sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

enigma

O título original deste post era "não, não, não, dez vezes não". Mas...

EXCELENTE FIM DE SEMANA PRA TODOS NÓS,
PORQUE NÓS TODOS MERECEMOS.

Besos.

pérola televisiva V ("Duas Bolas")

Eu não sou aquele tipo de brasileiro que renega novela. Eu assisto mesmo. Assisto, mas desde que eu goste do conjunto, claro. Ultimamente, por exemplo, não tenho dado conta de chororô de novela – neeeem, chorou, eu mudo de canal na hora, preguiça danada. Tudo bem, chororô é vital pra novela, mas eu, EU, cansei.

Anyways, como eu disse, meu saco pra novela anda bem cheínho. Eu tenho visto a das seis, “Desejo Proibido”, que, como também já disse anteriormente, é engraçadinha, levinha e tal, não me torra muito (mas o sotaque “mineiro” mega-forçado da Débora Evelyn me torra bastante). Agora, o resto tá difícil. Tá difícil inclusive aquela minissérie nova, “Queridos Amigos”, uma verdadeira querida preguiça (que saudade da Deusuith, ano passado, em “Amazônia”).

Anyways mais uma vez, novelinhas canseiras pra lá, séries malas pra cá, nada supera a novela das oito (ou nove) horas atual, que chamarei de “Duas Bolas”. Sim, porque ela é um SACO! Como pode uma novela ser tããããããããããããããão mala? Putamerda, não pode! A novela é tão chata, mas tão chata que parece até novela no Manoel Carlos (tem até a carismáááática filha dele no elenco!).

É até difícil acreditar que um cara como o Agnardo Sirva, um homem que responde por obras como “Roque Santeiro”, “Tieta” e “Pedra Sobre Pedra”, seja o autor de algo tão ruim.

O vilão dá preguiça. A mocinha (que a gente quase esquece que é a mocinha) dá preguiça. Gente, o par da mocinha é o Marcos Winter, olha que tristeza! Daí tem a Alinne Moraes, linda, mas até a vilã dela chega a dar uma preguiça. E o filho do vilão com a mocinha só podia dar em? Claro, uma criancinha chatinha!

A novela faz umas críticas baseadas nuns estereótipos que, nossa, ninguém merece, não. A crítica à esquerda brasileira é mais hilária que as matérias da Veja. A personagem da Sharon Menezes, que parece ser uma crítica até válida às pessoas que renegam a própria raça, acaba ignorando também a miscigenação brasileira (que, aliás, vai deixando de ser traço cultural do país e se tornando pecado maior a cada dia). Por outro lado, o líder estudantil, provavelmente usado para criticar algumas vertentes do movimento negro, também é ridículo e só serve para criar antipatias a uma causa séria. É tudo tão superficial que chega a ser exageradamente superficial até pra novela.

A faculdade particular da novela (aparentemente a única faculdade no Rio de Janeiro da novela) vive de conceder bolsas pra todo mundo (KKKKKKK, isso é engraçado, eu confesso). A favela inteira estuda lá! E o cabelo da Suzana Vieira, o que é aquilo? E a Renata Sorrah, que é outra mala na novela? Por que não ressuscitaram a Nazaré, de "senhora do Destino", era muito mais legal! Daí a faculdade particular poderia ser aquela que tem aqui em TuBHcanga, lá no Sangaba, e a Naza ia surtar no meio de tanta A.N.. Ai, gente, e a Marília Gabriela?

Pra fechar, vá lá: nada, NADA, é pior na novela “Duas Bolas” que o “romance” entre as personagens do Antônio Fagundes e da Flávia Alessandra. Ai, dá preguiça, dá nojinho, é meloso, é muito nada a ver, é o fim completo! E o jeito que começou, algo tipo o cara quis a mocinha que dançava no poste, ela então teve que se apaixonar por ele. Aí não dá, né?, não há defesa que se possa fazer a novela nenhuma com um enredinho fraco como esse.

Enfim, é muito chata. Eu até agradeço. Porque aí fica mais fácil partir pra outras atividades mais interessantes, que poderiam ser facilmente listadas por meus leitores. Semana passada, por exemplo, resolvi reler meu livro favorito, “Dom Casmurro”, também chamado por mim de “Dom Cassoco”, do Machadão.

De todo modo, como disse, eu gosto de novela, de novela boa, com trama bem desenvolvida, boas atuações. Quem não gostava da Bebel, de “Paraíso Tropical”? Ou da Perpétua, de “Tieta”?

Vejamos o que virá. Ou não.


P.S.: Não custa fazer uma ressalva positiva: Marília Pêra, como sempre, está um espetáculo. Vá lá, há atores e personagens que se esforçam, como a Debora Falabella, o Lázaro Ramos, sempre bacana, e as novatas Cris Vianna e Juliana Alves, que interpreta a Gislene. Mas no geral, a novela é um saco mesmo, não há escapatória.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

here she comes

Meus dias andam meio corridos, depois das notícias de hoje serão ainda mais ocupados. Mas eu não gosto de passar sem postar, então vai aí uma versão ultra-micro de um post que foi "vetado" um tempo atrás por uma consultora do blog.

Só queria dizer que acho linda, linda, linda a atriz Cris Vianna, que interpreta a Sabrina na (chatííííííííííssima!!!) novela "Duas Caras", da Gróbis. Na verdade mal, mal era justamente o núcleo onde ela participava, a casa da Marília Pêra, que salvava (mas aí ela foi parar na casa do vilão...).

Anyways, a novelinha é um saco (e disso eu falo depois), mas eu fico na torcida pra que a personagem da Cris, que atua muito bem, ainda cresça um pouquinho. E fico ainda mais na torcida pra que uma hora dessas esse espetáculo de mulher consiga um papel de protagonista (se Deus quiser, numa novela das oito muito menos mala que essa).


P.S.: Vale lembrar que Juliana Paes também começou fazendo a empregada da família rica numa novela das oito (e do Manoel carlos, hein, conseqüentemente uma novela muuuuuuuuuuuuito mais chata que essa).
P.S.2: E aí Dona Nova, não seria Cris Vianna uma excelente escolha pra ser a primeira negra na capa da revista, finalmente?
P.S.3: A foto é da revista Raça deste mês. Cris é a estrela da edição deste mês.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

sobre o dia que vem, sim

Hoje eu recebi uma ligação de uma amiga, aflita pela enésima vez, cansada de ser sempre a vice, sempre aquela que fica em segundo lugar, cansada de sempre nadar, nadar e morrer na praia. Bom, o Humberto de fato explica dessa vez! Querida amiga: digita "nadar", "natação", "nadando" ou coisa afim aí no espaço de busca do blog e você vai ver o que é ser vice. Sem comentários você ME ligar pra falar o quanto é ruim chegar tão perto de algo que você merece, e sabe que merece, mas não conseguir. Zuzo bem, eu te dou um crédito porque eu sei o quanto é ruim. Eu mesmo ainda estou me recuperando da última "morrida" na praia, que, aliás, todos os leitores do blog puderam acompanhar por meses.

Anyways, repito aqui o que disse no telefonema: Dê tempo ao tempo. Parece o top-cliché, mas é a vera mais pura. E lembra também daquilo que a minha amiga Bruna disse, "o que nos parece a pior coisa do mundo hoje pode ser, no fim das contas, a melhor coisa que podia nos ter acontecido".

Por fim, se nada disso lhe valer, dá uma olhada nessas "vices" aí abaixo. Seguramente, se não te animarem, vão te fazer ver as coisas com um outro olhar.

Besos pra todos e obrigado pra Christiane, pra Maíra e pra você mesmo, Dona Carol Malho, que ligaram ontem pra me dar os parabéns pelo post número 200. Não vou nem comentar a atenção do restante (aff!).



Liliane ferrarezi, segundo lugar na final internacional do Super Models. Uma das tops brasileiras mais bem sucedidas da história da moda. Capa da Glamour italiana. NINGUÉM no mundo sabe que fim tomou a alemã que ganhou.



Natália Guimarães, segundo lugar no Miss Universo de 2008. Que fim tomou aquela japa sem sal?



Grazi Massafera, três vezes mencionada neste blog só este mês, dando muito bem conta do recado como atriz, ganhando cada vez mais espaço e respeito: segundo lugar no Big Brother Brasil 5. Se alguém souber, o que eu duvido, por favor não me contem o que anda fazendo a simp(antip)ática criatura que ganhou o um milhão do programa.



E, pra fechar, Gisa Bündchen, segundo lugar, aos 14 aninhos, do "The Look of the Year" nacional, em 1995. Preciso dizer alguma coisa?

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Bebê Johnsons

SMILE

Not too far from our gray cities,
There are skies so clear and blue,
There are beaches, there are valleys,
Where the sweet sun shines on you.

So, count your garden by the flowers,
Never by the leaves that fall;
Count your days by golden hours
Don't remember clouds at all.

Count your night by the stars, not shadows,
Count your life with smiles, not tears,
And with joy through all your lifetime
Count your age by friends, not years.

Segundo minha tia, a criatura era mais ou menos assim, como o baby aí no topo, quando veio ao mundo, já numa nite de sexta-feira. Ela repete isso sempre, coitada, acho que de tão chocada com o que o bebê loirinho ("filho de rico") se tornou :)

Na época da Tom, o unique Marlão chegou à conclusão de que quando eu nasci o médico não conseguia me fazer chorar só com o tapinha na buzanfinha branca; Daí, segundo a teoria de Mr. Marlon Brandão, o obstetra pensou rápido, pegou a Nova da enfermeira que tava por ali e, bang!, bateu com a revista nas minhas saudosas polpinhas de neném (quando eu, finalmente, abri o bué e mostrei a que vim).

Hehehe... Se foi mesmo assim, o médico que teve a honra (ou a insanidade) de puxar ao mundo este blogueiro usou a "singela" edição aí abaixo:
s

Já falei demais. Bons 25 pra todo mundo. And thanks, anyways.
f


P.S.: O simpático textinho acima, lição pros meus alunos do básico, é (ou ao menos está no livro) de Amadeu Marques.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

pérola televisiva IV (preparando a massa)


"We are the angry mob,
We read the papers everyday.
We like who we like, we hate who we hate,
but we're also easily swayed."

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

a ruiva da NOVA

Atendendo a pedido, vai aí uma fotinha da Andréa Coimbra. Não conhece a Andréa Coimbra? Rura? – (jura com sotaque espanhol). OK, não se preocupe. Você até já deve ter visto muito a Andréa, mas é normal se não lembrar.

Essa gaúcha, lindamente ruiva, foi umas das vencedoras do extinto concurso "Seja a capa de Nova". E como prêmio ganhou essa, que, pra mim, é uma das capas mais bonitas da história da revista – clicada, aliás, pelo saudoso José Antônio, pai da top fotógrafa Nana Moraes (a capa acima, de março de 1990, foi uma das últimas capas do fotógrafo para a revista).

A Andréa fez, e ainda faz, muita publicidade. Já perdi a conta de em quantos comerciais e campanhas eu já a vi. No meu trabalho sobre a publicidade em revista femininas, por exemplo, tinha dois anúncios com ela. O que eu consegui apurar sobre o que ela anda fazendo é que se tornou empresária no ramo da perfumaria, segundo informa o site da revista Cláudia.

Não dá pra dizer que Andréa foi uma das tops dos anos 90, porque em meados desses anos já comaçavam a despontar Gisele, Isabeli Fontana, Ana Beatriz de Barros, Alessandra Ambrósio, enfim, toda essa leva de fodonas que a gente conhece bem hoje em dia. Mas a Andréa foi, sim, uma modelo muito bem sucedida. Mas ela fez um monte de capas, vááários editoriais de moda, se tornou uma figurinha conhecida por todo mundo que gostava de revistas.

Seguramente, tem seu lugar garantido nas minhas lembranças das modelos dos primeiros anos da década de 90, época de Cindy, Naomi e Lindas Evangelista. A Andréa pode até não ter se tornado uma mega top internacional, como suas sucessoras, mas os tempos ainda eram outros para as modelos brasileiras. De todo modo, seu brilho e seu profissionalismo com certeza ajudaram a tornar a profissão de modelo mais respeitável (e o caminho das sucessoras mais dourado).

Enfim, fica aí o registro pra quem pediu. E fica aí o reconhecimento a mais uma pessoa bacana que construiu sua história com talento e com muito trabalho.

Besos.


P.S.: Sim, sim, ainda adoro revistas e modelos...
P.S.2: Lembram que eu falei sobre um estudo que falva que o "O" da Nova formava um halo, que dava uma aura às modelos da capa? Nessa foto dá pra ver direitinho :) É viagem, mas faz lá seu sentido. Mais besos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

o que não faz uma Grazi?

Hola everyone,

Povo, ando arrumando umas coisas aí, por isso tenho postado com pequenos intervalos. Mas tô aí. Bom, hoje não tô com nada muito especial pra render, então queria só falar rapidamente da Grazi, a Massafera.

Eu confesso que tenho assistido de vez em quando a novelinha das seis da Gróbis, "Desejo Proibido". E, olha, eu tenho que tirar o chapéu pra Grazi. Eu penso que ela se sai muito bem, de vera. Convence direitinho, atua direitinho, sua personagem, a Florinda, é ótima. Eu acho bacana isso. Bacana porque é uma pessoa que soube valorizar a chance que teve, é uma pessoa que parece que só vai melhorar. E já que a gente vê sempre tanto imbecil se dando bem, pensei que seria interessante falar de alguém que parece ter algum juízo e, parece-me, algum talento ganhando brilho próprio e aos poucos.

"Desejo Proibido", apesar de não vir dando muito bibope, segundo alguns sites, é até uma novelinha bem engraçadinha. Tem um bom elenco, gente como a Letícia Sabatella, a Fernanda Vasconcellos, a Nívea Maria... Enfim, direto eu indico uns filmes, uns livros, falo de música (tô ouvindo Kaiser Chiefs há semanas), mas nunca recomendei novela. Porque, convenhamos, novela tem que ter algum saco pra assistir. Mas essa é tranquilinha, se você não tiver nada melhor pra fazer, assista de boa. Rola até uma criticazinha política menos ridícula que a feita na novela das oito (essa, sim, um saco total. Mas dessa eu falo em outro post).

Besos everyone.


P.S.: A Grazi, ex-BBB, tá super bem. Em compensação, o Danieeeeeeeeeeeeel Oliveira, que esteve muito bem naquela chatice daquele filme do Cazuza, tá ridículo nessa novela: over até não poder mais, fazendo umas caretas que mais parecem o Hélio de La Peña, do Casseta & Planeta, imitando, sei lá, o próprio Daniel Oliveira :P

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

ôh animal!

Hola everyone :)

Bom, serei breve de vera hoje, ando meio na correria (KKKKKKKK!). Anyways, há algumas horas eu recebi um email supimpa. Nessa mensagem o autor falava da importância que ele dá à pessoa humana. Eu, sinceramente, me senti a Vanessa da Mata quando li isso, ou seja, "não sei o que dizer, são só palavras". Também lembrei daquela pérola da nossa infância (Hehehehe! OK, adolescência), "Mundo Animal", música dos Mamonas Assassinas: "Totalmente beautiful, as baleias no oceano, nadando com graça, fugindo da caça dos homens humanos".

Eu sei que o blog chama "o Humberto explica", mas, sinceramente, eu não entendo mais nada. Alguém aí pode me explicar por que tem tanto imbecil no mundo? Melhor, alguém aí consegue explicar por que há tanto imbecil se dando bem no mundo?

Ah, sim... acho que o lesado sou eu e, por conta disso, só entendi agora, 13 anos depois, o nome da música dos mamonas. É... como diz o nome da outra música, a da Vanessa da Mata, "Good luck, boa sorte" minha gente!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

pérola televisiva III (e outras bobagens pra começar a semana)

Olá everyone, Mr. Humbert andou levemente sumidinho, mas era correria, resoluções etc, etc, etc. Eu vou dar uma de Polly hoje e vou escrever direto, sem parágrafo, e comentar, de raspão, coisas que eram pra ter virado post esses dias, mas eu não quero render mais. Vamos lá! Vocês viram Ângela Desmarque fazendo cirurgia pra "voltar a ser virgem" pra agradar ao marido? Eu preciso comentar? Não, né? Também não vou comentar "Droga de Elite" ter levado o Urso de Ouro no Festival de Berlim. "Central do Canil" também ganhou e eu também achei o filme uma bosta. Ouviu Cicrano? Ouviu Beltrano? Sim, uma boooooooooooooooooooooooooosta esse "Central do Canil". Quê mais eu tinha pra falar? Ah! Eu anotei mais uma pérola do "TV Lama": numa matéria em que chamavam de burra uma participante do "Big Bother", porque a menina fala errado, a jornalista fez o favor de abrir com essas palavras: "O 'TV Lama' vai às ruas pra saber se alguns termos utilizados por Gygelli É de conhecimento público". KKKKKKKKKK! E português errado quem fala é a pobre do "Big Bother", hehehe. Ai, e semana passada eu quase morri de tanto rir porque uma amiga meiguinha minha, toda delicadinha mesmo, tava me dizendo que o namorado dela tá louco pra fazer amor anal. KKKKKKKKKKKK!!!!! Adorei o termo, já virou lenda! Mas sabe o que é melhor? É o namorado de outra amiga, querendo convencê-la também a se entregar ao "amor anal", dizendo que não dói porque a cabeça do pingolim se "molda" ao feófis. KKKKKKK! Primeiro pingolim de massinha que eu ouço falar! Quê mais, quê mais? Ah, sim, aí acima, a tatoo styyyyyyyyyyyyle da minha amiga Maíra, ainda em fase de acabamentos. Vai ficar ainda mais style. Ah, só mais um recado, na verdade uma dica para os leitores deste blog que morem em TuBHcanga e estejam pensando em prestar vestibular mais cedo ou mais tarde: Nunca, jamais, em hipótese alguma, cogite estudar numa certa unifalsidade caótica que fica ali pelas bundas, digo, bandas do Sanga Briel. Se você tem amor ao seu dinheiro, à sua saúde, à sua pele e, sobretudo, à sua inteligência, não cogite essa prostituição de ensino.

Ai, pueblo, creo que es solo esto por hora. Eu vou postando mais decentemente ao longo da semana, OK?

Beeeeeesos!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

medinho

Minha amiga chic, Alê, voltou ainda mais chic de Parrí. Melhor que desfrutar da companhia dela de novo é ver o bico de nojinho que ela adquiriu, KKKKKKKKKKK! É o melhor! E o mais engraçado é que ela não se dá conta. Eu conheço bem esse tipo de biquinho. Mas o dela é mais singelo, por exemplo, que o meu quando eu voltei pra TuBHcanga uns anos atrás. E, com certeza, o dela é muuuuuuuuuuito menos inojado que o que eu fazia quando estudava numa determinada birosca aí. Cremdeuspai.

A única coisa que eu não gostei na volta da Lê foi a notícia pavorosa que ela me deu: na Europa só se usa look teen. Deve ser por isso que "adultos" brasileiros já estão copiando, digo, criando estilos pessoais fluorescent adolescents também, como informa o site do UOL hoje (Não deixe de dar uma olhada no link. Eu adorei a "camiseta customizada", KKKKKKKKKK! E pensar que há anos a gente customiza camiseta aqui em casa pra dormir no calor. Enfim, acessa o sit; Eu não via tipos tão autênticos e tão divertidos desde as tirinhas do Angeli.).

Aí você pensa: "Putz, daqui a um tempo eu vou usar roupas de adolescente, mesmo que eu seja uma bem sucedida advogada de 29 anos? Humberto, tem coisa pior que isso?"

E eu, baseado nas mais assustadoras novidades da moda contadas por uma Lê recém-chegada de um tour na Europa, respondo: Minina, TEM!

Uma chocadíssima Alê, com biquinho e olhando pro infinito, contou que francesas, italianas, portuguesas e tudo o mais circulam pra cima e pra baixo ventindo... COLETE!!!!

Não, cara leitora sensata, não se trata de camisetas com foto da bacanésima Toni Colette, do "Little Miss Sunshine" (o que, convenhamos, bacanice à parte, já seria meio cafona). É colete meeeeesmo, daquele tipo que o Leandro e Leonardo e todos os sertanojos usavam!

Eu estou sem palavras. Depois de ver multidões de mulheres usando roupa dos anos 80 fora do contexto dos anos 80, eu não sei dizer se estou preparado pra ver as mocinhas no Pátio Semclasse desfilando seus coletes.

Eu confesso: tô com medinho. Cremdeuspaaaaaaaaaaaaai, Polly!!!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Deus do céu, será o começo?

A Amy ganhou vários Grammys ontem. A Variety desceu a lenha em "Tropa de Elite" na Alemanha. Aparentemente a Fiona se fudeu.

Deus do céu, um espetáculo de cantora e seu espetacular CD são reconhecidos, uma bosta de um filme ruim é considerado uma bosta de um filme ruim pela revista mais foda de cinema que existe e a espertalhona se fu, finalmente. Será que é o começo da bonança depois de pavorosa e longa tempestade?

Será que depois de muuuuuuuuitos equívocos finalmente chegou a hora de o mundo ter um pouco mais de noção?!

Aleluia, Senhor, aleluia!!!



A fabulosa Amy na capa da Rolling Stone e a capa do fabuloso "Back to Black". Ótimas opções de presente! Nem que seja pra você mesmo! :P

"Não acredito, Faustão!"

Quem faz a programação da TV aberta nos fins de semana? Eu juro que eu fico curioso. Como pode tanta porcaria? Indiscriminadamente, não importa o canal, desde o mais comercial até aquele se se julga a "opção de quem pensa", tudo que vai ao ar nesses dois dias é muito ruim, especialmente no domingo.

Eu sei, bem feito pra mim e pra todos os trouxas que perdem seu tempo com televisão no fim de semana. Mas, c'mon né?, custava ter algo que prestasse? Tem horas que a gente quer só descansar a cabeça mesmo. Diga-se de passagem, foi justamente pra isso que eu liguei por uns poucos minutos a TV, pra descansar a cabeça, porque eu vinha estudando direto (OK, eu sou o top-tatu, que não sai, estuda e ainda por cima e assiste TV no fim de semana).

Anyways, não é sobre o lixo que é a programação de weekend da televisão brasileira que eu vou falar. Ela só me deu a idéia do post de hoje. Tava vendo um "Arquivo Confidencial" com a Juliana Paes no Faustão. Nem vou comentar o merecimento ou não de um quadro em homenagem a uma artista ainda tão em início de carreira, porque eu até acho a moça esforçada (e é gostosa, embora incrivelmente haja divergências). Vou falar é do quadro do programa mesmo.

Na verdade, o que me deixa sempre com uma pulga atrás da orelha é pensar que uma pessoa precisa ser famosa, precisa de um quadro (um mico) desses para a família dizer que ama e aquele blábláblá todo. Se não ficar famoso não rola afago no ego então, não? Filhos, irmãos e amigos fracassados ou que estejam ainda tentando dar um jeito na vida não merecem homenagens? Eu achei que essa cultura de losers X winners fosse coisa só de estadunidense.

Enfim, o pior é que eu acho que todo mundo, quando assiste a esse quadro, fica pensando como seria participar dele um dia. O que a gente precisaria fazer pra chegar lá? Quem falaria alguma coisa? E o que falariam?

No meu caso eu fico pensando as bobagens, claro. Eu fico pensando, acima de tudo, nas caras que eu ia fazer. Sim, porque quando aquele amigo falso lá do Estadual Central aparecesse dizendo que me adorava e que está feliz pelo meu sucesso eu não ia agüentar, não, ia rir muito alto. E minhas namoradinhas de infância, será que estão gordas? Será que eu ia segurar o "cremDeuspai" na hora que as visse balofinhas? :P

No meu "Arquivo Confidencial", será que eu ia dar conta da Esmeralda dizendo que foi um prazer me orientar no Dejeto? E meus rolos? Onde eu ia enfiar minha cara quando aparecesse um (ou cem) dos meus rolos?

Será que alguém da Tchón ia falar de mim? Quem seria? A Meg? O Henrique? Jesus, rolaria uma luxuosa citação da Adriana? Talvez sim, talvez não. Acho que se viesse algum depoimento dali vinha mesmo era das minhas linduras do décimo quarto, provavelmente a Mari ou então aquele espetáculo que era a Lets (ô saudade de trabalhar com profissionais como a Lets!).

Zoações à parte, eu bem ia ficar feliz se aparecessem alguns amigos que se perderam no passado. Se rolassem depoimentos da Emmanuelle, do Neivaldo e da Rosimary da 4ª série, da Carla Sabino da sétima série, da Christiane da natação, da Rízzia e das meninas do Estadual Central, da Marta e da Nataly da Letras, do Dr. Ricardo do D.A. do ICB, do Rodrigo Negão, da Dona Glória e do Marcelo Jeguinho do Hotel... De verdade, eu ia ficar emocionado, mesmo se falassem bosta de mim (provavelmente teriam muitas, hehehe).

Nossa, falei do Hotel. Seria muito engraçado se o Seu Creysson falasse de mim, só o seu bom português dele já valeria o "Arquivo Confidencial" todo, KKKKK! Na certa alguém falaria da Metropolitan, da minha história com revistas, desde aquele piti por conta da capa arranhada da revistinha do Zé Carioca, na mais tenra idade, até o dia em que eu vi a Liliane Ferrarezi na capa da Vogue (e sei outro piti, mas esse de felicidade).

Se no meu "Arquivo Confidencial" rolasse alguma menção ao meu filho, aí sim, eu desabaria de verdade. Ultimamente, assim como nos tempos em que eu morei no Texas, só choro se penso no meu neném, especialmente quando ele foi descansar, uns três anos atrás. Saudades também do Marco Antônio, da Michellén, do Bustica, do Sayadin, do Lestat... Meus bons amiguinhos que vem e vão.

Claro, enfim, talvez rolasse depoimentos da famiglia. Se eu tiver me tornado bem sucedido, e rico especialmente, era capaz de eu receber tudo quanto é tipo de homengem e de "eu te amo" dos Bundy. Era capaz do figlio mais velho da minha mãe aparecer pra dizer que sempre deu apoio, que sempre apostou em mim. Iam todos dizer que eu sempre fui trabalhador, nunca fui vagabundo, sempre fui o mais querido da famiglia, o que daria futuro. Ai, ai, só rindo.

Melhor parar por aqui. Arquivos como o meu melhor serem mantidos como confidencial mesmo. Do contrário a gente riria muito. E alto. Especialmente vendo os depoimentos da Caroline, da Maíra, da Alê, os da Andréa, hehehe, da Polly, da Sheilla, da Dani Montilla, da Fabiane na Finlândia, da Teresa, da Christiane da Letras, da Janaína... A verdade é que eu teria um bocado de gente pra falar sinceramente de mim. E é bom pensar nisso.

Besos, boa semana pra everyone, me contem seus "Arquivos Confidenciais" depois, hehehe.


P.S.: Fracassado ou bem sucedido, um "Arquivo Confidencial" da minha vida só valeria se tivesse o depoimento da minha eterna e dos pais dela, gente que eu guardo sempre no meu heart machucado. Os melhores amigos que eu tive. Esses dias ouvi umas músicas que me lembram muito da melhor época que eu vivi ao lado dessa pessoa. Acho até que essa época era boa pra todo mundo. Quer apostar? Escuta só essa musiquinha e mais essa e vê se você não viveu boas histórias entre 1998 e 1999.

Besos, everyone, muitos besos!

P.S.2. NECESSÁRIO: Acho que é o Latindo na foto, não sou eu! Vê bem, "Arquivo Confidencial" do Latindo... E eu achando que o da Juliana Paes era um exagero.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

zen noção

Bom final de semana pra todo mundo. Juízo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

sim, todo carnaval tem seu fim

Acabou mais um carnaval. Pra quem farreou, ótimo. Pra quem não teve a oportunidade, não se preocupe, ano que vem tem mais.

Eu nasci no carnaval. Eu até gosto, e um bocado, da vibração da bateria, eu gosto de um certo "clima" que fica mais fácil no ar. Mas eu não sou da muvuca, não sou do futum, e não sou da pobrada que tá fodida e mal paga num dia e aí no outro, e por mais dois ou três, acha que tá bem, que tá tudo muito bom, que tá tudo como deveria estar.

É. Eu não sou a pessoa mais apropriada pra falar de carnaval, não. Por isso mesmo eu deixo aí o meu samba-enredo favorito, o do Hermes & Renato, tema da "Unidos do Caralho a Quatro". Se puder, assista. E depois me diga se não passaria como qualquer samba-enredo de qualquer escola durante os desfiles transmitidos pela Gróbis?

Abraços, povo, eu vórto!


P.S.TOTAL: Esqueci de dizer que eu adoro as rainhas, madrinha, musas e whatever de bateria! Desde a época da Monique Evans, passando pela Luma e, principalmente, por aquele espetáculo que foi a Tiazinha no ano de 1999, até chegar na Grazi, na foto, dos dias de hoje. É um levanta braço pra lá, cumprimenta a platéia pra cá, acena, brilha, enfeitiça... Não falei que da bateria eu gostava? :)
P.S.2: Eu me rendo, acho que vou fazer um post só sobre as musas do carnaval. E outro sobre as vagabinhas de carnaval, aquelas que passam tarde da noite da Rede TV dizendo "eu valo muito, Seu Nérson Rúbis", hehehe.
P.S.3: Hehehe, e o que era aquela Galisteu de chifre?

lá vem o pato

Dia desses saíram todos aqui do rancho e eu, justo eu, urbano que só eu, fiquei encarregado de alimentar a bicharada que meu pai cria. Demorei um dia pra achar a comida de patos e galinhas e, por conta disso, tive que perder meu precioso tempo cozinhando arroz pra eles (porque eu não ia dar conta de deixar os malinhas morrerem de fome).

Pra minha surpresa, e breve desespero, achei um pato suicida, com a cabeça enfiada num buraco, morrendo asfixiado. Na verdade, alguma criatura do mal deve tê-lo arrastado até ali.

Aí não deu outra, lá foi o Humberto tratar do bicho. Era um pato jovem, não mais patinho (amarelinho e fofo), mas ainda novo, não era um patão, não. Tirei ele do galinheiro, pus num quarto separado, preparei vasilhinha com farelo e arrozinho, limpei o biquinho que tava sujo de terra, ajudei a comer, ajudei a beber água. O pobre coitado tava mesmo com fome e sede. Fiz até carinho no bendito do pato, vê se pode? Ele ganhou até nome: "Xará".

No fim do dia, como eu ia ficar fora de casa, deixei recado pra que minhas irmãs cuidassem do novo companheiro. Algo assim:

Marmotas,
Achei um pobre pato, com a cabeça enfiada num buraco cheio de lama.
Eu tirei ele do galinheiro porque os outros bichos estavam pisando sobre ele. O coitado precisa de alguém que lhe dê apoio porque como foi muito maltratado não está conseguindo ficar de pé. Mas ele está bem. Só precisa que cuidem dele pra que reaprenda a andar e possa sobreviver.

Moral da história: No fim das contas eu já não sabia de qual pato eu estava falando no recado.


P.S. PREVISÍVEL, MAS LAMENTÁVEL: Xarazinho morreu, nem cheguei a encontrá-lo vivo no dia seguinte. Deve ter sido melhor pra ele, tadinho, devia estar sofrendo demais. Besos.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

alive again

Todos vocês que leram os últimos posts viram que eu andei meio down nos últimos dias. Ainda estou um pouquinho, mas o bom senso já começa a bater novamente. Eu detesto quando eu fico triste porque eu fico muito mala, muito mala.

Anyways, o fato é que até insônia eu tive, justo eu que durmo em uma fração de segundo. E na insônia de uns dois dias atrás eu estava assistindo uns videozinhos na eMpTV, tristinho, chateado, quando, pimba!, rolou "Malibu", do Hole! Eu sei, tem muita gente que não gosta da Courtney Love, mas façam um esforcinho, é só pensar que a letra é do Billy Corgan, do Smashing Pumpkins. Ah, vá, dá uma chance pra doida da Courtney também, né?!

Anyways de novo, eu amo essa música porque ela é lembrança garantida de uma época TÃO boa da minha vida. Eu nem tinha essa coisa com Malibu (a cidade), não. Mas aí vi o clipe, ouvi as palavras... Parecia recado pra mim na madruga. Quem quiser a letra toda, é só clicar. Na verdade, tudo me serviu, mas a parte abaixo parecia ter sido mandada pra mim:

How'd you get so desperate
How'd you stay alive
Help me please Burn the sorrow from your eyes
Oh, come on be alive again
Don't lay down and die

Hey, hey
You know what to do
Oh, baby, drive away to Malibu
Get well soon
How are you so burnt when
You're barely on fire
Cry to the angels
I'm gonna rescue you
I'm gonna set you free tonight, baby
Pour over me
Please don't go any higher

Isso foi recado de amigo. Eu não vou me render, não. Eu tenho uma Malibu pra viver ainda.

Este post é dedicado aos amigos como a Polly, que me deu uma mega força esses dias, a Carol, a Alê... Gente que me fez chegar à seguinte conclusão:

"Bem aventurados os amigos que me aturam nos tempos de dureza, pois deles serão as férias na minha casa em Malibu." :)

Podem apostar. E podem preparar maiôs vermelhos e bóias. :)
Besos!

ó-hóhóhóhó!

Serei breve e direto: Foi pra Salvador? Tá contando uma gominha de que vai farrear demais e tal e blábláblá? Vai com Deus. Ouve bastante Craudinha Leite pra ver se acaba o estoque e eu não tenha mais que ouvir essa gralha nem como ouvinte passivo.

Farra é bom mesmo. Carnaval na Bahia também, principalmente com a Ivete. Mas a muvuca e o maozinha pra cima (sem falar na barulhada) não me inspiram nem um pinguinho neste carnaval.
Eu queria mesmo era estar com minha gata-garota Alê, chiquérrima, tomando seu champagne num simpático cuffi parisiense. Olha só a carinha dela de "ó-hóhó-hóhó" na foto abaixo. É um espetáculo! Isso depois ainda encontra a outra espetacular gata-garota Mayra, na Espanha, e trata de dar um rolê pela Zora.

Correr atrás de trio elétrico? Jisuis!, me inclua fora dessa! Vai ver é por isso que pobre corre atrás de ônibus o ano todo, pra estar bem treinado no carnaval (hehehe).

Ano que vem quero passar os dias de folia em Paris também. E aí, se no frio me der uma invejinha do calor da Bahia, eu trato de cantar um desses clássicos de carnaval baiano e faço a festa no Arco do Triunfo. Aí é respirar fundo e cantar bem alto pra francesada: "Alê, Alê, Alê, ê, ê, ê, ê, ôôôôôôôôôôôôôôôôôô"!

KKKKKKKKKKKKKKK!!! Gata, mujer, você é um luxo! Um luxo, ó-hóhóhóhó!

Bom carnaval pros meus amigos que estão em Salvador, pros que ficaram em TuBHcanga e pros nojentos que estão na Europa. Besos!


P.S.: Manu, gata, não tô desfazendo de sua terra, não, visse? Tô é só tirando uma ondinha com a cara do povo mesmo, hehehe. E enchendo a bola de nossa amiga, gata-garota, Alê. Farrêia aí nesse carnaval baiano por todos nós, mulher, farrêia!
P.S.2: Já sei, já sei, vão dizer que parisiense adora música baiana, Daniela Mercury etc. Bobagem. Isso é porque eles nunca viram o comercial do Tixan Ypê ("esse é shóóóóówwww!"), hehehe.
P.S.3: Fui brevíssimo, não?

lar, doce lar

Já falei aqui no blog do clássico "A Casa de Bonecas", peça de Henrik Ibsen. Minha sugestão de hoje é um filme quase homônimo à peça, o "Bem Vindo à Casa de Bonecas", de Todd Solondz. É bem velhinho, tem já uns treze anos. Eu assisti há uns sete. E tô doido pra ver de novo! Se alguém achar em alguma locadora por aí, please, pega pra mim!

Parece um filminho sobre uma adolescente feia e impopular na escola. Bom, é um filme sobre uma adolescente feia e impopular na escola. Mas, acredite, vai muito além disso. E o final, hum..., é inesquecível (sobretudo pra mim, que estava de "férias" na Flórida (vulgo Cu do Mundo) quando assisti.

Realmente queria ver esse filme de novo. Porque quanto mais o tempo passa, mais eu acho que há uma semelhança muito cruel com a vida real. Neste momento, então, posso dizer que o olhar da protagonista, na última cena no ônibus, traduz impecavelmente a situação no ponto que chegou.

Bom, sou péssimo crítico de cinema, vocês já sabem. Acho que da próxima vez vou chamar um desses meus amigos uuuuuuuuulllllllltra fodas e cool pra teorizar sobre filmes. Ah, mas esqueci, "Bem Vindo à Casa de Bonecas" é estadunidense, e "filme bom só europeu".

Se conseguirem achar o filme, assistam. Dá uma leve dorzinha no estômago, mas a gente sobrevive. E ri bastante até, graças a Deus.

o Beltrano é o pastor

Dia desses Fulano conversava com Beltrano quando, trouxa da flor roxa que é, resolveu perguntar se estava tudo bem com o Cicrano. Daí ouviu, pela enésima vez, Beltrano falar tanto e tão super ultra mega blaster power plus bem do Cicrano que uma imagem lhe veio à cabeça na hora: a da menina pastora, do Youtube! Era exatamente assim que soava o Beltrano falando do Cicrano: "É o maior! É maravilhoso! Conselheiro! É forte! Pai da eternidade! Ele sabe de tudo! É o todo poderoso! E príncipe da paaaaaaaaaaaaaaaaaaz!"

O Beltrano é o "pastor" do Fulano (e falta-lhe tudo, segundo Ele). Pobre do Fulano. Mas já dizia minha amiga Helenosa, todo castigo pra corno (e burro) é pouco. Pro Fulano, então, nossa, é muito pouco.

família do mesmo saco

Essa é dos primórdios dos anos 80: Eu, mamã, papá e manita.
Família Bundy, Família Trololó, Família Buscapé, Família Dinossauro, A Grande Família. É tudo igual. Tudo igual. E todas me fazem pensar que nascer por brotamento deve ter lá suas vantagens.