segunda-feira, 29 de setembro de 2008

floresta negra

Cláudia Ohana vai fazer Playboy em novembro!
CLÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁSSICO!!!


Vou ser o primeirão na banca pra comprar!

Finalmente, depois de décadas, vamos descobrir o que se esconde por detrás daquela floresta.

É muito bacana, hehehe. Pra revisteiros (rs), essa será mais uma edição de colecionador.

Simplesmente, um novo clássico!

Eu gosto muito de revista, é tosco, mas é foda, eu ainda gosto... E vocês, leitoras, gostam do quê? Por qual clássico vocês esperariam ansiosas? :)

Beijos!


P.S.: Na imagem, a primeira capa dela, a clássica da moita, de janeiro de 1985.
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funciona cabeça!

Pobrada do Brasil, spiem só como o Google está comemorando seu décimo aniversário!

Dá só uma mirada aqui! OU aqui, se você lê inglês.

Bora tratar de pensar em algo urgeeeeeeeeeeeeeeeente!!!

antes que feche outro banco

Esse é pra quem anda não entendendo necas da crise estadunidense. Clique aqui para entender sem rodeios o que rola em Wall Street. E clique aqui pra não ter mais nenhuma dúvida.

Serviço de utilidade pública do “o Humberto explica”. :P

Kisses.

pérola televisiva XIV ("Olánn! Muito boa tannnrrrde!")

Da Folha on line: "Globo Esporte enfrenta crise sem precedentes."

A-Háháháhá!
Eu acho ótemo!

Porque o mundo pode estar caindo, a enchente pode estar rolando, os EUA podem estar no limite da quebradeira econômica, mas o povo do “Globo Esporte” tá lá, rindo, feliz, “o mundo é lindo!, danem-se os problemas, a gente tem futebol, não é mesmo?" É isso aí, afinal, o que é um governante corrupto perto de um golaço do XV de Piracicaba?

Eu tenho uma preguiça do noticiário de esporte, que eu vou te contar. Não é preguiça do esporte, é da cobertura, e sobretudo do fato de ela vir sempre no finalzinho dos jornais, pra ficar bem mais fácil pra todo mundo esquecer a desordem no mundo.

Mas é isso aí. Se as caras são sempre sorridentes no “Globo Esporte” mesmo quando o planeta cai lá fora, de repente elas mudes um pouco de fisionomia com um outro tipo de queda – a do Ibope.

Ai, quanta tosqueira...

preservem a trema

E esta reforma ortográfica agora?

Pra mim, não precisava mudar nada na língua portuguesa falada e escrita no Brasil. Tava lindo do jeito que tava. Eu sei que parece coisa de velho, mas, ba!, realmente acho que não precisava mexer em nada. Até porque a ignorantada que escreve errado agora vai continuar errando. E bloggers toscos como este continuarão usando (em itálico) gírias, neologismos e estrangeirismos.

Bom. Pelo menos não vou ter que escrever nem falar “ora, pois”, ora bolas.

Não percam a visão “Gravataí Merengue” sobre a reforma, hehehe. Se eu tivesse mais tempo, este meu post provavelmente seria muito parecido.

Besos!

o querido Machadão

E por falar em olhos de ressaca, como não?, tenho que fazer alguma menção ao centenário da morte de Machado de Assis.

E vai ter que ser só menção mesmo, já que meu tempo é curto e eu não conseguiria (bom, nem com muito tempo) fazer um texto que explicasse o quanto eu gosto do Machadão e o quanto eu adoro “Dom Casmurro” (apesar de todo o esforço que as professoras do ensino médio faziam pra gente odiar esse tipo de leitura).

Enfim, todos os portais prepararam especiais para homenagear a data. Eu sugiro este especial e mais este outro aqui.

E, acima de tudo, sugiro a leitura do “Dom Cassoco” (como eu chamo :P) e de quantas outras obras desse espetáculo de autor você puder ler.

É isso. E eu realmente lamento não dar pra escrever muito mais.
Besos.

os lindos olhos de ressaca

A fim de dar uma subida no nível dos posts (que andaram caindo graças à Myrand Family), vai aí uma mulher que eu não canso de achar bonita. Porque alguma coisa nela é diferente. Dona Maria Fernanda Cândido, produzida, sem produção, de longo, de saínha, até fantasiada de mulher-barbada essa mulher deve ficar linda. Era uma modelo bacana, tem sido uma atriz esforçada também. E tem um sorriso maravilhoso.

Escolhi a Maria Fernanda pra começar bem a (curta) semana do blog e porque ela irá encarnar a protagonista da minissérie baseada em um dos meus livros favoritos: A atriz será a Capitu, mulher dos olhos de ressaca, na versão para TV de “Dom Casmurro”. Espetáculo, espetáculo!

E é isso por ora. Já antecipei um item do primeiro Top Tem do blog, que será sobre livros, e assim que der uma brechinha volto aqui. Tem um milhão de bons posts adiados.

Besos, boa semana pra everyone!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

freak

Nem deu tempo de minhas leitoras comentarem o post de ontem e eu já acordei com esta pérola jornalística hoje.

Continuo sem ter como comentar tanta tosqueira. Mas há quem tenha e consiga ser até esclarecedor! Dá só uma olhada neste texto do Mauricio Stycer, colunista do Estadão.

E pensar que eu achei que a Gretchen cantando e dançando “Jesus é rei, ô-ô-ô, quer te salvar” era o máximo que a família Miranda poderia fazer...

Bom, besos, né?

terça-feira, 23 de setembro de 2008

não na xanex, please


Eu prefiro nem comentar. Porque é tão engraçado e me fez rir tanto que se eu falar qualquer coisa vai estragar a piada.

Por isso, já adiantando os “posts da leitora” que começarão a ser publicados logo, vou deixar os comentários sobre tão importante fato pra vocês.

E aí, mujeres, o que dizer deste caso? O que dizer de uma “mocinha” que, em 2008, ainda acha que dar a busa é diferente de perder a “virgindeza”? O que dizer de gente para quem “virgindade significa hímen”?

KKKKKKKKKKKKKKKKKK!!! É tosco e, em certo grau, muito triste, mas eu não consigo parar de rir. Então, pessoal, dá (sem trocadilho) pra dizer alguma coisa a respeito?

Beijos! (No rosto, hein!...)


P.S.: Até o final deste post, o autor continuava Peixes.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

uma tarde em Aspen


Essas são imagens enviadas por minha amiga Luana, gente finíssima que só ela, da viagem que ela fez a Aspen na semana passada. Sabe como é, TuBHcanga estava um tédio, ela resolveu assim, num estalo, dar uma esquiadinha pra relaxar. :P

E assim vai o mundo... Já choveu pedrona de gelo. Daqui a pouco chove canivete. Ou então cai finalmente aquela chuva de Xuxa da música dos Mamonas (só espero que não caia Pelé no meu colo, também como na música, pelo amor de Deus!).

Enfim, bobagens, bobagens...
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Besos, bom dia.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

chupa essa laranja

E eu adoro a Nova, cada vez mais nova!

Não é que a revista lançou, em sua edição de aniversário de 35 anos, uma campanha chamada “Eu tenho celulite”? Eu adorei, o senso de humor dessa revista não é qualquer um que tem, não! Porque, pensa bem, se as “estrelas” da campanha têm celulite e assuuuuuuuuumem isso, fica a pergunta básica: “Cadê a porra da celulite?!”

É muito hilário fazer uma campanha pra incentivar as mulheres a desencanar da celulite e botar mil fotos com mulheres sem celulite. De repente devia vir junto outra campanha, a “Eu uso photoshop”. A Nova também podia lançar a campanha “Eu publico artigos com indicação de cremes anti-celulite” ou “Eu sou demagoga”.

Sem comentários. Aliás, com comentários. Os das participantes da campanha e os meus, logo na seqüência.


“Celulite é democrática e feminina. Nenhuma mulher deixa de ser bonita porque tem.”
Daniele Valente (ou Natália do “Confissões”), atriz

“Celulite é democrática mesmo. Nenhuma mulher deixa de ser feia porque tem.”
Humberto

“A celulite não deve gerar culpa. A gente fica mais linda quando se aceita e se cuida sem se massacrar.”
Ellen Roche, modelo, atriz da “Zorra toatal” e namorada do Cigano Igor

“A celulite não deve gerar culpa mesmo. Já tem revistas como a Nova e a TPM, que se encarregam disso.”
Humberto

“Assumo que não gosto de ter celulite. Mas, se mesmo me cuidando elas persistem, fazer o quê?”
Fernanda Souza, Chiquitita

“Assumo que admiro a gordinha conformada.”
Humberto

“O que são furinhos diante da beleza e da perfeição que é o corpo da mulher? Uma bobagem!”
Luciele Di Camargo, atriz

“Claro. E o que são uns furinhos quando se tem a cara do Zezé Di Camargo?”
Humberto

"Essa corrida para ser perfeita é desgastante. Toda mulher tem celulite, e se não tem, ainda terá."
Sâmara Felipo, atriz, projeto de Mãe Dinah

“Se a corrida é desgastante, não é mais fácil pedir pra sair? Não é mais fácil não fazer capa da Boa Forma pra não incentivar outras a correr também?”
Humberto


Ai, ai, ai, esse povo me diverte.
Besos, se eu não postar mais, bom final de semana pra todos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

tchAU-tchAU

O post de hoje era sobre o filme “Ensaio sobre a cegueira”, que eu assisti ontem. Mas o branco do filme nem deu graça porque hoje o branco que me interessa cansou esta manhã. Aliás, descansou.

Por uma dessas surpresas ruins da vida, meu nenenzinho branco encheu de gente burra na Terra e foi pra lugar melhor.

Ele deixa vários tios e seus dois priminhos muito tristes, mas também parte deixando a lembrança de que rir é o que há, estar sempre feliz é o que importa e que dar “high fives” é legal pra cachorro.

Particularmente para este tio, ele parte ensinando que a gente não deve deixar as superficialidades do dia-a-dia nos fazerem esquecer de quem a gente ama (e que muitas vezes a gente não vê por “falta de tempo”). Porque a gente não sabe mesmo do dia de amanhã. A gente não sabe de nada. E, principalmente, porque este tio aqui não se conforma de não ter dado boa noite pra ele ontem.

Tchau, neném cadeirudo, não esquece que o titio te ama.

Não tem muito o que dizer, não.
Abraços sinceros pra todos.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

la guapa chica

Eu não gosto da Jennifer Lopes, ela é uma das maiores malas que se tem notícia. Também nunca vi nenhum filme significativo dela, e das músicas, só gosto de “If you had my love” porque me lembra de quando eu morei fora. Eu e a Fabiane, minha amiga de intercâmbio, até tínhamos um apelidinho meigo pra ela (“Ce viu a puta na capa da Cosmopolitan?”).

Mas, tudo isso à parte, eu tenho que dar o braço a torcer: A desgramada da mulher é bonita! Spia esse sorriso de Rízia que ela tem.

Com qualquer cabelo, brega ou não, sabe ser bonita. E é um alívio uma latina, por mais loira que a venham tornando, com tanto espaço na mídia. Porque não é racismo, não, mas eu tenho uma preguiça dessas atrizes muito brancas de Hollywood... Eu não faria a Julianne Moore nem no escuro, até porque ela deve brilhar no escuro – freak!

Enfim, post light, pra dar uma aliviada dos de ontem.
Besos!


P.S.: Lá do seu jeito, a Julianne Moore é muito bonita também, e é um espetááááculo de atriz. Mas é uma lagartixa, vamos combinar.

UPDATE (em 19/08/08):
Nem sabia, mas a Jennifer Lopes é capa da Elle estadunidense este mês. As fotos estão lindas! Veja aqui ou aqui.

H.L.

Bom dia pra todos.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

fim da terça-insana (continue pensanso na Grécia, continue pensando na Grécia, continue pensando na Grécia...)

Incrível como o dia foi esquisito. Foi ruim do minutinho que eu acordei e ainda não o engoli até agora. Aliás, estou, de fato, com um gosto ruim na boca, um mal-estar. Hoje parece que tudo deu errado pra mim e pra todo mundo por perto. Haja copinho d’água.

Estava tudo tão cinzento e frio (até o tempo), que eu me peguei me perguntando pra quê tudo? Por quê tanto esforço, pra quê as noites sem dormir, os dias com a cara enfiada em livros e no computador, pra quê o esforço pra dar tudo certo? O quê é tudo certo, quem define isso? Eu? O que fazer quando tudo dá errado? E, às vezes pior, o que fazer depois que já deu tudo certo?

A verdade é que de vez em quando (e, graças a Deus, tem sido bem de vez em quando mesmo) tudo parece tão, mas tão sem sentido, pior, sem saída, que eu literalmente preciso parar. Fechar os olhos, me desligar de tudo, tentar achar uma luz (vai ver é por isso que tem sempre que ser no escuro).

Hoje eu olhei minha pilha de revistas. Olhei minha pilha de livros. Olhei o sem fim de textos sobre isso e sobre gênero que eu venho lendo. Hoje eu tentei lembrar de onde surgiu isso tudo na minha vida e tentei pensar para onde vai me levar isso tudo.

Hoje eu pensei em todos os idiotas bem sucedidos que eu conheço e tive certeza, mais uma vez, que o idiota-mor sou eu, que continuo sem ter onde cair duro. E aí vem a avalanche de perguntas: Onde é que eu errei? Dá tempo (e tem como?) arrumar as cagadas? Dá pra ser sujo pra conseguir as coisas? Dá pra conseguir as coisas sem ser sujo? Se dá, não era pra eu ter conseguido já há muuuuuito tempo? Como é que eu fui pro Cu do Mundo sem UM ÚNICO puto e deu tudo tão certo? Ôpa, acho que ao menos descobri onde eu errei.

O mais bizarro do dia de hoje é que as coisas já estiveram muito piores. Não sei nem se as coisas estão ruins mesmo. Mas algo, sei lá o quê, me dá ao mesmo tempo certeza de que as coisas não estão bem, não ficarão e que eu cansei de tentar fazê-las ficarem. Será que a preguiça que eu estou das pessoas tem algo a ver com isso? Será que eu adquiri igual preguiça de mim mesmo? Será que você adquiriu depois deste post mala?

Eu sei, eu sei, isso parece um texto de adolescente. Talvez resida aí boa parte do problema (se ele há) todo.

Valha-nos Deus, permita que a quarta-feira e os dias seguintes sejam mais iluminados, pra mim e pra todos que eu vi chorando hoje por conta da ignorância alheia.

Bonsoir.

nas profundezas da superficialidade II

Chamada de capa da TPM de setembro, estrelada pela atriz Cláudia Abreu:

"A imprensa precisa respeitar quem não está a fim de aparecer."

Hein?

Como é que é essa parte aí da imprensa, que eu não entendi? Eu achei que a TPM, revista, fazia parte do que se convencionou chamar “imprensa”. E até hoje eu achava que quem está a fim de ter privacidade não costuma dar, literalmente, a cara à capa de uma revista. E eu também achava que é uma coisa um tanto hipócrita ficar metendo o pau na imprensa e sair na capa de uma revista bem no dia que a novela que você protagoniza entra no ar.

Ainda na TPM, Cláudia, que está concluindo a faculdade de filosofia, diz que no mundo artístico "Quando (você) vê está falando só clichê. Aí vai estudar e descobre vida inteligente além do seu mundinho". Cláudia, gata, garra nos estudos.

Esta é Cláudia Abreu, a “Cacau” para todos aqueles que adoram encher a bola da moça como sendo uma “atriz-cabeça, descolada, inteligente, que tem o que dizer”. Logo vejo que tem o que dizer, sim. Só não sei se eu ainda tenho saco pra ouvir. Chega de baboseira, já basta todas as que eu tenho que tolerar em ônibus.


P.S.: Talento dramático incontestável a Cláudia Abreu tem, e há anos e eu não discuto. Mas essa carcaça de cool eu não agüento, não. A mesma carcaça de cool, aliás, que a própria TPM também tem, mas dessa daí eu nem falo mais.

nas profundezas da superficialidade (reconhecimento e redistribuição)

Eu teria que explicar muita teoria pra contextualizar os leitores do blog sobre o tema deste post. Acho que ele é mais pra mim mesmo, um desabafo solitário. Quem tiver interesse e tempo e saco pode procurar alguma coisa de Axel Honneth e Nancy Fraser. Não é chato, não.

O problema de ler centenas de páginas sobre uma discussão que envolve os conceitos de “reconhecimento” e “redistribuição” é ver que o debate (???) fica no lindo mundo da imaginação. É muito cansativo ter de ouvir um monte de gente teorizando sobre coisas pelas quais não passam porque não precisam nem de redistribuição de renda ou do que seja nem de reconhecimento nenhum. Ouvir de gente que TEM e que PERTENCE sobre quem não tem e não pertence é meio o cúmulo da pobreza de espírito. Parece aquela coisa Chico Buarque de Holanda de falar sobre a vida dos pobres para os ricos acharem bonito, bem “Construção”.

Não que não seja válido que se discuta tudo isso. Não apenas é válido, como é necessário. Mas ninguém ali pensou que onde estávamos já era um lugar onde aqueles que não abocanharam nada nem foram reconhecidos chegam. Até chegam, na verdade. Mas aí, não encaixam. Ficam mudos. Porque não há muito o que falar, não dá pra discutir de igual pra igual. Não houve embasamento, educação, constituição de vida igual. Dá, no máximo, pra ficar ali, perplexo, admirando o circo de bobagens. Dá pra ficar ali tendo certeza de que nada vai mudar porque não tem como. Dá pra ficar pensando no quanto o mundo da teoria costuma não valer nada mesmo. Dá uma tristeza pensar (ôpa!) que o negócio é se entregar ao igualmente sem sentido mundo da prática.

Redistribuição, reconhecimento, teoria, vida real... Do quê mesmo se trata tudo isso?

Não é uma questão de aceitar a própria mediocridade. É pior. É uma questão de adotar uma mediocridade. Pra tentar ter leveza na vida.

Levantar, pensar no próprio umbigo, comer, malhar, trabalhar, estudar, fazer a social, juntar dinheiro, viajar uma vez por ano, encontrar alguém, trepar, casar, ter filhos, comprar um carro, comprar uma casa, trocar de roupa a cada estação, viajar duas vezes por ano, tirar amigo-oculto no natal, pular carnaval, votar, discutir o ibope da TV, puxar um ou dois sacos, fazer planos, fingir de égua, concordar com tudo. A vida-bundinha é o que há. Coitado dos trouxas que levam outra vida-bundinha inteira pra descobrir isso.

A Madonna já falou disso em “American life” ou é impressão minha? TODO MUNDO já falou disso ou é impressão minha? Nossa, eu sou muito clichézento. Acho que vou ler Fraser e Honneth pra ter mais conteúdo.
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pense na Grécia, pense na Grécia, pense na Grécia...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

o Humberto pergunta

Como o tempo anda curto, resolvi abrir espaço para uma pesquisinha rápida, que dará origem a um texto depois. Então lá vai: Queridas leitoras, o que vocês acham deste look aí acima? Dariam de cima de um sujeito vestido assim? Sairiam de casa com o namorado trajado de social pela metade? Hein? Hein? Sejam sinceras como sempre.

Besos, gotta go.

noites escuras

Todo dia que eu passo por um cartaz do show do Sideral (Uau!) eu leio o nome do CD, "Dias Claros" e fico imaginando que a faixa principal deve chamar "Pleonasmo". Só pode. Só em TuBHcanga mesmo.

momento trouxeba

Raiva que dá de sentir saudade de quem não merece. Que se exploda.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

viva Rakelli!

Hoje acaba “Beleza Pura”, novelinha simpática das sete horas, ideal pra quem se entregou ao sistema e quer simplesmente chegar em casa e ver bobagem (mesmo que, como no meu caso, tenha que fazer mil coisas logo que o capítulo termina).

“Beleza Pura” é simplezinha, todos os personagens são bacaninhas e tal, até os “vilões” são gente boa. Mas, nem precisava eu dizer porque até quem não vê a novela sabe, o brilho da trama ficou todo por conta da Rakelli, a personagem gata e birutinha da Silva interpretada pela ótima Ísis Valverde.

Dá até dó pensar que vou chegar em casa e não vai ter mais as pérolas da Rakelli pra aliviar as tensões (pelo contrário, agora vai ter a mala da Carolina DICKmann com aquele cabelo de Galisteu – sinal de Deus pra eu desligar a televisão e estudar).

A Rakelli, com seu carisma, sua confusão mental, suas unhas pintadas de azul e sua batalha pra ser “coleguinha” do “Caldeirão do Huck” (que deveria agradecer à autora e a Ísis o merchan) e até com sua musiquinha bacana, é mais um caso dessas atrizes que entram quase como coadjuvantes, roubam a cena da mocinha e do elenco inteiro e entram pra galeria de tipos tão legais que você acaba se tornando íntimo. É coisa de brilho mesmo, nem o Humberto explica.

Só posso desejar sucesso pra Ísis Valverde. E personagens diferentes, pra ela não ficar feito um monte de ator que passa a vida fazendo o mesmo papel.
:)

Inspirado na “Kellinha”, lembrei de outras estrelas que começaram com pouco espaço numa novela e acabaram caindo no gosto popular e roubando a cena total. Coisa das antigas, mas dá uma olhada:
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TINA PEPPER: “Linda, como assim linda, Humberto?” OK, o linda aqui nem cabe muito, mas não havia nada melhor que Albertina Pimenta, a Tina Pepper, vivida pela Regina Casé em “Cambalacho” (1986). Eu não lembro nem quem era a protagonista, pra se ter uma idéia. Lembro é que o carisma de Tina era tanto e que a apresentação dela no programa do Chacrinha foi tão inesquecível que, no final, a personagem pegou ninguém menos que o Paulo Cérsar Grande dos anos 80.

TANCINHA: Esse é um caso exemplar de mocinha que roda na mão da coadjuvante. Maitê Proença não deve perdoar Cláudia Raia até hoje pelo estouro que foi a Tancinha em “Sassaricando” (1987). Eu ainda canto de vez em quando “me vai um talll de ti-ti-ti, ti-ti-ti, ti-ti-ti, todo mundo me vai falar, ti-ti-ti...” do jeito que a moça que falava tudo errado cantava. Eu não conseguiria definir a Constância. Tem muita gente que não gosta da Cláudia Raia e tal, mas o talento da mulher, sobretudo como comediante, é inegável.

IMACULADA: A pombinha revoltada de “Tieta” (1989) era um verdadeiro espetáculo de interpretação da (sumida) atriz Luciana Braga. Não dá pra dizer que ela roubou a cena da protagonista, vivida pela Beth Faria, (e muito menos a cena da melhor vilã de todos os tempos, Perpétua, vivida pela Joana Fonn), mas seguramente Imaculada procurando seu “prííííncipiii” era uma das personagens mais queridas e com maior torcida na trama.

NICINHA: “Eu quero ser é a amante, a outra, a sua mulher que lave as suas cuecas”. KKKKKKKKKKK! As pérolas que a Nicinha soltava depois que foi trocada pelo noivo de anos eram as melhores. O Brasil conheceu Marisa Orth em “Rainha da sucata” (1990) e se apaixonou de cara (essa frase ficou igualzinho coisa do “EGO”). Mesmo com a Laurinha Figueroa de uma Glória Menezes que dá saudade, a Nicinha era o destaque.

YASMIN: Esse é um caso até triste. Porque o carisma e a beleza da personagem saíram de cena quando sua igualmente bela e carismática intérprete, a atriz Daniela Perez, foi assassinada (e pelo seu par romântico na trama). Daniela estava no auge, e sua Yasmin tinha roubado toda a cena da protagonista de “De corpo e alma” (1992), Cristiana Oliveira. Bem triste mesmo.

BABALU – Ninguém dava nada pela ex-paquita Letícia Spiller, mas não teve pra mais ninguém em “Quatro por quatro” (1994) – cuja protagonista, de novo, era Cristiana Oliveira, coitada. A loura do Raí foi capa de toooooooooodas as revistas. Espetáculo.

JACKIE JOY: Eu já devo ter falado da Jackie Joy (Juliana Paes) aqui. Porque eu adoraaaaaaava a gata-garota Jackie Joy, extremamente engraçada e gente boa em “Celebridade” (2004). A cena em que ela se passava pela amante de um empresário (dono da casa onde ela foi fazer faxina) para ficar famosa é clássica pra mim, ri demais. Até tinha a Laura Cachorrona (Cláudia Abreu), mas a Jackie Joy era top de linha. Brilhou muuuuuuito mais que a Malu Mader, protagonista (com o mesmo cabelo e a mesma cara desde que eu me entendo por gente).

BEBEL: E dava pra fazer uma lista dessas sem incluir a Bebel (“Paraíso Tropical”, 2007)? Já falei muito dela no blog e é um caso muito recente, então todo mundo aqui lembra da “catiguria” da interpretação de Camila Pitanga. Não teve pra pobre (e gostosa) da Alessandra Negrini nem com ela interpretando protagonista e antagonista na mesma novela.

Agora sim, tal como “Beleza Pura”, acabou o post. Bom final de semana pra todos! :)
hh


P.S.: Ísis roubou a cena, mas cabe dizer que a Regiane Alves, a protagonista de “Beleza Pura” também é uma gata e também é boa de serviço. Mas infelizmente, Kellinha foi Kellinha.
P.S.2: Nem deve dar pra eu assistir o capítulo final, devo ver no Youtobe. De todo modo, Carol, grava pra mim! :P
P.S.3: Preciso dizer que a Rakelli me lembra muito uma Michelle, que eu conheci nos anos 90. A alegria, o carisma, um certo olhar vago, o bom coração – e se não era pra ser dançarina do Luciano Huck, a vontade de ser paquita era muito parecida com a da personagem. Saudade da Michelle. Saudadezinha daquele tempo.
P.S.4: Fiquei com dó da Cristiana Oliveira... Pra não dizer que ela não tem seu lugarzinho na lista, não custa dizer que sua personagem não roubou a cena em uma novela, mas roubou nada menos que a audiência da Globo numa época em que ninguém sonhava que isso pudesse acontecer. Quem quiser ver como, basta assistir à (picotada) reapresentação de “Pantanal” (1990) no SBT.


Chega, né?
Besos!

vovô do rock (vitrola! heeeeeein???)

Não é do Ozzy que eu vou falar (como diria a Luisa, "Hááá! Pegadinha do Malandro!!!). É sobre a eleição aqui na roça ("Hááá! Isso, sim, é pegadinha do Malandro!!!).

Anyways, entre os vários tipos toscos que se candidatam a vereador em TuBHcanga, um me chamou a atenção hoje de manhã: O “Vovô do rock”.

Em primeiro lugar, chamou a atenção porque não me parece suficientemente velho pra ser chamado de vovô. Em segundo, achei no mínimo curiosa sua plataforma de campanha:. Algo como:

“Por uma rádio de rock em BH e por apoio às bandas de rock da cidade.”

U-hu!!! É tudo o que a população precisa! Esse cara tem “as manha”, ele saca tudo o que anda faltando nessa roça? Transporte público decente, segurança, educação de vera? Pra quê?! Isso tudo é mais velho que o vovô, né?

Por fim minha ficha finalmente caiu: Rádio? O cara quer uma rádio?! Hum... Vovô do rock... Um cara que ainda precisa de rádio em tempos de MP3 (pra citar o básico) deve ser mesmo bem velho.

Ozzy, rogai por nós.

ss

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

injustice for all

Essa senhora aí acima é a futura vice-presidente do mundo. Sim, porque apesar de a eleição dos Estados Unidos afetar a vida de todo mundo, só os estadunidenses é que votam, e se só os estadunidenses votam eu tenho todos os motivos do mundo para acreditar que por nada neste mundo um jovem negro será eleito. O que me leva a concluir que Sarah Palin, vice de John McCain pelo Partido republicano, será logo a vice-presidente.

Não teve tempo de ler mais sobre a doninha? Clique aqui.

Não, eu não tenho mais o que dizer. E já usei demais a palavra mundo neste post. Então vai só “cão” mesmo.

Boa sorte pra nós.


P.S.: Não que se a gente pudesse votar alguma coisa sairia melhor. Que o diga a eleição local, que foi abordada aqui ontem. Valha-nos Deus.
P.S.2: Sarah por Sarah, prefiro minha querida leitora, claro.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

freak smile, freak show, freak news, freak world

Eu não assisti ao VMA deste ano porque pelo menos desde a edição de 2000 eu acho essa festinha da MTV estadunidense um porre só. Aliás a MTV estadunidense é um porre só. Aliás, a daqui também é. Mesmo assim, acompanhei a repercussão do evento no dia seguinte.

E qual não foi minha surpresa ao me dar conta de que todos, eu disse TODOS, os meios de comunicação possíveis bradaram o “retorno triunfal de Britney Spears” depois da catástrofe que foi a festa dela na festa do ano passado. Ah?

Retorno, como assim retorno? Do quê? Pára, ow, pára! A mulher continua com seu playback horrendo, o clipe da mulher é horrendo, o aplique do cabelo dela continua horrendo, o sorriso continua macabro (pra mim, pelo menos), é tudo muito, muito fake.

Mas a pobre da mulher à parte, o que me assusta mais é essa unanimidade da imprensa. Todo mundo viu um êxito escandaloso de Spears (que eu não vi, o retardo é meu?). Até o carinha do Los Hermanos que escreve no G1 babou ovo pra “estrela”. Gente, pára o mundo.

E há pouco eu li que a Britney ainda deve ser a capa da Vogue América mês que vem? What?!

Enfim, muitas coisas no mundo me parecem estranhas. Mas algumas são realmente pavorosas. Esse tipo de cobertura jornalística em sintonia indiscutível, por exemplo.
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lata de sardinha

Hoje, agarrado por sabe Deus quantos longos minutos na Avenida Antônio Carlos, aqui em TuBHcanga, fiquei admirando a pobrada se espremendo dentro do ônibus absurdamente lotado (essa semana uma moça desmaiou em cima de mim por conta da lotação do mesmo ônibus).

Daí fiquei vendo a cara do povo, todo mundo no seu bate-papo alegre ou no seu desânimo, todo mundo admirando a obra interminável lá fora, que agarra muito o trânsito que ela promete agilizar.

E daí veio a dúvida: Ninguém desse povo se pergunta de quê vai adiantar uma avenida larga (se assim for) e bem asfaltada se os ônibus continuarem sendo poucos, o serviço continuar péssimo e as passagens continuarem caras? Ninguém se pergunta sobre a indignidade que é ser transportado feito gado por horas todos os dias?

É muito clichê lembrar que “todo povo tem o governo que merece”?

É... O berro diário do cobrador é “um passinho à frente”. Mas no fundo, no fundo, acho que a cada dia damos é um passinho atrás.
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P.S.: Para as leitoras aqui da roça, indico a leitura deste post do Caio. É maior que os meus, mas é indispensável demonstração de inteligência.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

mulheres do século XXI, revistas femininas do século XX

Mês passado eu comprei, por mero equívoco, a TPM. Li a entrevista principal e achei interessante destacar duas perguntas e respostas da entrevistada. Dá uma olhada:


Você teve filho sem estar casada? Como foi isso?
Nunca fui casada com o pai da minha filha. Hoje ele é um grande amigo e também o homem mais importante da minha vida depois do meu pai. Acho curioso como uma situação tranqüila e até comum hoje em dia ainda precise de uma qualificação. As pessoas não dizem “mãe casada”, “mãe viúva”, “mãe separada”. Sou mãe, como todas as outras. Aliás, segundo a minha filha, muito melhor do que todas as outras.

Pessoas que dão clara prioridade ao trabalho, como você, conseguem manter um relacionamento?
Depende do modelo. Já cheguei a acreditar que trabalhar muito era só uma fase da minha vida. Uma vez falei isso para um namorado e ele disse: “Você sempre vai inventar coisas para fazer que te ocupem desse jeito”. E é verdade. Vou levando a minha vida assim. E, quando tenho uma relação mais tradicional, fica difícil. Então, não dá. Tem que ser em outros moldes.


Achou que era a Xuxa falando da Sasha? Imagiiiiiiina! Você acha que a TPM, super moderninha e antenada com as mulheres que saem na frente, ia entrevistar a Xuxa e perguntar sobre a peitada que ela deu na Sociedade Patriarcal em 1997? Não, a TPM esperou até 2008 para entrevistar a Mônica Bergamo.

Eu não entendo a TPM, juro que não entendo. Se apresenta como a alternativa às revistas femininas, mas nas entrelinhas acaba sempre reforçando um papelzinho contido e “no seu lugar” para a mulher.

E viva a Nova, escrota, com capas toscas, mas (muuuuuuito nas entrelinhas) tão ousada quanto era quando foi lançada em 1973.

Durma-se com um barulho desses.
dd

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

pra começar a semana

“Eu não gosto de intimidade com jornal e são poucos os jornalistas com quem mantenho amizade. Não gosto da idéia de estar conversando com uma pessoa, porque a tenho como uma amiga, e essa pessoa, por sua vez, estar interessada profissionalmente na conversa, tornando depois público o que era particular. Isso me inibe e faz deteriorar qualquer amizade. Há muitos jornalistas que sobrepõem a profissão à amizade. Já houve quem se utilizasse da minha amizade para obter informações usadas depois, indevidamente. Então você é obrigado a conversar com um pé atrás e isso não é conversa de amigos. Se um amigo que é jornalista está me entrevistando, eu me comporto como um artista falando para um órgão de imprensa. O jornalista, queira ou não, exerce um poder e eu não quero ser simpático a poderoso nenhum”. (Chico Buarque de Holanda, em entrevista a Lena Frias, do “Jornal do Brasil” de 10/11/97)


É por essas que eu admiro muito e tenho um respeito gigantesco pelo Chico Buarque, mesmo não sendo o maior fã de sua música e voz e mesmo detestando a maioria dos que são.

to a very special

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

de jeito

Amigos todos, final de semana bem ocupado, mais uma vez começando antes mesmo de a semana acabar. Então, já fico por aqui, desejando muito descanso e muita farra pra everyone.

Desejo também que tudo se ajeite.Abracem bastante, beijem bastante, observem bastante. E, se sobrar um tempinho, durmam bastante também. :P

Enfim, divirtam-se.

Besos!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

eu hein

Que espécie de governante posa sorridente lendo um jornal (???) cuja manchete principal é "Pavor no porta-malas"? Não lhe ocorre (ou à sua assessoria de imprensa) que esse tipo de coisa, no mínimo, indica que seu programa de segurança pública é um fiasco?

Enfim, noção não é mesmo o forte dos políticos brasileiros. Que o digam os candidatos a vereador, "prefeito", futuros governadores...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

nunca diga nunca

Conhece a sabedoria do moço que caiu do Rio Arrudas? “Nunca diga ‘desta água não beberei’”.

Vê bem que irônico: Ontem eu assisti ao primeiro clipe da carreira da Amy. Ela tá bonita, mais cheínha e saudável, mas não tem o cabelo-coco nem a maquiagem egípcia. Até aí tudo bem. Mas o curioso é a estorinha do clipe.

Dá só uma olhada no vídeo de "Stronger than me". Ela realmente não deveria ter pensado que nunca beberia “daquela” água.

Besos pra everyone.


P.S.: Diz que tem empresário tentando trazer a Amy pra cantar no Brasil. Tipo, se ela for vir mesmo, rola de, sei lá, fazer um show na praia, sem essa viadagem toda de Ticket For Fun dos outros? Porque eu traumatizei, nem pela Amy eu me aventuro numa compra de ingressos tosca dessa de novo.
P.S.2: Múmia por múmia, prefiro a Amy, que canta de verdade. Aliás, que vive de verdade, mesmo que de uma maneira um tanto discutível.

Mais besos.
s

it so sucks

Ele vai.
Na área VIP (ou, no mínimo, vai vender pelo triplo do preço).

Eu não vou mais. Nem se a vovó-vaca mandar convite lá em casa.

f


P.S.: Nem sempre o Humberto explica. Nem pro próprio. Não é que ontem eu digitei "Madonna + Tickets for fun (dan punta) + Procon" no Google, esperando uma saída, e caí justo no meu post mal educado? Ou seja, não resolvi nada. Não expliquei, só xinguei. E muito.

Anyways, assunto encerrado. Assim como a juventude da Medonna.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

CHAMA O PROCON PRO TICKETS FOR FUN

Enough is enough.
CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON!
Sabia que vindo dessa égua não poderia significar nada além de passar raiva. Desaforo.
CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON! CHAMA O PROCON!
Tickets For Fun péssima! Madonna véia cangaça! Explodam-se as duas.

nada fun

Ei, você aí, está tentando desde a meia-noite comprar ingresso pro show da vaca? Está? Então deve estar até agora se perguntando porque a responsável pelo evento se chama "Tickets for fun". Afinal, for fun de quem?
dddd
"Bándo de truuouxas. Hóhóhó, eu encho meu rábó dé deñero e eles não conseguem nem um ingressózinho. That's so fucking fun!"
d
Ah, bom. For Madonna's fun.
d

pra ter mais assunto

Dica de livro dada pela Caroline. Ainda não tive tempo de preparar meus "top ten", mas já fica aí uma dica. É o "Chega de falar de mim", de Jancee Dunn, que era repórter da (incansavelmente citada aqui) Rolling Stone. Pra quem gosta de música e de entrevista.

Abraços everyone.