domingo, 30 de setembro de 2007

light my fire!


Cabelos da cor do fogo. Mulheres que se destacam por ser um tipo não muito comum no Brasil, a ruiva. Esse fim de semana eu conheci duas (ótimas) e conversei com outras duas (igualmente ótimas) que já são minhas amigas há um tempo.

Eu ando trocando boas idéias com a Polly Sapori, que vocês já conhecem lá do Cremdeuspai. Brilho de mujer, cheia das idéias, vai longe. A gente anda se "falando" com muita freqüência via msn e temos gargalhado um bocado das mais variadas bobagens possíveis.

Outra ruiva (que conheci morena, hehehe) é a Danuza. Essa também tem sido sempre uma boa amiga, na hora dos perrengues e na hora do tempo bom também. I really do appreciate that!

A Emanuelle é uma baiana que eu tive o prazer de conhecer ontem! Eu tive o prazer de ir pra night com ela ontem, animadíssima a mulher! Amiga da Alê Maria, claaaaro. A Manu foge de todo aquele estereótipo (com "ti" da Globo) que a gente se acostumou a ver na televisão. Pessoas agradáveis como ela andam tão em falta... Salvador pra mim passou a parecer um lugar logo ali :)

Por fim, outra ruiva que me apresentaram, também amiga da Lê, é a Andréa. Essa é fogo! Não só nos cabelos, hehehe, a mulher é um rojão! Essa, se precisar chuta não apenas o balde como também o caixa automático! Sem contar que ela nos ensinou uma nova designação para um certo tipo de pessoa que todo mundo conhece, mas nem sempre sabe como definir. Segundo a Andréa, esse tipo de criatura é o "espalha bolinho" (KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!), aquele ou aquela Maria Mané que quando chega todo mundo que tava ali de boa conversando vaza na hora! Andréa, gata, você é o oposto, você é a "reune bolinho"!

Quatro mulheres diferentes, quatro mulheres ótimas, quatro ótimas companhias. Unidas pelo fato de terem os cabelos e o charme de Jessica Rabbit (acima) e de Rita Hayworth (abaixo) – e de já serem chuchus queridos da minha vida.

Besos gatas (ruivas, loiras, negras e morenas)!
Boa semana pra todos nós!

sábado, 29 de setembro de 2007

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Sobre os que "não enxergam", melhor se fazer de "mudo"


Gente, como meu próprio editor, resolvi vetar o post de hoje. O texto tá salvo, algum dia pode ser que eu publique. Por hoje vai mesmo só aquela que seria a foto dele.
Besos, força nesta sexta-feira porque o fim de semana tá só chegando.

Abraços pra todos!


P.S.: Acho que nem precisava falar, mas quero deixar claro que não estou falando de deficientes visuais, como as estrelas do filme da imagem, "A pessoa é para o que nasce", do diretor Roberto Berliner. Eu ia falar, mas desisti, é de gente que não enxerga um palmo à frente mesmo. Nevermind.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Humberto, saber o que é "imagem do impossível" é relevante para minha vida???

Resposta enxuta e na lata: Impossível!

Hehehe, bem, dias atrás recebi o seguinte email:


Grande Humberto!

O semestre mal começou e já estou achando tudo uma loucura. Não sei se estou no lugar errado ou estou fazendo a coisa errada... sei lá! Olha essa de hj: tenho que conceituar "imagem do impossível"! Vê seu eu, uma pessoa chiquérrima e ocupada, tem tempo pra essas loucuras do Eeverardo Fraga?!
Mas bem, ninguém como vc para me esclarecer uma coisinha e acalmar meu ânimo:

- Saber o que é "imagem do impossível" é relevante para minha vida???

Aff... não sei se a sem noção aqui sou eu! Mas me explica, Humberto?
Beijos da Glau.


"Imagem do impossível"? Não, cá pra nós, tem umas viagens na maionese que cansam não só o meu como vários saquinhos, e até o saquinho de quem não tem – como é o caso da querida Glau aí da pergunta. A pergunta dela me fez pensar no tipo de bobajada intelectualóide que a gente tem que ouvir, mas enfim, deixa eu falar pra Glau:

Glau, fióta, não esquenta com essas coisas não. Você ainda não viu metade do que te espera nessa “instituição do saber” onde você estuda. Você ainda deu sorte, minha filha, porque tem esse espetáculo da gostosura e da sapiência que é a Janaína na mesma turma que você. Como diria Marta, relaxa e goza (hehehe).

Mas, sabe?, se pensar bem, conceituar a “imagem do impossível” pode até ser útil, sim. Se você tem planos de participar de seleções profissionais depois de formada, vai ter que responder um carrilhão de outras perguntas igualmente descabidas. Então, sim!, achamos uma relevância para sua tarefa!

Coragem, fióta, coragem! E escreve qualquer coisa na sua resposta porque é triste, mas seu professor não vai ler mesmo. Besos.


P.S.Gigante: Para os outros leitores, que não sabem quem é Everardo Fraga, nem entenderam nada de nada, vai uma explanation básica: Glau é uma gata-garota assídua aqui no blog e que me lembra uma atriz que eu adoro, a Joan Cusack. Ela está no segundo ano de um curso de graduação X numa faculdade (kkkkkkk!) Y. O curso é bom, muitos dos professores nem tanto, os alunos, na maioria absoluta, são podres. Aí, umas pouquíssimas almas bem intencionadas sofrem para retirar de quatro longos anos de esforço algum aprendizado que os valha. A disciplina a que a Glau se refere é ministrada no maravilhoso horário de sábado de manhã, e para alunos que, como ela, ralam o tóba no cascalho a semana inteira e estudam à noite, esse é um horário supimpa, como diriam meus amigos da Tom. Enfim, e nessas condições todas, ter que conceituar a imagem do impossível, putz!, é impossível!

P.S.2: E eu sei que eu vou ficar pensando nessa imagem do impossível agora, Glau, você me pag, hehehe!...

domingo, 23 de setembro de 2007

viagens na maionese Sundaynianas



Olá everyone, como foram de fim de semana? Muito beso na boca?
O meu fds não foi nem de longe o que eu planejei, mas eu saí no lucro de toda maneira. Fiz umas coisas que tava adiando e hoje, domingão, curti minha leseira de calor com muita música e muita viagem na maionese. Pensei em tudo, em todos, em quem se foi, em quem tá aí, em quem há de vir... Pensei muito em meus amigos, os das antigas, os atuais, os que eu já não sei bem...

Antes deixa eu falar das músicas. Ouvi de tudo hoje. Meus CDs todos do Oasis, muito Arctic Monkey, muito de tudo... Sabe essas músicas que ficam na sua cabeça? Pois então, este ano eu já passei por "P.D.A.", do John Legend, por "You Give Me Something", do James Morrisson, por "Rehab", da já figurinha carimbada aqui Amy Winehouse. Continuo ouvindo todas, mas agora eu tô com o CD inteiro da Amy na cabeça e com "Over My Head", do The Fray (essa já sai até no meio das minhas Ave-Marias matutinas, hehehe).

Mas, enfim, pensei nos meus amigos. Eu quebro a cara com eles de vez em quando também. Eu escuto, escuto, escuto, peno, "me se viro", como dizia a poeta, tento fazer alguma coisa, e aí quando tudo melhora, pimba!, eles somem. Não todos, claaaro. Só uns pouquíssimos. Que, incrivelmente, continuam sendo amigos pra mim. Bom, mais uma vez não custa lembrar Dona Alanis (que também ouvi horrores), que lá em 1994 já recomendava que todo mundo tivesse seu coração pisoteado por precaução.

Mas eu confesso que eu fiquei com a pulga atrás da orelha: Eu sou amigo só na hora da rôia? Só na hora do aperto é que se recorre ao Humbertão aqui? E na hora da farra, não rola não? Please, amigas do Humberto, respondam, estou curioso.

De todo modo, no meio das minhas divagações a respeito da "verdadeira amizade", lembrei de uma história que li aaaaaanos atrás no saudoso "Bi-Toque" (sim, eu lia "Bi-Toque", no falecido "Diário da Tarde", às segundas-feiras, depois de ler o noticiário de futebol. Mas, repito, isso foi aaaaaaaanos atrás). Bom, achei a história na inetrnet, um cara de pau assinou, mas essa história é um "causo do acauso", como diriam Hermes & Renato (viu como eu tô filosófico Boaventura hoje?). Bom, senta que lá vem a história:


Todas as andorinhas sabem que, no inverno, é preciso voar para lugares mais quentes.No hemisfério norte, a coisa fica ainda mais preta. Frio danado, neve às toneladas. Mas havia uma andorinha que detestava essa história de ter que viajar milhares de quilômetros para escapar do inverno rigoroso. As outras voavam, e ela ia ficando, se enfiava no ninho, aguentava aquelas primeiras noites mais frias e adiava a viagem.

Certa manhã, ela percebeu que a situação estava perigosa. Mesmo a contragosto, resolveu levantar vôo para terras mais quentes. Tinha voado muito pouco quando começou a chover. Estava frio demais, aquela água nas asas da andorinha acabou congelando. Ela foi ficando pesada, não conseguia bater as asas direito, perdeu altura e caiu numa fazenda, ao lado do estábulo. Sem forças, concluiu: estou morta.

Naquele exato instante, uma vaca passou e "produziu" um montão de esterco em cima da andorinha. A andorinha pensou que aquele seria um modo horrível de morrer, atolada na bosta, até que começou a sentir um calorzinho gostoso, que vinha das fezes esverdeadas. Ganhou ânimo, fez no monte um buraco com o bico e pôde respirar à vontade.O calor aumentou, a andorinha voltou à vida e, manifestando sua alegria, mesmo sem saber cantar bonito, resolveu pôr a voz pra fora. Cantou e cantou, satisfeita.

Exatamente naquele momento, o gato da fazenda rondava por ali. Ouviu o som de um pássaro, remexeu o monte de bosta e não teve dúvidas: comeu a andorinha.

MORAL DA HISTÓRIA 1: nem sempre quem joga você na merda é seu inimigo.
MORAL DA HISTÓRIA 2: nem sempre quem tira você da merda é seu amigo.
MORAL DA HISTÓRIA 3: se você estiver na merda, mas, pelo menos, sentir algum conforto, fique de bico calado.


Ótima, não?
Enfim, gente, como vocês podem ver, eu pensei todo tipo de bobagem hoje. Mas pelo menos ouvi música boa. E pelo menos não vi nem cheiro da pavorosa televisão dominical.

Besos pra todos, boa semana pra everyone, vamo correr atrás e caçar jeito de melhorar o que tiver ruim. E, please, amigos, sejam amigos.


P.S.: Esse tilzim da foto parece tanto o meu neném quando era filhote...ôh saudade do cão! (Neste caso, literalmente).
P.S.2:Vê lá, hein?, o Humberto explica, te tira da merda, mas é seu amigo, viu?!
P.S.3: Eu sei, eu sou ridículo, pode falar. KKKKKKKKK!

sábado, 22 de setembro de 2007

"what's done in hell stays in hell"

Este post seria sobre essa pérola, já clássica, aí em cima, dita por uma das minhas mais mega-amigas uns dias atrás. Eu, ela, outra das minhas mega-gatas-garotas e dois chegados terminamos a noite no simpático Mary in Hell, aqui na roça, e essa minha amiga lavou a égua lá, como diria minha mãe.

Eu e Jacira (hihihihi, ela vai me matar por conta desse nome fictício que eu arrumei pra ela!)...Enfim, eu e Jacira passamos a noite sem bitocas, ela porque o namorado não foi, eu porque um roto-rooter chegou antes e pegou minha possível comida de domingo. Anyways, só a Rê (hehehehe, nome fictício também) fez a festa e beijou até a gente se dar conta que pra gente o negócio ia ser só dançar mesmo.

Noite terminada, a Rê foi logo dizendo que aquilo aí era só pra ali mesmo. O que foi feito no Mary in Hell fica lá mesmo no Mary, ou, em suas próprias palavras, "what's done in hell stays in hell".

Bom, acabei contando da origem da pérola. Mas na verdade, vou dar espaço para publicar a belezura de email que a Rê me mandou esta semana (com a autorização dela, people, eu não sou abutre não). Achei tão bacana e diz tão mais sobre aquela nite que tinha que estar aqui.

Leiam, divirtam-se, torçam pra topar com esse brijo de pessoa por aí ou por Paris logo em breve :)
Besos, gata, te adoro!
********


Duas paixões me inspiraram a pergunta de hoje: chocolate branco e beijar! :)

Não me lembro se no seu blog você chegou a comentar sobre a regressão a que somos induzidos a certa idade (a nossa, para ser mais exata :), mas me deu vontade de conversar com você e te contar uma lembrança que me veio de repente hoje...

Você se lembra dos filmes do Laka? (eu jurava que era Galak, pq eu acho Galak muito mais gostoso, mas a verdade é que os filmes que me deram água na boca eram Laka mesmo...).

Se não se lembra, vai lá e refresca a memória antes de terminar de ler este e-mail:
Tem
esse.
E
mais esse (na minha opinião é o melhorrrrr!!!!).

Estava eu aqui, no meu tronco, quando de repente uma vozinha ficou ecoando na minha cabeça “beijando, beijando, beijando...” ai lembrei do segundo filme!

Ai que saudades daquele tempo em que o bom mesmo era ficar beijando, beijando, beijando... (e comendo chocolate branco! :)
Nada de preocupações tipo:
será que ele vai me ligar?
Ou
PQ raios ele continua me ligando?
Ou
Será que eu tomei a pílula?
Ou
Será que ele tem namorada? Mulher? Três filhos?
Ou
Qual o carro dele?
Ou
Será que ele mora sozinho?
Ou
Será que mesmo morando sozinho ele lava seus lençóis com a periodicidade desejada?
Ou
Irrrgh! Quem será que deitou neste lençol ontem?
Ou
O que será de mim sem corretivo e secador de cabelos pela manhã?

... Poderia puxar a memória e ficar aqui colocando “OU’s” até amanhã... mas tô com preguiça e acho que com os exemplos acima já dá para ter uma idéia de onde quero chegar...

Pois então... na sexta-feira tivemos nossa primeira experiência frangas à solta!!! Isso mesmo! Nunca tínhamos saído para a balada, dispostos a tudo ou nada!!! A verdade é que eu adorei tudo!!!

Amei sentar nas almofadinhas e tomar mojitos com você... ver a cereja desaparecer no seu copo (hehehehehe), chupar pirulito de coração, encostar a cabecinha no seu ombro e não chorar, sonhar com Paris, te ver sendo cobiçado por metade das pessoas do local (a outra metade gostava de mulher J e estava me cobiçando... hahahahahaha não podia deixar esta passar... meu ego tá nas alturas!!!).

Amei andar vários quarteirões com você... me pareceu uma maratona de salto, mas mesmo assim, foi lindo! Agora tenho uma marca no pé que me lembra você!!! Tipo tatuagem, sabe? Hahahahaha

Amei aquele bar com cerveja no balde! Se estivesse mais bêbada, diria que era champagne! Hahahaha Adorei você ter pago a cerveja pra mim... eu dei uns R$0,35!!!!

Amei entrar in hell!!! Este lugar que sempre encontrei de portas fechadas ou por pura frescura - que eu sempre juro que não tenho!!! – deixei de entrar!

Aí lá dentro tive que amar a música, os Djs brigando e iluminando a pick up com um celular do tempo do onça (hehehehe), eu de salto reforçando a minha tatooooooo!!! Viva o band-aid! Aquela noite me fez amar ainda mais o bendito band-aid... amei fazer declarações de amor e simpatia para você e a Jacira (a quem realmente e sobriamente admiro, não só por ser uma super querida sua, mas sei lá, meu anjo gostou do anjo dela!).

E no final da noite amei ficar beijando... beijando... beijando... até deslocar o maxilar, até secar as lentes de contato, sem me preocupar com nada... eu mais alta que ele por conta do salto, sem me preocupar com passado, presente e futuro do menino (aliás, fodasss!!!)... só beijando, beijando e beijando!!

Olha o tanto de “bobagem” que a que eu dou muito mais valor que as “prioridades” que as pessoas da nossa idade dão!!!

Ai, cansei de escrever... ah Humberto... ME EXPLICA: existe algo de saudável e sensato nesta troca de “prioridades” por “bobagens”?

Aguardo seu parecer.

Um beijo gigante!

LUV U!!!

*********

P.S.: Rê, gata-garota: Sua pergunta é sua resposta :)
Beeeesos!

P.S.2:
Ah, queria deixar bem claro: Prefiro beijo. Principalmente comparado a chocolate branco! :)

tô na área!

Hola pueblo querido, fiquei sumido esses poucos dias porque a conexão simplesmente não rolou. Fiquei mais de 50 horas sem internet e, conseqüentemente, sem noção. Eu aproveitei para por algumas coisas em ordem, correr com a vida, mas tô de volta. Besos. Já tem post novo, logo na seqüência.

ABRAÇOS PRA TODOS.

UPDATE (05/04/2008):
Antes tarde do que nunca.
Este, que é um dos posts mais acessados do blog, deve muito do seu sucesso à imagem da fênix que eu peguei no Google na época. É justíssimo, então, citar que essa tribal é arte do designer Bruno, o Webgrillo. Pra conhecer mais do trabalho do cara é só clicar aí no nome dele. Valeu Brunão, seu trabalho é 10, cara!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

o bigode faz o homem?


Dia desses o assunto “bigode” veio à tona enquanto eu e alguém discutíamos trivialidades. A conversa até saiu um pouco do eixo e acabou parando ali mesmo pra não terminar em melga (viram, né?,nada de palavrões literais dessa vez...). O papo acabou, a gente se desculpou, mas eu fiquei com a pulga atrás da orelha, ainda mais depois que comentei minha interpretação do bigode com outra pessoa.

O ponto levantado (não por mim!), num momento de ira (hihihi) foi: o bigode seria não apenas um top de linha para homens na moda como seria o próprio bigode o que faria de um homem um homem. (???!!!)

Bom... Imberbe que sou, a indireta foi bem direta. Nem foi isso que magoou não. Magoou porque veio de quem veio. E, sobretudo, assustou porque veio de quem veio. Se essa cabeça não é a mais aberta que eu conheço, fudeu meio mundo (oops!, palavrão de novo, sorry!).

Mas amigo serve pra isso mesmo, pra gente discutir e conversar e pensar nas coisas, mesmo que, eventualmente, das maneiras mais tortas que se possa imaginar. Pois bem, e eu pensei na coisa.

Em primeiro lugar, lembrei que a primeira coisa que eu descobri estudando gêneros e principalmente estudando a mulher e seu papel social (só nos dois últimos anos analisando três décadas de publicidade feminina) é que eu posso estudar isso por três encarnações que eu não vou saber o que é estar na pele de uma mulher (a menos, é claro, que numa dessas encarnações eu venha como mulher. Bom, não acredito muito em encarnações mesmo). Anyways, eu posso teorizar, posso pesquisar, posso chegar às minhas conclusões, mas nunca, never ever, vou ter a autoridade que tem uma mulher para falar sobre o que é ser mulher.

Curiosamente, estou num momento em que meus estudos estão apontando para a questão masculina. E esse bigode veio à calhar, no fim das contas. Porque eu posso até não ter um chumaço de pêlo em cima da boca, mas sou um homem. Logo, sobre o que faz de um homem um homem eu posso dizer e sem pestanejar (porque pestanejar é coisa de bibinha, hehehe). E eu posso afirmar categoricamente que não é um bigode que faz um cara se sentir seguro de sua sexualidade não. Aliás, se um cara precisar de um bigode pra isso, boa sorte pra ele.

Eu sei que, considerando-se o número elevado de leitoras que eu tenho e a lenha que eu tô botando na fogueira, eu deveria então definir o quê, afinal, faz de um homem um homem. Mas, francamente, não vou teorizar sobre isso aqui não. Eu vou deixar pros meus estudos futuros, quem se interessar que me procure daqui uns dois anos pra ler completo. :)
De todo modo, dá pra dizer que esse “homem” que cada um é tem mais a ver com uma dignidade, uma confiança e uma cara a tapa que só quem tem sabe o que significa.

Provavelmente a mesma cara a tapa que deu o bigodudo Freddie Mercury, da foto aí acima. Duvido que por ser gay ele se sentisse menos homem (bom, até conheço vários que se sentem sim). E duvido também que era essa tchônga desse bigode dele que o fazia se sentir assim.

Só pra fechar, e esperando depois deste post não perder a minha melhor amiga e última esperança de vida inteligente que eu tinha, vai aí uma citaçaozinha do (Michel) Foucault, que ela tanto adora e que eu tô lendo há semanas:

“Existem momentos na vida onde a questão de saber se se pode pensar diferentemente do que se pensa, e perceber diferentemente do que se vê, é indispensável para continuar a olhar ou a refletir”.

E no fim das contas, né gata?, se for mesmo muuuuito indispensável, na falta de um bigode decente e que valha pra alguma coisa tem sempre uma boa peruca que possa funcionar muito melhor.

Beijos imberbes e sem arroz pendurado pra todas.


P.S.: Foucault, Michel. A história da sexualidade - Volume 2, O uso dos prazeres. Edições Graal: Rio de Janeiro, 2006, p.13.

MAS, E AÍ, MAIS MACHO OU MENOS MACHO,
QUEM VOCÊ TRAÇAVA?

Hehehehe!

domingo, 16 de setembro de 2007

song for a sunny Sunday

Acho bom mesmo o furacão Humberto passar e revirar tudo, TUDO, porque do jeito que tá não dá pra ficar mais não. Fica cada vez mais evidente pra mim que tudo que foi já foi mesmo, todos que foram já foram demais. Precisa mesmo desse furacão passar pra que depois seja feita uma faxina geral (tem que mudar essa porra dessa sina de faxineira também) e tudo e todos que estiverem velhos e vencidos na minha vida sejam jogados bem fora, bem longe.

Enfim, menos de oito horas depois do último post e olha que beleza de domingão eu tive. Será culpa do sol brilhante? Não, não é não. Eu sei bem de quem é a culpa, eu sei bem quem pode (e vai!) mudar tudo isso.

Passa furacão, passa e arregaça com tudo, senão você vai ter sido só uma tempestade tropical mesmo.


come outside and see...

Putaquipariu, dia lindo lá fora hoje. Tchau que
eu vou nessa, o sol é de grátis!
Boa semana pra todos nós!

P.S.: Cabelinho esvoaçante, não?

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

furacão Humberto passa pelo Texas!!!


Hoje (ontem...) eu fui acordado por uma amiga "aflita" que disse que eu tinha que saber de uma coisa importantíssima: o furacão Humberto estava arrasando no Texas! Ai, ai, notícia mais antiga, gata... Isso aconteceu entre 1999 e 2000, todo mundo sabe disso!

Hehehe, na verdade a minha amiga Alê se referia ao furaca Humberto, meu xará, logo meu íntimo, que passou ali por Houston hoje. Graças a Deus, parece que houve apenas uma vítima humana (devem ter voado algumas vaquinhas...). E graças a Deus eu não vi nem sombra de furacão quando estive pelo mesmo Texas em 1999. Sim, este Humberto que vos fala já esteve no mesmo Texas por onde seu xará passou, como vocês já puderam ler aqui no blog. E esse que vos fala, sim, arrasou por lá, hehehe.

Na verdade, eu até vi o rastro de um furacão lá, sim. Quando passei pela simpática Forth Worth, em 2000, um furaca malvado tinha detonado o centro da cidade. Francamente, se a imagem que eu vi já era punk, eu não quero nem imaginar o que é ver o disgramado de perto. Furacão bonzinho, povada, só a Hilda, a do livro do Roberto Drumond -- principalmente na pele da Ana Paula Arósio! :)

Mas, enfim, eu tô brincando, mas furacão nunca é notícia bacana, por mais que aquele povo lá pra cima saiba quando eles vêm e já esteja mesmo acostumado com esse fenômeno climático. E eu fiz parte desse povo lá de cima por um ano, eu tenho meu carinho por aquelas bandas... Porque foi lá por aquelas bandas texanas (como o Fastball, que eu adorava!) que eu vivi uma época muito, muito especial na minha história...

Não deixa de ser curioso esse furacão ter passado esta semana, já que, sabe lá Deus porquê, eu tenho passado os últimos dias lembrando do Texas, lembrando de Austin. Lembrando do furacão que aquele um ano foi na minha existência... As vaquinhas que tinham dentro de mim voaram todas por lá :) . O Humberto que foi pra lá ficou por lá mesmo e mandou um outro, não necessariamente melhor, mas um outro, pra cá. Houve estragos. O que havia de mais sólido até então ruiu total e pra sempre, infelizmente. Mas tudo se reergueu, tudo vem se reerguendo até hoje. E cada vez mais forte e mais resistente aos possíveis "hurricanes" que possam se atrever a passar por mim.
Furacões, Humbertos, Texas... É sempre desse jeito. Por onde eles passam, as coisas e as pessoas nunca mais serão as mesmas (hehehe, momento Maluf, mas não deixa de ser um pouco de vera...quem já passou por qualquer um deles sabe que é verdade).

Besos povo. Besos vaquinhas. Howdy Texas!


P.S.: Hehehe, vocês não acharam que eu ia deixar passar um furacão com não apenas o meu nome, mas o deste blog, sem tocar no assunto né?

P.S.2: Ai, descobri hoje que minha caríssima Aninha Diniz, espetáculo de pessoa e de profissional, lê meu blog. Tô aflito!, agora tenho que parar de falar bobagem porque a Aninha é muito chic gente, cês não tão entendendo. Besos Aninha, gata-garota, saudade docê!

chique!

Vê que brijo, gente! Eu ando sendo citado por aí, hehehe. Dia desses a minha cara amiga Polli Sapori mencionou uma "pérola" minha no seu cremdeuspai, eu adorei.

Besos Polli!


!Besos pueblo!

terça-feira, 11 de setembro de 2007

nem rehab resolve...


Então a MTV deu o prêmio de melhor artista feminina de 2007 pra Fergie e não pra Amy Winehouse? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, vamos lá leitores, todo mundo junto comigo fingindo que acredita que a Fergie é melhor que a Amy e que é artista e que é a melhor do ano ainda por cima. Ai, essa porra desse mundo tá muito ao contrário e ninguém reparou.


P.S.: O VMA foi todo uma bosta, mas eu nem vou comentar. Dá uma lida no papelpop, que o Phelipe fez ótimas observações a respeito. E já que não tem o papelpobre mais mesmo né?...

Besos (e, sim, meu ovo anda meio virado, mas depois eu volto ao normal).

P.S.2: É, eu tô igualzinho o urso bipolar do "Casseta e Planeta", um post up, um post down, um post up, um post down....Hehehe, ótimo né?, sinal de que sempre haverá um post up pelo menos :)

domingo, 9 de setembro de 2007

felicidade Perpétua

Nem tudo dá certo, nem tudo sai do jeito que a gente quer e na hora que a gente quer.

Mas se for da vontade de Deus, se for justo, cedo ou tarde as coisas acontecem. Às vezes aacontecem bem tarde. Mas acontecem. E nessa hora, seja por felicidade, por alívio ou por causa daquele vilaozinho que habita o seu ser, pode rir. Ri mesmo. "Rache os bicos, na tora" (pra gastar todo meu vernáculo dos anos 80, hehehe).

Se aquele seu desejo do coração, da alma, de anos e anos se realizou, caro leitor, ria de felicidade. E que Deus nos abençõe para que esses momentos de graça e plenitude aconteçam cada vez com maior freqüência.

Besos enormes e um espetáculo de semana pra todos nós porque nós merecemos e Deus sabe disso! Porque como diz minha amiga Mari, Ele é muito justo!!!


P.S.: Eu fiz a minha parte e pus uma vírgula, mas se você quiser "rachar os bicos na tora", fique à vontade. Cada um com seu cada um mesmo, hehehe
P.S.2: Assistiram "Tieta"? KKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

baby ace!

Eu sempre gostei de tênis, o jogo. Nunca joguei a sério, brincava aqui em casa mesmo, mas até acho que eu teria levado jeito se tivesse inventado de jogar com empenho.

Bom, eu sei que no post anterior, aí abaixo, eu disse que estava cansado (e estou mesmo), mas não podia adiar este daqui. Não porque o tênis seja mais importante que a (minha) independência, mas por conta de uma coincidência que envolve o esporte e o dia de hoje (aliás, de ontem).

Quem conhece um pouqinho que seja de tênis certamente já ouviu falar de Gabriela Sabatini e Stefanie Graf, a Stef. Todas duas foram jogadoras muito bem sucedidas e hoje são mulheres muito bem sucedidas e tão vivendo suas vidas sossegadas e felizes. São elas na foto aí abaixo (Gabriela, a argentina morena, e Stefanie, a alemã clarinha com jeito de Gisa Bündchen).

A tal coincidência fica por conta de duas irmãs que eu não tive ainda o prazer de conhecer pessoalmente, mas de quem eu já gosto muito. Duas estadunidensezinhas com pezinhos brasileiros. E eu tenho certeza de que a mãe delas nem se deu conta de que deu o nome das duas belas tenistas para as filhas (para os mais lesados, essa foi a coincidência).

Mesmo se elas tivessem o nome de outras tenistas, as também também irmãs Serena e Venus, se fossem loirinhas como a Maria Sharapova ou ruins de raquete com a Ana Kournikova, o titio aqui ia adorá-las assim mesmo. Porque (a mãe delas pode confirmar) eu sabia que elas estavam vindo antes de todo mundo e eu sabia que elas eram "elas", contrariando todos os pitacos errados.

Gabi e baby Stef: Vocês ainda não sabem como o titio é lindo e bacana, mas o titio já sabe que vocês serão duas lindas e dois sucessos, seja como tenistas ou como o que quer que vocês queiram ser. Titio coruja também já sabe que vocês vão ser inteligentes, espertas, finíssimas, belíssimas e abençoadíssimas por Deus. E com meu histórico de previsões acertadas sobre vocês, mummy Lenny já pode comemorar! :)

Tomara que vocês possam logo trocar esse lugar ensolarado aí por esse ensolarado daqui, pelo menos pra gente se conhecer decentemente. E que vocês sejam tão parceiras no jogo da vida como as irmãs Williams, hehehe.

Beijinhos, besitos e little kisses para vocês, babies!

dia da independência

Sete de setembro, dia da independência do Brasil...

Não, não esperem nenhum discurso patriótico. Até poderia fazer um, eu teria o que falar a respeito, mas continuo meio cansado... E, na verdade, o que vai me descansar é uma outra independência. E eu vou tirar este dia sete pra tratar de acelerá-la o quanto for possível. :)

Besos, bom feriado.


P.S.: Desculpem o post pouco engajado para o dia de hoje, mas eu posso (e espero) tecer comentários mais ponderados e respeitosos sobre este país posteriormente. :)

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Alanis e suas sábias palavras


Já fiz um post falando da Alanis Morissete e da mesma música que eu queria falar neste aqui, "Ironic".

Eu nem vou ficar falando muito não. É só que hoje eu pensei nas malas, nas várias malas que eu andei carregando... e aí quando aparece alguém legal, nem um pouco mala...bom, quando aparece alguém legal eu lembro da música da Alanis.

Yes, indeed it is ironic, gata Morissete!

Mas como você mesma diz, a vida dá um jeito de ajudar a gente. E eu sei que as coisas vão se acertar. Mais cedo ou mais tarde, de um jeito ou de outro, as coisas vão se acertar pra gente.

Beijo pra você.


P.S.: Meu sensor de noção me diz que é hora de parar com esses posts muito personais. Cadê as perguntas, povo?!
P.S.2: A versão de "Ironic" acima é do acústico da MTV. Eu prefiro a original, do CD "Jagged Little Pill", esse aí da imagem. Quem quiser ouvir a versão que eu acho mais bacana pode assitir o vídeo. Besos nada irônicos para todos.

amiga do coração

Eu ando muito, muito cansado e há muita coisa pra eu resolver e decidir e aceitar...

Nessa correria eu nem tenho tido tempo pra dizer pra uma amiga muito, muito do meu coração o tanto que eu amo ela. Eu nem vou escrever o post que ela merece agora não porque tem que ser um senhor post pra dar conta da fofura, da força, da beleza toda que ela tem. Vai então a imagem aí abaixo, que, eu tenho certeza, vai dar a todo mundo a certeza de quem eu tô falando.

Gata-garotérrima, style total-Paris:
Te amo fióta, te amo mesmo que a gente venha tendo dificuldade pra se encontrar viu? BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEESOS!

mantra para setembro

Vamos lá moçada, todo mundo repetindo o meu mantra para o mês. Vamos dar força pra que as coisas melhorem pra todo mundo. É só respirar fundo, deixar o sol bater e repetir:

Hehehe, tá quase, tá quase!
Beijos pra todo mundo.

domingo, 2 de setembro de 2007

final de semana que vai, semana nova que vem...

Gente nova que veio no fim de semana...que venha sempre!

Ótima semana pra nós todos!

sábado, 1 de setembro de 2007

back in 1984...


1984 é um ano importante na minha vida. Aliás, foi né?

Foi em 1984 que eu me dei por gente. De lá pra cá, lembro de quase tudo. Mesmo.

Em 1984 eu já acompanhava o noticiário de política (claro, entendia o que me era possível então).

Em 1984 eu já era responsável pelas minhas notas na escola e já participava das reuniões de pais e alunos, representando ao mesmo tempo os meus ocupados e o vagabinha deles.

Em 1984 eu gostava muito da Xuxa, muito. No "Clube da Criança" ainda. Podem falar, mas ainda gosto. De uma maneira diferente, é verdade.

Em 1984 eu ouvia Sempre Livre, aquela bandinha anos 80 total que cantava "Eu Sou Free". Também ouvia muito B52's, lembro do povo usando brilho no cabelo, totally new wave, hehehe.

Eu lembro da Miss Brasil 1984. Ela era uma paulista a cara da costureira aqui de casa (naquela época a gente tinha a costureira da casa) e eu fiquei revoltado porque a mineira perdeu (hehehe, ai, que dor, não tinha ninguém pra me mandar catar pedrinha não?).

Em 1984 eu ganhei o segundo disco do Balão Mágico, aquele que tinha "Se Namora" e, pior, aquela maldita música do "bigode de foca e do nariz de tamanduá" (eu já tinha o nariz de tamanduá, só não sabia que teria o bigode de foca...Mas, lembre-se, "se é amigo, não precisa mudar", KKKKKKK!!!). Aliás, em 1984 dava pra gostar da Simony. Aliás, em 1984 qualquer criança gostava da Simony.

Em 1984 ATARI era o que havia! Nossa, e como era!

Em 1984 eu já era chato e achava o Lionel Richie a coisa mais cafona do mundo (hoje em dia sabemos que a filha superou o pai, já que esse, bem ou mal, ao menos cantava, enquanto ela...ela... o que ela faz mesmo, please?).

Em 1984 um idiota me acordou bem na hora em que o Michael Jackson virava lobisomem na televisão. Eu devo ter sido a primeira criancinha no mundo que teve medo dele, hehehe.

Em 1984 eu nadei pela primeira vez.

Em 1984 a Luíza Brunet era muito gata.Provavelmente era um "broto" naquela época.

Em 1984 a Maitê Proença era muuuuuuuuuuuuuuuuito bonita! Eu lembro dela com o vestido vermelho em "Guerra dos Sexos" até hoje.

Em 1984 eu era aluno da Tia Heloína, que era super boazinha, mas não tinha a cara da Luíza Brunet nem da Xuxa e muito menos a da Maitê Proença de 1984.

Aliás, em 1984 a Tia Heloína me passou com 99 em "Comunicação e Expressão" (hihihi) porque, por hipercorreção, eu escrevi numa "composição" que o "o urso feliz caiu no BOraco", kkkkkkk! Ela já elogiava meus textos (que só pioraram de lá pra cá, como você pode ver).

Eu lembro bem das Olimpíadas de Los Angeles em 1984. Eu não tinha noção da Guerra Fria.

Em 1984 rolava "Viva a Noite" (Viva! Viva! Viva!, putz!, que tosqueira Jisuis!).

E em 1984 eu assistia muito desenho do Snoopy, que ilustra este post.

Na verdade, na verdade, eu resolvi escrever este texto canseirinha, repetindo 1984 o tempo todo porque em 1984 (ooops!de novo!), sem que eu sonhasse na época, veio ao mundo uma outra parte de mim que tinha ficado numa outra esfera da galáxia. No dia 01 de setembro daquele ano tão saudoso pra mim, Dona Danuza, que nem conhece a Dona Odith até hoje, deu à luz aquela que pra mim só pode ser uma irmã de longa data. O que mais poderia explicar tanta semelhança? Nunca, desde que terminei com Touch Jubelini, eu achei que pudesse haver alguém que me entendesse áté com um único suspiro meu.

Nunca imaginei alguém que tivesse lido a "Coleção da Inspetora", alguém que também detestasse teatro (não os textos teatrais) e musicais e amasse espetáculos de dança como eu... Alguém fun like me, hot like me, freak like me (kkkkkkkkkk!).

Em 1984, no meio daquela gente doooooooida que me cercava e muitas vezes me fazia sofrer, eu não sonhava que um dia poderia ser tão eu mesmo pra uma outra pessoa.

Talvez lá no fundo, de alguma maneira, naquele ano eu soubesse que você tinha vindo ao mundo, minha gata-garota. E deve ter sido isso que me deu alegria pra passar por todo tipo de tosqueira e te conhecer, vinte anos depois e num lugar bem tosco :)

Te amo, mulé. Neste seu níver, pra variar, eu desejo o presente é pra mim: eu peço a Deus que você nunca, nunca enjoe desse seu irmão intergaláctico na luz de tungstênio.

Todo sucesso do mundo pra nós dois!
(Já que o que o que eu desejo pra você você deseja pra mim também, hehehe).


BESOS FIÓTA!!!!!