quinta-feira, 11 de março de 2010

a melhor

Quem foi que disse que não há boas revistas no mercado? Eu?

Este mês tive uma boa surpresa com a Claudia. Uma publicação com quase 50 anos, Claudia é uma revista que se mantém como a feminina mais bem sucedida do país. Já teve sua época histórica, sob a direção de Carmen da Silva, também foi muito presente sob o comando da Célia Pardi (embora nessa época pecasse pela caretice) e andou mandando muito bem nas mãos de Márcia Neder (que foi a primeira substituta de Fátima Ali na Nova e que agora dá lugar a Cynthia Greiner, que também dirigiu a Nova até este mês).

Fato é que comprei a revista pela capa. Sempre leio, mas me dou o direito de não adquirir edições que tenham, por exemplo, Claudia Leitte como estrela. Mas, enfim, em março de 2010 a capa de Claudia conta com a beleza da atriz Lília Cabral – sem excessos de photoshop, com marcas de expressão, tudo como deveria ser. O figurino é lindo, as cores estão perfeitas, a estrela tem talento e conteúdo. E o mais importante, sem querer ser limitado demais, entendo que é uma personalidade que tem mais a ver com as leitoras da revista do que uma Ana Hickmann, por exemplo.

Mas prazer mesmo eu tive foi ao ler a edição. As matérias são bem diversificadas, muito interessantes e extremamente bem-feitas. Pra citar só três, a própria entrevista com Lília Cabral é tocante, a outra entrevista, com a juíza Maria Berenice Dias (merecedora de um post aqui qualquer hora), e a matéria sobre os pais super protetores de hoje e a geração de adultos despreparados (sem noção) que eles estão criando para o mundo.

Claro, há o que melhorar. Por exemplo, nas matérias de modas. Ainda que haja uma que sugere as melhores peças para mulheres dos 20 aos 70 anos, tudo é feito para as magérrimas (e a modelo parece não ter chegado aos 20 ainda).

De todo modo, se eu já vinha gostando da Claudia, agora estou fã. Vejamos o que irá mudar com a direção de Cynthia Greiner. Tenho certeza de que o bom nível do jornalismo feito para a mulher na revista vai continuar (e Cynthia sabe fazer revistas há anos!).

Sei que a maioria das leitoras aqui do blog está mais para as publicações de uma faixa etária menor (20 a 30 anos), mas de qualquer modo, entendo que Claudia pode ser uma leitura interessante para qualquer mulher.

Enfim, eu sugiro, nem que seja aliada à sua outra revista favorita.

É isso. Besos, até o próximo post.


P.S.: NADA contra a Ana Hickmann, mas tem toda uma gama de outras revistas em que ela se enquadra melhor, não é verdade?

5 comentários:

Sarah disse...

A revista Cláudia definitivamente me lembra a minha tia rsrs. Sim, com 6 anos eu já lia Cláudia kkkk.Depois nunca mais, ela parou de assinar lá pelo ano de 88, por aí.
E juro que lembro até hoje das revistas, da Sâmia Maluf nas capas,bem legal.

Já essa capa aí,apesar da Lilia Cabral ser excelente atriz e tudo e tal, não gostei nem de olhar porque acho a personagem dela na novela bem antipática e fake.

Juro, olhei e vi a Tereza, não a atriz.Uma prova e tanto de que ela é ótima porque quem diria que se trata da mesma pessoa que interpretou a cornélia procópia da Catarinaaaaaaaaaaa.

Tainá disse...

Claaaro que as cores são perfeitas, é azul-Tiffany *puxa saco*
Mas sinceramente, nao acho Anna Hickman muito bonita não.

Humberto disse...

Nossa, Sarah, vc é ninja demais, só vc mesma pra citar a Sâmia Maluf. Faltou a Cláudia Catrambi, hahaha!
Adorei!

E Tainá, bem Tyfanny mesmo, rs. Agora, eu acompanho a Ana Hickmann desde o comecinho, ela tá ficando com cara de Zacarias. Já falei isso aqui no blog e me zoaram, rs. Mas tá!

Beijos!

Sarah disse...

Não seria ângela Catrambi? ;)

Humberto disse...

Sarah, sua memória de elefante revisteira é surpeendente!