terça-feira, 30 de outubro de 2007

constatação II

Minina, achei que tava deprimido hoje o dia inteiro. Mas não é que bateu uma brisa no começo da noite e eu me dei conta de que tava era com calor? Valei-nos, Senhor, manda umas chuvinhas aqui pra Tubiacanga pra refrescar nossas cabeças.

nadando

domingo, 28 de outubro de 2007

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

da cor do pecado

Neste blog eu já rasguei seda para as ruivas, já defendi as louras, já exaltei as negras... Não sei se já tive oportunidade de falar da minha adoração pelas morenas :P . Então taí a foto da Nívea Stelmann, numa seção comportada da Playboy deste mês. Nenhum olhinho azul, nenhuma bochecha rosada, nenhum cachinho (pranchado) loiro – nada contra, aliás, mas nada mais clichezento também, convenhamos. Só (?!) um chuchu do tipo bem real e bem brasileiro. E bem bonito.


P.S.: Não consegui descobrir quem foi o sortudo que fez a foto (que é fundo de tela do meu PC atualmente). Se alguém souber, me conta pra eu dar o crédito, please.
P.S.2: Já falei de morenas, sim. Babei ovo pra Natália Guimarães (que não está com o governator, graças a Deus). Aliás, já falei de todas as belezas num mesmo post, em resposta à pergunta de minha leitora "Jacira". P.S.3: Eu sei que a maioria do público deste bluóg é feminina, mas sorry, de vez em quando eu tenho que dar uma equilibrada né?
P.S.4: Tem mais P.S. que texto neste post, cremdeuspai!

everyday is a widing road. Mesmo.

Hola moçoilas e moçoilos. Resolvi aparecer, dar um signal de bida, porque já vi que se eu esperar pra escrever depois que passar o mal estar que me garrou esta semana o blog vai virar história.

Entonces, como disse no outro post, eu literalmente comecei a semana com outra amigdalite e um febrão bonito, bonito. Achei até que era a saudosa gripe Tiazinha, que fez tanta gente suar, tremer, pirar e ver tudo o que queria ver. Tudo bem que eu já perdi o fio da meada do que eu queria dizer, mas isso deve ser normal pro nível de leseira em que eu ainda me encontro. Só pra resumir, podia até estar já melhorzim, mas não, o caxião teve que ir mil vezes na faculdade, todas (novidade) dispensáveis, e a quentura do corpo (do tipo ruim) não passou ainda. A dor de cabeça também não. E a tontura menos ainda.

Na verdade, ruim, ruim mesmo de ficar doente e em casa (bem...sejamos realistas, muito pior é ficar doente e trabalhar no ar condicionado) é descobrir que você não ter televisão a cabo de manhã é pior que garganta inflamada: Deus do céu, o que é aquela Olga Bongiovanni? Ela é pior que ar condicionado junto com amigdalite.

Tô falando nada com nada, vocês já perceberam. Mas é difícil pensar e organizar as idéias quando o menor suspiro à sua volta parece um trovão dentro da sua cabeça. Especialmente quando se tem dois ou três cachorros insanos em casa.

Durante esses dias eu lembrei de uma música que eu adoro da Sheryl Crow. Aliás, dela eu adoro um monte. Falo de "Everyday is a widing road" (a foto acima é uma imagem do clipe). Bom, falar do clipe me lembrou do que eu quero falar. Dos altos e baixos de que a vida é feita.

Sinceramente? Preferia que fossem só altos. Tô com o saquinho bem cheio dos baixos, primeiro porque não são baixos tão relevantes assim (no meu caso, graças a Deus), mas são chatos, e segundo porque não tenho mais talento pra curtir fossa.

Gente, vamo combinar, hoje não vai sair nada que presta desse post não. Escuta a música aí, dá uma olhada na belezura da foto, tirem suas próprias conclusões. Se tem uma coisa que não faço hoje é explicar, hoje o Humberto não explica NAAAAADA. Só quero que passe tudo, todos, logo. Quem não souber inglês, procura tradução no Google, tem a rodo.

Beijo pra todo mundo, nem preciso dizer o quanto minhas braçadas n'água andam prejudicadas....mas eu tenho que continuar, senão afogo.

Coragem, gente, Deus nos dê força.


P.S.: O próximo idiota que me disser que dinheiro não traz felicidade vai levar um murro no meio da cara. E minha mão não é das mais leves.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

hot stuff

Tô fervendo de febre, povo, por isso a falta de posts. Volto assim que melhorar. Besos.

domingo, 21 de outubro de 2007

xucs

Briga comigo não xucs da minha vida, gata-garota de mi corazón :)
E lembre-se, se é Bayer é bom.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

rain down on me

Choveu em Tubiacanga, graças a Deus choveu em Tubiacanga. E choveu à noite ainda por cima. Eu já tava de (quinto) banho tomado, deitadinho no escurinho do quarto, iluminado apenas pelos raios, deixando o vento forte entrar pela janela. Melhor que o som da própria chuva só a Norah Jones que tocou por horas ao pé do meu ouvido...Hum(berto), muito bom...

Noite melhor que essa, só se eu não estivesse sozinho na minha cama. Mas levando-se em conta o quanto eu vinha nadando e os últimos dias que eu vinha tendo, eu até que precisava desse momento “in my own” mesmo. :)

Beijos com Norah Jones pra todo mundo, especialmente pra quem sabe o quanto a música dessa mulher é boa (e eu amo!).

coração saltitante

Este post era pra ontem, quinta-feira. Mas como eu disse no texto aí acima, choveu muito, relampeou um bocado, eu preferi não ser um nerd no computador e fui me deleitar num momento de relax total e reenergizante.

O fato é que o dia de ontem foi muito intenso. Mais até do que o calor que o caracterizou. Por três vezes eu tive até falta de ar. Cheguei a sentir algo que nunca tinha me acontecido antes.

No meio da tarde eu completei uma etapa da natação. Um ponto onde eu nunca tinha chegado antes, mesmo sabendo que uma hora ou outra eu teria que passar por ali. É engraçado como às vezes a gente batalha tanto por uma coisa, rala o fófis no cascalho por ela, investe, planeja, tudo racionalmente...e quando você consegue acaba reagindo feito criança, rindo de um canto ao outro da boca. Meu coraçãozinho véi de guerra batia que parecia que eu tinha virado a esquina e dado de cara com a Angelina Jolie aliviada por ter me encontrado (hehehe). Anyways.

No fim da tarde eu teclei com um amigo bom de papo. E descobri (já devia saber) que ele é muito bom de texto. O cara me enviou um que mexeu com tudo aqui por dentro (ainda mais vindo de quem). Nossa mãe, eu adoraria publicar aqui, mas eu não daria chance pra alguém plagiar aquilo não. As palavras do Mr. são muito boas e eu vou ficar tentando convencê-lo de publicar esse e outros textos de qualquer maneira. Mas, enfim, o heart aqui palpitou um bocado nessa hora também. Acho que não bateu mais porque já tinha tido um dia daqueles.

Agora, sem noção foi a palpitação diurna. Sinceramente, às 6:30h da manhã, eu senti as pernas bambas, o coração batendo feito bateria de escola de samba, a boca seca, e o mais incrível, e que eu nunca tinha experimentado, eu perdi até a fala. O que duas tatuagens não são capazes de fazer... Ai! Será que eu vou dar conta disso?! Tinha aaaaanos que eu não sabia o que era alguém me deixar assim.

Eu tenho certeza que mais textos bons do Mr. virão, eu sei que ainda há muitas etapas na disputa de natação em que eu mergulhei, e eu sei que aquelas tatuagens podem não dar em nada, nada... Mas só de tudo isso ter feito o sangue circular como circulou...tá valendo demais!

Boa sexta-feira, everyone, o final de semana vem chegando, e o baticum dos corações já começa a esquentar os tamborins :)
Tudo de bom pra todos nós!


P.S.: A imagem é do filme "Billy Elliot". Não sei se já disse aqui, é um dos meus favoritos. Se você não viu, vá ver então.
P.S.2: A imagem foi escolhida em referência ao texto do Mr. e o "salto". E também ao tanto que bom heart saltou ontem. E eu sei que "saltitante" parece viadinho, mas um coração que salta pela goela é um coração saltitante, ora pois! :)

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

dias frescos em Tubiacanga...

Os relógios já derreteram. Eu sou o próximo.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

depois daquele beijo...

Não, não, não, leitores, este não é um post sobre amor. Antes fosse. Este é só mais um post sobre os micos novelísticos que só acontecem comigo.

Quem mora em Tubiacanga sabe que este lugar tá quente like hell. Pois bem, ontem eu dei aula a tarde inteira. Na sombra, claro, mas não há lugar onde esse calor não chegue. Pra piorar eu resolvi ir direto pra faculdade – OK, podem zoar – à pé, já que a casa do meu aluno não é tão longe da puke. Putamerda, essas são as decisões erradas que a gente toma na vida. Cheguei derretendo como os relógios do Salvador Dali.

Fato é que eu já tava muito cansado porque nos últimos dez dias eu vinha “nadando” muito, dia e noite, aí dei aula, aí caminhei no calorão até a casa do capeta – e foi lá mesmo que eu paguei meu little monkey.

Eu nem bem tinha chegado na putrifícia e passei por dois professores antigos. Como eu tava muito, muito lesado (e cansado e doido pra comer), eu cumprimentei de leve e fui vazando. Pois a querida prófi me fez voltar e cumprimentá-la direito. Lá fui eu, literalmente quase caindo em cima dela, e dei os três beijinhos que ela queria. Teria sido tudo banal, não fosse o fato de que eu virei automaticamente pra cumprimentar o professor também e lasquei um beijinho na bochecha barbada dele, no meio do pátio!!!

KKKKKKKKKKKKK!!!!! Ai, Jesus, as caras (provavelmente a minha incluída) foram as melhores! Na mesma hora eu perguntei pro pobre do teacher se o certo não seria eu só ter-lhe estendido a mão. Simpático que só ele, o prófi ainda tentou explanar que o beijo no rosto entre homens também é uma forma muito delicada de cumprimento e blábláblá...mas não deu não, minha cara quase caiu no chão. Mas eu confesso que o pouco de força que mês restava no momento foi gasta no tanto que eu ri do meu próprio ridículo. Numa dessas, só rindo mesmo.

Besos (mas não os inconvenientes) pra everyone!


P.S.: Depois daquele beijo... eu nunca mais vou conseguir olhar pra cara do pobre do professor, hehehe :)

muita água pela frente

Mas eu sigo nadando (aff!), nadando... nadando...

domingo, 14 de outubro de 2007

mundo pequeno, mundo grandão

Veio. Sorriu. E voltou pro Velho Mundo.
Foi tudo muito bom. De verdade, tomara que se repita.
Beijo pra você.


manda a vaca pro brejo!

Já ouviu falar da “parábola da vaca”? Não, não tem nada a ver com aquela égua que pôs aquele porco no mundo. É outra vaca. Enfim, tava fuçando uns outros blogs aí enquanto pensava na vida e em um deles achei uma menção à tal parábola da vaca. Fiquei curioso e, na procura, achei essa versão no Google (já disse o quanto eu amo o Google e seus correlatos?). Enfim, dá uma lida:


Parábola da Vaca

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.

- O senhor vê aquela vaca?, disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá o leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses (e aos alunos com cérebro da puke), apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaquinha.

Indignado, porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo (coitada da vaca!).

Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas.

Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos (hehehe, meio biba essa descrição, não?) comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. “Devem estar mendigando na rua”, pensou o discípulo.

Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.

- Claro que sei. Você está olhando para ela.

Incrédulo, o discípulo afastou-se do portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

Moral da história: Às vezes é preciso perder para ganhar mais adiante. É com a adversidade que exercitamos nossa criatividade e criamos soluções para os problemas da vida. Muitas vezes é preciso sair da acomodação, criar novas idéias e trabalhar com amor e determinação.


Conta só pro Humbert aqui: Você é capaz de identificar as vacas da sua vida? Você tem vacas na sua vida? E, mais ainda, você teria coragem de jogar o vacaril penhasco abaixo?

Eu tenho duas vacas. Uma de longa data e outra que também já ta ficando bem mocinha. E eu SEI que elas vão rolar pelo despenhadeiro muito, muito em breve, porque elas já tão me dando muito mais prejuízo que conforto. Pior que fazer a gente se acomodar, essas éguas dessas vacas tornam a gente uns cagões.

É, gente... a vaca é bunitinha, a vaca é bem intencionada... mas é uma vaca! Se você tiver só uma (e não umas 500.000 cabeças delas), empurra no penhasco! :)

Besos, boa semana pra todos nós.


P.S.: Nossa, perdendo a força, mas ainda nadando... Tem que nadar, né nao?
P.S.2: Fala a vera, a psicologia desse blog tá cada mais barata, hehehe...

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

we've got ourselves a universe

Há umas duas semanas a MTV vem exibindo num programete chamado "MTV de Bolso" todos os clipes que foram sucesso ano a ano desde 1990, quando a emissora foi lançada no Brasil. É muito, muito engraçado (nem sei se engraçado é a palavra)... Na verdade, tem sido muito bom porque é uma revisão da minha vida, de boa parte da minha vida (e acho que da de qualquer um que esteja assistindo).

Eu ri tanto quando vi o topete dos "New Kids on the Block", lembra? Todo mundo queria ter um igual. E no ano seguinte todo mundo era grunge! Depois, na edição que fazia referência ao ano de 1993, tocou o clipizinho daquela "What's Up?" que tooooodo mundo cantava (e depois tooooooodo mundo gelou quando fez 25 anos de fato – não eu, claro, que não fiz ainda). Passou por "Mr. Jones", em 1994, e por outras tantas e tantas músicas boas nos anos seguintes que fazem a gente pensar que não só a música, como a vida era menos estúpida que hoje em dia. A gente realmente vive uma Era Bush (! Conclusão mais genial desde que esse blog começou!).

Enfim, hoje eu acordei com uma hora de clipes de 1998, um ano particularmente problemático (e "solucionático") na minha vida. Nossa, eu nem sei o que dizer. Quando tocou "Ray of Light", da Mamoçça, eu tive a certeza de que tá na hora de vazar mesmo. Eu vi que já vivi muita coisa, mas ainda tem muuuuuuito mais me esperando pra viver, tem um universo inteiro pra alcançar. Deep inside tem muita luz ainda pra brilhar.

Bora ser feliz, galera, bora irradiar felicidade por aí porque o mundo tá precisando.

Besos pra everyone, bom feriado, divirtam-se!


P.S.: Pena que a foto mais bacana que eu achei tá em preto e branco, pois em poucos clipes a cor é tão o que há como nesse... Mas zuzo bem, né? :)

terça-feira, 9 de outubro de 2007

nadando contra a corrente

Eu continuo nadando. O trajeto até o final prova é longo, as braçadas que eu tenho que dar são muuuuitas. E mesmo havendo uma chance de que eu chegue bem ao final, é incrível o número de pessoas tentando me botar pra baixo (d'água, por que não?). Eu me pergunto o que as pessoas ganham quando tentam minar os projetos das outras. Tem até aquelas, boazinhas, boazinhas, que só querem te poupar de sofrimento e impedir que você "quebre a cara".

Vou dizer só uma coisa: Ainda que eu morra na praia, eu vou nadar. E nadar. E nadar mais ainda. Porque Deus me deu pernas e braços fortes pra isso. Porque eu não sei por que eu deveria ouvir gente tão fraca, que precisa diminuir os esforços dos outros para se sentir forte. E, sobretudo, porque o nadar, por si só, já me dá muito, muito prazer.

Você, caro leitor, que tá aí pensando em fazer algo que gosta, mas não tem coragem, que tá na dúvida: Vai com tudo! Vai que a vida é sua, e se não vai fazer mal a ninguém, não há de fazer mal justamente a você. Não dê ouvidos aos murrinhas que possam estar te rondando. E lembre-se que mesmo numa prova de natação, onde você batalha sozinho, tem sempre alguém, ainda que de longe, torcendo de verdade por você.

Besos, everyone, eu sei que ficou um texto BH FM demais, mas eu tava doido pra dizer isso. :)

domingo, 7 de outubro de 2007

tpm (tensão pré-Monday)

Eu nunca gostei muito de domingo. Bom, na verdade nunca gostei daquela sobra de domingo, aquela que começa depois do almoço. Porque do domingo em si, aquele dia que vai até o fim do almoço, eu até gosto. Nunca consigo acordar suficientemente cedo para aproveitá-lo, mas desse eu gosto.

Domingo é um dia meio canseirinha. Porque é um dia em que você até pode ficar em casa, mas não vai poder fazer nada do que gostaria de fazer em casa quando está se matando de trabalhar. Nem "Vale a pena ver de novo" passa no domingo.

Pra mim, que sou meio vampiro, é uma leve tortura, porque eu capto as energias à minha volta e nesse bendito dia tá todo mundo numa leseira ou coisa do tipo. Depois do almoço, então, putz!, haja força pra não desabar de vez.

Domingo já foi pior, é verdade: Quem, me respondam QUEM, nunca teve piriri só de ouvir a musiquinha do "Fantástico"? A Isadora Ribeiro já foi o sonho e o pesadelo de muita gente ao mesmo tempo. E não é da minha época, mas me contam que o Sílvio Santos tinha um programa de calouros tarde da noite no domingo, e quando ele gritava "Vai maestro!" era porque o dia tinha acabado mesmo! E aí a dor de barriga era intensificada.

Tem gente, a maioria das pessoas, eu creio, que não gosta do domingo porque depois dele vem a segunda-feira. E eu sei que essa é só mais uma das minhas anormalidades, mas pra mim o alívio é justamente pensar que depois do domingo, graças a Deus, vem a segunda-feira (Jisuis!, serei eu um workaholic anônimo?!).

Enfim, hoje é domingo, o dia vai acabar e, como na música canseira (como domingo) do também canseira Biquini Cavadão, eu só escrevo besteira. Eu sonho acabar domingo, sim, mas pra começar segunda-feira!

Besos pra todo mundo, principalmente pros meus amigos que ralam horrores e vão me matar ao ler isso.
Uma ótima semana pra todos nós!

P.S.: Domingos pra mim, só meu eterno sogrão.
P.S.2.: Still swimming, swimming, swimming! Todos os dias da semana!
P.S.3: Saudade da Pit, com seu retrato da "inacabada" atual geração de 30 anos :)

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

up people

Ser uma pessoa pra cima é uma questão de talento. Veja bem, não me refiro àquele tipo insuportável de criatura que está sempre falando alto, sempre fingindo que tá tudo ótimo, que tudo é farra. Não me refiro ao tipo efusivo de pessoa.

Eu falo de gente que consegue ver sempre o lado bom das coisas, mas que é sensível à situação das outras. Gente que, sem fazer esforço, te bota pra cima quando você tá pra baixo. Gente que percebe que você tá mal, aliás, mas não dá corda pra sua deprê. Gente com o papo bom, com o espírito leve, gente que te dá prazer só de estar perto de você.

Enfim, não é qualquer um que consegue ser assim. Eu, por exemplo, sempre levanto, mas justamente porque eu tropeço de vez em quando. A mulherada que eu conheço, então, nuh!, posso abrir uma empresa de guindaste emocional pra dar conta dessas moçoilas. :)

Eu conheço (...) uma pessoa que é up total. Curiosamente, nunca estive com ela. Conversamos muito, há alguns meses, e fico admirado com a consciência que essa criatura tem de que a vida vale e é bacana. Vai ver é por isso que ele tem tantos fãs.

Eu tô correndo, tô nadando, mas rápido passei por aqui pra falar desse sujeito, que, mesmo sem saber, tem me dado gás pra continuar na disputa.

(Como ele mesmo diria) Para o alto e avante!, povo.
Beijos, bom final de semana pra todos nós.


P.S.: Não achei foto de uma up person, tudo bem um up dog, né? Hehehe.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

terça-feira, 2 de outubro de 2007

pergunta de invejoso

Tava vendo uma entrevista com o João Moreira Salles no "Observatório da Imprensa" agori(li)nha mesmo, na TVE. Cara bacana ele, o Alberto Diniz tava quase explodindo de tanta felicidade. Com o perdão da comparação, parecia a Hebe Camargo entrevistando a Luana Piovanni.

O Jão falou muito da revista dele, a Piauí. Muito bom.

Ficou só aquela dúvida de sempre pra mim: se ele tivesse nascido ali pelas bandas do bairro Guarani, do Primeiro de Maio, aqui em Tubiacanga (agora só me referirei a esta roça dessa maneira), filho de Zé Ninguém e Maria Nada, será que esse cara seria esse "gênio" todo, "tão" querido e "tãããão" foda?

Anyways, antes assistir à entrevista com o gênio João Moreira Salles, que pelo menos é sensato e humilde (e não tem culpa de ter nascido rico – ai, eu com uma culpa dessas!), do que perder meu tempo vendo aquela boxta com o sugestivo nome de "Toma lá, dá cá", obra do (esse sim, muitas aspas) "gêêênio" Migué Falaguéla.

Bon soir, bon jour pra everyone.


P.S.: Se eu tivesse nascido rico também tava rindo à toa. E provavelmente não teria um blog, teria uma revista, hehehe!

foi dada a largada!

E eu tô nessa. Totalmente nessa.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

mantra pra outubro!

Vamo lá galerinha, todo mundo se concentrando no mantra do mês de outubro, pro mês ser fodinha (de bom!) pra todo mundo! Respira fundo, maozinha no joelho (sem dar uma abaixadinha, por favor), pensamento positivo e, e, e...
Hehehe, tá chegando, tá chegando!!!