quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

R.I.P.


Esse fato me fez pensar no meu professor de literatura do Estadual Central, Éder Simões (provavelmente, o melhor professor que eu tive).

Dentre as várias coisas profundas que ele nos fazia pensar, eu lembro bem de uma reflexão sobre viver plenamente, sem se preocupar com coisas medíocres com as quais as pessoas esperam que nos preocupemos porque se um caminhão te amassar quando você estiver parado, esperando um ônibus, por exemplo, é a sua vida que terá se perdido (a de fato e a que você gostaria de ter vivido) e não a vida daqueles que ficavam te regulando.

Eu obviamente não sei ser intenso e maravilhoso como o Éder. Mas acho que essa historinha, somada ao que pudemos conhecer da história da Leila Lopes, deixa muito mais claro o recado deste post.

Um abraço pra todos.
s

4 comentários:

Sarah disse...

Sim, notícia chata de se ler, uma pena.
Vai saber o que rolou mas acho que ela tomou aquele flaconete de poison.Judiada.

xicoarantez disse...

ERA TÃO LINDA NE...QUE PENA!

R. Paschoal disse...

Judiação mesmo.

Se bem que a cabecinha dela nunca foi lá muito boa.

Humberto disse...

É isso aí mesmo...
Tomara que descanse.
:(