quinta-feira, 18 de setembro de 2008

tchAU-tchAU

O post de hoje era sobre o filme “Ensaio sobre a cegueira”, que eu assisti ontem. Mas o branco do filme nem deu graça porque hoje o branco que me interessa cansou esta manhã. Aliás, descansou.

Por uma dessas surpresas ruins da vida, meu nenenzinho branco encheu de gente burra na Terra e foi pra lugar melhor.

Ele deixa vários tios e seus dois priminhos muito tristes, mas também parte deixando a lembrança de que rir é o que há, estar sempre feliz é o que importa e que dar “high fives” é legal pra cachorro.

Particularmente para este tio, ele parte ensinando que a gente não deve deixar as superficialidades do dia-a-dia nos fazerem esquecer de quem a gente ama (e que muitas vezes a gente não vê por “falta de tempo”). Porque a gente não sabe mesmo do dia de amanhã. A gente não sabe de nada. E, principalmente, porque este tio aqui não se conforma de não ter dado boa noite pra ele ontem.

Tchau, neném cadeirudo, não esquece que o titio te ama.

Não tem muito o que dizer, não.
Abraços sinceros pra todos.

6 comentários:

Caroline disse...

Nossa amigo! Que chato. Eu não gosto de cachorro, mas achava ele tão bonito.

Abs.

Débora disse...

Humbert, se eu disser pra não "ficar assim" estaria sendo outra pessoa porque eu AMO cachorros e você sabe o quanto.Todos nós temos nosso tempos na terra..inclusive os dogs.Pense que você foi privilegiado de ter conhecido e podido desfrutar da companhia dele. E mais privilegiado ainda por ser capaz de amar um animalzinho. Hoje em dia as pessoas não tem tempo de amar nem elas mesmas, ainda mais os animais.

Se precisar te empresto meu Schnawzer com cara de Poodle..rs

Beijinhos de gengiva :))

Helena disse...

Que ruim, Humberto! Sou totalmente solidária. bjos

Humberto disse...

Thanks gatas, é foda, mas paciência, né? Não tem muito o que fazer nessas horas não.

Ele era muito e sempre animadinho, então eu prefiro não render tristeza. Ele odiava cara de merda. :)

De vera, thanks pelo apoio.
Besos.

Polly disse...

(com os olhos cheios de lágrimas) nem tenho o que dizer, já vivi esta perda uma vez e o meu velhinho de 10 anos, fiel companheiro, tá aqui ainda...graças a Deus e mal posso imaginar que cedo ou tarde isto possa acontecer com ele.

Eles sempre têm muito o que ensinar pra gente...sempre.

Humbert disse...

Ai, Dona Polly, sem trocadilhos caninos, é osso...

Este fim de semana eu fiquei em casa, foi mais nítida a ausência dele. É tudo muito estúpido, num dia meu neném da pata gorda tava lá, no outro não tava mais. Fazer o quê, né?

Aproveita seu filhote aí, dez anos é um bebê! Meu Plutón viveu quase 16 anos. O Ralph, tadinho, tinha pouco mais de 4 anos.

Bom, é assim mesmo, eu acho. E eu tenho mais dois nenéns aqui pra dar e ganhar atenção.

Bjo.