terça-feira, 30 de junho de 2009

Paulina Porizkova, adorável sedutora

Como hoje o tempo está curtíssimo, pra não ficar sem post e já que eu mencionei a Cosmopolitan ontem, fica aí outra capa clássica: Paulina Porizkova, no auge. Só pra embelezar o blog mesmo (e porque eu adoro a Paulina). ;)

Boa tarde pra everyone!
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P.S.: Já que falei da Porizkova, fica a dica do filme que ela fez com o Tom Selleck, "Adorável Sedutora". Eu vi em 1994, na "Sessão da Tarde" (e na época eu adorei :P).
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domingo, 28 de junho de 2009

1989 - Parte II

Apesar de ter me sentido o último dos dinossauros quando escrevi o post sobre os protestos na Praça da Paz Celestial na China, vou continuar a série de posts sobre o ano de 1989. É um pouco pessoal, porque foi um ano muito, muito decisivo na minha vida, mas acaba servindo de desculpa para falar de outras coisas que, eu acho, foram importantes independente do meu umbiguinho de 12 anos.

Nesta segunda parte eu resolvi falar sobre o dia em que a Nova (olha ela aí de novo!) entrou de vez na minha vida. E sobre o que ela trouxe consigo.

Eu lembro da cena com nitidez (OK, o post todo vai soar como aquelas histórias de avô, mas fodas): numa tarde de junho de 1989, eu estava fazendo para-casa com o rádio ligado e a televisão também. O sol tava rachando. Daí a campainha tocou, meu irmão foi atender, e era entrega do primeiro exemplar da revista que minha irmã tinha assinado. Eu já conhecia a Nova, mas naquela época era da Mônica mesmo que eu gostava. Lembro perfeitamente do meu irmão abrindo o pacote e falando: “Xuxôna!” . E sem que eu tivesse a menor ideia, chegava na minha vida a Nova, e logo com uma de suas capas mais clássicas (essa mesma que ilustra este post).

Já era a nona capa da Xuxa na revista, e logo no editorial havia todas as outras oito (e eu fiquei louco com aquilo!). Eu poderia falar do ícone e do auge absoluto em que ela se encontrava naquele junho de 1989, mas acho que o momento não é bom pra ficar falando de mitos (melhor deixar a mulher em paz). Mas vou focar na revista mesmo.

Aquela edição de Nova, com os mesmos assuntos de sempre, mas com um enfoque que já se foi há muito tempo, me deixou com mais vontade de fazer revista. Naquele ano, eu já brincava de fazer revista. Mas eu fazia só a capa. Depois que eu li aquele editorial da Fátima Ali, que era a diretora da revista, eu fiquei com mais vontade. E aí eu lancei (OK, não morram de rir) a Ova (KKKKKKKKKK, OK, nem eu aguentei!).

E aí a revista foi chegando todo mês, e eu fui lendo aquilo tudo (imagine a matemática puberdade + Nova) e fui me encantando com aquelas fotos todas. E em setembro veio a edição de aniversário, com a Luísa Brunet na capa (vê como são as coisas e pessoas que marcam época... quer coisa mais anos 1980 que Xuxa e Luísa Brunet em capa de revista?). E no editorial dessa edição, Fátima Ali (que se tornou uma lenda pra mim) falava da Cosmopolitan, e tinha capa de todas as edições da revista pelo mundo. Daí acabou: a certeza que eu tinha até então de que seria médico deu espaço pra certeza absoluta que me tomou de que eu ia viver pra fazer revista (bela merda).

Em dezembro de 1989, depois de vários acontecimentos que serão contados ao longo deste ano agora, eu abandonei as capas da Ova e criei uma revista inteira descaradamente inspirada na Cosmopolitan. Sobre essa “publicação”, que durou cinco anos e teve 60 edições, eu conto outra hora.

E este post todo foi mesmo só pra dizer que em junho de 1989, a Nova chegou, com a Xuxa na capa, pra trazer o jornalismo pra minha vida. O caminho desde então tem sido longo – depois dos últimos acontecimentos, então, parece mais um caminho de teimosia. Talvez seja a hora de seguir o exemplo do meu amigo Fernando e fazer o caminho de volta, do jornalismo pra medicina. Na verdade, melhor não (se eu fizer com o bisturi os estragos que faço com as palavras eu tô lascado).

São 20 anos de Nova e de jornalismo na minha vida. Ainda não sei pra que serve isso. Mas é a curiosidade mesmo que vai me manter seguindo em frente. É assim que tem sido desde aquela tarde de junho.
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P.S.: Pra ler a Parte I, clique aqui.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009

o rosto dos anos 1970

Farrah Fawcett morreu hoje. Musa absoluta dos anos 1970. Pantera. Para onde vão os ícones?
:(

adultescência


Eu sei que a revista Gloss é um sucesso editorial e tal, e que depois dela um monte de revista consolidada, como a Marie Claire, passou a circular também com formato menor etc... Mas eu nunca entendi a linha de capas dela.

É até cliché falar mal das capas da Nova, mas eu realmente não entendo mesmo são as da Gloss. Afinal, a revista se vende como voltada para jovens mulheres na casa dos 20 aos 25 anos; e aí, a maioria das estrelas de capa tem mais de 30 anos (algumas beiram os 40); e, o que mais me encuca, todas essas mulheres são produzidas e maquiadas como meninas de 12 anos! E as caras e bocas? Há alguma lógica nisso?

Se há, alguém aí me explique. Porque pra mim todas as capas da Gloss parecem coisa de menina na puberdade, vestindo roupa da mãe e usando maquiagem escondida pela primeira vez.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

brilho também à tarde

A tarde também começou boa e eu ouvi a voz que queria ouvir. E ela soou boa. Acho que isso conclui a história – pelo menos o que dela será comentado aqui no blog.

Nos próximos posts eu volto a falar das trivia(da)lidades desse mundo bizarro e maravilhoso nosso.

Besos pra todos!
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brilho logo pela manhã

O dia começou bom. E eu acabei de rever minha amiga Luisa. Eu ADORO a Luisa, é um "combo" de beleza, estilo, inteligência e simpatia que se eu não conhecesse eu diria que não existe.

Bom dia pra todo mundo!

:)
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terça-feira, 23 de junho de 2009

desencontros e encontros

Há tempos eu vinha afirmando que não lutaria mais contra os mal-entendidos. Já foram tantos na minha vida e já me fizeram sofrer tanto que depois de um ponto eu acreditei que conseguiria simplesmente ignorá-los para seguir em frente.

Hoje eu descobri que não sou totalmente capaz de não me desorientar por conta de mal-entendidos. E minha ansiedade, timidez e mente cabulosa têm parcela considerável de culpa no último equívoco do destino (logo não deve ser só equívoco nem só culpa do destino, eu sei). Desta vez, o que me machuca mais é que outra pessoa também sofre.

Ontem mesmo disse do alguém que eu vinha conhecendo e que achava que eu não tinha amigos e blábláblá, lembram? Pois é, eu vi coisa onde não havia. Me precipitei horrores. Tive uma impressão da impressão que talvez tivesse tido de mim. Total bullshit!

Daí me afastei achando que houvesse se afastado de mim. E do lado de lá aconteceu a mesmíssima coisa.

Detesto que me magoem. Mas Deus é testemunha do quanto me mata quando eu é que magoo os outros. Com ou sem intenção.

Nos primórdios deste blog eu fiz um post falando de uma coisa que eu chamo de “Síndrome de Jô Penteado” (leia aqui). Em resumo, significa tanto, tanto medo de que as coisas deem errado que quando elas dão certo fica no mínimo uma sensação de que é felicidade demais pra ser verdade e que alguma coisa vai acabar dando errado (e aí vocês já viram).

O fato é que eu tenho sido tão desapontado por tanta gente há alguns anos que desaprendi a lidar com gente de bom coração. E aí, quando essa pessoa me deu uma chance de demonstrar meus sentimentos, eu entendi que ela já se havia ido e pronto, já estava me preparando pra dar a cara a tapa de novo.

Enfim. Só sei que errei e estou arrependido. Espero que haja alguma chance de que, uma vez na minha vida novelesca, os desencontros sejam esclarecidos. E que se possa ser feliz (para o “Pra Sempre” que tiver de ser).
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conta todo, amiga!

Semana passada, alguém que eu estava conhecendo deu a entender que achava que eu tinha poucos amigos e que eu não era muito de sair (pra nite mesmo). Eu já estava meio passando mal (sem saber, mas já estava) e fiquei encucado com aquilo: que tipo de figura eu fazia de mim mesmo com as pessoas que são apresentadas a mim? Será que a leseira do estresse afetou?

Daí que esse cara – pelo menos pelo que eu pude entender – chegou a essa conclusão pelas minhas fotos no Orkat. Eu apareço sozinho em muitas delas. Hum... bom...

A parte da nite eu nem preciso dizer muito – até quem lê meu blog sem nunca ter me visto sabe que sujar o All Star é comigo mesmo. Agora, a parte dos amigos, ai eu fiquei encafifado: será que eu sou uma pessoa de tão poucos amigos assim?

Não sou mesmo. Avaliando via Orkat (já que foi esse o parâmetro usado), não sou o tipo que tem 798 “amigos” – nesse caso sou de poucos mesmo. Mas tenho meus bons amigos. Gente que se aproxima de mim sem pressão da minha parte, que se interessa e que se mantém próxima mesmo quando não dá pra se encontrar sempre.

No dia que passei mal e fucei nas minhas cartas, achei tanta coisa boa que já me escreveram. Lembrei de tantos amigos que gostam de mim e de quem eu gosto também. Já conheci tanta gente. E é natural que pelas nossas escolhas da vida o contato acabe se perdendo um pouco. Mas o sentimento de amizade fica sempre.

Enquanto tava doente, também recebi ligação dos amigos mais próximos, como a Débora, o Heder, a Renata, todo mundo querendo saber se eu tava conseguindo fazer o repouso (logo se vê que esses me conhecem, rs). Também conversei com o Vina – um cara tão, mas tão inteligente que dá até vergonha da minha burrice –, que eu conheço há pouco tempo, mas que já se tornou um amigo do tipo que parece ser amigo desde criança.

Teve uma amiga que não me ligou enquanto eu tava doente, porque tava ralando muito (coisa que ela faz sempre). Mas ela ligou fora do horário que a gente normalmente conversa (não é marcado, mas é de lei, sabe como é?). Isso porque ela sentiu que tinha alguma coisa errada. Segundo ela, estava em falta comigo (e desde quando amigo tem que dar satisfação pra amigo? Isso de estar em falta com amigo não existe). Essa minha amiga é tão minha amiga que eu mal a chamo pelo nome (aliás, ela também) – a gente só se chama de amigo mesmo. Lá em casa já sabem quando é ela no telefone (porque é um tal de amiga pra lá, amigo pra cá...). Nós já passamos por várias e boas. Já quase rompemos. Mas amizade de verdade dura de qualquer jeito.

Hoje, 23 de junho, é aniversário da minha amiga Caroline, a Carol, a amiga, a mulé, essa mesma que comenta sempre aqui. Além de desejar a ela tudo de melhor no mund, porque ela merece, aproveito pra agradecer o carinho de todos os meus amigos. Não daria pra eu citar nomes, graças a Deus. Agradeço a todos, e como tô no blog, não posso deixar de agradecer especialmente à Janaína e à Glau, que sempre divulgam esse meu espaço maluco, à Heleninha, que é uma leitora muito fina, e agradeço muito, muito aos leitores amigos que chegaram aqui e ficaram, mesmo sem nunca terem me visto (vai ver é por isso mesmo que ficaram, rs), Sarah, Fernando, Lorena, Cerejas, Ana e R.Paschoal.

Muito obrigado todo mundo.
E muito obrigado, meu caro recém-conhecido, por me fazer pensar no quão sortudo eu sou por ter os amigos que tenho.

P.S.: Alê, Andréa, Luisa, Frango... não esqueci de ninguém não! :)
P.S.2: Esqueci de pontuar, pra fechar o assunto Orkat: Prefiro não publicar fotos dos outros na minha página, a menos que a pessoa autorize (por isso muitas fotos só minhas). E, no mais, o chegado deve ter lido, no “quem sou eu” do meu Orkat, onde há justamente a resposta: “Você não vai me conhecer pelo Orkut”. ;)

Hasta everyone!
Felicidades, amiga (que não tem Orkat e não precisa disso pra ser minha amiga)!
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segunda-feira, 22 de junho de 2009

meu filho Perseu

Nááááááássa!!! E eu soube semana passada que um dos filmes mais saudosos da minha infância remota vai ganhar refilmagem!

Bom, deixa eu esclarecer, quando digo que vi o filme em minha infância me refiro ao fato de que, em algum momento, eu assisti esse filme no “Supercine” quando era muuuuuuito novinho – não que ele tenha sido feito na minha época, acho que não mesmo. Enfim, quando vi pequenininho eu meio caguei de medo, mas adorei, mesmo sem entender muito. Depois, muuuito depois, quando estudava latin na Faculdade de Letras, aí sim, fiquei doido pra ver o tal filme de novo porque tudo fazia sentido.

Eu falo de “Fúria de titãs”. Durante minhas aulas todas de latin, que envolviam muito de mitologia grega, eu sempre lembrava do filme. Eu fiquei tão fascinado pela história toda que na época, ali por 1997/1998, resolvi que o filho que eu queria ter ia chamar ao Perseu de qualquer jeito – ainda bem que acabei não tendo filhos.

Anyways, o que eu soube sobre a refilmagem é que o Perseu, o herói, será vivido desta vez pelo australiano Sam Worthington, atualmente em “O exterminador do futuro: A salvação”.

Agora é esperar pra ver. E, vou te falar, quero muito ver, hehehe. Será que alguém vai fazer a Medusa ou será que ela vai ser alguma animação: Hum, hum?

Abrazos!
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P.S.: Descobri que o filme é menos velho que eu imaginava, é de 1981. Ufa!

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ressurgindo

Olá todo mundo, bom estar de volta!

Os últimos foram dias bem difíceis, com direito a internação rápida e tudo. O estresse chegou no limite do limite e o corpo não deu conta. Acabei ficando em casa, de molho, muito de molho. Achei que ia pelo menos dar conta de assistir uma Nazarézinha, mas tadinho de mim – foi só assistir a Sandra Anembergh pra começar a passar mal (Fernandão, desculpa cara, mas a mulher é péééééssima, Deus do céu, um mínimo de postura jornalística faria bem; ela com o Evaaristo mais parecem amiga e biba botando fofoca em dia do que dois apresentadores de um telejornal). Anyways, passei mal pra caraglio quinta e sexta e ainda fiquei bem lesado no sábado e ontem. Tirando um rápido Chaves em Acapulco, descobri que realmente televisão tá osso. Odeio ficar doente.

Mas osso mesmo foi ficar longe do blog. Eu não conseguia ler, logo tive que ficar de fora de muitas coisas que dariam boa discussão, não consegui escrever. A história do diploma de jornalista, que a Janaína já me pediu pra comentar, eu tava aflito pra ver as opiniões dos leitores do blog – mas sobre esse assunto ainda vou falar. Não acompanhei o São Paulo Fashion Week, vi de longe que a Gisa parece estar mesmo grávida agora...

Dá pra perceber que eu ainda estou meio zureta, meio misturando tudo? É vontade de falar sobre tudo que ficou parado. Eu não nasci pra isso de repouso absoluto, é o desespero pra mim. O bom (na verdade, o ruim) é que nos primeiros dias a dor era tanta que o que eu conseguia era só ficar quieto mesmo.

Mas tão logo eu consegui voltar a ler, agarrei finalmente aquela minha biografia da Clara Nunes. Vocês não vão acreditar, mas há muita, muita chance de que haja parentesco perdido com a minha família (bom, acho que mais vontade que chance, mas...). Eu estou devorando o livro. Quando terminar escrevo sobre isso.

Quando comecei a melhorar um pouquinho também resolvi arrumar a gaveta de cartas – sim, eu ainda tenho uma. Fazia tanto tempo que eu não mexia naquilo que eu quase piorei de saúde de novo (em parte de tanto rir de umas coisas, em parte do tanto que eu fiquei sentido de outras... saudade de tanta gente que se perdeu por aí, saudade do Humbertinho inocente que eu não volto a ser nem por reza).

Enfim, everyone, ainda ajeitando tudo, estou de volta! :)

Adoro o nosso blog.
Abrazos e besos!
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sábado, 20 de junho de 2009

quieto

Um tanto doente desde quarta-feira. Literalmente de molho desde quinta-feira. Se Deus quiser, voltarei a escrever decentemente aqui na segunda-feira (tanta coisa pra comentar...). OK, de volta pra cama agora.
Abrazos, meus caros.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

SBT, você já sabe...

Depois falam que eu pego no pé...

Silvião, doido, já que o Gugu deve mesmo ir pra Record, não perde tempo, contrata logo a Sandra, rapaz!
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Eu sei que a fonte da informação é a Fabíola Ruppert e isso não tem credibilidade nenhuma, mas se alguém achar o vídeo na internet, manda aqui pro blog, OK? Aí até eu vou acreditar.
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Besos.
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terça-feira, 16 de junho de 2009

e já dizia Frankie

No fim das contas, é a coisa mais prudente e mais humana a se fazer.
Besos pra todos, hasta mañana.
;)
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o que dizer?

Odeio quando eu fico pra baixo. Eu fico mais chato do que já sou.
Mas como disse ontem, passa. Tem que passar.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

ai, ai, ai, Nenê!...

No dia dos namorados, pra homenagear as leitoras e seus rolos amorísticos, eu coloquei uma foto da Andréa Beltrão encarnando a Marilda, do “A Grande Família”. Desde então fiquei pensando que eu tinha que escrever sobre as duas, a atriz e a personagem.

Tudo isso simplesmente porque eu acho que são muito bacanas. Com sete anos de idade eu já era fã da Andréa, que era a Zelda Scott em “Armação Ilimitada”. E desde então eu não me lembro de nada que ela tenha feito que eu não tenha gostado. Ela também não me parece das atrizes mais malas, ao menos parece estar na dela, enfim, fazendo o (excelente) trabalho dela.

Quanto à Marilda, só quem me conhece pra saber o quanto eu adoro a personagem. Eu confesso que há alguma identificação, pouca, mas há – mas a figura em si me diverte. Os caras errados que ela escolhe, a amizade dela com as outras personagens, o jeitão estabanado, sua personalidade independente/carente e humana, sei lá, gosto do “conjunto” Marilda. É uma personagem tão grandiosa que faz a baixinha Andréa Beltrão parecer um mulherão enorme.

Sempre digo que gosto de coisas bem feitas, de trabalhos e carreiras construídos com dedicação, de gente de talento. Tai alguém que me parece reunir tudo isso.

Abrazos pra todos, besos pras “Marildas” que deram origem (e mantêm) este blog, hehehe.
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triste constatação

Top cliché, mas vero. Tudo passa. Até a bandeira da Dinamarca uva passa.

P.S.: Sim, este é um daqueles posts que poucos entendem. ;)
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sexta-feira, 12 de junho de 2009

é hoje o dia!

Homenagem do o Humberto Explica às caríssimas leitoras neste 12 de junho, Dia dos Namorados: Marilda, da "Grande Família"!

:P

Besos veramente carinhosos pra todas, as que têm namorado e as que se identificam com a icônica personagem aí acima.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

branco

Comprei esses dias. :) Meio batido, mas gostei assim mesmo. Véspera de feriado prolongado. Sabe o fim que terá esse tênis branquinho, né?
:P

E pra vocês, qual será a boa do feriadão? Hum?
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

muita luz nesta hora

Amigos e amigas todos do blog,
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Eu sei que todos vocês são finos e cheios de energia positiva. Por isso mesmo, eu queria pedir as boas energias e preces de vocês para que uma amiga minha saia bem de uma situação séria que aconteceu ontem.
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Os que forem de rezar, rezem, os que forem de pensar em boas vibrações, pensem. Ela e a nenenzinha dela nem conhecem vocês ainda, mas eu sei que vão ficar muito felizes.
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Obrigado, povada.
Abrazos.
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UPDATE em 09/06/09:
Mais uma vez agradeço o pensamente positivo e as orações de todos vocês. Minha amiga está melhor, ainda em observação e a bebê também vai melhorar muito, se Deus quiser. :)
Abraços pra todos.

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domingo, 7 de junho de 2009

sorria, mesmo se tomar um toco

Boa semana pra nós todos, apesar dos sustos que a gente toma de vez em quando.
Abrazos!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

só alegria

Bom, povo, fica então o tradicional e sincero desejo de bom fim de semana pra vocês. Vivam bastante e me contem as boas na segunda-feira.

Abrazos!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ei, você

Seja bem-vindo.
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1989 - Parte I

Eu sempre comento sobre anos que foram especiais para mim. Eu teria que escrever um livro para falar de 1989. Tanta coisa começou a mudar ali que eu poderia abrir um outro blog só pra falar disso (resta saber quem se interessaria pelas minhas “aventuras”, né?).

Mas 1989 não foi importante só pra mim. Graças a Deus, o mundo não gira em torno do meu umbigo.

Hoje faz 20 anos da histórica “peitada” que o jovem chinês deu nos tanques do Partido Comunista. Qualquer menino de 12 em 1989 já sabia o que aquilo significava – e apesar dos pesares (literalmente), sentia orgulho de ter acompanhado aquele ato todo de bravura. Sobre o corajoso chinês, acho que vale ver isto aqui. E sobre o Massacre na Praça da Paz Celestial, pra quem nunca ouviu falar nele, vale ler isto ou isto.

Minhas aventuras em 1989 podem não ter nada a acrescentar a ninguém. Mas à medida que eu for tendo tempo, vou falar delas aqui no blog. Nem que as use como desculpa para falar das coisas muito maiores que aconteceram no mundo naquele ano saudoso.

Abraços pra todos.
Muito bom dia.
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terça-feira, 2 de junho de 2009

sobre livros e vacas


Duas citações, uma abaixo da outra, publicadas na revista “Época” desta semana, conforme escrito abaixo:

“Confesso que em Dourados voltei a sentir medo. O direito à propriedade é inalienável.”
Regina Duarte, atriz e criadora de gado, sobre a demarcação de terras indígenas em Mato Grosso do Sul. Em 2002, na campanha eleitoral, ela dizia ter “medo” da possível vitória de Lula.

“O formato de disquete de computador já desapareceu. Não durou 30 anos. Se tenho de deixar uma mensagem à posteridade, farei em forma de livro, e não em suporte eletrônico.”
Umberto Eco, intelectual italiano


(Não querendo julgar muito, mas) Há os seres humanos que criam gado e os que escrevem livros.
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segunda-feira, 1 de junho de 2009