sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

todo tipo de anjo

Eu fiquei de contar o que achei dos filmes que assisti no carnaval. Não dei aquela sorte na locadora, não, mas às vésperas do feriado foi o que deu pra pegar. Como já contei, assisti à minissérie “O tempo e o vento”, muito boa, e aquela porcaria do “Cronicamente inviável”.

Depois desses dois, assisti “Letra e música” (bonzinho, mas só isso mesmo). Tem umas três ou quatro piadinhas ótimas, uma crítica espetacular à marmotagem que é a Britney Spears e todas do gêner, mas é só bonzinho mesmo. Também assisti “Scoop”, do Woody Allen, com a Scarlett Johansson e o Hugh Jackman. Espetáculo. Muito engraçado. Acho que foi o mais bacaninha dos que eu peguei.

Mas o que valeu mesmo foi a minissérie do HBO que eu peguei, “Angels in America”, de 2003. Eu já tinha ouvido falar muito dessa série, mas nunca tinha procurado saber do que se tratava. Bom, nem sei explicar, contrariando o nome deste blog, do que se trata. Só sei que é MUITO boa. Não dava pra ser diferente, considerando que os protagonistas são Al Pacino, Meryl Streep e Emma Thompson.
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A série é bem dramática, mas tem muito humor, bastante surpresa, a fotografia é linda, as atuações (o melhor de tudo) são impecáveis. Valeu muito a pena.

Eu comecei a assistir só por desencargo de consciência (foi o DVD mais caro), mas achei que não ia dar tempo de ver (são seis capítulos, de uma hora cada). A história começa em 1985, início do governo de Ronald Reagan nos Estados Unidos, explosão da Aids. Há muito de temática gay, então se você tem algum tipo de preconceito ou simplesmente não se interessa pode ser que não goste a princípio. Só que a série já começa com a Meryl Streep interpretando um rabino! A série é muito louca, eu não conseguia parar de assistir. E aí fudeu, eu tinha só uma noite pra ver tudo – e vi!

Tem várias coisas que merecem comentar: a personagem da Marie Louise Parker, protagonista da série “Weeds”, e um drama feminino que, suspeito, não é muito raro; A beleza arrebatadora da Emma Thompson (tanto a física, pra minha surpresa, quanto a de sua atuação); A confusão que a gente faz até se dar conta de que os atores interpretam mais de uma personagem. É tudo muito interessante.

Se eu não posso sugerir a todos que assistam “Angels in America”, pelo tema central-periférico (sentiu a loucura?) ou por sua longa duração, sugiro pelo menos aos que resolverem assistir que o façam no escuro, em silêncio – porque alguns sustos são fundamentais. Há gritos e urros que mexem demais. As cenas em que o anjo aparece são espetaculares (eu, novamente, fiquei impressionado com a beleza da Emma Thompson).

Esse anjo, anja, sei lá, aliás, às vezes é hilário. E eu estou até agora imitando a maneira como ele se apresenta, minha estagiária já está quase pedindo pra eu parar de repetir “I-I-I-I-I am the angel of América!”, hahahaha. Se você não for assistir à série, dá então uma olhada aqui nesta cena (uma das últimas e decisivas) de aparição da anja.
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Adoro coisas que me intrigam, adoro trabalho bem feito, adoro bobagens, adoro a beleza, adoro contemplar o talento alheio. Tudo isso tem de sobra em “Angels in America”.

Fica aí a dica.
E fica aqui também meu tradicional e sincero voto de bom fim de semana pra todo mundo. I-I-I-I-I-I-I wish it from the bottom of my heart! :)

Abrazos!
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

sobre tops e não-tops

Não falei que a Heidi Klum como top model nunca me desceu? Na verdade, o que nunca me desceu foi insistirem em a chamar de top model (o mesmo vale para a Tyra Banks, by the way).

Eu gosto da Heidi Klum, mas ela é um caso assim mais Ana Hickmann, não dá pra dizer que ela e a Gisa são top models, por exemplo – Heidi é uma boa modelo comercial, uma boa celebrity, uma Angel da Victoria’s Secrets; a Gisa é a única über model so far.

Anyways, eu até gosto da Heidi Klum, eu vejo umas fotos bacanas dela e tal e eu sei que ela é estrela nos EUA; mas eu nunca a tomei como uma top mesmo, como um ícone de moda (até a Ana Hickmann fez coisas mais fashion que ela). De todo modo, isso sempre foi uma percepção que eu achava que era só minha. Só que agora eu sei que Karl Lagerfeld pensa coisa parecida. Então, assunto encerrado: Heidi é uma “alemõa” bacana como modelo, mas não é uma top.

Dito isso, tenho que dizer que é uma sacanagem de biba recalcada chamarem uma mulher dessa de gorda. Tudo por conta dessa capa da GQ alemã aí acima. Ah, vá, nem como modelo de passarela (só da Victoria’s Secrets, é vero) a Heidi é gorda. Aí já é querer detonar a mulher demais.

Besos pra everyone.


P.S.: Só pra constar, eu tenho a edição de 30 anos da GQ estadunidense, que é estrelada pela Heidi, que incorporou musas de todos os tempos, como Brigitte Bardot, Farrah Fawcet e Marilyn. Simplesmente, um espetáculo do crescimento.
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quem ri por último...

Circulando pelos sites internacionais, dei-me conta de que a percepção geral da imprensa mundial é de que a Jen se deu melhor no Oscar 2009 que a Angie. Nada de barraco, mira .
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É, pobrada, a vida é assim mesmo,
um dia da caça, outro do caçador, héhéhé!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

relax and just move on

Só pra não dizerem que não passei por aqui hoje.
Thanks!
Happy 2009 for me.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

sobre carnavais e Oscars

Eu tenho tanta coisa pra falar do Oscar que tava até adiando para depois do carnaval. Porque nesta de novamente-cinéfilo que eu venho me tornando, e dentro do espírito “Senhor, preciso descansar” que estou neste momento, peguei cinco filmes pra ver no carnaval – fora cinema.

Enfim, achei que podia esperar acabar a "moleza" pra postar sobre a festa de Hollywood. Mas diante dos apelos de leitores tão gabaritados como a espetacular Mayra e o Fernando (simplesmente, o cara do cinema), sou “obrigado” a começar minha ladaínha agora mesmo. Vai em partes, pra eu dar conta de escarafunchar todos os assuntos.

Divirtam-se! :)
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aquecimento para os posts sobre o Oscar

Antes de falar do Oscar vou falar dos filmes que peguei pra ver em casa. Não, não baixei nada na internet. Simplesmente porque estou sem net em casa (neste momento teclo da casa do meu sobrinho, é mole?). Estou um excluído digital em fase de análise do melhor pacote cabo-net-telefone pra adquirir. Sim, isso significa que também só estou com a TV aberta (mais sobre isso no próximo post).

Anyways, tendo optado por ficar na roça mesmo pra descansar, passei na locadora e escolhi cinco DVDs. Ainda não dei conta de ver tudo e algo me diz que não vou conseguir. Mas whatever.

O primeiro que assisti não é propriamente um filme. Lembram-se que eu já li “Um certo capitão Rodrigo” este ano? Pois bem, peguei a minissérie “O tempo e o vento” inteira. Adorei, embora tenha me tomado mais tempo do que eu planejava. Comentários? 1) Na minha cabeça, em 1984 Tarcísio Meira já era velho demais pra fazer o Capitão. Ainda mais porque arrumaram a Bibiana perfeita, Louise Cardoso, linda, linda, linda, muito mais nova que ele. Enfim, não colou. Pra mim, o Capitão Rodrigo é o Thiago Lacerda (ou até o Gianechinni). Naquela época podia ter sido até o José Mayer. Anyways, mais: 2) A Glória Pires era muito linda também, nossa mãe. E a Bette Mendes, que eu sempre achei que era uma moça linda, lembrava muito a Helena Ranaldi. Ótimas interpretações, atores saudosos, enfim, quem gostar dessas coisas e animar, pode assistir sem dó.

Prosseguindo o primeiro de vários posts gigantes, o segundo filme que vi foi “Cronicamente Inviável”. Passei anos querendo ver. Conclusão? Tinha tudo pra ser bacana. Mas é BEM chato. E é BEM-feito pra mim por ficar em casa no carnaval. Ano que vem eu não faço isso mais não.
Ainda falta ver “Letra e Música”, “Scoop” e (outra minissérie, mas do HBO) “Angels in America”. Se eu conseguir sobreviver e ver tudo, comento outra hora.

Bom, partamos para o que interessa, no próximo post: O Oscar! :P

P.S.: Sarah, você estava certíssima: A Louise Cardoso lembra demais a Natalie Portman.
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Globo e você, NADA a ver

O Leitor mais atento já sacou pelo post acima que eu estava desprovido dos meios técnicos necessários para ver o Oscar no dia da cerimônia. Só não deu pra perceber o TANTO que eu fiquei puto por isso.

Bom, a Globo ganhou meu ódio mortal por conta disso. Vou fazer propaganda até de “Os Mutantes” agora pra essa emissora imbecil aprender a deixar de ser idiota. Se é tão modernérrima assim, por que não liberou um “assista o que quiser” que desse ao espectador opção de escolher entre ver o Oscar ou a Suzana Vieira de biquíni com paetê na Marquês de Sapucaí?

Enfim, não meus caros, não vi a entrega do Oscar. Não vi se rolou barraco com Jen, Angie e Brad, não vi a Kate finalmente receber sua estatueta, não vi quase todas as minhas apostas ganhando. Não vi a Marion Cottilard, não vi a Penélope Cruz brilhando. Como diria um amigo meu, “ó-deo!”.
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Como também estava sem net, não li o Cinebuteco e não soube dos sites que transmitiram a festa ao vivo. Enfim, sobrei feito jiló na janta. Não, e só soube dos resultados no dia seguinte, via Cinebuteco mesmo (ótimo, aliás) e tive que me contentar com os vídeos no Youtube.

Desse modo, todos os meus comentários nos posts abaixo serão baseados no que eu fucei na net. Aquela expectativa, aquele frio na barriga, aquela torcida boa, tudo isso infelizmente eu fiquei sem este ano. :(

Tem problema não. Vamos ao que interessa então!
Globo cuzona

UFA!!!

Você que apostou your fucking ass que Kate Winslet queria um Oscar pode respirar aliviado. Você ganhou a aposta! E esta espetacular e maravilhosa atriz finalmente recebeu seu merecido Oscar, em sua sexta indicação. Kate é a Melhor Atriz de 2009!!! I say again, you go Kate!, você queria e você agora tem!!!

Eu sou super suspeito pra falar do talento da Kate Winslet porque não é segredo pra ninguém o quanto sou seu fã. Um dos primeiros filmes que eu indiquei aqui no blog foi o “Pecados íntimos”. Mas quem assistiu “O Leitor” sabe que não dava pra ser de nenhuma das outras (muitas das quais eu adoro também).

Eu não gostei muito desse penteado meio “hard-shit-Hebe-Camargo” que arrumaram pra ela, mas isso é detalhe. Eu sempre falo de perseverança e de talento e de merecimento aqui no blog e por isso mesmo é que dá tanto gosto ver Kate levar seu Oscar. Chega a dar até uma coragem de voltar do carnaval disposto a prosseguir a luta, tendo certeza de que uma hora seja lá o que for dá certo e que o esforço todo vale a pena.

Kate, gata: Eu continuo betting my ass que você vai ganhar mais Oscars. E principalmente, que você vai continuar fazendo filmes inesquecíveis.

Espetáculo essa mulher, espetáculo!
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E aí, Kate, o que o Humberto merece depois de tamanha campanha toda pelo seu Oscar?

A kiss, sure, a kiss this biiiig!
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una reina!

Vocês acham que não rola uma pressãozinha na hora de escrever um post? Nem um medinho? Nem uma afliçãozinha de nada? Pois dá. Ainda mais quando se sabe que alguém especial vai ler as bobagens que você escreve. s

Eu tentei adiar o quanto deu, mas aí já não deu mais. E agora eu tenho que fazer o post que prometi sobre a Penélope Cruz. Prometi pra todos vocês, mas em especial pra Mayra, do Menus Del Día, que é uma das minhas amigas mais sofisticadas, inteligentes, bonitas, bem-sucedidas e maior fã da Penélope. Como se não bastasse, ainda tem o Fernando, do Cinebuteco, que além de ter um blog só com textos bons sobre cinema ainda tem a Penélope como uma de suas três maiores musas do cinema. Resumindo: Putamerda, que pressão!

Bom, o fato é que eu vou falhar nesta missão. Mas vá lá.

Assim como a Kate, Penélope Cruz já merecia seu Oscar há muito tempo - quando foi indicada por “Volver”, em 2007, por exemplo (e olha que concorria com a Kate!). Na verdade, penso que ela é uma atriz que ultrapassa esses prêmios todos. Ela me parece uma profissional muito maior que isso.

Penélope é uma estrela mesmo. Ela brilha por sua beleza nada óbvia, pelo seu trabalho nada óbvio, pelo seu talento descarado. Não é apenas uma boa profissional. Ela tem seu algo a muito mais. Penélope Cruz não é alguém que vai ficar datado; você não vai, lá pelo ano 2025, lembrar dela como “aquela atriz lá do começo do século”. Penélope é atriz pra longa data. Vamos vê-la brilhando ainda muito e por muito tempo. Eu penso que ela vai ser um ícone mesmo, coisa de Catherine Deneuve, de Betty Davis.

Essa aura toda que a Penélope tem é só mais um peso na hora de escrever este texto. Pra sair dessa rapidinho e com dignidade, fecho por aqui dizendo que la senõra Cruz ainda tem o mérito de ajudar, sem esforço, a enfraquecer o velho ideal de beleza super alvo, super loiro, super jovem, mostrando ao mundo que há outras formas de ser belo, há outras culturas - o pequeno agradecimento dela em espanhol, na hora que recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação em "Vicky Cristina Barcelona, é prova disso. Ela é a imagem mais sincera da beleza e da inteligência de uma mulher normal, sem nada de inatingível.

Mayra, Fernando, Chiara: Farei outros posts para Penélope Cruz, podem ter certeza.

Mais do nunca, i ABRAZOS para todos!

P.S: Mais fotos de Penélope no Red Carpet aqui.
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não tem graça

Dos momentos que eu não me conformo de ter perdido está a hora em que Heath Ledger ganhou seu prêmio póstumo de Melhor Ator Coadjuvante, pelo seu Coringa. Sacanagem. Não há Youtube que sirva para substituir momentos antológicos como esse.
Globo veada!

acertei alguns vencedores

Nem vi “Milk” ainda, mas já estava torcendo por Sean Pennm que ganhou. A entrega do prêmio de Melhor Ator também eu queria muito ter visto. Porque estava sem saber se ia dar Mickey Rourke. Mickey Rourke e sua cara detonada e cada vez mais igual à do Luís Fernando Guimarães – eu lembro muuuito bem do tanto que Mickey era galãzão nos anos 80, canastrão, mas galãzão (tipo total o Paulo Ricardo, até a década era a mesma).
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Bom, não há muito a dizer, até porque não vi nenhum dos dois filmes ainda. Fica aqui só pra constar que foi uma das minhas apostas acertadas este ano.
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and the best dress on the red carpet is...

Bom, serei breve. Se você quer ver muitos dos vestidos que passaram pelo tapete vermelho do Oscar 2009, clique aqui. De minha parte, posto só o que achei melhor e o que achei mais pavoroso. Ei-los:

O MELHOR
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Na verdade, achei esta edição bem fraquinha de vestidos. Nada que lembre a Charlize Theron de 200o ou a Kate Winslet de 2005. Natalie Portman passou bem perto de ser a melhor, mas a falta de peitinho não colaborou. De modo que vou ficar mesmo com o look da atriz Rachel Wood, do filme “O Lutador”. Pra mim é o mais bonito, e só não vai ficar pra posteridade porque a cor que ela escolheu, praticamente a da sua pele, não ajuda.

O PIOR

Eu sou suspeito pra falar do mau gosto da Heidi Klum. Ela é bacaninha e tal, mas nunca me desceu como top model (nem como gostosa, é magrela demais). Mas eu sei o que rolou neste caso: Ela tava em casa, pronta, e daí o bebê dela lambrecou o vestido na hora que ela ia sair pro Oscar. Heidi, decidida que é, pegou um pedaço de pano vermelho e mandou o seu marido Seal (que já foi designer de roupas de couro) sair amarrando e inventando alguma coisa. Bom, na pressa o melhor que deu pra fazer foi o pior vestido da noite.

P.S.: Ah, e eu esperava muito mais da Anna Hathaway. Eu tinha certeza de que o vestido dela era o que ia entrar pra história este ano. Não foi desta vez.

e o barraco do Oscar 2009?

Por último, minha indignação geral: Não vi se rolou barraco! Não vi as maldades da cobertura para o encontro de Jennifer Aniston, Angelina Jolie e Brad Pitt no Oscar 2009. Não vi os closes nas caras. Não vi nada! O máximo que consegui achar foi uma gargalhadinha faaaaaaaaake da Angie durante a entrega, pela Jen, do prêmio de Melhor Animação.

Você aí, caríssimo leitor/leitora do “Humberto Explica”, que sabe que ninguém dá cobertura melhor da vida desses três patetas do que este blog, tem algo pra me contar? Viu alguma coisa que merece ser comentada? Alguma olhada torta que deva entrar pra posteridade? Hum? Hum?

Fecho aqui, então, a micro-análise do Oscar 2009, pontuando os vestidos de Angie e Jen: Placar final – Angelina 9 x Jennifer 8.

Tá bom, né?
Besos!
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valeu Globo!

Grande Gróbis! Ano que vem a gente quer mais Gracyanne Barbosa, a Mulher-Frota, no dia do Oscar, tá? Troféu Joínha pra vocês!


P.S.: Tenho certeza que a namorada do Belo lê Kafka, certeza que ela curte "A metamorfose".
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coming soon

O Humberto explica o Oscar 2009: Daqui a pouco! :)
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

espetáculo para o espírito

Eu sei que é super nerd fazer um post desses na véspera do carnaval, mas é que meu livro acabou de chegar (!!!!).

Ó, a correria ainda não acabou. Se eu não conseguir postar depois, boa farra ou bom descanso pra todo mundo! :)
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

que tal um Pato Donald no meio da tarde?

Post muito particular. Um ou dois leitores vão entender.
Abraços pra todos, anyways.
:)
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

o ridículo nosso de cada dia

Hoje eu lembrei de você, que eu não conheci, da sua voz que eu não ouvi.

É bizarro, mas isso me fez bem. Eu e essa minha vida de novela...

A correria continua como se a segunda-feira não tivesse acabado. A gente dá conta.

Abrazos pra everyone. :)
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

sai da frente!

A semana começou super tranquila. Eu diria que está até zen. Eu sussurraria na verdade, a única coisa que dá pra dizer nesta hora: só corro!
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

realmente um luxo

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Eu adoro essa atriz. Porque além de linda e talentosa, ela era uma pessoa maravilhosa.

Esta semana, Audrey foi eleita por uma pesquisa no Reino Unido a atriz mais bonita da história de Hollywood. Eu acho o resultado justíssimo.

Por essa e outras eu fecho a semana do blog com Ms. Hepburn, ícone do cinema, da moda, do bom gosto, do bom senso, do bom coração.

Bom descanso e muita farra pra todos vocês! :)
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mas que raios!

Fiquei de comentar o filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”, que assisti esta semana. Fui acompanhado da minha amiga Débora, citada mil vezes no blog ultimamente.

Anyways, eu sempre digo que não sou o melhor pra comentar filmes. Por isso, mais uma vez, vou sugerir a leitura do Cine Buteco.

De todo modo, ficam minhas breves observações:

- É um filme bonzinho, mas se você puder esperar passar na TV não vai fazer diferença, não. Não é espetaculaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrr e não depende muito de ser visto no cinema.

- Os efeitos especiais são respeitáveis. Chega a dar nojo do Brad Pitt no começo porque ele está o xerox completo de um velho escroto que eu conheci no Texas.

- A Kate Blanchet é mesmo um espetáculo. Aquilo ali, se interpretar a Mulher-Melancia no cinema consegue fazer bem feito e ainda continuar bonita. E as meninas que fazem a personagem dela jovem também são lindas.

A Julia Ormond, por outro lado, fiquei sem saber se está velha mesmo ou se era a mesma maquiagem do Brad Pitt.

Os nomes dos protagonistas são um prato cheio pra idiotas como eu: Ele é Button (botão) e ela é Daisy (margarida). Preciso dizer alguma coisa?

O filme é bonitinho. Não chega a ser dramão. Como disse, se estiver esperando muuuuuuuita coisa, não vai não.

Pra fechar, o que pra mim é o top de linha do longa: não posso contar. :P Não posso, senão perde a graça. Digo que tem a ver com um personagem que é quase figuração e que aparece menos de dez vezes. Quem já vai adivinhar do que eu estou falando. Quem for ver vai lembrar de mim. Só digo que ri feito criança cada vez que ele apareceu, a Débora é testemunha.

É isto. Ainda vejo “O Leitor”, “Era apenas um sonho”, “O Lutador”, “Verônica”, “Milk”, “Ele não está tão a fim de você” e até as “Noivas em guerra” logo, logo e daí comento mais. Quem morar em TuBHcanga e quiser me acompanhar, será um prazer.

Abrazos!

P.S.: Fernando, você assistiu “Se eu fosse você 2”? Eu tô com o pé meio atrás, mesmo com toda minha disposição este ano para ver coisas que me façam rir. Devo arriscar?

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cave man

Vocês viram o tosco caso da Rihanna ter apanhado do seu namorado, o rapperzinho Chris Brown. Lamentável.
Mas há uma coisa nisso que tem que ser dita. Das muitas coisas específicas da cultura estadunidense, a que me dava mais preguiça quando eu morei no país era a cultura do “macho rapper”. PREGUIÇA. Pra mim, não há nada que seja mais coisa de viado que essa necessidade de mostrar que é viril o tempo inteiro e, pior, viril por conta do dinheiro e das mulheres que faz de capacho. E nisso tudo, me dava muita preguiça também justamente as mulheres que adoram ser os capachos.

É isso que eu não entendo nesse caso da Rihanna. Porque ela não vende uma imagem da capacho woman, pelo contrário, o pouco que eu sei dela é que ela posa de gostosa (bom, ela é), mas do tipo dona do nariz, poderosa, blá, blá, blá. E aí me vem namorar um mulequinho de 19 anos que arregaçou a cara dela? Ah, faz favor, manda esse imbecil pro berçário da penitenciária.

Não bastasse o fato de ela ter apanhado ser suficientemente tétrico, aí vem o Jay-Z e fala que ele vai matar o Chris Brown por conta disso. Ou seja, recomeça a disputa pra ver quem é o mais macho do pedaço. Nessas é que o Tupac Shakur rodou.

Enfim, esses rappers estadunidenses me parecem descendentes diretíssimos do homem das cavernas que puxava as mulheres pelos cabelos. Barbárie por barbárie, a Rihanna devia ter liberado o lado Britney careca dela, pegado aquela umbrella da música e socado na cabeça do babaca do namorado.

Mulheres leitoras deste blog, corram de homens imbecis (mas não deixem de ler o blog).

Besos.
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P.S.: Cultura inutilíssima: Sabia que em Barbados, onde Rihanna nasceu, 20 de fevereiro, dia do aniversário da cantora, virou feriado por causa dela? Surreal, não?

Começa assim...

sexta-feira 13

Como diria a Polly, cremDeusapai!
bu!

ôh, Didi!

Comentei nos comentários (dã!) sobre a capa da revista Estilo que andam photoshopando tanto a Ana Hickmann que em algumas fotos ela fica com a cara do Zacarias. Taí, então, a capa da Claudia, de novembro do ano passado, que me levou a essa conclusão.

O que vocês acham, estou bebendo ou realmente dá pra olhar pra ela e ouvir a musiquinha “tãranran-ranranran-ran.... tãranran-ranranran-ran-ran....”.

Besos, bom dia.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

o niver das gatinhas

Hoje é niver da Jen!!!
Ela super vai ler meu blog nesta data, dia em que completa 40 aninhos.
Parabéns, gata-ainda-garota!

E antes tarde do que nunca, e também pra não tomar uma bifa, ficam aqui também os parabéns pra minha amiga e leitora fiel do blog, a Débora New Lime, que também completou 40 aninhos semana passada. :P
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Felicidades, saúde, um homem que valha e muito sucesso para essas minhas duas grandes amigas do peito!


P.S.: Claro que a Débora não tem 40. Pessoas de 25 anos, como eu, não andam com gente dessa idade. Ela tem só 39. Besos, gata!
P.S.2: Achou que a Débora era a Hillary Swank, né? Depois da segunda Skol todo mundo acha mesmo. :P
P.S.FINAL: OK, OK, sacanagem, o niver da Jen foi ontem. Mas, sabe como é, a farra foi muita, bebi demais, esqueci de postar. Whatever.
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

yes, she definitely can

E já que eu abri o dia falando de revista, mais revista!

E trata-se, desde já, de um exemplar clássico para qualquer colecionador, qualquer amante de moda, qualquer ativista do movimento negro e qualquer um que tenha um pingo de noção de História: A Vogue estadunidense com a primeira-dama Michelle Obama na capa! Eu ainda não sei como vou conseguir a minha, mas vou dar um jeito.

Eu já mencionei várias vezes que o meu santo vai com o da Senhora Obama. O governo do marido dela ainda está só começando e não dá pra ficar julgando. Eu gosto dela pela figura dela, por algumas entrevistas que já li, pelo bom senso e inteligência que ela me parece ter.

Mas também gosto muito do fato de uma mulher negra, finalmente, ganhar tanto os holofotes. Muito mais do que na hora. E não é uma “negra-branca”, tipo a Beyoncé na L’oreal (nada contra também, cada um tem o direito de ser como quiser) – é uma mulher como qualquer outra que a gente vê pelas ruas; podia ser uma tia, uma amiga, uma professora, uma vizinha. Há algo de muito simpático e de muito carismático em Michelle Obama. Talvez seja exagero meu, mas há algo nela que eu só me lembro de ter visto em Lady Di – algo que a Madonna, por exemplo, não tem, sorry.

Michelle tem uma nobreza autêntica, sincera, diria até acessível. Não é um brilho forçado. Eu já disse várias vezes também que não gosto de “classificar” as pessoas por suas etnias (ou raças, como preferem alguns) porque não acredito nesse tipo de distinção. Mas eu tenho que admitir que a elegância da Senhora Obama é de um tipo que só as negras conseguem ter. Sei lá, é uma coisa meio de rainha. Pense em Iman Bowie, em Grace Jones, em Liya Kebede. Pense naquelas senhorinhas, mesmo as mais humildes, sempre impecáveis, sempre com uma postura invejável, e diga se eu não estou certo.

Enfim, ver Michelle Obama na capa da Vogue é acreditar que deve testar mesmo rolando pelo menos um pouquinho de mudança neste mundo doido. E eu gosto muito disso.

Besos pra everyone.
Sucesso, Dona Michelle.


P.S.: Saudade da Grandma Dorothy, da Dona Donna e da Atrivice Reeves, eu tinha que ver essas mulheres todas de novo... :)
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cheia de estilo

Olá pessoas leitoras deste blog tosco, tudo em riba?

Passei rapidinho só pra dizer que tá tudo OK. Eu tô um pouco sem tempo esta semana, mas não esqueci do blog, não; Assim que der um tempinho eu escrevo as bobagens de sempre.

Como não gosto de fazer posts sem nenhuma ilustração, escolhi para este aqui a capa deste mês da revista Estilo, a InStyle brasileira. Em primeiro lugar, escolhi porque a estrela é a Ana Hickmann e ela é sempre bem-vinda aqui no ‘o humberto explica’. Em segundo lugar, porque é sempre bom começar o dia vendo coisas bonitas. E em terceiro lugar, e principalmente, porque, enfim, a Estilo fez uma capa bacana – ô revistinha pra fazer capa feia, putamerda!

Mas, já que eu tô falando da Estilo, que eu não me lembro de ter “analisado” antes, não custa dizer que é uma revista de mulherzinha até bem bonita e bacaninha. A reportagem que eles fizeram sobre a Xuxa, quando ela foi estrela da capa uns anos atrás, foi a mais inteligente que eu lembro de ter lido sobre a apresentadora em muito tempo – sem muitos clichês, abordando questões diferentes, falando mais da mulher que do ícone.

Enfim, pra quem tava passando aqui rapidinho até que o post ficou grande.

Bom dia pra todos, distribuam alegria. E me incluam na lista, por favor. :)
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

dá pra fazer caipirinha?

Eu sei que eu tenho andado meio azedo ultimamente. Acho que os últimos posts demonstram isso claramente.

O negócio é que tem horas em que não dá pra ser de outro jeito. Não há nenhuma crise rolando, não há nada de exatamente ruim acontecendo. Mas também não há nada de muito bom.

Há, eu acho, uma falta. Ou uma ‘não falta’. Não sei, não consigo explicar. Eu diria, no máximo que posso fazer para explicar o sentimento, que estou cansado. Muito cansado. Não apenas um cansaço físico, mas cansaço geral. Cansei um pouco de tudo. De mim, de correr atrás de ônibus, de comer certinho, de ouvir lorota, de gente que se acha, cansei de dar murro em ponta de faca, cansei de ficar recomeçando e recomeçando e, mais uma outra vez, recomeçando.

Pior é que eu nem sou o único. Ontem, na minha ronda jornalística, acabei descobrindo que meu referencial de bom texto e de bom jornalismo, Mino Carta, cansou também – pra caralho, diga-se de passem. Chato é perceber que ele cita “40 anos”, “60 anos” e mais um monte de décadas como intervalos temporais para justificar sua exaustão – E aí, putz, eu mal tenho 30 anos e me sinto cansado do mesmíssimo jeito. O tal de viver 10 anos a mil não deve ser uma boa.

Não dá pra dizer que estou triste, nem bravo – irritadiço, talvez. É ruim isso, eu estou um “não tô”. Tá dando pra entender ou tá Mallu Magalhães demais?

Só sei que no meio dessa confusão toda eu vou me dando conta que Alguém realmente me ampara. Do contrário, nada explicaria eu acordar, nada explicaria a hora que eu acordo e nada explicaria eu dar conta de trabalhar, manter a calma, lavar roupa, tomar banho, brincar com os bichos, resolver os problemas da mulherada à beira de um ataque de nervos... Enfim, aí, e porque eu ando lembrando muito do Texas e dos anos de 1998 e 1999, eu lembro de uma música que eu, bom, amo.
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“Lucky Man” (e a maioria das músicas do The Verve) parece tanto comigo que eu chego me sentir meio pelado quando eu a escuto (inclusive tem algo assim na letra); sei lá, é como se eu estivesse totalmente exposto pra quem quisesse conhecer o que se passa dentro da minha cabeça oca. Pra completar, o clipe da música ainda reforça essa semelhança (tem algo frio, mas há um sol que ilumina o tempo inteiro).

Enfim, prezados, ando esquisito, mas passa. Como já dizia o profeta Nelson Ned, tudo passa (e nada fica, nada fica). Semana que vem eu volto melhor. Daí vou falar dos Cruises no Brasil (super paguei minha língua com a Katie Holmes), da pobrada na estreia do filme deles, da Eva Mendes e de mais outras muitas coisas que ficaram armazenadas nos últimos dias. Vou zoar, vou bajular, vou viajar na maionese como sempre. Porque nada muda – e, vai ver, é isso que cansa.

Besos pra everyone.
Um espetáculo de fim de semana pra todos nós.


P.S.: Não uso nem nunca usei drogas, que fique claro.
P.S.2: Sim, bebi ontem.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

como se sobressair no meio de um monte de mulher reunida

Este post era pra ontem, mas ainda tá em tempo. O Fernando, do Cinebuteco, também já postou a respeito. Anyways, antes de ontem rolou o lançamento do filme “Ele Não Está Assim Tão Interessado”, que parece ser bacaninha e que tem um elenco também bacana e cheio de beldades. Entre elas, além da minha amiga Jen Aniston e da outra Jen (a Connelly, sempre linda, ganhadora do Oscar de coadjuvante em 2002), tem a Scarlett Johansson. Sim, essa moça aí na foto é a Scarlett.

Eu tava meio sem saber ontem se tinha gostado ou não do novo visual. Daí, vi que eu não fui o único a ficar meio indeciso. Na verdade, não aguento chapinha – acho que cabelo pranchado é uma das pragas dos anos 10 do século XXI que deveriam sumir no final deste ano. E mais na verdade ainda, achei que a Scarlett ficou a cara de uma menina que me pediu pra pagar a passagem dela no ponto do bus no Floresta, no último domingo (bem, acho que não era bem a passagem que ela queria. Mas o que interessava a ela tinha sido usado minutos antes).

Anyways again e voltando ao assunto, espero que a Scarlett resolva logo mudar de novo.

E só pra não deixar de comentar a estreia do filme, uma pergunta: Custava essas mulheres do elenco terem combinado alguma coisinha pra festa? Parece que essa mulherada toda foi pro mesmo evento? Uma de longo verde brilhante, a outra de terninho, a outra uma de vestido estampado, a outra outra de drapeado laranja e cheia de jóias e a última de preto com decote perolado. Deus do céu, que confusão!

E o que elas acharam umas do look das outras?
s
- Scarlett, amiga, ficou óóótemo!
- Ai, Jen, seu terninho também tá uma maravilha,
a Angelina não faria melhor!

Sss

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

smile!

A cara da Juliana Paes no post de ontem me fez lembrar da inesquecível capa da edição de 20 anos da Marie Claire inglesa, ano passado (na época não deu tempo pra fazer post): O que é essa cara da Mischa Barton (quem é Mischa Barton mesmo?)? E isso porque tem um “Festeje!” de todo tamanho escrito bem no meio da capa.

Enfim, a carinha de quem não viu o que queria da Juliana Paes na campanha da Vivara é pinto (com trocadilho) perto dessa cara de “ai, meu Deus, tira logo esse uó dessa foto que eu vomitar, meu mundo caiuuuuuu” da mOCinha na capa da Marie Claire.

Bom, só pra constar mesmo.
Besos, boa tarde. Festeje, hein!
c

lálálá, lálálá, lálálá, lálálá

Sou só eu ou realmente ninguém mais acredita nessas notícias de álbuns que “vazam” na internet? Não existe uma estratégia de marketing menos manjada que essa, não? E neste caso, particularmente, eu já tenho uma certa preguiça da Lily Allen e aí a imprensa me vem com esse papo de “CD vaza na rede e revela tom confessional nas músicas da cantora”. Quê que essa mulher tem pra confessar? Ah, give me a break.

Amy, minha filha, chega dessas férias no Caribe, caça jeito de gravar logo um CD novo pelamordeDeus. Assim talvez a mídia especializada tenha algo de fato pra falar.
s
Bom dia everyone.
s

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

e você, viu?

Essa é a Juliana Paes na nova campanha da joalheira Vivara, aquela que teve anúncios estrelados pela Shirley Mallmann e depois pela Isabeli Fontana e pela Gisa.

Cá pra nós, isso aí não é cara de quem vê vara, não. No máximo, é cara de quem viu, mas não a vara que esperava.

Boa tarde everyone.


P.S.: A segunda-feira começou daquele jeito. Tô zoando a Juliana Paes, mas tô pra dizer que a minha cara deve tá do mesmo jeito (e olha que pra ver vara só tenho que olhar pra baixo, rs).
Abrazos, coragem.
s