domingo, 29 de maio de 2011

family show

Não sei se isso é sinal de alguma coisa, mas há pouco tempo me dei conta de que adoro séries de família. Meu atual sitcom favorito é o "The Middle", protagonizado pela turma aí acima (lembram da Sue?).

Não sei especificar o que me atrai nesse tipo de série, mas acho que pode ser a identificação. No caso de "The Middle", por exemplo, me identifico com cada membro da família. Também acho que além do humor, me interesso por esses programas porque me fazem pensar também. Eu confesso que ao menos em dois deles eu sempre termino com um nozinho na garganta, não importa o quanto eu tenha rido.

Bom, deixa eu falar de cada uma das séries.

The Middle: Eu amo os Heck. Eles são completamente possíveis. A mãe é uma louca, o pai é o tranquilão, o filho primogênito é um folgado, a do meio é bem adolescente e o caçula é um geniozinho em corpo de criança. A casa deles é uma bagunça, nada é planejado, eles não são ricos, tudo muito diferente da imagem que se tem da família certinha estadunidense. Ainda assim, as coisas costumam funcionar. E o que é mais legal, é que no fim das contas, entre gritos, brigas e confusões surreais, o que sobra é uma família de verdade. Eu confesso, eu choro às vezes.

A série é muito engraçada, o retrato do meio-oeste estadunidense é muito bem pintado, o entretenimento é garantido. Já foram ao ar duas temporadas, eu espero ansioso a terceira e torço para que a série dure mais alguns anos.

Modern Family: Segundo me consta, "Modern Family" faz mais sucesso que "The Middle". É uma série que eu adoro também, mas que perdeu um pouco do brilho pra mim justamente porque eu conheci os Heck. "Modern Family" é bacana porque brinca com as "novas" formas de família: há um casal gay que adota um bebê cambojiano, um casal formado por um quase idoso, sua mulher jovem e latina e o filho adolescente dela e um casal tradicional com seus três filhos -- todos formam uma mesma grande família.

Entretanto algo não soa tão natural em "MF" quanto em "TM". Algo soa mais artificial, os clichés são mais recorrentes. Ainda assim é muito boa. O destaque fica para a maravilhosa Sofia Vergara, que interpreta a mãe latina Gloria (confesso que rio horrores com ela, ri muito por exemplo, quando ela deu ao marido um telefone em forma de boca vermelha porque ouviu que ele queria um "sexphone") e também para Ty Burell, que faz o destrambelhado Phil. Muitas vezes dá aquele nozinho na garganta também.

Married With Children: Impossível falar de séries com a temática familiar sem mencionar "Married With Children". Se "The Middle" é ousada em mostrar uma família tão dura e tão fora dos padrões em 2010, imagina o que foram os Bundy em 1987. A série é um escracho só, especialmente os episódios dos primeiros anos são muuuito engraçados, e a crítica à sociedade estadunidense era escandalosa. Acho que os Bundy foram os primeiros a sambar na cara da sociedade. A série foi um sucesso estrondoso (era pau a pau com "Seinfeld") e arrebatou fãs e inimigos.

Ainda hoje morro por Peggy Bundy e sua filha Kelly (também "conhecida como" Cristina Applegate). Curiosamente o patriarca da família, o icônico Al Bundy, foi vivido pelo mesmo Ed O'Neill que interpreta o patriarca dos Pritchetts em "Modern Family".

A Grande Família: Sei que destõa um pouco das séries acima, mas achei que seria injusto não citar o programa dos Silvas. Além de ser o único mais próximo à realidade local (obviamente), foi por muito tempo o único programa da TV aberta brasileira que eu realmente assistia porque gostava. O texto é perfeito, as atuações idem. Infelizmente parei de ver. Me perguntando por quê, dei-me conta esses dias que foi pela saída da Marilda, personagem da Andréa Beltrão.

Acredita-se que este é o último ano da série e eu acho que tá na hora mesmo. Mas em algum momento no futuro eu sei que vou revê-la, porque é um trabalho muito redondo e muito, muito bem feito.

Acho que é isto, amigos. Eu sigo de repouso, que pelo que vi terá que se intensificar esta semana, então assim eu justifico a infrequência dos post e a abstenção dos comentários. :(

De toda forma ainda faço ao menos o post que prometi, sobre os amigos que fiz aqui nessa blogsfera (ou blogaysfera, como queiram). E já deixo meu abraço ao Dan, aos Rafaéis, ao Serginho, ao S.A.M., ao Alan, ao david, sempre carinhosos.

Abraço forte a vocês todos que passam por aqui, que de alguma forma, são uma família pra mim. Besos.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

a vida é sua mesmo, né?

Bom, só pra terminar os posts do dia num ânimo melhor, né? Os posts de amanhã serão mais animadinhos, sobretudo um que está sendo feito em homenagem aos amigos daqui.

Outra coisa: amanhã também respondo os comentários e faço um tour pelos blogs parceiros (tô em falta com todo mundo).

Abrazos gente! :)


P.S.: Toca na figura e ouve uma musiquinha, vai?...

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é a porra do brasil








Lei de criminalização da homofobia / Kit anti-homofobia.


Se você não sabe qual a relação entre esses nomes e projetos, convém tirar um tempinho pra ler um jornal, pesquisar alguns sites, discutir com alguns amigos.

Não há Esquerda e Direita na política brasileira. PSDB, PT, PFL (oops, DEM). Não há "times" diferentes. E também não há gênero! O que há de geral é uma vergonha. E uma certeza de que a lambança no governo do Brasil é como o conflito no Oriente Médio – nunca vai acabar.
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P.S.: Não tenho como expressar o nojo que me toma quando penso no primeiro nome supracitado.
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amor e dor

Eu já passei alguns maus bocados nessa vida. Todos nós já. Mas a gente acaba sempre superando, já que costumam ser essas "provações" que fazem a gente ficar forte.

Daí que tão forte a gente começa a sofrer por coisinhas bestas, pequenos dramas (geralmente os amorosos) que tomam uma dimensão desnecessariamente enoooormes.

No fundo, apesar de cada um saber o que lhe dói, há um consenso que o que é ruim de verdade tem a ver com doença, morte... Mas, ainda assim, acredito que tudo isso faz parte e (Deus nos livre) quando acontece a gente supera e cresce.

Entretanto, há uma dor que, pra mim, deve ser a pior de todas. Sempre que eu paro pra pensar no sofrimento alheio é a primeira coisa que me vem à mente: a dor de ter um filho ou um parente desaparecido.

Sempre tivemos gatos aqui em casa e, sem querer parecer desrespeitoso, sempre que algum deles sumia era muito pior do que quando morria. Veja bem, gatos são livres, a gente até se prepara pro caso de isso acontecer. O que se passava, no entanto, é que os que se foram eram justamente os que estavam sempre por perto, mesmo podendo ir. E a preocupação, o medo de que algum filho da égua tivesse feito maldade com o bicho sempre me faziam perguntar “Deus do céu, se é ruim assim não saber onde está o gato, como deve ser não saber onde está um filho?”.

Quando os gatos sumiam e eu pensava que teria sido menos dolorido saber se eles morreram eu ainda ficava com culpa, pensando que a notícia da morte deles seria um “alívio”. Pensa bem. Agora imagina como deve ficar a cabeça, o coração de um pai sem notícias do filho, nesse mundo louco. E de onde tira forças pra levantar, trabalhar, seguir a vida?

Enfim, esse assunto está aqui porque ontem foi o Dia Internacional da Criança Desaparecida, marcado para chamar a atenção das pessoas para a dor desses pais e, quem sabe, ajudar a divulgar melhor a imagem de quem se foi sem deixar notícia. Há vários sites e ONGs que trabalham para mobilizar as pessoas, portanto se numa hora dessas você não tiver nada pra fazer on line, dá uma passada, dá uma olhada por um deles. A gente nunca sabe se pode passar por uma criança dessas por aí, mas tudo é possível.

Vale lembrar ainda que no longínquo ano de 1995 Gloria Perez colocou o assunto em pauta na novela “Explode Coração” (a do cigano Igor), inclusive divulgando fotos dos desaparecidos na vinheta de encerramento da novela – é bom mencionar, porque a gente zoa tanto, então é sempre bom lembrar também quando alguma coisa bacana é ou foi feita.

Enfim, minha solidariedade a quem tem um filho, um parente desaparecido. Que tenham, enfim, conforto depois de passar por uma dor como essa.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

paying the tongue logo cedo



Eu posso confessar que eu gostei dessa música? Vão me zoar muito? E o clipe da Britney e da Rihanna daqui a dois anos tá tão bonitinho, hehehe...

Ainda de molho, abração pra todo mundo aí.

;)

terça-feira, 24 de maio de 2011

oh no!


E esta semana a indicação é que eu fique quieto, preferencialmente deitado, vendo filme e sossegando (cês juram, né?). Daí, por uma "joincidência", alguém no Twitter postou esse clássico da música contemporânea e me deu vontade de voltar a ver "Friends". Acho que vou assistir todos, desde o primeiro.

Enfim, isso tudo pra dizer que esta semana os posts serão mais curtinhos. :S Daí, isso é o que temos pra hoje, um blogador de molho e um smelly cat. :P

Besos povo, ótima semana pra todo mundo.


P.S.: Não poderia deixar de desejar ótimo aniversário pro leitor e grande amigo David Old Tiger, que faz 35 anos hoje! Abraço rapaz! :D
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mas que saco

Porque a segunda-feira foi de encher o saco de qualquer um. :S
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

I love you, Sue

Fazia tempo que eu não me apaixonava tanto por uma personagem da ficção como me apaixonei por Sue Heck, de "The Middle" (vou falar sobre a série num dos próximos posts). A personagem é tão besta e tão desajeitada que desde sua primeira cena eu já gostei de cara (mesmo com essa cara).

Daí fui assistindo episódio por episódio e a pobre da filha do meio dos Heck (que se chama Sue Sue Heck, porque erraram na hora de registrar) só se lasca, uma vez atrás da outra. Mas nunca se abala! Mesmo que ninguém, muitas vezes nem seus pais, a notem, Sue vê sempre o lado bom das coisas e nunca desiste. .
Mas eu realmente caí de amores pela personagem da atriz Eden Sher ontem, quando assisti ao episódio final da primeira temporada da série. Eu não vou contar do que se trata, até porque, pra fazer sentido, vale assistir os 23 episódios anteriores. Só digo que a passagem final da personagem (essa aí com ela na chuva) me fez rir na mesma proporção que me fez chorar (dá pra acreditar que eu choro com sitcom?).

Enfim, pode parecer bobagem, mas uma personagem coadjuvante, da adolescente feia da família, extremamente cômica, me fez pensar bastante sobre realmente não desistir. E especialmente sobre não desanimar quando algo (ou tudo) dá errado.

Bom dia pra nós todos.

:)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

marmotta

Olha, nem vou comentar as declarações que o gostoso do Ed Motta deu semana passada e os posts dele no Facebook. Clica aqui pra saber do que se trata se você ainda não ouviu falar.

Só digo o seguinte: conheço quem pegaria.
(dá licença que eu vou ali vomitar e ja volto).
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manoteira sim, devassa nunca

E parece que Sandy Leah lê o blog! :P

É que em uma entrevista à Folha a bunita ressaltou, pela enésima vez, que não gosta de cerveja. Até aí, whatever, né? O que pega é que ela foi garota-propaganda de uma ontem. Tudo bem, publicidade é publicidade, mas não custava fingir de égua um pouquinho mais, até em respeito ao anunciante, que desembolsou uma nota, ou, no mínimo, pra parecer uma pessoa coerente.

OK, ela tentou pagar de autêntica. Enfim, pra fazer sua defesa, ela, super fina, citou três das pessoas que mais a ajudaram em sua carreira (daí o que eu acho que ela deve ter lido aqui no blog, rs). Sandy Leah, plagiando este blogador (hehehe), se emputeceu e perguntou à Folha: "Ou todo mundo acha que a Xuxa usa Monange e que o Luciano Huck e a Angélica usam Niely Gold?"

Xuxa e Luciano Huck, que não nasceram ontem e sabem há muito mais tempo do mínimo que se espera quando a questão é profissionalismo já deram o grito: "Xuxa declarou que não só usa como tem até um hidratante favorito, o azul. E Huck garantiu que jamais associaria a sua imagem a um produto se não confiasse na qualidade dele".

Se isso me faz acreditar que eles usam Monange e Niely (o Huck até que precisava)? Óóóóóbvio que não. Mas ao menos fica mais claro quem tem noção e quem não tem (apesar da cabeça gigante) nessa história.

É, Dona Sandy leah, devassa você não é não, mas manoteira...


P.S.: Angélica, só pra variar, ficou em cima do muro e, até o momento, não se manifestou. Deve tá com medo de admitir que nem Niely Gold dá jeito naquela juba.

P.S.2: Pra quem não conhece o conceito de manoteiro (acho que é coisa da região da Grande TuBHcanga): "pessoa que dá manota, que paga aquele mico básico".

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that light within

Duas músicas para começar bem seu dia (esta e esta). As duas já estiveram aqui no blog, mas achei que valia trazê-las de volta -- de repente pra incentivar a trazer de volta também o que de mais brilhante há em cada um de nós, e que acaba se apagando um pouco por causa das pequenas picuínhas do dia a dia.

Aconteça o que for, seja forte, esteja preparado e resolva o que tiver de resolver. Mas não esqueça de deixar brilhar, e muito, o sol que há em você.

Ao menos por hoje, não esquente com bobagens e nem se preocupe demais com as convenções. Seja você. Do jeito que te faz feliz.
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terça-feira, 17 de maio de 2011

jornalismo 10 da Folha on line

Faltou a Folha de S.Paulo dizer folga do quê. Esse povo lá trabalha? Achei que pra ter folga era necessário ter uma ocupação.

Que eu saiba o "trabalho" dessas duas é só isso mesmo: bater perna em shopping pelo mundo afora, tomar sol na beira da piscina, ir em festa, aguentar o Tom Cruise...

Porra, Folha, elas não estavam de folga, estavam ralando, caramba!

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dia da caça

Não é bom quando o touro, mesmo ferido, sangrando e com dor, revida e acerta o maldito do toureiro? (aconteceu ontem) Melhor que isso só se parassem logo com essas touradas estúpidas.
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flying whale

Com uma pança dessas qualquer um ia querer sumir do mundo, nem que fosse voando. Que medo, Seu Zeca Camargo!

Bom dia pra vocês aí! Vamo à luta? ;)


P.S.: Não custa esclarecer, é tudo zoação. Cada um que esteja feliz com o corpo que tem, pançudo ou não. Desde que não seja barriga em mim, por mim tá valendo de tudo..

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

discreto e necessário

Eu quero, quem é que vai me dar? É que eu tenho tão poucos, e laranja eu não tenho. :P
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ego de estagiário

Não, o último post ficou muito pra baixo, vamos começar a semana assim não. Pra dar uma animada, vai aí uma daquelas bobaginhas que eu adoro, que eu descobri há algum tempo no face do meu amigo Rafael Pascoal. É o Ego Estagiário, com manchetes que são bem capazes de você achar no Ego de verdade.

Pra eu citar minhas favoritas teria que dar crtl C + crtl V no blog todo do cara, é muito bom.

Bom, tenho certeza que pelo menos agora vai dar pra rir. Mais uma vez, ótima semana pra todo mundo! ;)
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lerê-lerê

Capa da sempre boa CartaCapital, com matéria especial sobre nossa condição de "escravos da tecnologia". Eu, por exemplo, lido diariamente com oito dos 12 ítens presentes no relógio da capa. A reportagem ainda não está disponível na internet (olha o vício!), mas a revista, com capa bem bacana, já pode ser adquirida nas bancas. Vale a reflexão.

Essa semana vai ser daquelas. Pelo menos por aqui. Mas que seja das boa também, pra todos nós.

Abrazos.
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

it's Friday! Friday!!!

Sabe aquelas porcarias que viciam? (não, nunca usei nem pretendo usar aquelas que talvez vocês tenham pensado)

Me refiro às músicas ruins, aquelas que de tão ruins têm o dom de grudar no seu ouvido. Pois bem, semana passada fui procurar "Black", do Pearl Jam, pra ouvir e o Youtube me tacou uma Rebecca Black como primeira alternativa.

Se você nunca ouviu falar de Rebecca Black, é a história resumida é a seguinte: mãe carreirista resolve que sua filha de 13 anos tem que ser estrela, arruma um produtor tosco que dá a ela uma letra (NÃO) muito profunda e usa o mesmo autotune da Britney Spears e de outras várias pra gravar; Daí, pra fechar com chave de ouro, fazem um dos clipes mais bizarros da história. O vídeo se torna um dos mais assistidos no mundo, mas a pobre da menina se torna um dos maiores motivos de piada da música pop ever.

Fato é que no que o Youtube sugeriu, eu que tava meio down e pensativo (querendo ouvir "Black", ora bolas), resolvi dar uma chance pra Rebecca Black e ouvi "Friday". Eu vou confessar, passei mal de tanto rir. Vi mil vezes. E fiquei com a porcaria da música muito na cabeça (I was really looking forward to today to come, just so I could post it).

Daí empolguei tanto que achei mil versões. Já sei todas de cor, hahaha. Espero, do fundo do coração, estar livre disso logo. Meu nome é Humberto Silva e só por hoje eu não vou ouvir "Friday" (mentira!). Que nada, hoje é sexta-feira 13, hoje mesmo que é dia de se jogar nesse horror de música.

Deixo três versões (além da original, que você escuta clicando na foto da bonita) e mais um blog que fizeram só pra zoar a música (e que é muito bom).

Abrazos a todos, divirtam-se bastante no baile hoje à noite. E divirtam-se amanhã, que é sábado e vem depois da sexta, e no domingo, que vem depois do sábado!
:P










P.S.: Só pra constar, muito mais medonha que a original da Rebecca Black é o cover da Katy Perry. Porque, né?, qualquer coisa é melhor que a Katy Perry rinchando "Firework", não importa em qual música seja.
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eu tenho um blog e eu posso

Eu tenho um blog, ele já tem quatro anos, então me dá licença pra dizer que eu adoro o Pearl Jam. Adoro o Eddie Vedder (que me anima, porque o dito cujo consegue ficar melhor a cada ano). E, principalmente, adoro "Black".

ainda dá tempo de ser roqueiro?ainda dá tempo de ser roqueiro?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

marcando época

Das trocentas capas de revista no mundo todo sobre a captura (será?) de Osama Bin Laden, a que eu mais gostei foi a da Época, aqui no Brasil mesmo. Achei que simbolizou bem o acontecimento, sem cair no óbvio da foto com a cara do terrorista.

Curiosamente, o diretor de arte da revista, Marcos Marques (que nome, hein filho?), publicou um texto contando o processo de criação. Conseguiu fazer a capa ficar mais bacana ainda. Dá uma olhada aqui, vale a leitura.

Adoro trabalhos bem feitos, acho que já disse isso. Quando dizem respeito a revistas e suas capas, então, aí que eu tiro o chapéu mesmo. Parabéns Época!
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ex-croto

Hahahaha, tem umas que de tão medonhas fazem a gente rir... Sério que o ex-namorado da Adele está pedindo indenização por ter sido inspiração para as músicas dela? Encontraram o ex-namorado mais tosco do mundo!

Tudo bem que a fonte da informação é o "The Sun", algo tão confiável quanto o "Jornal Nacional", mas realmente é difícil até de acreditar que o cara, depois de ter aprontado todas, ainda tenha tido a pachorra de querer ganhar algum em cima do sucesso da ex-namorada. Se isso virar moda a Amy tá fudida!

Ainda segundo o jornal, Adele contou que o ex-croto ligou pra ela me durante uma semana, alegando que ele a tinha ajudado no processo criativo (com as fedaputagens dele). Ela teria respondido ao falecido que "Bem, você fez da minha vida uma inferno e eu sobrevivi, então agora eu mereço isso". Dá pra acreditar num cara desses? Dá! Tem aos montes por aí.

Eu fecho (aliás, abro) essa discussão com a declaração final da cantora sobre o assunto: "Ele realmente achou que ele tinha ajudado no processo criativo ao ser um desgraçado. Eu lhe dou esse crédito -- ele me fez virar uma adulta e me colocou no caminho que estou agora."

Isso aí, Dona Adele. You go, girl!
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