quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

cinéfilo feelings

Outro filme que assisti esta semana foi "The kids are all right", medonhamente traduzido para "Minhas mães e meu pai" (dã?). É um filme bacana, simples, mas vale pelas atuações (Julianne Moore e Annette Bening, não precisa dizer mais nada, né?). Observações em tópicos desta vez, vamos lá?
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- Quero o guarda-roupa todo do filho. Muito, muito cara de coisa minha, tudo.
- Na verdade, apesar de ser casual e nada pomposo, achei muito bem feito o trabalho do figurinista. Todo mundo coerente.
- Não entendi, o caso do menino se esvazia todo no filme. Ele fica apagadinho, apagadinho no decorrer da história.
- A filha, por outro lado, apaixonei. Demorei pra lembrar de onde conhecia ela, mas veio a luz: era a Alice. Muito fofa. E o jeitinho dela no filme me lembrou muito a querida da Aninha Estanislau.
- A Annette Bening não existe. Ela tá uma sapa perfeita no filme, tanto que tinha horas que eu tinha birra dela só pelo tanto que tava parecendo a Esmeralda (só a leitora Caroline vai entender essa).
- A personagem da Annette Bening só se ferra no filme. Podia chamar Conrada.
- Quem gosta do Mark Ruffalo vai delirar, com certeza.
- Eu não trocaria nunca a neguinha que o Mark Ruffalo pega no começo pela Julianne Moore. Mas nuuunca.
- Muito boa a trilha sonora, principalmente a música que rola na hora dos créditos.
- Achei um pouco "Malhação" a maneira simplista como coisas pesadas passam pela vida dos personagens. "Então você conheceu o cara que doou esperma de onde você saiu?, ah, manero. Passa o açúcar?" Tudo é natural, light, sem traumas. Todo mundo fino.
- A cena da Annete Bening no banheiro, nossa. Ah, eu sei o que é descobrir no banheiro a última coisa que a gente gostaria de descobrir (e nem tô falando de cocô dos outros esquecido lá, não, aliás ODEIO também quando isso acontece comigo).
- Outra cena em universidade estadunidense, o que é isso?, é um sinal ou coisa assim?
- Achei interessante a menção que o filme faz à complexidade da sexualidade humana. Fiquei intrigado com a coisa do filme que o casal de lésbicas assiste pra se excitar. Mas como já pesquisei bastante sobre isso na época da faculdade, sei que tem de tudo mesmo nesse mundo.
- Desta vez posso torcer sossegado pela Natalie Portman no Oscar se ela concorrer com a Annette Bening. Porque das duas vezes que a Annete foi indicada (e ela perdeu as duas pra Hilary Swank), eu torci pra vencedora com o coração apertado, especialmente nem 2000, quando a Annete concorria pela absurdamente perfeita atuação em "Beleza Americana".
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Bom, acho que é isso por ora. Disse que estava assistindo filmes de madrugada, mas esse foi o último. Os próximos terão que ganhar um horário alternativo, já que eu tô tentando dormir mais cedo e aproveitar melhor o dia. Talvez no começo da noite, já que abandonei mesmo a TV.
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Besos, povo, hasta luego!
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P.S.: Comecei a assistir "O Lutador", mas não rendeu ainda não. Depois conto o que achei.
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4 comentários:

Heron disse...

:) O dia é tudo de bom!

Sarah disse...

owwww
copiando de mim essa de assitir filmes na madruga?

o Humberto disse...

POis é, agora to assistindo ali pelas 9h da noite. :)

heron, redescobri a vida matutina mesmo, vc sabe.

Abrazos!

railer disse...

quando você leu minha crítica no blog, disse que ia ver o filme. que bom que você viu mesmo!

amanhã solto a crítica do cisne negro. abraços!