que mesmo eu tenho um pouco (bem pouco, please!) do preconceito do meu sobrinho. Afinal, quem é que define quem é bonita ou não? E, de novo, por quê ser inteligente tem que ser sinônimo de graduação, pós-graduação, firulas? Eu conheço muuuuuita gente ignóbil com diploma, assim como conheço muita gente quase analfabeta que é mais inteligente do que eu, por exemplo, jamais serei.

Enfim, só esse tipo de afirmação, de “verdade estabelecida” de que “mulher evoluída não liga para beleza” já é um senhor preconceito. Cada um que seja bonito como lhe convir, inteligente como lhe convir e pronto.

De todo modo, segue uma listinha com algumas mujeres que me vieram à mente. Você resolve se são evoluídas ou não, se são belas ou não. Gostaria só de frisar que talvez leve algumas décadas até que muitas delas sejam lembradas sem o preconceito com que normalmente são vistas suas vidas, sua sexualidade, sua felicidade e seu sucesso. (E haja “s” nesse parágrafo).


Angelina Jolie:
Atriz indiscutível, belezura indiscutível, vive sua sexualidade sem dar pitanga pra quadradésima sociedade estadunidense, já conhece a África quase tão bem quanto Nelson Mandela (bom, pelo menos melhor que eu ela já conhece). Podia ser uma vaca como as várias que pegam praia em Malibu, mas sabe que o mundo é grande, tá fodido e precisa de ajuda rápido pra não explodir.

Leila Diniz:
No auge da ditadura militar no Brasil, ela demonstrou um conhecimento (e uma prática) de sexualidade e liberdade femininas de um modo que ainda hoje faria arrepiar os pêlos até dos mais metidos a moderninhos.


Mayana Zatz:
Geneticista com pós-doutorado na Califórnia (EUA), responsável pelo Centro de Estudos do Genoma Humano, da USP. É referência no estudo e na pesquisa do uso de células-tronco. Não liga pra beleza? Ta vendo algum fio fora do lugar?

Salma Hayek: Não leu a carta dela para a Vanity Fair? Dá uma olhada. Também atuou e dirigiu o longa sobre a vida de Frida Kahlo. Aliás, tome a própria Frida como exemplo. Ou você vai dizer que ela não era uma mulher evoluída E que ligava para a beleza?!

Xuxa: Já tinha a vida resolvida ($$$) e sua própria Fundação aos 26 anos. No auge da casamenteira década de 80, abriu mão do papel de esposa pelo de profissional super-bem-sucedida. Na (ainda careta) década seguinte, optou por uma espécie de produção independente e teve uma filha sem se casar, mesmo que um país inteiro esperasse um casamento dos sonhos para ela. Tá com 44 e gostosa. Precisa mais?

Ana Paula Padrão: Abriu mão do “Jornal da Globo” (que, por sinal, virou uma bosta depois de sua saída) para viver. Valeu até ir para o SBT para poder ter mais tempo para a vida afetiva e para suas tentativas de ter um filho. Eu torço todo dia pra ela ir pelo menos pra Record, assim eu volto a vê-la decentemente na TV. E pra ela ter ou adotar o bebê dela, claro.


Fátima Bernardes: Rainha definitiva da escova igualmente definitiva (hehehe). Vai dizer que não é evoluída? Vai dizer que não liga pra beleza? (apesar da cara de passarinho, é claro).



Paulina Porizkova: Essa feiosa aí em cima, top model total dos anos 80, fala inglês, francês, russo, italiano, espanhol e alemão, pinta, dança, escreve histórias infantis e toca piano clássico. Atrasadinha, não?






Jackeline Kennedy:
Não dá pra falar de Jackie em duas linhas. Não conhece Jackie?! Vá ler outro blog!









Ana Hickman: Era uma boa top, é uma boa empresária, a cada dia se torna melhor apresentadora. E é esse canhão que nós todos podemos ver.

Christiane Torloni: Das mais carismáticas das atrizes, Christiane foi engajada na luta pelas Diretas já e tem se empenhado pela conscientização sobre a calamitosa realidade da Amazônia. Continua feia e desleixada com a beleza depois dos 50.

Tarsila do Amaral: OK, se você não conhecia a Jackie Kennedy eu perdôo, agora, se você não conhecer a Tarsila do Amaral pode trocar de blog mesmo!

Pagu: Também não conhece Patrícia Galvão, a Pagu?! Em que país você vive? Sim, resposta certa, no Brasil, no desmemoriado Brasil.

Patrícia Pillar:
Ela foi uma boa modelo nos anos 80, virou atriz globática, boa atriz, enfrentou um câncer de maneira, nossa!, daquela maneira que vocês lembram, dando as caras e a careca, sem vergonha (até porque isso não é motivo de vergonha), não faz alarde nenhum de seu relacionamento com o Ciro Gomes... Chuchu total de mujer.

Adriana Lessa:
Canta bem, dança bem, interpreta bem e consegue até apresentar o “TV Fama” com dignidade.


E tem a Penélope Cruz, a René Russo, a Bruna Lombardi, a Fernanda Torres, as minhas amigas todas...

Escreva contando as outras que você lembrou, ok?
Abs.


P.S.: Eu sei, meus posts estão enormes... Pode deixar, eu vou dar uma diminuída. Mas eu tinha que citar esse mulheril todo, ora pois.
P.S.2: Hoooras pra postar isso. Nunca mais uso foto!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Humberto, como é que o Dardo Dordabella consegue uma namorada por semana, sendo público é notório que ele não vale o chiclete que masca? Besos!

KKKKK, essas perguntas estão ficando mais divertidas e filosóficas!

Bem, gata-garota, tem coisas que nem Freud nem eu explicamos. Quando muito, Deus explica. Este é o caso, mas eu vou viajar na maionese aqui.

Vejamos, o cara tem cabelo de cacatua, atua bem como um ganso, canta como uma gralha, e cisca como uma galinha... Bom, a primeira conclusão é que o sujeito deve ser uma ave.

Bom, isso não nos leva a muita luz, então vejamos também: quem já passou “por ali”? Que eu lembrei, foram a Wainessa Queamargo, a Luanta Biovanni, a Dri Cagá Listeu, a Déborah (que devia estar na) Secca e mais uma que eu adoraria citar, mas não posso (hehehehe). É...eu posso até não gostar dele nem de algumas delas, mas eu devo admitir que o cara não tá passando muito mal não.

Minha cara perguntadora, sua brigunta é provavelmente a mais difícil que eu já tive que responder aqui. Sim, porque pensar na resposta me faz pensar no que eu preferia que não fosse verdade – e eu sei que eu vou apanhar por conta da resposta... Mas eu acho que a vera mesmo é que mulher gosta de homem cafa. Que outra explicação pode haver pra isso?

Tem uma outra possibilidade, e eu vou apanhar por conta dessa também, mas mulher quando vê que um homem tá comprometido (namorando, ficando, whatever) com outra, logo pensa que ele deve ter alguma coisa que valha, senão a outra não estaria perdendo o tempo dela com ele. Aí, cê já viu?, se a até a Wainessa Queamargo, a Biovanni, a Cagá Listeu e a Déborah que tava na Secca pegaram o homem, é porque alguma coisa ali deve valer prestar.

Bom, e se essa coisa não é o cérebro, não é o cabelo de cacatua, não é o talento que ele não tem, não é o dinheiro... Urgh!, eu sou obrigado a concluir que... bem... uhm... Bom, conhece a poesia de “Hermes e Renato”? Só pode ser esse o caso, gata. Como diziam os poetas, “amor que fica...”

Sorry, pessoal, realmente, não consigo responder com sapiência por quê alguém dá prum trem daquele, mesmo que outras já tenham dado (sem trocadilhos) e outras ainda venham a dar nas semanas seguintes...

domingo, 12 de agosto de 2007

quaaaaatrooooooo...

Hoje é domingo, dia dos pais, tá um sol maravilhoso lá fora...não vou ficar aqui escrevendo não... :)
Pode deixar que amanhã eu tô de volta. Enquanto isso, aprendam e repitam o meu mantra para este mês de agosto.

Abraços pra everybody!

sábado, 11 de agosto de 2007

“eu vou curtir a night...”

Quem de vocês lembra de uma propagandinha antiga, mas não muito, da Coca-Cola Light, ali pelos idos de 2001? Tinha um povinho style, gente bonita, claro, e uma musiquinha cool cantada por uma mulherzinha, que era mais ou menos isso:

Eu vou curtir a night
Agitar, relaxar...
Eu vou de Cóóó-cáá-Có-lá-li-ght
Có-cá-Có-lá-li-ght

KKKKKKK, podre eu com essas musiquinhas na cabeça. Mas eu lembro até de jingle de candidato a vereador, não vou lembrar de jingle da Coca-Cola? Eu tenho meu pezinho na publicidade, é vero, sempre gostei de comerciais inteligentes, bonitos ou bem feitos. Nunca tive a chance de ver um sendo feito, mas tudo bem.

Mas então, o fato é que toda vez que eu vou pra night (e eu vou é pra night mesmo, não pra balada porque, sorry, acho “balada” péssimo), eu escuto essa musiquinha na minha cabeça enquanto me arrumo.

Bom, mas o negócio é que numa night dessas aconteceu algo tão surreal que eu tenho que eternizar aqui. Todo mundo sabe que essas coisas que só acontecem em novelas acontecem comigo, mas dessa vez foi ridículo.

Lá fomos eu e mais duas amigas pra uma noite daquelas, bagaça total garantida, prontos e sedentos pelo momento de chutar o balde...
...Chegamos no lugar, que não vem ao caso, já contando com a superlotação da casa. U-hu!, besitos garantidos a noite toda! Mas, mas, mas??? Necas de ninguém lá! Só uns dois gatos pingados e umas três gordas barangas jogando sinuca. “Ma-ma-ma-ma-ma Tu-tu, e agora?” Como assim?!

Não, o pior é a confiança dos três patetas. A gente tava mais cheio de nós do que as três gordas barangas da sinuca. Em vez de sair e caçar logo outro lugar, contamos com a ainda-por-vir-superlotação do local, claro, sempre instruídos por uma das minhas duas amigas que tinha, essa sim, bom motivo pra crer que aquela night ia ser das boas.

Devo pontuar que a música do lugar é ótima, é pra dançar até doer mesmo, mas com aquele lugar vazio daquele jeito, eu quase pedi pra botarem “Dirty Dancing” pra eu e a chegada baixarmos o ni-vél ali e dançarmos barangamente a noite inteira, já que tinha espaço sobrando e ninguém pra ver.

Bom, conclusão da podreira: Um de nós tem o santo muuuuuuito forte e conseguiu se dar muito bem; Os outros dois (eu, inclusive), quase dormiram, mesmo quando tocou Marilyn Manson. As luzes se acenderam, o som abaixou até desligar e, pela primeira vez na minha vida, eu abri e fechei um clube, e o que é pior, sem que mais ninguém fosse pra lá. Eu tentei, mas essa situação foi inenarrável! KKKKKKKK, ai, só comigo...


P.S.: Já sei, está se perguntando por que eu não catei nada, já que fui com duas amigas? Hehehe, já disse, uma tinha o santo forte e ele não ia deixar que ela ficasse comigo. E a outra tinha juízo, não bebeu o suficiente pra ficar comigo. E eu também não consigo misturar as coisas, amiga é amiga, mesmo quando toda a população restante na pista são três gordas barangas com o taco de sinuca numa mão e a garrafinha de cerveja vazia na outra. Eu hein, Deus preserve meu bom gosto!

P.S.2: Já vi um comercial bem feito sendo produzindo, sim. Foi durante meu um mês de estágio na produtora CaraDeCão Filmes, do ótimo Pepe Quintero. Viajei com uma galera boa de serviço pra filmar um comercial da Nissan, foi muito, muito bom!

P.S.3: Não entendeu o “Ma-ma-ma-ma-ma Tu-tu, e agora?”. Normal, acho que só os doidos andam me entendendo mesmo (hehehe). Essa era a pergunta que o Lingüiça (que era a cara do Salsicha) fazia pro Tutubarão dum desenho vééééio, mas óóóótimo que tinha quando eu ainda não era nascido :)

P.S.4: O lugar tava absolutamente vazio, enfim, porque tinha uma nova casa inaugurando em BH e nenhum dos três patetas achou que seria esse estardalhaço todo. Ok, that happens...

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Humberto, o que é a Glória Pires na novela das oito?

Hehehe, demorou pra alguém perguntar isso.

Bom, a Glória Pires é a Glória Pires de sempre: espetáculo de atriz. Eu confesso que eu tenho gostado mais da imitação que o Hubert faz dela no “Casseta e Planeta”, mas Glória Pires é Glória Pires, não é Juliana Didone, então do trabalho dela ninguém vai falar nada, que eu não vou deixar.

Agora, a personagem dela, putaquipariu. O quê que é aquilo? Era A mulher forte, decidida, que se virou bem a vida inteira, criou um filho, blábláblá. Aí, de repente, sem mais nem mais, ela “apaixona” (assim mesmo, sem “se”) pela personagem mauzona do Tony Ramos. Calma, vamos em partes:

1) Fica claro que, decidida como é, Lúcia (a personagem de Glória em “Paraíso Tropical”) prefere homens peludos a pelados. Afinal, o ex dela era o agora careca Cássio (Marcelo Anthony). Bom, isso é um primeiro sinal de que ela é decidida, mas tem mau gosto. (kkkkkk!).

2) Não, a “meeeeeega-mulher-decidida” fez um escââââândalo pra tirar o filho da cadeia, inclusive invadiu o escritório do meeeeega empresário Tony Ramos para logo em seguida, hum? Hum? Hum? Para logo em seguida dar emprego pro mesmo cara que fez uma treta e botou o filho dela na cadeia! KKKKKKKK, eu assisto novela, eu confesso, mas às vezes eu me dou conta de que escrevem pra retardados, não pode ser outra coisa. Decidida, a Lúcia, né?

3) Aí vem a mais legal da personagem, e o que gerou a pergunta da minha fiel leitora: a Lúcia não se casou com o Antenor (personagem do Tony Ramos) porque ele a ama, mas porque ele a escolheu pra ser “a mulher que vai lhe dar um filho”. KKKKKKKK, ela é decidida mesmo! 2007 e uma mulher adulta, mãe de um filho de 18 anos, criado por ela, bem resolvida na vida, vai casar com um homem porque ele quer que ela tenha um filho pra ele! Puta-que-PP, eu não dou conta não. Não, e o cara repete toda hora que ela tem que se comportar assim e assado porque afinal de contas “ele a escolheu pra ter o filho dele” e por isso ela tem que ser assim e assado. E aí vem a Débora Duarte, parecendo um sapo, que faz a mãe da Lúcia e dá conselho toda hora pra ela ser assim e assado mesmo como o homem quer. Ah, não, me bate pra ver se eu paro de assistir essas merda (sem “s” mesmo!).

Então, querida leitora, o que é a Glória Pires na novela? Repito, é um absurdo de atriz interpretando de maneira magistral a personagem tapada que o Gilberto Braga escreveu pra ela.

Agora, sabe o pior? Eu tenho que admitir, tá cheio de mulher assim por aí. Não, não mulher boa de interpretação (bom, até tem), mas mulher que se diminui pra enobrecer o ogro com quem se relaciona. Ai, é osso. Não me faz pergunta difícil mais não, please.


P.S.: Mentira, pode perguntar o que quiser, eu “me se viro”, mas eu respondo :)

ocho del ocho


Uma quase tradição na minha vida foi quebrada ontem. Há pouco tempo eu reparei que desde 1997, sempre no dia 08 de agosto alguma coisa acontecia e uma mudança grande de rumos vinha na seqüência.

No 08/08 de 97 eu comecei na Federoca.
No 08/08 de 98 eu mandei uma caixa de Sedex pra alguém.
No 08/08 de 99 eu embarquei pro Texas.
No 08/08 de 2000 eu voltei do Texas.
No 08/08 de 2001 faça as contas. Essa foi das mudanças mais, mais...
No 08/08 de 2002 eu comecei a trabalhar com o Seu Crêysson.
No 08/08 de 2003 eu Somei pra diminuir. Paciência.
No 08/08 de 2004...hum...acho que a tradição já havia sido quebrada...ou não lembro o que aconteceu. Mas...
No 08/08 de 2005 eu comecei a trabalhar num lugar aí.
No 08/08 de 2006 eu saí desse lugar aí.

E aí este ano nécas de pitibiribas de acontecer nada e nem mudança nenhuma. Confesso que fiquei até um pouco frustrado, tava bem esperando conhecer alguém fodinha, ou receber algum telefonema que mudaria tudo de novo. Má ta bom, né? Pelo menos não tomei susto nenhum também.

De modo geral, todas essas mudanças foram pra melhor. E talvez o “não acontecimento” de nada especial seja a grande mudança do 08/08 deste ano: acabar com esse frio na barriga que me dava todo começo de agosto, que passa agora a ser um mês insosso pra mim como é pra qualquer outra pessoa. Daqui por diante eu posso respirar sossegado, seja lá que mês for.

Abraços pra everyone.


P.S.: Não entendeu a caixa do Sedex? Não era pra entender mesmo. :) Nem o 08/08 de 2003? Também só é compreensível para os mais BOBs. Liga não.

P.S.2: Tambem não entendeu os BOBs?!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

revistas, revistas, revistas...

Vou começar a falar aqui algumas coisas que eu penso e de repente acontecem. Não porque eu sou “gênio” ou coisa parecida (aliás, ando numa preguiça de geninhos...). Acho que é um pouco observação mesmo. Ou então é o mundo que anda muito previsível.

Bom, é negócio é que eu comentei há pouquíssimo tempo com uma amiga que não ia demorar para a Winona Rider voltar triunfal à cena. Afinal de contas ela é um espetáculo, espetáculo de atriz (quem nunca viu “As Bruxas de Salém” tem que ver, pela Winona, pelo Daniel Day-Lewis, pelo Arthur Miller), é linda e é stylérrima – já tinha sido capa da Vogue estadunidense duas vezes, e numa época em que atrizes na capa da revista nem era regra. Além do mais, se a Kate Moss se “enfodou” (verbo criado por mim neste momento, que significa o oposto de “se fudeu”) depois que publicaram uma foto dela cheirando coca zero por que, mais cedo ou mais tarde, a Winona não se enfodaria também depois de ter “lalado” umas pecinhas básicas na Saks Fifth Avenue (é foda, até pra roubar neguim tem que ter estilo).

Pois não é que Dona Winona (rimou) voltou à cena este mês, justamente com uma capa de Vogue US? Essa Anna Wintour! Esse eu! Porque se eu tesse já minha revista (calma, esse “eu tesse” é pra zoar alguém que eu conheço e que fala assim) eu também tava colocando a Winona na capa neste momento! Hehehe, ai, a presunção Sadia...

Bom, eu vou ficar na espera de um bom filme com a atriz logo. No mais, quem estiver interessado em saber o que Ms.Rider disse na entrevista à Vogue, acessa o style.com, aí no link dos sites que eu indico, e lê no original. Se não souber inglês, caça jeito de estudar, se possível comigo ($$$).


MAIS REVISTA

Vogue lá, Vogue cá e eu no meio. Enquanto a mulher que deu origem à Keira Knightley e à Rachel Weisz é capa da revista nos Estados Unidos, a estrela da edição brasileira é Dona Camila Pitanga. Eu adoro quando negras e mulatas são capas de revista. Francamente, não é nenhum comentário da linha “100% negro e afins”, mas isso aqui é Brasil, caramba, deveria ser uma coisa mais comum ver negras nas bancas. Mas, enfim, Pitônga, destaque indiscutível e corpo indiscutível da novela das ocho, é merecidamente capa da Vogue Brasil de agosto. Não é a primeira vez que ela figura uma revista style. A atriz já foi capa duas vezes da Elle, só pra citar um exemplo de peso.

Por outro lado, nem arrasando total em “Paraíso Tropical” e nem com as centenas de pedidos em comunidades no Orkut, Camila conseguiu estar na capa de Nova (ai...). No lugar dela (ah, vá, neste momento o lugar É dela), colocaram a figurante com nome de totó (Luli? Vá dizer que você não visualiza um yorkshire de lacinho na cabeça?!). Pra completar, conseguiram fazer uma capa horrorosa, apesar da lindura indiscutível da atriz novata.

Eu não entendo essa Nova (e olha que, como quem me conhece sabe, eu estudo essa coisa há anos...): são quase 35 anos de circulação e necas de uma pretinha na capa. Ah, vá, e vem com esse papo de “não racismo”? Não, de vez em quando (mês passado, por exemplo) ela bota umas matérias sobre beleza negra, sobre preconceito racial...mas capa, que é bom pra dar exemplo, néva. A Camila Pitanga pode ter o corpo e a cor dos sonhos da mulherada, a Taís Araújo pode ser protagonista, a Isabel Fillards pode sorrir adoidado que nada é motivo suficiente para a Nova por uma negra na sua capa. É uma vergonha. Bom, por enquanto vamos nos contentando com as miscigenadas. Afinal de contas, a Juliana Paes já foi capa, a Raica já foi capa, a Luíza Brunet já foi capa nove vezes, e elas (como, aliás, nenhuma brasileira) não podem ser consideradas 100% brancas (ou 100% negras ou 100% whatever).

Bom, saí da Winona e vim parar na Brunet. Como meus leitores fiéis já perceberam, eu voyajo bastante na maionese.

Abraços pra everyone, Cynthia Greyner, please, não me dê mais motivos para ouvir críticas à Nova e à minha escolha de tomar a revista como material de pesquisa.

Fui.


P.S. Opa!, já ia esquecendo! Pela terceira vez uma carta minha foi publicada na Elle! KKKKKKK, ai, eu adoro! Eu sei que eé muita viadagem, mas eu adoro. Eu elogiei a capa de julho, que tem uma ruiva (afinal, também tem brasileira ruiva) e, como de costume, tava muuuuuuuito style. Aí, tá vendo?, há esperança no mercado editorial. Pelo menos em algumas capas. :)

P.S.2: Não entendeu quando eu disse que a Winona deu origem à Rachel Weisz e à Keira? Nem eu entenderia :). É só que eu acho que as duas me lembram ela demais, só isso. Nevermind. (Nem fui eu que escrevi embaixo da foto da Winona, viu só?)

P.S.3: Cynthia Greiner é a atual diretora da Nova.

P.S.4: Eu admito, adorei a Camila na capa da Vogue, mas detestei a capa (Tá pior que a da Nova). Pelo menos pela internet. Tenho que ver de perto.

domingo, 5 de agosto de 2007

back to L.A.!!!!


Olá moçada, Humbertão está de volta! Foi mal a demora, uma semana sem post nenhum... Não foi 100% minha culpa, mas anyways...

Bom, já tenho duas perguntas atrasadas pra responder, explicarei todas bem loguim.

Ótimo escrever de novo aqui, my pretty babies. Besos pra everyone!


P.S. (ah, meus P.S.s...): Back to L.A. é o nome de uma música, só isso.