sábado, 30 de julho de 2011

sétimo dia

Me chame de bobo, mas eu ainda tenho dificuldade em acreditar que a Amy se foi mesmo. Eu sinto como se ela estivesse por aí, como se a qualquer momento fosse aparecer, deixando o mundo revoltado por ela ter se passado por morta.

Hoje tem uma festa “Back to Black”, em homenagem à memória da minha musa – confesso ter percebido que ela significava pra mim muito mais do que me dava conta. Já que tive uma semana muito atarefada, vou aproveitar pra beber até cair, até numa maneira (desculpa) de reverenciar minha louca favorita.

Enfim, como bem disse meu amigo Rafael Paschoal, “Amy não morreu. Transformou-se em mito”. Eu sinto e ainda vou sentir muita falta dela.

Bom fim de semana pra todo mundo.


P.S.: Um terceiro link necessário neste post. Mate um pouco da saudade aqui (sugestão do meu outro amigo, Fernando Império).

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3 comentários:

alan raspante disse...

Vou fazer que nem você: vou beber até cair, em homenagem à Amy :)

Ok, sem brincadeiras, era de se imaginar que você sentisse mesmo a falta dela. Pô, você é maior fanzaço dela, né?

Mais uma coisa é certa: Amy já virou mito, lenda!

Abs e bom finde!

railer disse...

querido, imagino como deve estar se sentindo. realmente não é fácil quando morrem pessoas de quem a gente gosta, mesmo que sejam pessoas que a gente não conhece pessoalmente mas com quem a gente se identifica e quem trazem um sentido especial à nossa vida.

FOXX disse...

vamos combinar de vc vir pra cá e a gente passar a noite ouvindo ela?