sábado, 5 de fevereiro de 2011

uma vida (e uma diva) de verdade

Uma diva de verdade, que eu provavelmente nunca mencionei aqui no blog, é Maria Callas.
s
Eu sempre gostei, sempre achei linda, a voz eu nem tenho condições de comentar... e a história dela, realmente, tudo muito impressionante.
s
Há várias minisséries sobre a vida de Maria Callas, acho que vale pra quem nunca ouviu falar dela (será possível?). Mas para começar, deixo este vídeo, onde, pra acabar ainda mais comigo, ela canta "Mio Babbino Caro", de Puccini, minha preferida.
s
O que eu mais amo em Maria Callas, além do talento indiscutível, é a intensidade com que ela viveu sua vida, a paixão com que passou por aqui. Não gosto de gente blasé, gente que não diz a que veio, gente que vive de aparências. Acho que um mínimo que se pode esperar de uma pessoa é que ela seja sincera consigo mesma, que seja verdadeira. Que tenha sangue correndo nas veias.
s
Bom... eu amo (acho que a Jennifer Aniston também).
Besos.
s
s
P.S.: Quer saber como "Mio Babbino Caro" se tornou minha canção lírica favorita? Clica aqui e veja se já não era a sua também. ;)
s

4 comentários:

david era uma vez... disse...

Adoro Callas, mas tenho que ser franco, me emocionei mais com o Woodstock. Tenho um retardo mental de 40 anos.. por isso penso igual criança de 6....

Beijos meu amigo

o Humberto disse...

Hehehe, normal meu querido. Eu ia até fazer um post separado porque e tinha certeza que todo mundo ia sentir alguma coisa quando revisse esse momento do Woodstock.

Te conto uma coisa, qdo morei fora, tinha uma amiga que era cantora lírica. Eu não acreditava, até o dia em que ela me trancou numa sala e cantou essa música pra mim. Minha primeira reação foi pensar "é a música do Woodstock!" e a segunda foi chorar que nem o Snoopy.

E, só pra fechar, vc não tem retardo não, tem é coração de criança de 6 anos, já deu pra perceber. E isso está longe de ser problema.

Abração amigo!

Janaína disse...

Humberto, maldito! Você deve estar querendo me matar, só pode!!
Eu não conhecia muito de Maria Callas, mas depois de um episódio especial, ela e essa música têm um significado muito especial pra mim. Me faz lembrar as primeiras "conversas sérias" que eu tive com mio amore ítalo-paulistano, logo que nos conhecemos. Falávamos de coisas em comum, de perdas e ganhos na vida, de família, valores, das coisas que amamos, quando ele me relatou a perda recente do pai. Fiquei emocionadíssima quando ele me mandou essa música, relatando que a tocou no funeral do "vecchio Enzo", e completou dizendo: "Quero ser um homem bom como meu pai."
Nunca mais esqueci essa frase.
Nunca mais esqueci essa música.
E nunca mais vou esquecer que a sinceridade dos valores de um bom coração é coisa pura, rara e inigualável, dificílima de se achar nos dias de hoje...como a voz maravilhosa dessa mulher.

railer disse...

legal conhecer um pouco mais dela através das suas palavras.