quinta-feira, 22 de maio de 2008

é uma zona...

Ontem eu cheguei cansado, véspera de feriado... Tava doido pra ir pra nite, mas desencontrei de todo mundo, achei melhor tomar aquele banho caprichado e dormir até não dar mais conta.

Aí, na hora de desligar a televisão, pimba!, Leila Lopes no Jô Soares. Eu tive que ver.
Bom, várias observações.

Em primeiro lugar, eu tenho que comentar essa indústria porn-star brasileira. É meio tosco demais isso, não é não? PelamordeDeus, até o Cumpadi Washington vai fazer filme!

E pra mim o que é mais tosco é a maneira como essas produtoras usam da imagem de outras pessoas, que não fazem filme, pra ganhar dinheiro. Na putaria em si eu não vejo problema, afinal é dela que nasce todo mundo e quase todo mundo gosta. Mas eu acho uma sacanagem – no mal sentido –, por exemplo, filmarem o Cumpadi Washington comendo uma loira e uma morena (OK, imaginar o Cumpadi Washington comendo qualquer um já é escrotice o suficiente, mas pôr uma “Carla Perez” falsa é foda – no sentido ruim, também).

Daí a ex-namorada do Ronaldinho dá pra um clone do Ronaldinho, e uma cover da Lacraia faz um pornô e até a capa do negócio põe chamada como se fosse a Lacraia de verdade, e a cara de pau da mulher que nunca foi paquita na vida faz filme vestida de paquita e depois diz no “TV Fama” que não sabe por que as pessoas acharam que ela já foi paquita. Enfim, podreira demais, não?

Com relação à Leila Lopes, eu sinceramente tava meio com dó. Eu lembro quando a Leila Lopes era atriz globífera. Ela era até bonita, não tinha a botoqueira que tem nem era esticada no pescoço como é agora. Mas ela já era um tipo meio doida, eu lembro que a Playboy dela, de março de 1997, foi considerada na época a mais ousada feita por uma atriz da Gróbis até então.

Mas então, daí eu fiquei foi meio com dó. Sabe lá Deus em que situação essa mulher tava. Claro, seguramente podia fazer mil outras coisas. Mas também já não emplacava nem novela do SBT. E daí todo mundo se acha no direito de meter o pau – nossa, eu juro que os trocadilhos têm saído involuntariamente.

Anyways, são hilárias mesmo as afirmações dela de que “o filme causou comoção mundial”, que ela escolheu o ator pelo “Physique” etc. Mas os comentários do autor Walcyr Carrasco, ah, me poupe! Se ele estava assim tão preocupado com ela por que não arrumou um papelzinho pra ela. O Maurício Mattar é muito pior e teve papel em “O Profeta”, por exemplo. Sem contar o Rodrigo Phavanello, que eu nem vou comentar. E ainda vem com esse papo de “fama como vício”, qual é?, e ele, autor de novelas, vai criticar a indústria da fama? Por que ele não vira auxiliar administrativo então? Eu penso que chutar cachorro morto pode ser uma atitude mais indigna que fazer um filme pornô.

Bom, daí ontem a Leila Lopes foi no Jô. Eu nem gosto muito do apresentador, não, penso que ele se acha demais. Mas considerei bacana ele dar espaço pra ela falar. Não deixou de fazer piadinhas, mas não a tratou com indelicadeza em nenhum momento. Mostrou cenas de quando ela fez novelas na Globo, foi super isento. Mostrou cenas (light) do filme (que eu vou ver de curiosidade, mas me parece tosco, sim, sorry). Ela falou, pareceu até bem normal, expôs o ponto de vista dela na boa, viajou na maionese que lhe cabe. Enfim.

O que rolou no “Programa do Jô” foi que alguém resolveu ouviu o que a Leila Lopes tem a dizer. Se quiserem julgar, que julguem. E no mais, como diria a Deize Tigrona, a Leila que dê pra quem ela quiser porque a porra da buceta dela é dela e pronto.

Acho que é isso.
Mas, “famosos”, peguem leve aí, né? Esse nigucim de pornô é literalmente meio foda. Então deixam pra fazer só em último caso.

Besos pra everyone!


P.S.: Pero como no soy santo, aí vão meus palpites dos próximos que vão apelar pro filme pornô ou pro “filme adulto com história”, como descreveria a Leila Lopes:

1) Aquela que já foi vocalista de uma banda infantil dos anos 80 que inspirou um certo padre a voar.
2) Aquela que já foi casada com um certo animalzinho do forró.
3) Os mais esquecidos dos Big Brothers.
4) Um ex-band boy brasileiro que engolia pilha e escova de cabelo (convenhamos, um cara que consegue engolir – e pôr pra fora! – uma escova tem tudo pra se dar bem num pornô gay).
5) Algum ex-marido de uma apresentadora matutina da Gróbis (com uma sósia dela).
6) Aquele que só pensava em dançar, dançar, dançar e em beijar, beijar, beijar (dá até pra imaginar o nome do filme).
7) Aquela mulher que derrubou um prefeito de uma certa cidade style no mundo.


Enfim, podre, né?

2 comentários:

Sarah disse...

Tá aí uma coisa que deve ser tenebrosa, ser sem nunca ter sido (celebridade).Aliás, ser celebridade deve ser pavoroso, sempre achei. Sinto calafrios só de pensar.Mas nada justifica esse degringolar a que algumas pessoas se entregam.Muito ruim.
No caso da LL, deu dó mesmo. Muito, muito findicarreira mesmo.
Aliás, sempre achei ela meio estranha, parece que tem uma pregador de roupas invisível no nariz.

Humberto disse...

Hehehe, parece mesmo.