domingo, 9 de janeiro de 2011

olhe direitinho

Não sei se são as aparências que enganam. Andei pensando, e agora me pergunto se não é a nossa visão que fica viciada, acomodada, e daí não consegue ver as coisas e pessoas como elas são. Isso costuma ser ruim, infelizmente. Mas ao contrário do que vocês devem ter pensado, o que motivou este post foi um caso em que o que foi visto era, sim, diferente do que parecia, mas só que muito melhor.
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Nesse mundinho de redes sociais, a gente cria perfis jurando que só vai adicionar quem conhece. Mas em algum momento vê que isso pode limitar um pouco a experiência e acaba agregando novas figuras entre seus amigos virtuais.
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Eu aprendi, aqui mesmo com o blog, que a internet tem muito louco, mas também tem pessoas iluminadas que você não conheceria fácil no mundo offline. Nossa Senhora dos Conectados já me deu de presente a amizade muito, muito querida de gente como o Heron, aqui de TuBHcanga, o Rafael Pascoal, a Sarah, o Dan e o Fernando.
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Fato é que depois do blog, acabei me sentindo mais à vontade pra deixar pessoas “desconhecidas” fazerem parte do meu roll de amizades nas redes sociais.
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Eu tenho gostado particularmente do Twitter. Lá não escrevo nada que preste (verborrágico como eu, usar 140 caracteres? Tenho trauma.). O bacana de lá, pra mim, é justamente ler o que têm a contar, saber das bobagens em velocidade máxima, conhecer música. Enfim, eu gosto. E como não estou morto, de vez em quando cresço o olho numas lindurinhas e sigo fácil – no Twitter isso funciona melhor, seguir, não seguir, não tem muito drama.
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Fato também é que um tempo atrás comecei a seguir um chuchu pelo simples fato de que achei muito interessante. Mas daí veio a surpresa: o conteúdo. Trata-se de uma pessoa brilhante, com um coração e um espírito muito especiais. E foram tantas coisas bacanas escritas que eu acabei me aproximando, até sem ver. E num instante tinha nascido uma amizade massa.
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Numa madrugada dessas, depois de ter sido desrespeitado de novo via web, acabei desabafando no Twitter. E quando pensei que não, recebi uma ligação do Nordeste, e por quase uma hora ouvi o sotaque mais fofo do mundo me dizendo palavras tão carinhosas (e tão fortemente verdadeiras), que eu me senti novo de novo. Tem noção do valor de se dar conta que uma pessoa que nunca te viu, que poderia cagar pra você, se deu ao trabalho de te ligar pra saber se você está bem? Pra te dizer coisas que você precisava (muito) ouvir? Quem disse que anjos não existem?
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Fui enganado pelas aparências. Achei que era lindo, mas era indescritível. Nem tem como agradecer.
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Este post é dedicado a todos os meus amigos de longe, sempre tão carinhosos comigo. É meta pra 2011, a ser cumprida logo mesmo, dar um abraço em cada um de vocês.
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Besos!
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P.S.: É meta também ver mais os amigos tuBHcanguenses. Já tô cumprindo.
P.S.2: Não vou esquecer, Love ISN’T necessarily a losing game (se for o amor próprio, então, não é mesmo).
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5 comentários:

Heron disse...

Gosto muito desta música de Amy! E obrigado Humbs, valeu pela consideração!

E que bacana hein, um carinhoso sotaque arrastado! Só perde para o dos latinos!

Abraço! Domingo excelente pra ti e para todos!

Tainá disse...

love can even be a losing game. but you decide wich one youre gonna be, the winner or the loser. thats up to you (but as you mentioned, self love is ALWAYS a winning game)

Sarah disse...

Amei isso !

o Humberto disse...

:D

Cristiano Contreiras disse...

Só sei que há contatos virtuais que tenho que valem muito mais que pessoas que vivem do meu lado. abraço!