segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

edição de colecionador

Realmente o filme sobre a Vogue mexeu comigo. Hoje, depois de meses, voltei num sebo. E saí de lá com essa TPM aí acima.
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Minha primeira surpresa foi o fato de eu ter levado dois anos pra ver essa revista. Em março de 2009 eu trabalhava lendo tudo que era notícia, eu tinha que ter visto. Não demorou pra eu deduzir que meu motivo de surpresa também deve ter motivado os veículos a não divulgarem a edição: é a TPM, a Nova das modernetes, com uma matéria onde Luciana Gimenez é tratada não como uma "estupradora", mas como uma mulher bem-sucedida. Juro, achei impressionante.
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Quando escrevi este outro post, ano passado, não sabia desse número da revista. Ficam então, com um atraso de dois anos, meus parabéns à TPM pela coragem de tocar sem medo na ferida do preconceito das mulheres contra as próprias mulheres e de pôr na capa uma figura que normalmente é rejeitada por gente que paga de "cabeça aberta" e de "bem resolvida".
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Fora tudo isso, adoro a Luciana em capas. Ela sempre fotografa muito bem, é muito difícil um ensaio com ela que não dê muito certo.
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Há tempos não trazia uma revista feliz assim pra casa. Essa já é clássico na minha hemerotecazinha.
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P.S.: MUITO medo do tal de Guilherme Weber nu. Nuh!
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muito hétero

Sério que os caras pagavam pra comer essa mulher?
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Anna, Grace, and (why not?) me

Eu finalmente assisti ao documentário "The September Issue", sobre o dia a dia na redação da Vogue, durante a preparação da edição de setembro (de 2007), a edição mais importante da revista todos os anos.
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Cada vez que eu vejo ou leio algo sobre a Anna Wintour eu passo a gostar mais dela. É uma mulher brilhante.
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Gostei particularmente também da Grace Coddington, editora de moda da revista. Igualmente brilhante, mas uma outra personalidade.
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O filme também conseguiu trazer de volta um pouco da paixão que eu venho perdendo pelas revistas. Impossível pra mim ver tudo aquilo e não sentir um calafrio. É muito tudo o que eu busquei durante muitos, muitos anos da minha vida.
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Por fim, achei curioso que o post que eu fiz sobre o filme, dizendo que queria vê-lo, foi publicado em julho de 2009. Achei que tinha sido ontem! Impressionante, e aí é uma coisa muito particular, perceber como minha vida estava num ponto X, pelo qual eu tinha buscado, e daí veio a vida, passou a perna e mudou tudo. E, de repente, parece que eu vivi fora do meu caminho nos últimos 15 meses.
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Mas eu tô de volta. Não ao ponto onde eu estava, claro. Mas de volta no caminho pra onde eu tenho que ir. E, sei lá, NY que me aguarde.
(muita viagem)
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Bom, é isso.
Besos.
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P.S.: No fim, continuo só não entendendo por quê Sienna Miller na capa. Aliás, não entendo nem por que consideram a Sienna um ícone fashion. Exceto por aquela verdade que ela falou sobre a relação das mulheres com as outras, não lembro o que Sienna Miller fez de realmente relevante nesse mundo.
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e o Oscar é da Natalie!

Quando vi Natalie Portman pela primeira vez, em 1999, foi paixão à primeira vista. Lembro direitinho de ter ficado louco pela atriz que interpretava a Rainha Amidala de "Guerra nas Estrelas - Episode 1".
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Desde então ela só fez mais por merecer minha admiração. A cada matéria que eu lia sobre ela, ficava mais interessado. A postura, a beleza, a inteligência. E, acima de tudo, o talento. Como pensar em Natalie Portman sem lembrar da menininha absolutamente perfeita em "O Profissional"? E como não lembrar de "Closer", "V de Vingança", "A Outra", "My Blueberry Nights"? E o que dizer do absurdo "Black Swan"?
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Não foi surpresa pra ninguém o Oscar de Melhor Atriz que ela finalmente ganhou ontem (talvez tenha ficado mais um alívio, vai que rolasse aquelas palhaçadas históricas da premiação?). Mas pra mim já não seria uma surpresa desde o primeiro momento que eu vi essa mulher. Uma profissional perfeita, absolutamente maravilhosa, portanto, naturalmente senhora desse e de qualquer outro prêmio.
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Eu amo a Natalie. Falar mais é chover no molhado.
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P.S.: Li críticas a respeito do vestido, mas achei que para uma mulher grávida ela estava ótima. Queriam mais o quê?
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=D

domingo, 27 de fevereiro de 2011

perfect

Um último presente pra mim neste fim de semana maravilhoso será o Oscar da Natalie. Não vai faltar mais nada pra ser perfeito.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

carnaval na roça

Hoje tem Banda Mole aqui em TuBHcanga, anunciando a chegada do carnaval na cidade onde ninguém fica no carnaval (algo do tipo "se você não arrumou destino até agora já pode se desesperar").
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Bom, como de costume, eu não vou na tradicional festa de rua onde os homens se vestem de mulher. Mas tenho certeza que a Gracyanne Barbosa, a Nicole Bahls e a nova namorada do Alexandre Frota vão aparecer por lá.
:P
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É isso, povo, ainda em clima de níver, já tô saindo!
Besos, e obrigado pelo carinho de todos!
:)
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

muito fofo

Meu carinho a uma pessoa muito, muito especial.
:)

todo mundo é um pouco Charlie Harper

Começou por acaso o hábito de assistir "Two and a Half Men". Talvez não exatamente por acaso. Em outubro, num momento um tanto ruim e quando eu tive muita dificuldade de dormir, resolvi voltar a assistir a série desde o primeiro episódio. Talvez pra matar a saudade, talvez porque eu já soubesse que ia me fazer rir um pouco.
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Fato é que agora, quando estou perto de chegar ao último episódio gravado, percebo que muito mais que me fazer rir, "Two and a Half Men" tem sido uma terapia pra mim. As aventuras e desventuras de Charles Francis Harper, o famoso Charlie Harper, me fizeram pensar em muitas coisas que fizeram comigo ou que eu também fiz com os outros, sob muitos ângulos diferentes.
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Também acho curioso como eu acabo me identificando um pouco com vários dos personagens adultos (com o Jake, o half man, não rola, graças a Deus): seja o próprio Charlie, seu desarranjado irmão Alan, sua mãe "incomum" (será?), sua diarista peça-rara, sua admiradora doida de pedra ou suas milhões de peguetes, consigo ver em cada deles traços de comportamentos que já tive em algum momento.
. Há ainda a Chelsea (com o ator Charlie Sheen nas fotos), de certa forma o único grande amor do protagonista. Eu gosto particularmente dela e dos episódios estrelados por ela. São tramas que se passam quando Charlie perde um pouco do medo de crescer e se arrisca numa vida e numa relação mais adultas. Não consegui achar pra linkar, mas mesmo as cenas mais bobas dessa (6ª) temporada, como aquelas em que alguém pisa no Sir Lancelot, o gato da Chelsea, e ele solta aquele grito que só uma pessoa sabe fazer igual, me fazem sentir uma saudade boa... ao mesmo tempo que me lembram que eu toquei o barco. E que tá tudo bem, lá e cá.
.Gosto mesmo muito da série e, talvez pelo hábito, vou sentir falta quando chegar ao episódio final. Mas assim como as pessoas e tudo na vida, também os seriados vêm, nos fazem felizes (ou não) e se vão. Afinal, o mundo é redondo e tudo tem um ciclo. E não é porque esse ciclo se fechou que você precisa esquecê-lo. Dá pra lembrar com carinho e continuar crescendo.
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P.S.: Na última foto, Charlie e Evelyn Harper, sua mãe, pra mim uma das melhores personagens de sitcom de todos os tempos.
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uma beleza

"Muita gente já esqueceu o recente estrago causado pelas chuvas em várias cidades do Rio de Janeiro, como Teresópolis, Petrópolis e Friburgo, entre outras. Cleo Pires, não.
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A atriz, desde o começo de tudo, resolveu assumir uma ação voluntária e vem colaborando de maneira decisiva no auxílio das vítimas. Arrecadando o que é necessário e distribuindo pessoalmente aos necessitados. Sobe a serra todos os domingos, na sua folga das gravações de 'Araguaia'."
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Essa nota é da coluna do Flávio Ricco, no Uol. Me deu vontade de publicar aqui também, até pra não falarem que eu só gongo o povo.
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Eu gosto da Cleo Pires. Ainda falta muito para ela ter o talento da mãe e continua sendo um mistério pra mim como ela pode ser tão linda tendo a mesma cara do pai, mas eu tenho minha simpatia por ela. E saber desse tipo de coisa a seu respeito faz ela ganhar ainda mais pontos comigo.
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P.S.: Cadê aquele povo que é dado como "modelo de vida" o tempo todo, tipo os Ronaldinhos da vida, pra fazer coisa igual? Ou cadê a grande mídia pra mostrar gente que realmente tem um pingo de noção e de compromisso com os outros?
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

admiração?

É só a mim que causa arrepio esses casos de amiga que começa a imitar tudo que a outra faz, a ponto de começar a vestir as mesmas roupas, dar de cima dos mesmos caras, e até usar as frases inteligentes da outra como se fossem suas?
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sem palavras

Minha opinião a respeito desse livro: muito, MUITO, MUITO, MUUUUUUITO RUIM.
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Acho que nem o Paulo Coelho deve ser tão fraco. Como pode isso ser best seller? Mari, me explica?
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Central Market's Boys

E que tal os Backstreet Boys fazendo umas comprinhas no Mercado Central?
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Imagina bem, cê tá lá pra comprar uma rapadura, um queijo de trança, e dá de cara com o Howie D. de bermuda e chinelão mais o Brian vestido de turista, comprando Havaianas e berrante?
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Se fosse em 1998 acho que até eu empolgava, mas hoje, né? Se me conheço, no máximo ia falar "filho, sai da frente que eu não aguento o cheiro desse corredor das carnes".
:P
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a outra pergunta que não quer calar

A filha da Fernanda Takai estuda em escola municipal de TuBHcanga?
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P.S.: Não entendeu? Clica na imagem.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

a pergunta que não quer calar

Tooooodo mundo falou horrores do Reynaldo Gianecchini fazendo o garoto-propaganda do Pintos Shopping e do quanto o cara deve ter recebido pra pagar um mico desses (eu faria comercial da Casa Rolla por qualquer R$ 100,00, juro).
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Mas ninguém me contou ainda qual a pequena fortuna que a Camila Pitanga recebeu pra ficar repetindo que não conseguia bons papéis porque tinha cecê. COMO ASSIM, BRASIL????!!!
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Que tipo de publicitário cria um texto desses? Que tipo de cliente aprova um texto desses? E daonde que a Camila Pitanga precisava queimar o filme esse tanto? Esse povo tá pagando bem demais, fala a verdade?
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Amigos publicitários-leitores do blog, quero comentários! Expliquem o que o Humberto não explica.
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mas que raio de calor é esse?

Sabem por que eu não estou conseguindo postar, comentar e outras coisas esses dias? CALOR!
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Está surreal este ano. TuBHcanga está impraticável. Por conta disso, chamei mnha amiga Véia pra ver se ela joga um charme pro São Pedro, porque tá difícil. Clica aí na imagem e vê o que cada ela tem a dizer.
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Deus, please, deixa chover um pouquinho. Rola? Please?!
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

joanna júlia

Vocês conhecem meu amigo carioca Rafael Pascoal, moço da Portela, fã de Clara Nunes, contista de primeira linha e autor de comentários inesquecíveis no blog, como este aqui. Conhecem, não conhecem?
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Pois bem, depois da minha pergunta, Seu Rafael descobriu para onde foram as joaninhas. Clica aqui e vai lá pra ver a resposta.
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Grande Rafael, que dia a Globo vai ficar esperta e pegar você pra escrever um seriado? Escreve logo um livro, vá?
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Muito bom ter gente inteligente e bem-humorada por perto, mesmo que seja logo ali no Rio de janeiro.
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Brigadão Rafael!
:D
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

um brinde ao que há de bom

Encarar a vida de maneira coerente e viver sendo sincero e carinhoso consigo mesmo e com as pessoas que você ama. Não tem preço e não tem prazer maior.
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Bom fim de semana pra todo mundo que me faz, que já me fez ou que vai me fazer feliz.
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Muito obrigado aos amigos que revi hoje, vocês são muito, muito especiais pra mim.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

só comigo

A gente passa duas horas na academia, pondo tudo de ruim pra fora junto com a gordura acumulada nos tempos da cegueira, fazendo um esforço do cão, levantando muito peso, sentindo a testosterona vibrando de novo no sangue.
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Daí na horinha de sair, aquela sensação boa de "eu tô podendo", começa a tocar "Man, I feel like a woman". Máqueporra é essa??!!! Quem foi o engraçadinho que colocou essa música no meu mp3, posso saber?
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P.S.: Adoro a Shania, mas sempre detestei essa música. Aliás, alguém sabe dizer que fim ela tomou?
P.S.2: Descobri o que houve: baixei uma música (super máscula) e veio a outra. :P
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que po**a é essa?

Há coisas que são tão ruins que a gente acha que não têm como piorar. Mas o pior mesmo é que a gente se engana. Sempre dá pro ruim ficar ainda pior.
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efeito contrário -- graças a Deus!

Se esse cigarrinho de chocolate nojento foi feito pra incentivar criança a fumar, só digo que no meu caso ajudou a nunca, jamais, por cigarro nenhum na boca.
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Eu não tinha mais de cinco anos e só de olhar pra embalagem eu já torcia muito o nariz pra esse produtinho do cão.
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É claro que há um componente de família e de modelos (a estrela da minha geração de crianças já era conhecida por ser saudável antes mesmo de trabalhar com crianças), mas eu lembro claramente de morrer de nojo desse cigarrinho da Pan, e tenho certeza que ele ajudou demais a construir essa birra que eu tenho de cigarro.
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Sorry leitores fumantes.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ponto final

Trocando de roupa com a TV ligada, assisti a uma cena da Camila Pitanga com o Lázaro Ramos na novela "Insensato Coração". Eu realmente não sigo a trama, talvez quem acompanhe entenda melhor que eu.
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Na verdade, nem é preciso assistir à novela pra entender o poder do texto em questão. Vá direto ao minuto 2:13 e acompanhe a cena atentamente até o final. Preste bastante atenção a partir do minuto 4:41. E, principalmente, pense bastante a respeito do que a personagem da Camila diz a partir do minuto 5:31.
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Novela é novela, é aquele festival de clichés que a gente sabe de cor. Mas eventualmente acaba dizendo umas verdades que te balançam todo. E acabam funcionando como o ponto final que você precisava pra levantar a poeira e seguir em frente. Seguir lindo em frente.
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Abrazos a todos.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Gaga no Egito

Agradecendo a todo mundo que se esforçou no meio da tarde pra me por pra cima, deixo aqui essa beleza de bobagem que algum desocupado fez. Fui obrigado a rir um pouquinho.
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As coisas já vão se ajeitando. É que, como diz um amigo, dono de um hotel onde me hospedei por mais de um ano, não dá pra gente ser alegre 24 horas por dia, 365 dias no ano. Então às vezes a gente fica triste mesmo. Mas passa.
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Abraço sincero a todos.
:)
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P.S.: Não lembrava o quanto "É o tchan" era escroto.
P.S.2: Everybody hurts sometimes, mas bonzinho só se fode -- sempre.
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blue

pra onde vão as bunitinhas?

Morando numa casa com jardim é impossível não notar que a joaninha é um bichinho em extinção. Quando eu era criança eram tantas que a gente já não tava nem aí..
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Dia desses eu vi o gato gordo entretido com alguma coisa e era uma delas. Pena não estar com a câmera por perto, o contraste do vermelho dela no pelo cinza de siamês dele daria uma boa imagem.
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Sei que o blog chama "o Humberto Explica", mas alguém aí, mais sensível, sabe me dizer por que essas bonitinhas estão sumindo? Será que o mundo se tornou tão fedaputa que nem joaninha tá dando conta dele?
:(
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como é que pode, né?

Ontem, dando aula, usei essa velhinha aqui pra um exercício de listening. E daí veio a pergunta: Dá pra acreditar que Michael Jackson já morreu?
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P.S.: Eu confesso que às vezes também acho difícil acreditar que a Lady Di já se foi, e há tempos.
P.S.2: Enquanto isso...
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but I don't give up

Me mandaram isso, eu não tive nem o que falar.
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Fueda.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

juízo: tem pra comprar?

Depois de muitos anos, me senti meio Charile Brown de novo hoje. Que puxa.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

we are all made of stars

Sabe Deus o quanto este blog começou despretensiosamente. Nem era pra existir. Ele foi criado às pressas, como um laborátório pra um outro espaço que eu tinha em mente, uma outra coisa bem diferente. Mas o "Humberto Explica" foi ganhando vida própria e é isso que hoje aí está.
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Muito mais que a mim mesmo, à minha vontade de escrever as viagens que escrevo aqui, o blog deve o que eu chamo de seu sucesso aos amigos que foram se aprochegando, passando e ficando por aqui. Definitivamente, o que me faz pôr aqui meu ponto de vista sobre o que quer que seja é a certeza de que vou ler comentários inteligentes a respeito. É a troca de ideias que enriquece este espaço, sem nenhuma demagogia.
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Os primeiros comentários eram das amigas que inspiraram o blog, com suas perguntas insanas. Elas eram quase obrigadas a comentar. Depois foram aparecendo novos leitores, gente que eu nem sonharia em conhecer, como a Sarah, por exemplo.
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E assim, de tempos em tempos, vão aparecendo mais usuários. Tem os seguidores, o pessoal que não comenta on line, mas me liga pra falar do que gostou e do que não gostou...
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De uns tempos pra cá, um outro tipo de leitor que tem dado as caras por aqui, pra minha felicidade, são os que também têm blogs. Começaram com o Fernando e o Rafael Paschoal, velhos de casa. E, de repente, toda uma galera de amigos inteligentes, sensíveis e muito bons com as palavras passou a me dar a honra de visitar o blog com frequência, sempre iluminando minhas ideias.
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Eu realmente sugiro um pulo nos blogs de cada um deles (vale o click). Eu selecionei alguns dos últimos posts, coisa realmente de encher os olhos.
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Fica aqui então meu carinho aos queridos amigos Dan, Rafael, Rafael Paschoal, Heron, David, Railer, Fernando, Alan e Mr. TV.
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Ficam também minhas boas-vindas aos novatos Bruno, Rodrigo e Guy.
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A todo mundo que faz deste blog um espaço bacana, meu obrigado. De verdade!
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Ótima semana a todos.
:)
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

enjoy the show

Às vezes eu acredito realmente que a minha vida é uma novela, um seriado, exibido em alguma outra dimensão. São dias como o de hoje que me levam a pensar que as coisas que acontecem comigo só podem ser escritas por alguém, em algum lugar. Não pode ser só coisa da vida.
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Se minha vida fosse um sitcom, talvez ia se chamar "Everyday is a Winding Road". E a trilha sonora ia ser encabeçada pela música de mesmo nome, da Sheryl Crow. Impressionante.
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Ótimo sábado pra vocês também, com um pouco mais, um pouco menos, um pouco mais de novo de intensidade.
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P.S.: Vendo o clipe, me ocorreu que desde criancinha eu gostava de gangorras. Quanto mais alto e mais longe elas fossem, melhor. Devia ser intuição, né?
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

a nova e a véia

Eu adoro a Lady Gaga. Falem o que for, mas acho que a mulher é muito talentosa, sim, e há algo de muito particular nela. Ninguém que faz "Telephone" pode ser considerada uma cantorazinha qualquer.
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Só que (ao contrário do que pode parecer) eu também gosto da Véia. Já gostei muuuuito mais, mas, né?, por mais que seja mais uma personalidade que uma cantora, Madonna é Madonna.
s
Daí que mundo artístico é lugar de "inspiração" mesmo e a Lady Gaga bebeu muito na fonte da Modonna, como na de outros artistas (assim como a própria Madonna bebeu na fonte de uma galera).
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Anyways. Só que aí Lady Gaga soltou seu novo hit hoje, o tão aguardado "Born This Way". Mas, né?, eu já tinha ouvido isso 20 anos atrás. Ouve aqui e depois ouve aqui e me diz se eu tô ficando doido?
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Aí não, Dona Gaga? Faz favor de fazer coisa melhor, você tem condições pra isso.
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De todo modo, gosto da veínha e gosto da nova versão. Eu não presto mesmo, assim como essas duas.
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Opinem aí. Beijos pra todo mundo, excelente final de semana pra gente!
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

vai sem medo

Lembram da Fatima Ali? É a jornalista que fundou a Nova no Brasil, uma das pessoas responsáveis pela paixão que eu tive por revistas durante anos.
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Um dos textos dela que eu mais gosto nunca foi publicado. Pelo menos eu o conheci na internet. De tempos em tempos eu acabo relendo, e hoje, depois de uma visita ao blog do meu amigo Dan, deu vontade de ler de novo. E desta vez deu vontade de publicar aqui.
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Deliciem-se com as palavras de Dona Fatima. Depois me contem o que acharam.
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Abraços pro Dan, abraços pra todos!
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JOGO DE CINTURAs
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Quando, afinal, tudo estava certo, no lugar exato, se encaixando, tudo mudou. Outra vez.
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A história não era bem aquela, as coisas não eram mais bem assim, o caminho não é mais aquele, a pessoa não era tão legal, o namoro acabou, o casamento gorou, o emprego dançou. De repente, o susto de novo, a falta de chão. Tudo que era deixa de ser. Muda o panorama, o horizonte, a perspectiva, a vida. Canseira, preguiça, raiva. Quando chegará a minha vez? Nunca! Pelo menos não desse jeito que a gente fantasia "a nossa vez". Não existe um momento estático em que tudo fica de um determinado jeito: nem um determinado jeito ruim, nem um determinado jeito bom. O bom e o ruim mudam. O bom e o ruim passam. Só há uma coisa segura, certa e imutável na vida: nada é seguro, certo e imutável.

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Por isso, não adianta ficar esperando a vez de chegar. A vez já chegou, está sendo agora, e o melhor a fazer é aproveitar a mudança para ver, olhar, refletir, mudar o ponto de observação, considerar o mundo sob uma outra ótica, outra lógica, outros meios de conhecimento. Não adianta olhar para trás e curtir aquela dorzinha funda, por trás da mudança: infelicidade de agora lembrando da felicidade de ontem. Mais construtivo é viver com a mudança. Algumas reflexões que passam pela minha cabeça quando me vejo na situação de enfrentar a mudança.
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Não é bom controlar o mundo lá fora, segurar, prender, forçar para que as coisas se encaixem em um jogo de quebra-cabeças criado pela nossa imaginação. Controlar o de fora é impossível. Quebra! O negócio não é esperar que o mundo se adapte a nós. Nós temos que mudar para estar em harmonia com a nova situação lá fora.
s
Ter flexibilidade. Jogo de cintura. Ser leve. Retirar peso. Flutuar como a pluma, dançar com o vento, sem resistência, sem oposição. Pensar que a mudança, por pior que seja, sempre traz com ela um certo alívio. Passado o período difícil de transição, cheio de incerteza e confusão, vem o prazer da descoberta do novo, o novo lugar, o novo ambiente, a nova alegria e a esperança da reconstrução.

s
O movimento cai, levanta, constrói; cai, levanta, constrói, de novo, e de novo, enrijece o músculo, aumenta a elasticidade, a força, o jogo de cintura, a capacidade de viver melhor a vida.

d
Sobretudo, não ter medo de perder. Com medo de perder, não se arrisca. Com medo de morrer, não se vive.

s
Lembrar que, na praia, cada onda que cresce e se desenvolve deve a sua beleza ao desmanchar da onda que a precedeu. E considerar as perdas como batalhas, não como a grande guerra.

s
Enfrentar o momento da partida, mesmo quando não se tem lugar certo para ir. Abrir para o desconhecido, deixar o desconhecido entrar e atrapalhar.

s
Olhar a mudança como natural, e não a exceção, a surpresa, a coisa ruim. Viver é um processo. Mudança é vida! Só não muda quem está morto. E nós estamos vivinhos da Silva.

s
Fátima Ali

s

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

derretendo

OK, já deu. Tô preferindo a chuvarada. Não tá dando pra aguentar esse calor mais não, tá dificil até pra fazer as coisas.
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Nem a Luiza Brunet, nesse mix de Homem Pálido do "Labirinto do Fauno" + Michael Jackson, tá conseguindo manter a linha nesse calorão:
ds
"Véi, tomar no cu presse sol!"
a

peixes gostam de aquário

O aniversário da Débora tá chegando. É dia 6. Domingo. Ótimo, vai dar pra ligar e aproveitar pra por a vida em dia. Nada de mensagem em Facebook nem SMS, Debs é amiga demais pra ficar só no virtual.
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Putamerda, o mix de farra mais aluno novo pra preparar aula foi tanto que eu deixei ficar tarde demais. Amanhã eu ligo.
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Putarmerda, segunda-feira, ela deve tá agarrada naquela empresa. Vou ligar mais tarde.
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Putaquipariu, hoje já é terça-feira e eu não dei sinal pra Débora ainda, vai me matar.
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Quarta-feira. Débora fez sinal no Facebook. :S
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E quem é essa Débora, afinal? Bom, essa Débora é uma criatura que apareceu na minha vida como se fosse pra estar nela desde sempre. Chegou um dia numa empresa onde eu trabalhava, foi "deixada" lá por uns tempos, e daí, podendo sentar em QUALQUER lugar na sala, puxou uma cadeira e se alojou na minha mesa. Ficou ali, aquele encosto (ela trabalhava na revista Encosto na época) e só saiu quando a sede da empresa dela ficou pronta. Mas nunca mais saiu do meu coração.
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Nem eu nem ela nunca entendemos por quê ou o quê fez com que, na possibilidade de estar com outras 30 pessoas, ela foi instantaneamente sentar comigo.
s
Acho que é coisa de carma. E é impressionante como a gente foi-se descobrindo parecido.
s
Eu sei que é feio e que não perdoa eu ter deixado tanto tempo passar, mas, Debs, se você me permite, fica aqui este post pra te desejar mais uma vez toda a felicidade do mundo, amiga. Que Deus ilumine seus caminhos, sua beleza, sua saúde. E que você fique logo rica, pra gente continuar amigos por muito mais tempo, porque, né?, esse negócio de manter amizade com os pobres é muito 2008.
s
Te amo!
s
s
P.S: Ó, eu quero falar com você, mas tô com medo de te ligar em hora de reunião. Quando cê tiver uma folga aí me liga. E reserva o almoço de segunda-feira que vem pra encontrar comigo.
P.S.2: As felicitações e a declaração de amizade se estendem também aos queridos Mariele e Vinícius, aniversariantes de ontem e hoje, respectivamente. Nessas horas eu até acredito em coisa de signo e tal, porque três aquarianos com aniversários tão perto serem tão queridos, deve ter alguma explicação astrológica. E, ah, também nesses dois casos a afinidade foi imediata. Felicidades, amigos!
s

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

a beleza

"Eu amo as pessoas que me fazem rir. Sinceramente, acho que é a coisa que eu mais gosto, rir. Cura uma infinidade de males. É provavelmente a coisa mais importante em uma pessoa."
Audrey Hepburn
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Achei essa citação no Cinegrafia, blog do amigo Alan, que entrou pro blogroll esta semana. (dá um pulo lá que o blog é bem bacana!)
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Eu sempre fui apaixonado por Audrey Hepburn. E saber que uma pessoa iluminada como ela pensava ao menos uma coisa do jeitinho que eu penso me deixou feliz.
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Nada contra quem está triste ou contra quem se deixou azedar pela vida. Mas eu sempre disse que as pessoas que me fazem rir ganham muitos pontos comigo. Não é uma questão de ser palhaço ou alienado, ou ignorar o sofrimento alheio. Pelo contrário: fazer rir, mesmo quando é difícil, é um sinal de atenção, um momento de tentar fazer o outro voltar ao bom senso e lembrar que a vida é boa.
s
Obrigado, portanto, a todos que me fazem rir. Agradeço de coração e realmente amo vocês.
s
s
P.S.: Audrey, numa capa clássica da Vogue. Tem como ser mais fina? Tem.
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pipocando

Gente, só quem tá em TuBHcanga pra avaliar o que tem sido o calor aqui nesse verão. Maria Santíssima.
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A moleza é tanta que nem tenho postado, cês tão vendo, né? Mas eu volto aqui à noite, vai tá mais fresquinho (espero).
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Também vou responder os comments e visitar os blogs dos amigos, que eu adoro.
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Beijos pra todos, vou ali tomar o trigésimo banho de hoje.
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P.S.: Não custa ressaltar que eu prefiro ainda mil vezes esse calor que aquela chuvarada sem fim do começo do ano.
P.S.2: Thanks à Polly, que foi quem me mostrou a charge. ;)
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

uma vida (e uma diva) de verdade

Uma diva de verdade, que eu provavelmente nunca mencionei aqui no blog, é Maria Callas.
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Eu sempre gostei, sempre achei linda, a voz eu nem tenho condições de comentar... e a história dela, realmente, tudo muito impressionante.
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Há várias minisséries sobre a vida de Maria Callas, acho que vale pra quem nunca ouviu falar dela (será possível?). Mas para começar, deixo este vídeo, onde, pra acabar ainda mais comigo, ela canta "Mio Babbino Caro", de Puccini, minha preferida.
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O que eu mais amo em Maria Callas, além do talento indiscutível, é a intensidade com que ela viveu sua vida, a paixão com que passou por aqui. Não gosto de gente blasé, gente que não diz a que veio, gente que vive de aparências. Acho que um mínimo que se pode esperar de uma pessoa é que ela seja sincera consigo mesma, que seja verdadeira. Que tenha sangue correndo nas veias.
s
Bom... eu amo (acho que a Jennifer Aniston também).
Besos.
s
s
P.S.: Quer saber como "Mio Babbino Caro" se tornou minha canção lírica favorita? Clica aqui e veja se já não era a sua também. ;)
s

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

sai da frente

Essa semana foi das boas. E a correria está só começando!
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Amigos, bom fim de semana pra gente, descansem e farreem bastante. Muita luz, alegria e boas vibrações pra todos nós, sem coiotes coiós no nosso caminho (e com amigos ligeirinhos seguindo juntos).
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Besos aos bons, hasta luego!
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

maurício se $ou$a

Não sei se houve criança nos anos 80 que não gostasse das revistinhas da Mônica. Acho difícil. Todo mundo adorava. Quando elas saíram da Editora Abril e foram pra Editora Globo, em 1987, ficaram um pouco mais fraquinhas (vai saber por quê?), mas ainda assim eram muuuito melhores que qualquer uma das revistinhas da Disney, por exemplo.
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Eu já lia revista da "adulto" nessa época (as Caprichos das minhas irmãs e as Manchetes do meu saudoso Tio João), mas não tinha nada melhor que uma revistinha da Mônica. Cheguei a colecionar por um tempo e quase chorei quando ganhei uma coleção encadernada com clássicos dos anos 70 (não tenho mais nada, alguém jogou fora, lamento mesmo).
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Com essa paixão toda e com toda a inocência que meus 10 anos mereciam, eu não era idiota. E nenhum dos meus amiguinhos também não. Por isso mesmo, quando, em 1988, Maurício de Souza lançou um LP com músicas da Turma da Mônica, todo mundo ficou extremamente revoltado. O motivo? Numa época em que não tinha internet nem outras facilidades de pesquisa, o disco veio sem nenhum encarte com as letras. Qualquer disco da Xuxa ou da Balão Mágico ou de quem quer fosse vinha com um encarte (era uma coisa característica e esperada). Mas o disco da Mônica não tinha encarte.
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E por que o LP da Mônica não tinha encarte? Porque quem quisesse conhecer as letras tinha que comprar as revistinhas, ora bolas. Vinha uma letra por revistinha (eram umas 14 músicas) e você tinha que ter a sorte de achar as músicas, porque não dava pra saber qual vinha em qual edição.
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Abuso da mesadinha de criança? Desrespeito? Nããããão. Segundo Maurício de Sousa, desrespeito é isso aqui, ó.
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Sinceramente, que vergonha, hein Seu Maurício? Mas não se preocupa, não, porque quem lê suas tirinhas e acompanha sua Turma sabe, desde sempre, que a Mônica, a Magali e o resto dos personagens são bacaninhas, mas sabe também que o senhor é um baita dum mercenário. Com todo respeito.
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P.S.: Que se registre que comecei a gostar de revista visitando meu Tio João aos domingos. A gente ia doido pra lá porque sabia que ia ter todos os brinquedos da estrela, que minhas primas ganhavam, guaraná geladinho e, no meu caso, Manchete, hehehe...
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