domingo, 15 de junho de 2008

antes só do que mal acompanhado

Eu estou numa fase mais light de filmes. Não sou muito de comédias, muito menos essas menos críticas, mas estou num momento de me deixar rir de bobagens absolutas.

Semana passada eu peguei “Saneamento Básico” pra assistir, mas infelizmente eu tava pingando de sono e dormi antes que o filme rolasse. Parecia engraçadinho.

Este fim de semana peguei “O virgem de 40 anos” pra ver. :P
Eu tinha visto um pedaço na TV a gato, mas, de novo, o sono não me deixou chegar até o fim (eram umas 4h da madruga). Anyways, aluguei o DVD pra ver começo, meio e fim. Sinceramente? Ri! E ri um bocado das bobagens mais bestas, adorei a gerente da loja, o finalzinho "broadway" e a galera que mais parecia minha turma de colégio. Falei que achei “Sex and the city” muito “mulherzinha”, esse é bem “hominho” (de 17 anos, mas hominho). Vai saber, acho que tô numa fase mais toscosterônica também. :P

Mas como não deixo de ser eu, peguei um draminha também. Vi o argentino “O filho da noiva”, que faz parte daquela safra de filmes bons de 2005 que eu já citei aqui. É um filme bem bonito. Mas eu acho que tô numa fase mais besta mesmo, então sobrevivi.

De todo modo, foi justamente do “O filho da noiva” que saiu esta pérola que deixo aqui pra vocês. Num determinado ponto, o protagonista (meio mala) resolve terminar com a lindíssima (e bacana) namorada. Quando começa a querer se explicar, ele recebe dela a seguinte resposta:


“Espere. Não explique. Eu pensei muito. Não estou certa se estou apaixonada por você. Sempre soube que você não tem o Q.I. do Einstein nem o dinheiro do Bill Gates. Você também não é nenhum Dick Watson. Mas eu me apaixonei, não sei por quê. Eu larguei a terapia porque sabia que em menos de um ano deixaria de te querer. Mas me apaixonei. Agora já não tenho certeza. Eu não acho que você seja quem eu pensava... que você era. Agradeço muito que não queira brincar comigo. Seja como for, eu não deixaria isso acontecer. Porque eu tenho valor. Entendeu? EU tenho.”


Não é lindo? Seria uma ótima resposta se alguns telefonemas fossem atendidos, eu acho.
Boa semana pra everyone. Sejam felizes por vocês, não por outra pessoa.


P.S.: Aceito dicas de filmes leves. Qualquer um, desde que não sejam frescos.
P.S.2: Só pra constar, depois da resposta da belíssima Naty, Rafael, o filho da noiva, diz apenas: “Quem é Dick Watson?”
P.S.3: É, aquele nick de msn que eu li quarta-feira passada estava certíssimo. Realmente, “antes só do que mal acompanhado”.

8 comentários:

Anônimo disse...

Nossa, Humberto... A vida realmente acontece é na real. Seus piores e melhores momentos também. Não adianta ensaio. Mas Apesar de ser ficção, essa resposta veio realmente a calhar para aqueles momentos em que a gente precisa abrir a boca e dizer algo decisivo, que pare de nos fazer ficar andando em círculos, que mude o rumo da vida da gente e nos faça decidir que caminho tomar. Tava precisando ler algo assim, encorajador. Aderi totalmente, ate porque também tenho valor.
Beijo, querido.
Jana

Caroline disse...

Adorei essa frase.

Vou guardar, pois se um dia precisar usar...

Abs.

Polly disse...

Belo discurso de interrupção de uma desculpa esfarrapada masculina!!! Melhor é você revelando que, se os telefones atendessem a gente poderia usar a frase...rs.

Quando eles ligarem...a gente usa! rs

Beijos,

Humbert, o cinéfilo disse...

Fico realmente happy quando me dou conta de que as bobagens que eu escrevo valem pra alguma coisa. Isso só me motiva a escrever mais. :) :) :)

Thanks todas vocês, todos vocês, que dão uma passadinha aqui no "o humberto explica". Really, thanks!

P.S. de COment:
O filme é bem bacana, vale ver. E a atriz Natalia Verbeke é adorável. Agora, se alguém for assistir, me liga antes pq eu tenho que dar uma dica importante.

Besos!

Humbert, o cinéfilo again disse...

Esqueci de reforçar, a parte do "EU valho" no filme é linda, porque deixa MUITO claro quem é que NÃO vale.

Sarah disse...

Céus, quem é Dick Watson? :P

Sarah disse...

Eu quero porque quero assitir aquele filme: "A menina do fim da rua..", cujo livro já li milhonésimas vezes mas o filme não acho...É muito sinistro, desconhecido, anos oitentíferos demais.Conhece, Humberto? Eu quero!

Humberto disse...

Minina, e vc acredita que eu já vi?! Tem aaaaaaaaaaanos. Acho até que preciso ver de novo pq qdo eu era adolescente eu detestei. Provavelmente viajei n'alguma maionese, hehehe.

Vou tentar ver de novo.
Bjo.