domingo, 31 de janeiro de 2010

primeiro filme desta semana - Nine!

Continuando a série de bons filmes no cinema em 2010, ontem eu assisti a Nine. Eu não sou o maior fã de musicais, mas desde que adorei Chicago fiquei mais disposto assistir esse tipo de filme.

O elenco de Nine é um absurdo. A começar por Daniel Day-Lewis, que dispensa qualquer comentário. Daí vem Nicole Kidman (botocada a la Leila Lopes, mas ainda Nicole Kidman, Sophia Loren, Penelope Cruz (Paco e Fernando piram), Judi Dench e duas lindinhas que eu amo, Kate Hudson e Marion Cotillard. Tem até a Fergie (OK, nada pode ser perfeito).
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Mas, prosseguindo a série "Pagações de Língua", o musical que eu mais gostei foi justamente o da Fergie (não que eu e meus amigos de cinema tenhamos acreditado naquela voz, mas tudo bem).
E pra minha surresa, o que mais detestei foi o da Kate -- parece apresentação da Cláudia Leitte, eu não sou obrigado a pagar entrada de cinema pra ver apresentação da Cláudia Leitte.
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Em compensação, a Marion Cotillard faz duas performances e eu queria morrer nas duas de tão lindas. Cada palavrinha que saiu da boca perfeita dessa mulher parece ter sido feita pra acalmar minha alma e me desejar uma vida feliz. Ô desgrama de atriz perfeita! Assiste um aqui e depois o outro aqui. E depois assiste ao filme!
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Agora, retarda que eu sou, só não entendi ainda o porquê do Nine do título, alguém acode? Sabe como é, era domingo de tarde e eu tava meio sonolento...
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Besos povo!
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P.S.: A apresentação da Penélope aqui, pra ninguém me matar depois, rs.
P.S.2: Quer ler uma análise de verdade e bem completa do filme? Clica aqui, Cinebuteco na cabeça!
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sábado, 30 de janeiro de 2010

stylista

Sábado passado assisti a reprise do "Stylista", reality show do canal Sony que escolhe o novo editor-assistente da Elle estadunidense. Eu não assisti a todos os episódios, mas creio que foi meio aquilo que a gente vê nos realities todos, uns barraquinhos, uns dramas etc, etc, etc.
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Também não acho a Elle dos Estados Unidos muito fashion, não. É bacana e é grande, mas comparada a uma Vogue e a outras edições da Elle, como a própria brasileira, eu acho a estadunidense meio uózinho -- que tipo de revista realmente de moda põe a Eve na capa?? Mas, whatever, é uma revistona e eu também adoraria trabalhar lá. Em outras palavras, esse é um reality show que eu daria a minha cara a tapa e participaria. Porque ia ser difícil ganhar de mim. :p
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Fato é que eu senti uma pontada de inveja e de frustração tão grande assistindo o programa final. Não é nem que eu queria estar lá, sabe? Queria já fazer parte da equipe que escolheu o vencedor. Por tudo que já corri atrás, acho que já era hora. ... Mas tem coisas na vida, principalmente as horas em que as coisas acontecem, que não dependem muito da gente, dependem de destino mesmo, eu acho. Eu, por mais que me canse às vezes, vou fazendo a minha parte. Se tiver de ser, otimo mesmo. Se nao, eu vou aroveitando o caminho. :)
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A chefona não tão diaba e a ralé concorrente.

Falando do programa em si, eu fiquei feliz com a vencedora (de roxo, na foto acima); pelo menos levando em consideração o episódio final e a maneira como ela lidou com os problemas e, principalmente, a maneira como ela cumpriu sua tarefa de fazer uma capa (com a Eve!) -- fez tudo certinho, a menina entende de revista! Daí a pontada que deu foi de orgulho, acreditam? E também de alívio, já que justiça foi feita e a bichinha uó que concorreu com ela não ganhou. Enfim, achei até bonitinho a cara que a Maria Clara Gueiros (a.k.a. Johana Cox) fez quando foi escolhida pra trabalhar na revista.
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Também adorei a avaliação feita pela equipe da Elle. Tudo muito correto e ponderações recheadas de noção. Ai, que vontade de estar lá, caramba!

Bom, esperemos uma nova temporada. Não sei se o programa fez sucesso assim. Esperemos também uma versão tupiniquim. Não sei como seria, mas eu acho que iria adorar. Já pensaram?

Abrazos pra todos, boa semana!

"Achou que eu ia perder pra bichinha uó? É ruim, hein, eu não sou fraca, não."

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

filmes da semana


Esta foi uma semana particularmente feliz pra mim no cinema. Assisti a dois filmes que eu tinha ouvido falar por alto, meio sem saber do que se tratava, e quebrando uma tradição antiga de só ver filme ruim no cinema, dessa vez os dois que eu vi foram muito bons (juntando com "Onde Vivem os Monstros" e "Sherlock Holmes", 2010 está com 100% de aproveitamento).

Neste post eu falo de "A Vida Íntima de Pippa Lee" e "Aconteceu em Woodstock". Pra saber mais sobre a sinopse de cada um deles é só clicar nos títulos. Chama a atenção no primeiro o elenco, com nomes como Alan Arkin, Winona Rider, Keanu Reeves, Julianne Moore, Monica Belucci e a Blake Lively (mocinha do "Gossip Girl"). O segundo filme chama a atenção tanto pelo visual do poster e toda aquela aura de Woodstock como pela direção de ninguém menos que Ang Lee.

Os dois filmes são muito bons, o primeiro talvez se esforce mais pra ser profundo que o segundo, mas no geral eu gostei mais do segundo que do primeiro. Mas aí já é coisa de cada um, vocês vão ter que assistir pra dizer o que acham.

Uma coisa, entretanto, me parece haver em comum entre os dois filmes. Na verdade, duas: a questão da liberdade de viver sua própria vida e a preocupação com a vida dos outros.
Em "Pippa Lee" essa questão de se preocupar demais com os outros é mais central e se arrasta pelo filme inteiro. Mas, pelo menos pra mim, a conclusão foi um tanto adolescente, sobretudo em se tratando de uma protagonista de meia-idade. Fugir por aí, sem destino e tal é muito lindo no cinema, sobretudo no final do filme. Mas na vida real não rola, né? E ninguém vive sozinho, só ermitão (e quem quer vida de ermitão?). Considerando o próprio filme mesmo, em primeiro lugar, a Pippa não é santa, como ninguém é. OK. Além disso, ninguém a obrigou a viver sua vida em função dos outros -- ou seja, ela foi livre pra escolher o que passou. Sei lá, de repente surtar e achar que "o mundo está contra você e sua liberdade de ser vocêêêê" é meio freak demais pra mim. O mundo é punk e as pessoas sao esquisitas, mas definitivamente ninguém vive só nem foge pra lugar nenhum. Sempre havera aguém, sempre haverá os hábitos de um lugar, não dá pra não ter um mínimo de superego. Ninguém merece ser adolescente pra sempre, isso seria o pior castigo.

Talvez a questão do peso de se importar demais com os outros a ponto de se abrir mão "de si mesmo" seja melhor abordada em "Woodstock". Novamente, "abrir mão" já pressupõe sua OPÇÃO por abrir mão. Ou seja, dedicou-se mais àquilo ou àqueles porque quis. De todo modo, nesse filme talvez o protagonista seja mais inocente. Até porque ele é muito mais jovem que a Pippa e é interiorano e tal. Pelo menos pra mim, aqui as cenas onde há essa "quebra da inocência" ou um "momento de compromisso com a própria felicidade" seja mais humano e verdadeiro -- a começar pelo fato de que é quando opta por si mesmo que o protagonista conhece e passa a ter uma relação mais autêntica com aqueles por quem ele tinha optado viver até então.

Não sei se estou falando coisa com coisa. Não é papo de hyppie de Woodstock, juro.

Os dois filmes são bem legais e dá até pra rir bastante. Mas eu gostei mais do segundo, como dá pra ver, né? "Aconteceu em Woodstock" tem uma fotografia linda, uma trilha sonora ótima, como não poderia deixar de ser, e pelo menos dois personagens me deixaram chocados com a semelhança com gente que eu conheço.

Enfim, fica a dica. Quem assistir está convidado a pubicar aqui no blog uma resenha do filme. Porque eu estou curiosíssimo pra saber o que mais gente achou deles.

Abração pra todos, ótimo fim de semana pra todos nós!
;)
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Humberto, qual é a de ex-namorado que dá o toco e depois que você arruma outro ele quer porque quer reatar?

Pergunta! U-hu! Primeira de 2010!
Então, vamos lá.

De acordo com a leitora em questão, uns anos atrás ela era doida com o cara e tal, teve uma coisinha com ele, o clássico "achei que era namoro, mas só eu achei que era namoro", e mesmo ele não achando que era namoro, o cara conseguiu dar um chega-pra-lá nela e arrumar outra. OK, acontece.

A grande questão é que depois que minha amiga encontrou alguém que gosta dela e de quem ela gosta também -- e, claro, depois que o ex soube disso e viu as fotos das viagens e o quanto agora ela está bonita e feliz --, o mau caráter do cara veio com pérolas do tipo "môzinho, quero te ver". U-hummm...

Francamente, deve ser daí que nasceu a clássica "Vai lamber sabão". Quem precisa de cara idiota desse tipo?

Na verdade, acho que eu nem precisava responder nada. É bem claro pra qualquer um que o ex em questão é um daqueles babacas cheios de si que acham que todo mudo tem que ser dele -- Ele pode até não te querer, mas você tem que querer ele, tem que viver esperando que ele "queira te ver" para ficar felizinha e correr atrás de novo.

Enfim, minha cara. Você é esperta. E você está feliz. Então, sabe que não tem que perder seu tempo com esse bacaca. Afinal, ele tinha o direito de escolher o que queria e ele que se vire agora com o que ele quis -- no caso, ele mesmo, o que já é castigo suficiente. Continue feliz e gostosa, é o melhor pra todo mundo. Até pra ele.

Besos y hasta luego!
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

20 anos sem Adriana de Oliveira

Hoje completa 20 anos da morte da Adriana de Oliveira.

Difícil de esquecer. Quase impossível não imaginar o que teria sido a história dessa moça sem as malditas drogas.

A vida é meio louca mesmo. Linda, mas louca.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

põe pra dentro, menino!

A vida inteira eu tenho uns "sentimentos de feelings" sobre roupas e modelos que vão virar moda e a vida inteira esses sentimentos acabam se tornando realidade. Na verdade, acho que são "previsões" meio óbvias mesmo, coisa que quaquer um que observe um pouquinho mais percebe antes do resto da pobrada. Eu lembro, por exemplo, que em 1993, quando a calça saint-tropeito era a coisa mais normal do mundo, a minha já era um pouquinho mais baixa e eu já achava que um dia saint-tropeito seria o fim.

Anyways. Fato é que esses dias eu andei pensando que não vai demorar e neguinho vai voltar a usar camiseta de malha por dentro da calça. Vamos esclarecer uma coisa: Não necessariamente isso significa que eu ache bonito (aliás, nesse caso específico eu sou meio Regina Duarte e "tenho medo"). Mas, enfim, já tem uma data que a gente usa a camiseta por fora da calça e tal, o que me leva a crer que daqui a pouco vai ter neguinho querendo ser hype e usando calça pra dentro (se é que já não tem e eu e que tô pagando de trend-previewer).

Bom, vamos esperar então e ver se vai rolar algum revival da combinação jeans-camiseta a la Marlon Brando.

Besos!
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louco

A semana começou boa, hehehe!
Volto logo, besos pra todos!
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

no bairro Ouro Preto

Já assisti dois ótimos filmes no cinema este ano. Hoje vi "Sherlock Holmes", do último homem com cérebro com quem Madonna se envolveu, e indico. É bem bacana, ritmo bom, fotografia legal, adorei a atriz Rachel McAdams (ela me lembra muito a Paola Oliveira, até a voz), o Robert Downey Jr. está impecável, enfim, vale o ingresso.

Mas sedão eu vou ter que rasgar mesmo é para "Onde Vivem o Monstros". Eu já tinha falado aqui do Spike Jonze, diretor do filme, quando lembrei de um clipe do Weezer que eu amo e que foi dirigido por ele.


Fato é que eu estava louco pra ver esse filme há um tempo e eu não me decepcionei. É muito lindinho. Adaptação de um clássico livro infantil, é impossível não sentir uma simpatia imediata pelos "monstros". Meio impossível também não se identificar com eles ou achar alguém que é igualzinho a um ou dois deles.

Meus monstrinhos favoritos são a ave, o tourinho que quase não fala e o grandalhão Carol. Na verdade, não posso falar muito para não estragar o clima. Mas eu indico o filme pra quem está feliz e pra quem não está. Eu vi muito marmanjo chorando no cinema. Não eu, claro. :P



Mais sobre "Onde Vivem os Monstros" no Cinebuteco, com a resenha do Fernando e os comentários da galera.

É isso. Agora corre pro cinema!
:)

P.S.: O título é brincadeira que só um ou dois vão entender, OK? ;)
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Bravo!


Muito, muito difícil uma revista errar quando se tem na capa a Penélope Cruz. Eu ia mesmo comentar, mas o Fernando cobrou antes, então aí vai. Espetacular capa da Bravo, com essa espetacular atriz espanhola.
Precisa dizer mais alguma coisa?
Olé!
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Gross

Nem tinha chegado de viagem e já tinha um email da me pedindo pra falar da capa da Gloss que a Camila Trindade ganhou como prêmio no "Brazil's next Top Model". O que dizer?

Bem, quando eu soube que o prêmio era a capa da Gloss e não mais a da Elle eu já fiquei com dó das mocinhas. Já falei das capas da Gloss aqui, são piores que as da Nova. Não tem como sair coisa boa dali.

Mas eles capricharam desta vez: Uma franjinha de Kolene, um guache nos olhos, um sorriso "sincero", umas gotinhas de menstruation caindo da logo... Jesus! E isso foi com a Camila. Imaginem se fosse com a Míriam?!

Nisso tudo, só queria ver uma coisa, na verdade duas: As caras da Tati Domingos e da Bruna (ca)Brito vendo essa capa...

"CremDeusPai, coisa mais horrorosa, por isso que eu não gosto dessas coisa de modelo, passarela, nem, entendo nada! Dábem que eu não ganhei, aff!"

"Mééééééééh!!!"
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como assim, Rodrigão?

Passando pela banca, mirei a capa da Marie Claire deste mês. Tá lá a Fernanda Lima, com a cara nova de pós-gêmeos, ainda muito bonita e tal... E ali, num cantinho, a declaração da moça que, em tese, deve criar na leitora uma vontadezinha de levar a revista pra casa. Disse Fernandinha:

"Prefiro transar uma vez por semana bem do que todos os dias mais ou menos."

(!) Bem... Falou a mulher que apresentava um programa chamado "Amor e Sexo". Eu só fico me perguntando o que terá pensado disso o maridão da moça, Mr. Rodrigo Hilbert...

"Eu mato aquela vaca."
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Playboys hermanas

Como alguns de vocês sabem, eu estive na Argentina este começo de ano (detalhes sobre isso nos próximos posts). E como os que lá comigo estiveram sabem, fiquei doido com as revistas. Queria trazer tudo, comparar, ver o que é legal e tal.

Fato é que na correria da volta acabei trazendo o basicão: uma Cosmopolitan de lá, uma Vanidades de lá e uma Playboy de lá, essa da capa bacaníssima aí acima.

É da Playboy argentina mesmo que eu quero falar aqui. Adorei a capa com o lombo à milanesa. Fiquei tentado mesmo a comprar. Só que na hora que eu abri a revista, putz!... Deve ser a edição mais fracassada da Playboy no mundo!

Em apenas 114 páginas, a revista traz como estrela a Francine do "Big Brother" (socorro), a entrevista é uma publicada na edição brasileira em 1990, com o Ayrton Senna (socorro), tem um outro ensaio com duas brasileiras desconhecidíssimas (socorro) e até um ensaio da Sônia Braga de 1984 (socorro! socorro!).

Nossa, que decepção, muito podre.

Mas aí... fui chegando nas terras brasileiras... e dei de cara com a edição de janeiro da Playboy daqui:

Nossa, mais uma desconhecida do "Pânico", com uma franja que o Paco vai adorar e um cabelo com corte "V" que eu não Via desde 1988, uma capa suuuuuuuuuper original e perguntas para Bruno Mazzeo, tudo isso também em pouco mais de 114 páginas. Aff!

Dessa até o Jim Carey riu:


E desse lixo todo até a menininha do Coppertone riu.


Ah, whatever. Pelo menos a foto do biscoito recheado de chocolate com coraçãozinho de morango em pó na bunda da Francine do BBB me fez rir.


P.S.: Na Playboy Brasil: "Juju do Pânico - Mais gostosa que na TV". Claro, né? E dá pra usar photoshop na televisão? Na Rede TV???
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um mundo fora do meu

Eu estava no avião quando, do nada, lembrei da Cavalo de Fogo que estudou comigo na faculdade e quase tive um colapso de tanto rir.

A história é mais ou menos assim: Éramos um grupo de trabalho de quatro pessoas, eu fazendo tudo, pra variar. Ainda assim, duas das outras três ajudavam. Mas a quarta pessoa, Jesus na bicicletinha!, ela não fazia porra nenhuma. Mas pra ela tava tudo lindo, tudo perfeito, tudo isso aí mesmo.

Daí, num dos ápices de revolta com a folga alheia, eu cheguei à conclusão de que aquela menina não fazia aquilo nem era por maldade, não, é porque ela vivia num outro mundo mesmo, que não era o meu (o meu naquela época tava foda, só ralação, toco e pouco dinheiro). Daí eu lembrei da musiquinha do "Cavalo de Fogo", aquele desenho dos anos 80 com nome de garanhão bêbado (aquela musiquinha que a mulher desafinava pra caralho).

Eu contei isso pra Caroline na época (ela era do grupo) e nós passamos a chamar a tal mocinha de Cavalo de Fogo. Mal lembro o nome mesmo dela.

EnfiNegritom, lembrei da Cavalo de Fogo esses dias e quase morri de tanto rir. Fica difícil explicar pra quem não viu nem viveu aquilo. Mas eu sei que a Caroline, pelo menos, na hora que ler isso vai ter um troço também.

Vale, então, assistir à abertura do desenho. Se não dá pra rir da minha história, com certeza vai dar pra rir da clássica desafinada da mulher! :P

Besos!
"Que um dia raiiiiiiiiiiiiinha eu seria..."

paying the tongue

Pagar a língua é comigo mesmo, e eu já comecei o ano pagando uma das boas. Eu gosto da Lady Gaga. Pronto, falei! Eu zoei ano passado, mas tenho que dar a cara a tapa, gosto de várias músicas dela, já acho engraçado as pirações e iria fácil num show da doida.

OK, podem começar a escrachar nos comentários, eu deixo, hehehe...


P.S.: Vou criar uma série, chamada "Pagações de Língua", o que vocês acham?
P.S.2: Pra quem ainda não conhece a Lady Gaga, escuta aqui uma das músicas dela que eu mais gosto. Chicletinha, mas eu gosto. :)
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A primeira negra na capa da NOVA


Várias vezes já falei da Taís Araújo aqui no blog. Muitas delas, para falar quase da mesma coisa, do fato de ela ser "a primeira negra a" fazer alguma coisa. Primeira protagonista negra na TV; primeira protagonista negra na Globo; primeira protagonista negra na novela das oito; primeira "Helena" negra e por aí vai.

Na verdade, acho meio absurdo que nesta altura do campeonato ainda estejamos comemorando quando uma mulher é a primeira negra a fazer alguma coisa, sobretudo quando se trata de aparecer nos meios de comunicação. Afinal, em 2010, já deveria ser muito mais que normal ver a beleza de uma negra estampando revistas e estrelando novelas e filmes (assim como todos os outros muitos tipos de beleza que formam o Brasil). Mas, infelizmente, por enquanto ainda temos que comemorar, e muito quando isso acontece. Porque ainda é uma vitória na luta contra o preconceito.

Este é um post especial pra mim. Pesquisador da revista Nova, conhecedor de sua História e das suas "famosas" capas, nunca entendi como a revista ainda não tinha tido uma estrela negra. A publicação deixou passar mulheres ilustres como Zezé Motta e Veluma nos anos 70, Maria Ceiça nos anos 80, Isabel Fillardis e tantas outras nos anos 90 e Camila Pitanga nos primeiros anos do século XXI. Todas lindas, todas brilhantes, nenhuma aparentemente merecedora de uma capa na revista.

Neste janeiro de 2010, enfim, ao menos uma dessas estrelas que mereciam a tal capa da Nova finalmente chegou lá. Mais uma vez, Taís Araújo é a primeira. A primeira mulher negra na capa da Nova.

Pra muita gente isso pode não significar muito. Pode até significar nada. Pra muito mais gente, isso passaria sem nenhum alarde. Mas pelo menos pra mim, e eu aposto que pra muitas mulheres (de todas as etnias) neste país, este é um momento histórico no mercado editorial brasileiro. Um momento marcante na História da identidade das mulheres brasileiras. Não é pouca coisa.


Parabéns Taís, mais uma vez você arrasou.
Parabéns Cyntia Greyner, atual diretora da revista. Não deve ter sido fácil.

Agora é torcer para que não se espere mais 36 anos até que a Nova tenha outra bela negra em sua capa.

Zilda Arns

Eu fiquei bem chateado quando soube da morte da Zilda Arns. E, claro, quando soube do que se passou no Haiti. Tudo muito triste. E pelo que diz o noticiário, tudo cada vez mais triste por lá.

Não sobra muito o que dizer, não.
Infelizmente.
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largada para 2010 - o ano começou aqui também!

Estou de volta pessoal!

Morrendo de saudades de vocês e também da minha querida Argentina (mas dela eu falo em outros posts).

O ano no "O Humberto Explica" finalmente começa, e embora eu saiba que pra vocês 2010 já começou há muuuito tempo, vou fazer uma listinha micro de metas que eu vou tentar realizar este ano. vamos lá então:

Em 2010...
- Vou organizar e catalogar minha hemeroteca. E dependendo dos rumos, doar pra alguma biblioteca fina.
- Vou voltar a malhar e a nadar.
- Vou ler muito mais este ano, mas de verdade. Em português, inglês e espanhol.
- Quero continuar andando com gente que me faz rir. Eu mereço.
- Vou aprender as quatro sevillanas ainda em 2010.
- Vou tentar ser menos gentil e delicado com as pessoas. Sei lá por quê, mas parece que tem gente que não gosta de ser bem tratada, que fica com raiva de você quando você dá alguma demonstração de afeto ou de atenção. Por isso, vou tentar ser um pouco mais escroto. Não deve ser difícil, tem muita gente que já é bem tosca, bem olho junto, e está sempre por cima.
- Eu prometo tentar escrever a pinóia do meu livro. E vai sair antes do novo álbum da Amy e do terceiro filme da trilogia "Dogville", eu garanto!
- Vou tirar minha carteira de motorista. Passando muito da hora, né?
- Vou viajar mais e viajar mais e viajar mais.
- Vou assistir ainda mais filmes e descobrir mais músicas bacanas.


Ahn, pra ser sincero, não parei pra fazer planos pontuais para este ano, não. Mas acho que esses aí acima, que eu pensei agora, já estão bons pra começar.

Tudo isso só como desculpa pra desejar a todos vocês, mais uma vez, um feliz ano novo, e torcer pra que vocês continuem vindo aqui! :)

Agora é tocar o barco e fazer novos posts. Senta, que lá vem um monte!

Besos a todos!
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

hasta luego

O "Humberto Explica" tira uma folguinha declarada e volta ali pelo dia 18. Voltem aqui também, hein!

Beijos a todos, bom descanso das minhas bobagens!
;)
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