quarta-feira, 8 de abril de 2009

quem mesmo?

Sem querer ser chorão e blábláblá, mas eu ando pensando que se aquele tratamento do “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” fosse verdade eu ia querer me submeter a ele. Está desproporcional a saudade que eu sinto de alguém que já vazou há meses – muito mais tempo aliás do que o tempo que ficamos juntos. E isso me irrita para caralho.

Alô, seres interessantes, apareçam.
s

5 comentários:

Janaína disse...

Tem horas que a gente precisa mesmo desses subterfúgios, Humberto, já que ainda não temos ainda a sabedoria de Elis Regina pra entender que "o passado é uma velha roupa que não nos serve mais."
Mas enquanto o tratamento só existe na ficção, a fluoxetina vai ajudando... rs
Beijo, querido!

Fernando disse...

Só é meu filme preferido. Só é...

Sarah disse...

Esse tratamento esixte, é a despolarização de memória :)

Janaína disse...

Humberto, eu já havia comentado esse post, mas depois da reportagemq que vi ontem no Fantástico, acho que seu problema já tem cura. Achei incrível a coincidência! Dá um pulinho no globo.com/fantastico e confere essa.
Beijo!

Busy Humberto disse...

Vi demais, mulher, viu como o blog é antenado? (até qdo é pra falar de mim, rs).
Assim que der um tempo, e eu espero que seja hoje, eu vou postar sobre isso e outras coisas.
besos!