quarta-feira, 29 de abril de 2009

S.O.S. geografia

Alguém aí poderia me explicar quem escreve as notas do Glamurama? Porque não pode ser a Joyce Pascovitch. Eu me recuso a acreditar que ela escreveria coisas tão vacilosas quanto as que têm aparecido cada vez com maior frequência em seu site. Quer um exemplo? Eu dou dois.

Primeiro o da nota aí acima, sobre a modelo nigeriana Oluchi Onweagba, apontada como uma das modelos afro-americanas mais pop do momento. Juro que não entendi – isso foi pra ser politicamente correto ou para não descrevê-la como negra? Ou será que quem escreveu acha que a Nigéria fica nas Américas?

Segundo: hoje saiu uma nota falando da Susan Boyle e da possibilidade de a cantora se mudar da Inglaterra para os Estados Unidos. Segundo o autor do texto, a fortuna da neo-famosa pode até aumentar se ela realmente se mudar para o hemisfério norte. Hum? Onde fica essa Inglaterra em que a Susan Boyle vive atualmente? No sul da África?
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Enfim, não sei se é porque o site chama Glamurama, mas lembrei na hora da Lady Kate, do “Zorra Total”, e seus erros de português e de noção. Porque pode até não faltar glamour no caso do site, mas que um bom professor de geografia tá fazendo falta, ah, isso tá.
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terça-feira, 28 de abril de 2009

sempre Nova

Semana passada eu passei por um sebo aqui na roça, o melhor deles, e, revisteiro que sou, quase tive um troço com as preciosidades que eu achei lá (bom, preciosidades pra mim).
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Sei que comprei tanta revista que só fui ver mesmo o que tinha escolhido em casa. E aí eu peguei as Novas que eu tinha levado: a primeira, de fevereiro de 1995, tinha a Andréa Reis na capa (que foi a primeira do André Schiliró para a revista) – tinha bem uns dez anos que eu a procurava. A outra é de janeiro de 2003, com a Mariana Ximenes de estrela.
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Enfim, o curioso foi olhar com calma e ver que as duas capas são muito parecidas. Praticamente trocou azul por rosa e a morena pela loira.
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Nova é Nova mesmo. Desde sempre.
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Hasta!
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P.S.: Mais sobre o que eu achei no sebo num dos próximos posts. ;)
P.S.2: Se é possível dizer isto, as capas eram viajadas, mas eram menos toscas antigamente. A da Andréa Reis eu acho até bonita.
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the artist formely known as Grazi

Eu não sei vocês, mas foi eu bater os olhos nessas fotos da Grazi vestida de homem, para a revista "Drops", e ouvir "Purple Rain" na minha cabeça. Ela não está a cara do Prince?
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Mas eu fiquei confuso: a Grazi de homem parece o Prince? Mas a ideia não era fazer ela ficar parecida com homem?
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E mais confuso: Agora que ela tá a cara do Prince, ela vai casar com a Courtney Love?
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Bom, fundiu tudo.
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sábado, 25 de abril de 2009

PRA FESTEJAR MUITO!!!

All star sujo

+

Revistas

+

Musas

+

Filmes

+

Música

+

Bobagens

+

Personalidade

+

Revistas

+

Rolos amorísticos

+

Amigas surtadas e engraçadas
+

Telefonemas bizarros
+

Moda
+

Televisão

+

Blogadores bacanas
+

Comunicação
+

Serenidade

+

Revistas (até as toscas)
+

Ícones
+

Livros+

Umbigo+

Um ombro amigo e um pingo de noção (de grátis!)+

Night
+

Gisele

+

Cora (quase) toda hora

=

2 ANOS DE O HUMBERTO EXPLICA!!!


Angie e Jen até relevam as picuínhas para comemorar uma data tão importante pra elas!

Muito obrigado a todos os amigos que passam sempre por aqui. Obrigado por cada comentário, cada pitaco, cada risada, cada momento de apoio.

Em março, o blog dobrou seu recorde anterior de acessos – e eu não conseguiria imaginar um presente melhor para essa bagaça aqui, que eu adoro!

Agora é tocar o barco e fazer força pra ver se o Humberto Explica emplaca mais um ano.

Mais do que nunca, besos e abrazos pra everyone!!!
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quinta-feira, 23 de abril de 2009

momentos de sabedoria

Este blog surgiu para dar conselhos toscos para as amigas aflitas (na maioria das vezes, por conta dos homens malucos de suas vidas). Tinha muito tempo que eu não aconselhava nada. Hoje, eu resolvi lembrar o modelo básico a ser seguido. Vamos lá:

Alguns anos de perseverança...

E o resto da vida de descanso e felicidade.

Santa Luma de Oliveira, rogai por nós!
s "Aprenderam meninas?"
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quarta-feira, 22 de abril de 2009

California dreamer

Alguém aí acompanhou o caso da Miss Califórnia, que teoricamente perdeu o concurso de Miss Estados Unidos por ter afirmado entender que o casamento deve ser entre homens e mulheres?

Dá uma olhada no vídeo. Ela é sorteada para responder à pergunta do (bom, tosco) blogador-biba Perez Hilton, um cara que sacaneia celebridades naquele país. Ele pergunta sobre a legalização do casamento gay – E Carrie Prejean dá sua resposta.

Caíram de pau na pobre da Miss, e o cara mesmo chegou a escrotizar com a moça num vídeo no blog dele no dia seguinte.

Francamente, apesar de não concordar com a opinião da miss, entendo que foi só a opinião dela – e entendo que essa foi declarada sem nenhum tom ofensivo, de maneira muito franca e, penso, extremamente corajosa.

Muito se falou sobre o “discurso” intolerante da moça. Honestamente, nos poucos segundos que ela tinha para formular sua resposta, dava pra esperar toda uma teorização sobre preconceito, cultura e valores sociais? C’mon, é um concurso de miss. Ter uma miss, estadunidense, que tenha uma opinião formada, ainda que contraditória, já é muita, muita coisa. E a repercussão à resposta da jovem pareceu-me muito mais intolerante. É como se ela tivesse obrigação de responder o que o entrevistado queria, de ser a favor do casamento gay (bom, se era pra ganhar, ela talvez deveria ter concordado... mas manter sua posição ali, naquele momento, no mínimo demonstra que ela tem personalidade. E comigo ela ganharia uns pontinhos).

O foda de alguns discursos da “minoria” é que eles pregam a igualdade e tal, mas uma igualdade que parta da opinião deles. É como se fosse apenas uma troca de comando do “poder”, não uma luta pela igualdade. Eu prefiro acreditar que do mesmo modo que há homossexuais, há heterossexuais, bissexuais, whateversexuais. Penso que talvez as pessoas pudessem ser menos xiitas.

Continuo entendendo que qualquer debate requer espaço para opiniões diferentes. E penso ainda que quem pergunta deve dar a liberdade ao outro para responder o que quiser.
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Bom, o assunto iria longe. Mas acho que está bom, por ora.

Abrazos!
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segunda-feira, 20 de abril de 2009

às vezes acontece

E aí, everyone, como vai o feriado? All Star muito sujo? Graças a Deus o meu vai ter até que ser lavado.
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Bom, passei aqui só pra dar um alô e pra dizer que vou responder todos os comentários, ainda esta semana.
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No mais, queria deixar registrado que sábado eu fiz algo que queria fazer há um tempão, uns dois anos ou mais. Coisa que eu já tinha até achado que não ia acontecer nunca mais. Coisa que eu não sei se renderá mais coisa, mas que ali, naquele momento, valeu demais. Foi ótimo, do jeitinho que eu achei que seria.
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Acho que eu já falei aqui o quanto os sorrisos mexem comigo. Principalmente quando são daqueles iluminados, abertos, cheios de vida, do tipo que você enxerga até no breu da nite. (Eu que nem gosto de Coldplay, tenho que confessar que a música, na hora, ajudou a fazer o momento que enfim aconteceu ficar ainda mais gostoso).
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Delícia de sorriso.
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Bom resto de feriadão, povo.
Besos.
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

toscas músicas para dias (se Deus quiser!) nada toscos

Povo prezado,

Com o feriadão rolando, vou aproveitar o tempo pra pôr em ordem muitas coisas na minha vida – e pra pôr em desordem outras tantas, começando hoje à noite mesmo, hehehe.

Pra não deixar vocês abandonados por aí até quarta-feira, vou deixar algumas músicas que talvez sirvam de trilha sonora para seus próximos dias. Vocês podem escolher, dependendo de seu estado de espírito. Veja aí abaixo o que combina com seus planos, ponham o som e bora pra galera.


As (toscas) opções são:

Se você está se sentindo apaixonadinha...

Se anda de saco cheio de tudo e tá só a fim de curtir um time com você mesma...

Se quer sujar muito o All Star... (a sujestão é velhinha, mas pra ir criando clima acho que vale.).

Se tá a fim de descer o ni-vél e pagar mico de com força...

Se quer passar o feriadão malhando...

Se está a fim de ficar relembrando seu passado adolescente revolts...

Se você sente que seu lado maquiavélico vai bombar nos dias que se seguem...

Se, pelo contrário, você anda super boazinha e está a fim de espalhar bons fluidos por aí...

Se cansou da raça masculina...

(sugestão da estagiária) Se tá a fim de dar sem dó...

Se quer bancar a zen...

Se quer cortar os pulsos...

Se estiver no fundo do poço e querendo posar de “tô ón-te-ma!”...

Se você está felizinha e pronto...


E você, sugere o quê de música?
Bom feriadão, pobrada!
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de Grey Gardens a Quéquis Zimmermann

Muito tem se falado do filme “Grey Gardens”, estrelado por Drew Barrimore e Jessica Lange e produzido pelo HBO. Ele conta a história de um documentário sobre a tia e a prima de Jacqueline Kennedy, ambas chamadas Edith Bouvier Beale (a mais jovem, chamada também de Little Edie). Vamos em três partes nos comentários:

Em primeiro lugar, tô louco pra ver. Até porque a última coisa que assisti do HBO deu até post inspirado aqui no blog;

Eu gosto muito da Drew Barrimore. E acho que ela anda um espetáculo tanto de beleza quanto de atuação (só a cena dela com a secretária eletrônica valeu em "Ele não está tão a fim de você").

Eu achei curiosa a história das Edies, principalmente porque eu nunca tinha ouvido falar – Mas sobre o filme mesmo, opiniões e tal, confesso que vou esperar que o Fernando do Cinebuteco escreva alguma coisa (e aí coloco o link aqui).

Tem um vídeo no Youtube onde Little Edie, a própria, escracha o fato de Drew Barrimore ter sido escalada para interpretá-la e outras coisas um tanto excêntricas, bizarras e até interessantes – dá uma olhada. Eu acho que se ela tivesse tido escolha, poderia ter escalado a Raquel Zimmermann pra vivê-la no filme. Não é a cara?


P.S.: Por falar na querida Quéquis, olha que belezura que é a união da maquiagem com o photoshop. Spia o que é uma Raquel antes e depois da produção (mas eu gosto dois dois jeitos). Cadê a editora da Elle francesa pra defender o look natural nessas horas?


quinta-feira, 16 de abril de 2009

quanto é a língua, moço?

Eu posso não ter ainda tanto dinheiro quanto gostaria de ter, mas há uma coisa que eu sempre consigo pagar: a língua.

Lembram que eu fiz um post zoando a Lilly Allen e o novo álbum dela, “super intimista”? E não é que eu gostei da musiquinha da mulher? Gostei até de partes da letra! Escuta aqui. Mas continuo achando musiquinha lalalala.

Não para por aí a pagação de língua, não. Segundo a Folha de São Paulo, agora é moda neguim regravar “Womanizer”, da Britney Spears (será o apocalipse?). E não é que eu também gostei da regravação que a Lilly Allen, de novo, fez da música? Socorro, não ando bem! Pior ainda é que o Franz Ferdinand, que eu amo, também regravou – e ficou horríííível!

Enfim, pura bobagem.


P.S.: Mas pra me fazer de firme, pelo menos quanto à Lilly Allen, posso até ter gostado da música, mas continuo não engolindo esse papinho de “música inspirada nas experiências e tal...”. $ei.
P.S.2: Já pensaram se fizermos músicas inspiradas em nossas experiências? E se forem cantadas por mim, então? Aí, sim, será o apocalipse.
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que amargo

Vocês viram a Wanessa CAMARGO dizendo que não quer mais ser chamada de Wanessa CAMARGO? Qual é o problema de se chamar Wanessa CAMARGo, gente? Tem quem chame Durval Júnior, é muito pior que Wanessa CAMARGO. Ela quer ser chamada agora só de Wanessa, não mais Wanessa CAMARGO.

O fato é que a Wanessa CAMARGO decidiu virar a Nelly Furtado da vez – duzentos anos depois da original. Spiem isso, eu prefiro não comentar.

Realmente eu prefiro não comentar.
Wanessa CAMARGO. Wanessa CAMARGO. Wanessa CAMARGO. Wanessa CAMARGO.


P.S.: A propósito, pro caso de alguém sentir saudade, uma musiquinha da época de Wanessa Camargo. E pra quem quiser mais (vai que haja), Wanessa CAMARGO e Sandy Júnior, a irmã do Durval Júnior, juntas.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

de cara limpa - e linda!

Se por um lado rolou um recalque meu no caso da capa da Vogue, meu espírito de jornalista revisteiro está orgulhosíssimo da coragem da editora da Elle francesa, bíblia, em pôr na capa estrelas sem photoshop. Muito, muito bacana. Imagina, uma publicação que vive dos anúncios de cosméticos dar literalmente a cara a tapa e sugerir que durante a crise as mulheres podem economizar justamente com maquiagem?

São oito capas diferentes para a mesma edição, cada uma delas com belas pouco famosas como Eva Herzigova, Monica Bellucci e Chiara Mastroiani. Faltou só a Isabelli Adjani.

Espetáculo pouco é bobagem. Pode ser uma visão muito inocente da minha parte, e deve ser, mas é esse tipo de coisa que me deixa cheio de idéias. Isso me dá vontade de inventar moda, de fazer as coisas.

Enfim, adorei.


P.S.: Meu amigo Heder, craque no photoshop, odiou, hehehe.
S

até Anna Wintour se repete

Capa da Vogue de maio, com as tops do momento, segundo Anna Wintour. Sinceramente? Cansei dessas capas. Acho que extrapolou o limite do clichézão. Essas edições são bacanas e tal, a gente acaba esperando essas capas... Mas no fim, fica tudo tão déjà vu.

Anyways. Deve ser puro recalque meu, sério mesmo.
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sol de agosto

Janaína me lembrou e eu coloco aqui pra quem não viu. E não é que o “Fantástico” do último domingo falou justamente sobre poder esquecer certas coisas do passado, do jeitinho que eu lembrei num post recente? Até citaram, claro, o “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”.

Eu me contentaria em esquecer a bandeirinha da Dinamarca, pra mim já tava ótimo. Na verdade, já estou quase lá e sem tratamento nenhum.

Por outro lado, falando de seres que queremos esquecer, vou falar dos que não nos cansamos de lembrar. Bom, eu não canso.

Esses dias tenho pensado muito na minha amiga Fabiane Laube, cantora brilhante que vive na Finlândia. Ela viveu comigo no Texas. Talvez sejam os dez anos dessa experiência, que se completam em 2009, que estejam me fazer pensar tanto nela. Talvez seja um presságio de que ela está vindo por aí. Sei lá. Eu adoro a Fabiane, mesmo ficando longos períodos sem falar com ela.

E assim acontece com várias pessoas, gente com quem não interajo sempre, mas que nunca me esqueço.

Abrazos pra todos, os que estão por aí e os que estão longe pra caralho.
S
s
P.S.: Achei essa foto dela no Google. Me deu mais saudade ainda. beijo, gata!
s

o quarto elemento

Tinha prometido não falar dessas moças esta semana, mas tem jeito?

Viram que até o momento a Jen é a famosa que mais faturou em Hollywood em 2009? Adivinha quem ficou em segundo (com, tipo, metade do lucro)?

Mas a nota mesmo é que dizem (sempre eles, os que dizem) que Angie anda com ciúmes do Brad Pitt porque ele está filmando com a minha chuchu Natalie Portman.

Telhado de vidro é uma merda, né? Agora cês pensam bem se rolar mesmo uma falta de sorte e ela repetir a história da Jen? Cês já avaliaram o estrago se o Diogo Vilela do hemisfério norte aprontar de novo e trocar a Angelina pela Nat?

KKKKKKKK, êita que aí eu vou ter que abrir um blog só pra tratar da vida desses seres bizarros. Porque aí nem Humberto explica!

Chega desse povo, por ora.
:)
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racismo? onde, na moda?

E falando em Naomi, há poucos dias também ela falou sobre o racismo na moda. E daí o assunto também está repercutindo no Brasil por conta de um projeto que prevê uma cota para modelos negras no São Paulo Fashion Week. Dá uma olhada.

Quer saber minha opinião?

Bom, eu não gosto da ideia de alguém ser meio que obrigado a fazer uma coisa. Em se tratando de moda, então, que é um tipo de arte, complicado estipular como deve ser o trabalho de um artista. Por fim, eu não gosto muito dessa coisa toda de cotas, não. MAS...

...Mas eu não gosto muito dessa coisa de cotas quando o aspecto é intelectual – e eu entendo que capacidade de raciocínio e dedicação independe de etnia; ainda assim, mesmo não gostando muito de cotas (as universitárias, pra ser mais específico), eu penso que elas são uma alternativa, sim.
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E como eu ia dizendo, se as cotas são discutíveis no meio acadêmico, não acho que deveriam ser tão discutíveis nas passarelas – porque aí estamos falando de imagem e aí dá pra saber, sim, quem é branco, negro, índio, azul com bolinha amarela. E aí não dá pra dizer que depende só das modelos para conseguir espaço – depende de quem faz o casting. E a verdade cruel e feiosa é que quem escala só escolhe meninas branquinhas, muito branquinhas. Será que a liberdade de criação não inclui nunca modelos negras nos conceitos das coleções? Será que precisava chegar ao ponto de uma lei ter que pedir mais modelos negras nos desfiles?

O povo da moda já deu o berro. E dizem que não há racismo. E aquele papo todo que a gente conhece de cor.

Pra fechar, por ora, a história, dá uma olhada neste post do blog LP. Mais especificamente, dá uma olhada nos comentários. E aí me digam, é exagero dizer que há racismo na moda?


P.S.: Se as passarelas continuam pálidas (e infelizmente tendem a ficar mais), pelo menos há uma luz nos editoriais. A brasileira Gracie Carvalho, espetáculo da buniteza em todas as fotos deste post, parece estar construindo uma carreira internacional promissora. E desde já eu torço muito por ela.
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Gracie, linda na capa da L'Officiel.
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Gracie, mais uma vez linda na capa da L'Officiel.
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E mais Gracie, linda na capa da L'Officiel, ao lado da também linda Claudia Seiler. Sempre adorei essas capas com todo tipo de beleza. Parabéns L'Officiel!