quarta-feira, 28 de maio de 2008

Estoy aqui, quierendo-te

Tô na área, povo, só um pouco busy demais.
E estarei ainda mais nos próximos dias, portanto, post novo só na segunda ou terça que vem... :(

Sorry, mas não me abandonem. Porque eu volto.
Besos pra everyone.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

assim que nem

Boneca inflável?

Não, esse é o Cauã Raymond, fotografado por Jairo Goldfluss e produzido por Wilson Eliodoro para se passar por Courtney Love.

Como bem disse minha já cara leitora Sarah, de Courtney Love ele não tem necas.

Mas se o maquiador falhou como, digamos, caricaturista, ele foi extremamente bem sucedido em materializar aquilo que eu falo há aaaaaanos de que o Cauã é a cara da Joana Prado, a Feiticeira.

Valeu Wilsão! Quebra meu galho aí e faz o Dudu Azevedo de YasFim Brunet agora!

Só rindo.


P.S.: Qual é a desse colo?!

é uma zona...

Ontem eu cheguei cansado, véspera de feriado... Tava doido pra ir pra nite, mas desencontrei de todo mundo, achei melhor tomar aquele banho caprichado e dormir até não dar mais conta.

Aí, na hora de desligar a televisão, pimba!, Leila Lopes no Jô Soares. Eu tive que ver.
Bom, várias observações.

Em primeiro lugar, eu tenho que comentar essa indústria porn-star brasileira. É meio tosco demais isso, não é não? PelamordeDeus, até o Cumpadi Washington vai fazer filme!

E pra mim o que é mais tosco é a maneira como essas produtoras usam da imagem de outras pessoas, que não fazem filme, pra ganhar dinheiro. Na putaria em si eu não vejo problema, afinal é dela que nasce todo mundo e quase todo mundo gosta. Mas eu acho uma sacanagem – no mal sentido –, por exemplo, filmarem o Cumpadi Washington comendo uma loira e uma morena (OK, imaginar o Cumpadi Washington comendo qualquer um já é escrotice o suficiente, mas pôr uma “Carla Perez” falsa é foda – no sentido ruim, também).

Daí a ex-namorada do Ronaldinho dá pra um clone do Ronaldinho, e uma cover da Lacraia faz um pornô e até a capa do negócio põe chamada como se fosse a Lacraia de verdade, e a cara de pau da mulher que nunca foi paquita na vida faz filme vestida de paquita e depois diz no “TV Fama” que não sabe por que as pessoas acharam que ela já foi paquita. Enfim, podreira demais, não?

Com relação à Leila Lopes, eu sinceramente tava meio com dó. Eu lembro quando a Leila Lopes era atriz globífera. Ela era até bonita, não tinha a botoqueira que tem nem era esticada no pescoço como é agora. Mas ela já era um tipo meio doida, eu lembro que a Playboy dela, de março de 1997, foi considerada na época a mais ousada feita por uma atriz da Gróbis até então.

Mas então, daí eu fiquei foi meio com dó. Sabe lá Deus em que situação essa mulher tava. Claro, seguramente podia fazer mil outras coisas. Mas também já não emplacava nem novela do SBT. E daí todo mundo se acha no direito de meter o pau – nossa, eu juro que os trocadilhos têm saído involuntariamente.

Anyways, são hilárias mesmo as afirmações dela de que “o filme causou comoção mundial”, que ela escolheu o ator pelo “Physique” etc. Mas os comentários do autor Walcyr Carrasco, ah, me poupe! Se ele estava assim tão preocupado com ela por que não arrumou um papelzinho pra ela. O Maurício Mattar é muito pior e teve papel em “O Profeta”, por exemplo. Sem contar o Rodrigo Phavanello, que eu nem vou comentar. E ainda vem com esse papo de “fama como vício”, qual é?, e ele, autor de novelas, vai criticar a indústria da fama? Por que ele não vira auxiliar administrativo então? Eu penso que chutar cachorro morto pode ser uma atitude mais indigna que fazer um filme pornô.

Bom, daí ontem a Leila Lopes foi no Jô. Eu nem gosto muito do apresentador, não, penso que ele se acha demais. Mas considerei bacana ele dar espaço pra ela falar. Não deixou de fazer piadinhas, mas não a tratou com indelicadeza em nenhum momento. Mostrou cenas de quando ela fez novelas na Globo, foi super isento. Mostrou cenas (light) do filme (que eu vou ver de curiosidade, mas me parece tosco, sim, sorry). Ela falou, pareceu até bem normal, expôs o ponto de vista dela na boa, viajou na maionese que lhe cabe. Enfim.

O que rolou no “Programa do Jô” foi que alguém resolveu ouviu o que a Leila Lopes tem a dizer. Se quiserem julgar, que julguem. E no mais, como diria a Deize Tigrona, a Leila que dê pra quem ela quiser porque a porra da buceta dela é dela e pronto.

Acho que é isso.
Mas, “famosos”, peguem leve aí, né? Esse nigucim de pornô é literalmente meio foda. Então deixam pra fazer só em último caso.

Besos pra everyone!


P.S.: Pero como no soy santo, aí vão meus palpites dos próximos que vão apelar pro filme pornô ou pro “filme adulto com história”, como descreveria a Leila Lopes:

1) Aquela que já foi vocalista de uma banda infantil dos anos 80 que inspirou um certo padre a voar.
2) Aquela que já foi casada com um certo animalzinho do forró.
3) Os mais esquecidos dos Big Brothers.
4) Um ex-band boy brasileiro que engolia pilha e escova de cabelo (convenhamos, um cara que consegue engolir – e pôr pra fora! – uma escova tem tudo pra se dar bem num pornô gay).
5) Algum ex-marido de uma apresentadora matutina da Gróbis (com uma sósia dela).
6) Aquele que só pensava em dançar, dançar, dançar e em beijar, beijar, beijar (dá até pra imaginar o nome do filme).
7) Aquela mulher que derrubou um prefeito de uma certa cidade style no mundo.


Enfim, podre, né?

Let it be

Até que ponto dá pra se preparar para as surpresas da vida?
Ruins ou mesmo boas, nunca dá pra se preparar para as surpresas pelo simples fato de que se desse para se preparar elas não seriam surpresas. Como disse um segurança num shopping aqui em TuBHcanga, “O imprevisto é sempre inesperado”.

Talvez uma maneira de se fortalecer para o que não conhecemos (ou não queremos ou queremos e não sabemos) é ficar com o pezinho atrás. Brincar de Curupira.

Tô falando borracha aqui.

A única coisa que eu queria dizer é que a gente deve viver, planejar o que dá, ir administrando as coisas, mas sempre se preparar para o quê e para quem a gente não conhece. Dessa vida e desse mundo a gente não sabe nada. Aliás, eu acho que Deus manda a gente pra cá é pra aprender mesmo. E daí, quando a gente aprende deve ser a hora de voltar...


O pai de uma grande amiga minha sabia das coisas. E hoje ele foi pra um lugar mais bacana. Eu não o conheci, mas pela grandeza da filha que ele criou (e que o amava como eu vi poucos filhos gostando do pai), eu tinha muita admiração por ele. E é por isso que vou estar sempre com ela, mesmo quando ela precisar apenas de uma palavra de carinho.

Minha amiga, eu estou sempre do seu lado. Força nesta hora. E fique bem porque seu pai tá com o Pai de todos nós, então tá bem também.


Besos pra você, gata. E besos pra everyone.
Juízo, povo.

terça-feira, 20 de maio de 2008

100 anos atrás...

Sempre amei História.
Meus professores costumavam ser muito, muito bons.

Mas uma pulga atrás da minha orelha de adolescente permanece até hoje sem que eu consiga entender exatamente o que aconteceu (ou não) e por quê: 100 anos atrás, 20 depois da abolição formal da escravatura, se havia a necessidade de trabalhadores nos campos de café, não seria o caso de pagar pelo serviço de quem costumava fazer isso à força? Inserir meus antepassados no muito cruel mercado agrícola de trabalho não teria escrito a história dos negros brasileiros de uma outra maneira, não? Não teria tornado menos cruel e menos absurda notícias como esta e mais esta?

Não entendo nada. É burrice mesmo. E prefiro parar o assunto por aqui até que alguém me explique.


ufa!

Bom, se ela tem essa pele e essa, hum, marca expressão, quem sou eu pra estressar? Ou, pelo contrário, seria justamente esse um bom motivo pra eu estressar?!

Ai, Senhor, whatever.


P.S.: Minha Nossa Senhora dos Vaidosos, rogai por nós.

domingo, 18 de maio de 2008

onde fica esse rehab?

Cês lembram quando eu sonhei que a Amy tava querendo dar pra mim? Acho que devia ser esta Amy aí da foto :P

Espetááááááculo essa Giselle Itié. Eu já vi essa mulher de perto, assim do meu lado, tipo "E aí, gata, a bebida tá boa?" e eu posso dizer: Ô desgrama de mulher bonita, como diria meu amigo Rodrigo Negão, PuLtaqueopariu!

Ainda por cima mandando de Amy, adorei.

Por outro lado, nossa Amy de vera, putamerda, cada vez indo mais pro saco. Vê bem a situação. Alguém tem que falar pra essa mulher que ela é muito foda e que ela não pode morrer cedo, não. Não é porque o mundo está infestado de idiotas que as pessoas com talento têm que vazar mais rápido. Amy, gata, se cuida. Come direitinho que você fica gostosa que nem a Itié.

Boa semana pra everyone!

Eu ando meio sem tempo, reajeitando as coisas, mas eu não sumo do blog, não.

Abraços pra tout le monde!


P.S.: Humberto em processo de aprendizado rápido de français. Agora além do English e do español, vocês vão ter que lidar com mais outra língua! :P

UPDATE:
Caras leitoras, leiam isto. O que vocês me dizem? Eu achei bem bacana, mas em se tratando de Amy (e da beleza da Giselle Itié) eu sou suspeito pra falar.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

pineapple and the city

Eu já tinha ouvido falar de pôr uma melancia na cabeça pra aparecer, mas abacaxi foi a primeira vez que eu vi.

Sarah, mulher, precisa disso não. Narigudos como nós já chamam a atenção naturalmente.

Eu, hein!


P.S.: Fala que essa mulher não ficou aflita em casa, pensando que ela tinha que aparecer mais que as outras três, e daí, no desespero, ela pegou o abacaxi e botou na cabeça. Fala!

terça-feira, 13 de maio de 2008

mudou demais

"O resultado: voltei completamente sem vontade de badalação, festa, boate, gente (em geral). Agora, só me resta reunir força e : dia 28 de maio começa mais uma temporada de moda em São Paulo. U-hu.
;-)
Beijos da nova
Palô"


Hum, ficou curiosa pra saber quem voltou uma noooooooova pessoa da África? Leia aqui.

Ai, ai, acho que eu também tô cansado. Se não de gente em geral, pelo menos de gente autêntica.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

o Caio explica

Já faz um tempinho que eu ando querendo dar uma mexida na cara do blog. Pelo menos desde ali pelo aniversário eu já tô testando algumas mudanças. Eu ando sem tempo, mas uma hora eu vou dar uma melhorada nesta bagaça. Bagaça que eu adoro, aliás.

Eu escrevo aqui porque eu gosto mesmo. Este blog saiu da preparação de um outro (este, sim, nunca saiu das idéias). Eu resolvi manter o “Humberto Explica” porque eu precisava voltar a escrever todo dia – e porque as hoje leitoras já foram as mais aflitas das amigas.

Anyways, eu me dei conta hoje que a pessoa mais bem informada sobre internet que eu conheço lê meu blog. Aí eu fiquei meio aflito, resolvi que tenho que tratar de fazer mesmo uma coisa decente aqui.

Uma hora eu faço, se Deus quiser! :P

Bom, fica aí então um post escrito por esse mesmo expert que eu citei, o grande Caio César. Pra mim, nesse texto ele sintetiza tudo o que eu sinto a respeito de ter um blog (mesmo que seja um bluóg como o meu). Blogar é muito bom e todos vocês deveriam tentar. Pelo menos aqueles de vocês que trabalham com a palavra.

Boa semana pra everyone.


P.S.: Só o Caio me entende.
P.S.2: O Caio, com quem eu aprendi a ter pavor do termo "internauta", disse que pra ele "blogueiro" sõa como "maconheiro". Pronto, não uso nunca mai e tô com vergonha de ter usado, hehehe. Assim que tiver um tempo vou refazer meu perfil no blog!

domingo, 11 de maio de 2008

é a mãe!

Angélica teve bebê. Alguns meses depois, Angélica está na capa da Boa Forma para mostrar a rapidez com que voltou à boa forma. UAU! Como ninguém pensou nisso antes?!

Que preguiça dessas revistas pervisíveis. Vai começar tuuuuuudo de novo, igualzinho quando o Joaca nasceu. Disparam a colocar a mulher na capa de tooooodas as revistas, ela repetindo em tooooooodas as entrevistas “o quanto ser mãe é a melhor coisa do mundo e que toda mulher tem que ser”. Coitada das mulheres que não quiserem ter filhos (sobretudo aquelas fora de forma).

O mais curioso nisso de colocar a Angélica na capa pra falar da rapidez com que ela recuperou a forma física é que fica parecendo que qualquer uma vai ter acesso aos mesmos tratamentos e regalias que a apresentadora tem pra ficar bem logo (e, cá pra nós, na outra gravidez ela não tava com esse umbigão proeminente de “bate-palminha”, não). E uma outra coisa que me incomoda é que esse tipo de chamada de capa meio que reforça uma idéia de que a mulher, além de carregar o bebê nove meses na barriga, parir, acordar de madrugada pra amamentar e tal, ainda tem que voltar a ficar gostosa pro marido em prazo recorde. Ah,vá pá porra! Deixem as mães em paz!

Enfim, a Angélica ficar grávida, recuperar a beleza do corpitcho, fazer capa e gostar de ser mãe não é desonra nenhuma, seguramente. Cada um sabe o que lhe faz feliz. Mas me cansa como fazem de tudo isso um modelo A SER SEGUIIIIDO pela mulherada toda. Por favor, alguém avisa que já estamos no século XXI.

Besos pras mamães leitoras do blog. Besos inclusive pras que serão mamães ainda. Principalmente aquela que parirá três gorduchinhos de uma só vez (hehehehe)!


P.S.: Não escrevi errado, quis dizer pervisível mesmo. Aliás, quis dizer previsível, mas escrever pervisível. Quem falava assim era a personagem da Paulina Poriskova na comédia Adorável Sedutora. Acho difícil, mas se você encontrar na locadora, é um filminho de “Sessão da Tarde” muito engraçado. Pelo menos eu achava quando tinha 17 anos. Se não for, também, vale pela beleza da Paulina, meeeeeeeeega top dos anos 80.
P.S.2: Angélica, 4 anos, 2 filhos"? , Luíza Brunet, 46 anos, 2 filhos marmanjos – isso, sim, é notícia. Mas, cá pra nós, o Benício não tá deixando a mãe dormir, não. Olha os olhos dessa pobre!
P.S.3: Pode esperar pra ver a Angélica nas capas da Nova, Estilo, Manequim, UMA, Criativa, Marie Claire e até da TPM.

20 aninhos da ELLE!

E este mês a Elle faz 20 aninhos. Tá achando que minha história com revistas locais se limita à Nova. Nana-nina. Muito, mas muito da minha percepção de revista vem da Elle também.

Eu lembro direitinho de quando a publicação chegou ao Brasil. Em maio de 1988 fazia frio de verdade, e o comercial da revista na TV era chic, uma coisa aconchegante, uma mulher espetacularmente foda descendo, provavelmente de uma limusine, e aí vinha a locução em off: Elle, Elle, Elle, Elle: o seu estilo de vida”. Ai, ai, fancy! :)

Fisicamente, a revista era grande, quase em formato quadrado. Era linda em tudo (eu ainda não me acostumei com a Elle em tamanho de revista comum, mas paciência). E as capas?

As capas eram lindas, cheias de modelos, cheias de movimento! Eu sei que tudo tem que evoluir e mudar e tal e coisa, mas eu não gosto da maioria das capas atuais. As primeiras eram as melhores. Era uma coisa assim que você olhava (eu com uns oito anos) e falava: “Meu Pai, que coisa mais estilosa!” (OK, com oito anos eu definitivamente não falava “estilosa”. OK também, eu não tinha oito anos quando a Elle foi lançada. E ainda OK, você tá entendendo o que eu quero dizer.)

As primeiras capas da Elle bem ajudaram a formar meu bom gosto de algum modo. As que estão no topo deste post são a número um e mais algumas de 1988 e 1989. Essa da bandana, putz!, fez moda total. E a da modelo negra, pensa bem, em 1989 uma revista como a Elle já colocava negras, sem megahair nem alisabel, na capa (e a Nova....).
Nas três vezes que eu tive uma carta publicada na Elle elas se referiam a alguma capa. Duas vezes eu falei bem, e numa outra, em 2004, desci tanto a lenha que editaram o conteúdo (também, quem manda colocar YasFim Brunet, com o cabelo loiro ressacado na capa?! Pode um trem desses?!).

A outra seqüência traz capas de 1990. Foi nessa época que eu virei habitué de banca de revistas. Era comum aqueles cartazes enooormes com a capa da revista, e eu mal saía de casa e já via de longe as capas da Elle. Essa preta, do lagarto era uma cooooooisa! (cabelo anelado e loiro é uma coisa tão anos 90, não?). Foi nessa época também que a Xuxa, no auge, fez sua capa pra publicação. Foi eleita uma das mais bonitas de todos os anos da revista (e eu não tenho na minha hemeroteca – se alguém tiver e quiser doar, please, mande email).

As capas da Elle em 1990, pra mim, são as melhores de todos os tempos. Em 91 e 92 o nível foi mantido. Essa capa pink era muito legal! A primeira edição que eu comprei foi a de maio de 91, essa com a Isabelle Adjani na capa. Pra ser sincero, com 12 anos parecia tudo lindo pra mim e tal, mas não tinha nenhuma matéria que fosse escrita pra um adolescente, evidentemente. Mesmo assim, fiquei sabendo da existência da margem esquerda do Rio Sena, em Paris. :P Em 1992, na cola do impeachment do Collor, a Thereza Collor foi capa (e eu delirei!).

Depois vieram as primeiras mega-tops brasileiras, que já eram capas da revista mesmo como iniciantes. Caso da Gisa (a que fez mais capas), por exemplo.

Hoje em dia não morro de amores pelas capas, não (já disse). A da edição de 20 anos, por exemplo, é muito bonita, mas sei lá, preguiça da Raquel Zimermmann fazendo o mesmo bico de sempre.

De todo modo eu gosto muito da Elle. Adoro essa franco-brasileirinha que lota minha coleção (a propósito, eu TENHO a número zero, hehehe).

Parabéns pra todo mundo que fez e faz a Elle! :)

Beijos!

P.S.: Não achei pra mostrar, mas tem uma capa da Letícia Spiller, em 99, e uma da Leandra Leal, em 2000, que eu adoro!

recomeçar do zero

Ontem eu assisti Piaf: Um hino ao amor. Eu adoro filmes, vocês sabem. Vamos às observações:

1) Assistir filme francês e não lembrar da virou missão impossível.
2) Delirei quando eu vi que tinha a Emmanuelle Seigner no elenco. Ela interpreta uma prost acabadinha (e bacana), mas continua tentadora (pra não dizer gostosa num blog lido majoritariamente por mulheres). Pra quem não lembra, ela é a protagonista de Lua de Fel, do Roman Polanski (marido dela). Nossa mãe!, eu não conheço UM cara que tenha assistido Lua de Fel e não tenha se desesperado por essa mulher.
3) Pra quem conhece a Marta Neves, bom, eu também lembrei demais dela.
4) O filme é todo muito bonito: fotografia, trama e, claro, trilha sonora.
5) Simone, a amiga da protagonista, me lembrou a Patty Pimentinha, do Snoopy, em todas as faixas etárias.
6) Eu não conhecia a história da Edith Piaf. Fiquei impressionado. Eu gostava dela, mas agora eu adoro. E nunca mais vou ouvir “Non, je ne regrette rien” do mesmo jeito.
7) Aliás, por causa desse filme decidi que começo a estudar francês mês que vem. E estarei falando em dezembro deste ano.

Por fim, uma coisa que mexeu bastante comigo na história da cantora francesa é a seqüência de perdas em sua vida. Toda hora alguém se vai. Acho que até já mencionei algo com relação a esse tipo de experiência aqui no blog. Coitada da Piaf.

Enfim, dica de filme imperdível. Fresquinho nas locadoras.

No mais, au revoir.


P.S.: Já que, finalmente, vou desencalhar meu francês, tenho que contar uma história: Uma vez, vindo de ônibus da faculdade, estava eu na minha quando duas dodôs entraram, uma delas bem nervosinha, relatando seu caso à outra. Daí que pra fechar o causo (de sua briga com o namorado), essa jovem senhora, brava e decidida, disse pra outra: “Eu falei mermo pra ele, minha filha, falei: ‘ó, não vem com papo pra cima de mim, não. Cê sabe quando é que eu vou voltar pra você? É au revoir, meu filho, au revoir que eu volto pra você!’”. KKKKKKKK, o ex-namorado deve ter se despedido dela dando um Jamaiszinho. :P
P.S.2: Na foto, a atriz Marion Cotillard, que ganhou o Oscar este ano por sua atuação como Edith Piaf no filme.
P.S.3: Tradução da música, pra quem não sabe francês nem viu o filme ainda

pérola televisiva IX ("vai ter Ravache!")

Este é um post que tá guardado há tempos, mas não perdeu sua validade. Alguns meses atrás, naquela preguiça de desligar a televisão antes de dormir, acabei parando no programa do Amaury Jr. (incrível como eu fico entregando essas podreiras televisivas na minha vida).

Anyways, aí rolam mil vinhetinhas no programa do apresentador. Tem mais tempo de vinheta no ar que de matéria (?) propriamente dita.

Eu já tinha visto os caras do "Pânico" zoando a tal vinheta que me assustou, com o povo cantando "uôôô-ôô-uôôô", mas não acreditei que era verdade. Até que, sim!, eu vi a tal vinheta, com Deus e o mundo se submetendo ao mega mico de cantar a baranguice do uôôô.

Agora, o que me chocou mesmo foi o Amaury Jr. submeter a Irene Ravache a esse ridículo. Putamerda, é muita sacanagem, é constrangedora a cara que ela faz.

Pensa bem, gente, é Irene Ravache! Não é quanquer Buana Giovanni não, é IRENE RAVACHE. Fazer uma atriz do porte dessa senhora pagar um monkey desses é muita sujeira. E pode ver, a cara dela é a de quem tá pensando "ah, maldito, vai ter revanche!" (ou melhor, ravache).

Irenota, gata, se precisar de mim pra dar o troco é só chamar. Ou então chama aquele "presidente da Gol", que ele também é bom pro negócio.


P.S.: Caso alguém não tenha visto, vale alugar "Minha Nada Mole Vida". Os Amaurys da vida devem odiar a perfeição com que o Luís Fernando Guimarães os representa nessa série. E vale também, e muito, a atuação do ator mirim David Lucas, na pele do impagável Hélio.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Nova Gaba

Os leitores mais antigos sabem à exaustão das minhas histórias com a Nova e dos meus estudos a respeito da digníssima revista. Daí vem o Te Dou Um Dado e escreve em poucas linhas tudo o que academicamente pode-se escrever sobre as capas da Cosmopolitan brasileira.

Ri horrores, claro. E, francamente?, consideradas algumas excessões, eu assino embaixo do que foi dito. Quem entende essas capas da Nova?

terça-feira, 6 de maio de 2008

como assim?

Eu não achei que fosse viver pra ver a Shakira num comercial de shampoo. Só me falta agora o Lúcio Mauro fazer comercial de creme facial.

Bom...Olhando por esse ângulo... Faz até sentido. Em vez de pôr alguém com tudo no lugar, pôr alguém que realmente precise do produto. Yep, makes sense to me now.

Disse tud!

“Escrever é cortar palavras”.

Pra começar a semana. E seguir em frente, recomeçando a vida.


P.S.: Frase atribuída a Carlos Drummond. Mas vai saber!
P.S.2: Bom... este é o "Humberto Explica". As palavras aqui são rainhas! :)

just be nice

“If I pave my streets with good times
Will the mountain keep on giving?”


Trecho favorito deste blogueiro da música “Why do I keep Counting?”, da banda favorita deste blogueiro, The Killers.

Bom. Parece que a resposta é sim. Tem que ser.

open up your eyes

Existem situações em que não adianta mais você tentar abrir os olhos de alguém a respeito de alguma coisa. Não adianta porque você não é melhor nem pior que ninguém pra abrir os olhos de ninguém. Você pode tentar. Mas sempre chega uma hora em que seja lá quem for com quem você se importa decide o que quer, para o bem ou para o mal – e de olhos bem abertos.

Daí, se a sua consciência estiver tranqüila, então, bom, seu trabalho está feito. No mais, cada um que responda (ou pague) pela própria felicidade.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

sexta-feira, 2 de maio de 2008

guardadinho na memória

Eu tenho um hábito esquisito, e eu sei que mais gente tem também, que é o de sentir uma espécie de falta de ar quando eu quero lembrar uma coisa e não consigo. Daí fico martelando, martelando e martelando horrores até que eu lembro.

Tinha um desenho que eu lembrava, da época da minha primeiríssima infância – eu só tinha alguns flashes desse desenho, na verdade. E como eu era muito bebê na época em que era exibido o tal deseínho, nunca consegui explicar pra ninguém do que se tratava, nunca consegui que ninguém me ajudasse a lembrar qual era. Cheguei a me perguntar se eu não estava inventando coisas, mas lembrei que os personagens desse desenho estavam pintados na parede do jardim onde minha irmã mais velha trabalhava. Enfim, existir, eu sabia que o programa existia. Mas lembrar...

Então foi com muita felicidade, das mais sinceras mesmo, que eu li um post no Pastelzinho, onde o Maurilo, o autor do blog, comenta desenhos da época de sua infância – e, pimba!, lá estava o tal desenho: "Barbapapa"!!! Depois de aaaaaaaaanos, adeus falta de ar!

Pelas informações que eu achei no Google, eu devo ter visto alguma reprise desse desenho, ou algo do tipo, quando ainda era bebê mesmo, no máximo da idade da Sophia – Pra quem não a conhece, é a já bacaníssima filha do Maurilo, estrela número um do blog (e da vida) dele.

Eu tenho duas sobrinhas muito novinhas, uma de pouco mais de três anos e sua irmã, de pouco menos de um ano. Vivo falando pra mãe delas, my unique sister, pra dar muita atenção às meninas e ficar atenta ao que se passa ao redor delas. Porque (descobriu e falou Humbert Freud!) tudo isso ficará com elas, em algum lugar, pra sempre, sempre. Se puxarem a memória de elefante do tio, então, putz!

Eu lembro de quando a Rita Lee lançou “Mania de Você”. Eu lembro de como era a sala aqui de casa quando eu tinha dois anos, nessa mesma época. E agora esse "Barbapapa". Mas essa minha memória boa já rendeu uns micos engraçadinhos. Como quando a Polly comentou comigo que lembrava da outra vez que o Papa João Paulo II veio ao Brasil e eu, aliviado de alguém também se lembrar, disse pra ela que era a lembrança mais antiga que eu tinha – até me dar conta de que ela se referia à visita de 1997 (e eu à de 1980).

Enfim. Eu me interesso por muitas coisas. O cérebro e seu funcionamento, a memória, tudo isso me deixa muito curioso. Do que será que eu ainda serei capaz de me lembrar? O que será que eu ainda farei de inesquecível?

Coisa doida essa tal de vida. Mas eu adoro ela! Desde o comecinho que eu nem me lembro mais.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

quinze minutinhos: "hummm???"

Já viram o "15 Minutos", na MTV? Ao contrário das baboseiras da programação estrangeira da emissora e, principalmente, ao contrário das bobagens do "Crap MTV", o programa do carioca Marcelo Adnet, que conta também com seu amigo Quiabo, é muito engraçado. São só quinze minutinhos, mas o cara tem a manha. Eu indico demais!

Melhor que eu ficar aqui falando é você ver o trabalho do cara. Vai lá no Youtube e divirta-se. As imitações são as melhores e o humor que o Adnet faz é bem crítico e bem inteligente.

Bom, o fim de semana promete, então talvez eu só volte na segunda-feira. Besos pra everyone, Deus nos dê alegrias.

Hasta luego, amigos!

sem comentários

O que diria a Naza?

Bom, ela eu não sei, mas eu não tenho nada a dizer. Mesmo.


P.S.: Carol, você também não tem o que comentar.