quarta-feira, 29 de junho de 2011

tende piedade, Senhor

Eu não posso ficar muito tempo sem postar. Eu vou perdendo a prática, vou ficando burro.

Também não posso ficar muito tempo sem ler e comentar no blog dos amigos. Eu vou ficando desinformado e vou perdendo a capacidade de aprender com as ideias dos outros.

Gente burra, gente desinformada, gente tão limitada que não consegue se abrir pra ideias diferentes das suas, gente que não se permite crescer. Tem quem tenha preconceito contra homossexual, contra negro, contra pobre. Eu sei que preconceito é feio, mas eu acho que todo mundo, lá no fundo, tem um pouquinho. E eu confesso, eu tenho preconceito sim, e muito – contra esse tipo de gente que eu descrevi na primeira linha deste parágrafo.

E daí que a obsoleta Myrian Rios resolveu sair da tumba só pra lembrar que ela, como versão feminina do Boçal-naro, é uma dessas pessoas ignorantes por quem eu não consigo sentir nada além de asco. Sim, amigos, é feio admitir, mas eu sou burrofóbico.

Ponham-se no meu lugar: Imagina bem, se eu tenho dois filhos em fase de formação de caráter e contrato uma babá como a Myrian Rios? Ela fez a opção dela por ser uma burra, desinformada, limitada e hipócrita, mas eu tenho direito de fazer a opção de não querer que ela se aproxime das minhas crianças. Eu quero poder impedir que ela abuse da inteligência dos dois e cause neles traumas irreversíveis. Se eu tiver filhos, quero poder ensinar a eles sobre todas as religiões, a título de conhecimento e respeito, mas quero poder orientá-los a ter fé independente de instituições manipuladoras, demagogas (cheias de pedófilos) e preocupadas apenas com o poder, como a igreja, especialmente a católica.

Eu escreveria mais sobre a lástima que é que gente ignóbil como essa mulher resolva buscar espaço na mídia com imbecilidades como as que ela proferiu esses dias, sem um pingo de preocupação com a disseminação de ódio que isso pode fazer crescer na sociedade. Mas além do cansaço e da falta de tempo que me tomam, admito que minha preguiça desse tipo de ser chegou num ponto em que eu nem consigo mais comentar sobre eles. Sejam os homofóbicos, os egocêntricos, os vazios, estou cansado de toda essa gentalha que não acrescenta nada de bom e que só mostra que o mundo anda muito louco. Myrian Rios, Neymares, Galisteus, Boçal-naros... por que essa gente ainda ganha visibilidade? O que é preciso fazer pra que as pessoas sejam um pouco mais autênticas e um pouco mais necessárias nesse mundo?

Desculpa aí, gente, o sono bateu forte. Mais que a preguiça.
Abrazos.


P.S.: “então... eu acho complicado falar que ela "foi bem bandida". Porque dá a ideia de que posar nua é errado, e não é. Acho que é usar a lente e o discurso dela. Não acho que valha a pena entrar nisso, é um discurso machista pra burro...”. Logo que foi divulgado o vídeo da digníssima (not) Senhora Rios, começaram a pipocar as capas dela em revistas masculinas nos anos 80. Numa dessas, li esse comentário aí acima, de uma moça que não conheço (Flavia Penido) no Facebook de um amigo do meu amigo Rafael Pascoal (ufa). Acho que ela resumiu bem o ponto: Por mais que as imagens façam a ex-atriz parecer ainda mais hipócrita, não é por aí que a discussão deve ir. O que há de abominável na deputada, pelo menos no meu ponto de vista, é sua ignorância em pleno século XXI, não as fotos normais que ela fez dentro de um contexto anos 80.
P.S.2: Comentei nos blogs de todos os parceiros. À noite vou responder os comentários de vocês aqui, em todos os últimos posts. Thanks pelo carinho!
P.S.3: Fica aí Dona Jovelina, pra ressaltar que se as igrejas não andam se dando ao respeito, pelo menos é um alívio saber que nem todo religioso é ignorante.
P.S.4: E uma musiquinha também, pra não ficar um post pesado, porque ninguém merece drama nessa vida, né?
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

pera mole

Muita gente se pergunta o que deu na Susana Vieira pra trocar uma boa reputação como atriz com História por uma imagem de véia transloucada.

A gente fica se questionando, "por quê, né"? Tem gente que ainda não entendeu, por exemplo, o que deu nela pra não apenas cantar (sic) “Pera Mole”, mas também mostrar a pera mole no Faustão.

Só digo uma coisa, viu? Acho que ela já era meio doidinha faz tempo e a gente nunca tinha percebido. E a pera mole, vou te contar, ela já tinha mostrado faz tempo!
:P


P.S.: Queridos todos, ando um tanto atarefado, pra variar, então desculpa aê os poucos e pouco inspirados posts e desculpa mais ainda pela falta de comments meus nos blogs parceiros. Mas eu tô lendo tudo!
P.S.2: Thanks especiais pro Dan, pro Alan e pro Mr. TV, blogadores sempre por aqui, não importa a bobagem que eu escreva.
P.S.3: Jana, nem respondi sua oração de Santa Luma ainda, mas é porque foi tão brilhante que vai ganhar um post. Só falta eu ter o tempo.
Besos!

P.S.4: "Peeeeera mooolee..."
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domingo, 26 de junho de 2011

being alive

Ótima, ótima semana pra todos nós!
;)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

só alegria

Olha a felicidade da Jen, que beleza!

É só isso mesmo, só pra desejar um feriadão (pra quem vai ter) cheio de felicidade também!
:D

Besos!
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uma boa música pra começar bem?



Ótimo dia pra todo mundo!
;)
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terça-feira, 21 de junho de 2011

Bem Mandar

Hoje eu acordei, resolvi tudo que dava pra resolver de manhã, daí parei pra tomar café antes de sair e vi rapidinho o tal do "Bem Estar", programete de saúde da Globo.

JU-RO que pensei: "Na hora que eu voltar eu vou fazer um post sobre como é possível um repórter tão balofo e tão visivelmente fora do eixo apresentar um programa de saúde (ainda mais ao lado da espetacular Mariana Ferrão)".

Eu saio, trabalho, volto no fim da tarde e vou dar uma olhada nos portais da internet. E eu dou de cara com o quê? Com isso!

Só não fiquei mais revoltado (pelo "furo" perdido) porque eu fiquei aliviado em saber que uma vez na vida alguém que manda teve noção. Fazfavor né?, ninguém merece essa incoerência matinal.

Só espero que eles não repitam a mesma novelinha do "Fantástico" com apresentador perdendo peso, porque ninguém merece mais isso.

Anyways, só isso aí mesmo. :P
Besos.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

it's Monday, I'm still in love



Você não é daqueles que acorda na segunda-feira reclamando, é? Pois se for, pode parar com isso!

Eu sempre adorei a sexta-feira, mas tenho igual prazer na segunda – é sempre hora de começar de novo, é sempre uma nova chance de fazer as coisas ficarem ainda melhores.

Segunda-feira pra mim é sinônimo de movimentação, de vida ativa.

Se você não concorda comigo, ao menos leve em consideração o fato de que esta é mais uma daquelas milhões de semanas mais curtas no Brasil, então dê uma chance ao bom humor.

Por fim, no vídeo, a Angie, uma das musas mais queridas deste blog, em momento Audrey Hepburn (outra musa), mostrando que descer um pouco do pedestal e dar um pouco de atenção ao outro é uma das melhores coisas que a gente pode fazer (inclusive por nós mesmos). Taí mais uma sugestão pra começar bem a semana.

Abrazos a todos, ralemos!
;)

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

SEXTA-FEIRA!!!



Porque hoje é o dia da semana que eu sempre amei, vai aí uma música que eu sempre amei. Because today is Friday, and I couldn't be more in love (but with myself).

Bom fim de semana, gente!

musa de oliveira

Como ultimamente eu tenho falado muito de revista, sobretudo a velha Nova, fica aí mais uma das clássicas. Esta, de abril de 1990, foi a última enquanto nossa musa do coração ainda era solteira. Pus ela aqui pra nos inspirar pro fim de semana; afinal nesse período é sempre maior a chance de a nossa vida mudar pra muito melhor, não é verdade?

Desejo de sorte a todos os interessados. ;) E imagem dedicada ao Alexandre, bom rapaz que me deu alguns momentos de alegria esses dias com as Brunas Lombardis.

e quem não quer, né?

A promoção é de verdade. E você, quer ser sequestrado? Ah, aproveita, vai, nunca foi tão divertido!.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

linda e ryca!

Essa aí é a Tainá Müller, atriz lindona que interpreta Paula, a paty fina e mazinha da novela "Insensato Coração", na Globo.

E essa era a Tainá Müller quando fazia "Revelação", no SBT.


Moral da história: Todo mundo pode ser bonito na vida. Globo, tem vaga pra mim?


P.S. irrelevante: E não é que a moça é irmã da Titi, aquela VJ da MTV que berra?

the deepest wish

Se Deus me perguntasse qual presente eu gostaria de ganhar Dele, eu não levaria um segundo pra dar a resposta: "Queria poder voar".


O mais perto que chego disso são meus saltos quando nado. É pouco, muito pouco, eu sei. Mas naqueles míseros segundos eu sou mais leve que o ar. E mais livre e mais cheio de possibilidades que qualquer outra criatura no mundo. E sou o mais sinceramente eu que eu posso ser nesta vida. Sou imbatível.


Bom dia pra você que sabe que o único responsável pela sua felicidade é você mesmo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

rindo litros

Vi isso no Face do Rafael. Eu confesso que eu amo esse tipo de bobagem, quanto mais eu vivo mais aprecio cada coisa ou pessoa que me faz rir.
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OMG

Folheando revistas, num sebo, encontro uma Nova das antigas. O ano de publicação é 1982. Xuxa, apenas a top model mais famosa do Brasil na época, está maravilhosa, num vestido lilás esvoaçante. Eu namoro aquela edição, todo cheio de admiração.

O jornaleiro então sorri e me pergunta:
"E aí, Humberto, vai levar essa?". E eu calmamente respondo: "Vou não. Porque a Xuxa não foi capa da Nova em 1982, então isso aqui é só eu sonhando. Já vou acordar."



Esse foi outro daqueles sonhos que eu contei aqui no blog. Quando o Alex, que me deu a tal capa preta da Bruna Lombardi, me contou que havia uma 13ª capa dela na Nova, que eu não conhecia, eu brinquei e perguntei: “é rosa”? Aí acima, a resposta.

É o caso de eu pensar em algum dom mediúnico-revisteiro? Alguma mensagem do além? Ou é só o caso de internar mesmo?
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terça-feira, 14 de junho de 2011

guarda compartilhada (de amigos)

Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, a vida segue feliz e saltitante, até que um dia as coisas mudam um pouco, e vocês decidem que é melhor cada um seguir seu caminho sozinho. Amigavelmente (ou não) separados, a vida dos dois voltará a ser feliz e possivelmente saltitante. Só tem um porém: quem vai ficar com o amigo em comum?

Essa é uma situação delicada que costuma surgir no final de namoros onde os amigos são quase família. Não basta a dor de se separar de quem você ama (ou já amou), ainda há esse agravante de, de repente, se ver sem um ou mais amigos queridos.

Problema de verdade tem o amigo em questão. Se for amigo de verdade, do casal, vai experimentar uma situação complicada. Se o término do namoro foi complicado, pior ainda. Tem que tomar um lado? Como ouvir os dois amigos que já não estão juntos sem se comprometer e ao mesmo tempo sem ser relapso? Sair com qual dos dois no fim de semana? E se sair com um e der de cara com o outro no mesmo lugar, comofaz?

Definitivamente é todo um um momento embaraçoso. Mas um mínimo de bom senso resolve tudo, eu acho. Em primeiro lugar, se falamos de amigos de verdade, tem de haver uma compreensão, tanto da amiga, para saber que os "separados" estão fragilizados e inseguros, quanto dos "separados", para saber que a amiga é amiga dos dois e é humana. Há de se pensar que haverá meios de estar ao lado dos dois sem que isso comprometa a amizade. Há também que se evitar a tentação de se tornar uma mera leva-e-traz, porque isso é algo que ninguém merece nessa vida.

Por fim, o ex-casal pode perfeitamente adotar uma espécie de "guarda compartilhada" da amiga, que merece continuar convivendo com o que há de melhor dos dois.

A vida segue. As coisas naturalmente mudam. Mas nada tem necessariamente de ser um drama. E nos dias de hoje, quando os amigos são cada vez mais a família que temos, vale ser atencioso com a situação de cada um e manter o diálogo e a sensatez. Ninguém precisa se afastar ou cobrar afastamento por capricho -- isso não é coisa de amigo.

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

tudo o que houver de genuinamente bom

Eu estive com a Norah Jones ontem. Ela contou que NY continua linda e pediu pra eu deixar um abraço pra vocês e desejar uma ótima, produtiva e muito agradável semana. Deixou também um presentinho, pra gente começar bem.

Que venha muita coisa boa pra gente, então.
Besos.
:)
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domingo, 12 de junho de 2011

vai encarar?

Ótima semana pra todos nós!
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divescas no dia 12

Passando pelo Twitter, vi que minhas amigas Katylene e Norma sintetizaram muito melhor que eu a essência do dia de hoje (ao menos em 2011). Spiem:


E tenho dito.
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it's all about surprising me



Porque esse é o máximo de amor que eu quero neste dia 12. Ao menos dessa vez.un sobe,

Feliz dia de hoje a todos. :)

sosbe tomui iofe. te hecho de mucho menos.

sábado, 11 de junho de 2011

não me convidaram pra essa festa pobre

Conhece a tiazinha à direita na foto, usando pele? Dona Millu Vilela, herdeira do Itau.

Conhece o Itau? É o banco, privado, com o maior lucro da história dos bancos no Brasil.

Sabe onde ela estava nessa foto aí? Na festa de aniversário do FHC, o presidente que deu ao país o maior apagão da história, que comemora 10 anos em 2011, mas eu ainda não ouvi ninguém relembrar.

Também não vi ninguém lembrando que Milu, proprietária do Itau, estrelou uma campanha do Banco do Brasil... na gestão FHC, claro. Mesma campanha para qual também foi convidada, mas se recusoou veementemente a participar a saudosa Zilda Arns.

Desculpa, mas eu vou ali passar um lápis azul na minha conta; só depois de vomitar bastante, claro.
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bruna Lombardi na capa da Nova -- não era um sonho!

Impressionante a força com que algumas coincidências acontecem. Ontem, depois de ter publicado aquele monte de posts sobre revistas mais antigas, acabei caindo num blog dedicado à Bruna Lombardi.

Fã de revista antiga (especialmente as de um passado mais recente) que é fã mesmo tem adoração pela Bruna. Ela já era linda e foi capa de toooodas as revistas que você possa imaginar.

Eu tenho particular interesse pelas publicações dos anos 70. Não sei especificar com precisão o por quê, até em razão de eu ter sido não mais que um bebê nessa década, mas são as minhas favoritas. Talvez porque revistas tinham um poder de comunicar e fazer sonhar, uma relevância, que já não têm hoje.

Fato é que eu entrei em contato com a Mada, autora do blog em questão, e perguntei se ela tinha como tirar uma dúvida antiga minha: é que eu sempre soube que a Bruna é a campeã de capas da Nova (são doze capas). Só que eu, com minha memória de elefante e toda a pesquisa que sempre fiz, sabia só de onze. Minha dúvida, (não me julguem) há 21 anos, era se essa capa que eu não conhecia realmente existiu (ou se a conta estava errada).

Antes mesmo que a colega blogadora me desse uma resposta, o Alexandre, um novo leitor, conheceu o blog e caiu neste post aqui, de agosto de 2009 (leia o tal post antes de prosseguir com esse).

Se você leu o post entendeu a coincidência máxima em questãoo. Não é incrível??! Eu NUNCA vi nada dessa capa. Em dezembro de 75 em nem sonhava em vir ao mundo. Daonde que eu sonho com uma busca desenfreada por uma Nova dos anos 70 com capa de fundo preto e estrelada pela Bruna Lombardi??

Eu sei, usando um pouco de bom senso é fácil imaginar que não seria muito difícil essa capa existir. De todo modo, não consigo deixar de achar muito, muito curioso que a tal capa desconhecida, que eu sempre quis ver, era justamente a capa que eu sonhei buscar, literalmente. E curioso ainda que esse mistério tenha sido desvendado exatamente quando Novas antigas e Bruna Lombardi se tornaram a pauta.

Olha, eu sei que é tudo uma baita duma coincidência, mas eu tô chocado. E, colecionador que sou, ainda que não tenha a alegria de ter a revista comigo, não consigo esconder o sorriso no rosto, rs...

Valeu Alexandre!


P.S.: Senhor, já posso sonhar com os números da mega-sena?
P.S.2: A quem possa interessar, Bruna Lombardi, ainda hoje campeã de capas na Nova, estrelou a revista em abril e dezembro de 1975, setembro de 1977, fevereiro de 1979, fevereiro de 1980, dezembro de 1982, setembro de 1983 (minha capa favorita da revista até hoje), dezembro de 1985, outubro de 1986, agosto de 1988, junho de 1992 e setembro de 1993. Ufa!
P.S.3: Eu sei, post super nerd, mas whatever. O blog é meu mesmo, hehehe. Bruna, me liga!
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já pode sorrir, já é mesmo sexta-feira :D



Eu sei que é vídeo antiiigo, mas eu só fui ver esses dias. Achei um resumo tão bem feito da situação atual, especialmente no fim da fila, hehehe...

Bom, já fica aqui meu bom fim de semana pra vocês. Não sei ainda se posto alguma coisa pro domingo, mas se der na teia eu escrevo. Alguma sugestão? :P

Abrazos pra todo mundo, vejam lá quem vocês vão bolinar!

;)

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

mosqueteiro

Um último post sobre as revistas que andei mexendo ontem. No meio delas achei essa foto, na edição da Nova de agosto de 1986, com um certo Paulo César Grande, o então Aramis, sonho de consumo da Tina Pepper (só?) na novela "Cambalacho".

Cambalacho mesmo é o que a vida fez com ele, mas a gente entende. Ninguém é obrigado a viver num retrato de Dorian Gray, não é mesmo?

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Xuxa + Vogue + Otto Supakoff = ícone

Infelizmente este é um tesouro que não habita minha hemeroteca (ainda). Em dezembro de 1989, no auge da carreira e da beleza, e num patamar de estrela que é difícil descrever, Xuxa foi capa de uma edição da Vogue dedicada a ela. Isso, é bom lembrar, numa época em que não era qualquer um que lia a Vogue, e muito menos qualquer um era capa da Vogue. Alguém aí, tem pra doar?

E com essa página dupla começa a matéria...

...Que foi clicada por ninguém menos que o saudoso e espetacular Otto Stupakoff. As imagens que ilustram este post, que completa a série que eu prometi hoje, fazem parte do livro "A Revista no Brasil", minha pequena bíblia.

Enfim, bons tempos em que não bastava um mega-hair, um hit com autotune, um viral no Youtube ou um blog de subcelebridades para se ter prestígio -- e emplacar a capa significativa.

no Capricho

Numa época em que a variedade de revistas masculinas não era farta como hoje, e que revista masculina pra adolescente não existia (epa!, ainda não existe), um jovem louco que gostasse desse meio de comunicação tinha que se virar.

A gente sempre conseguia uma Playboy, nunca com a facilidade de hoje (ah, como eu amo a internet), mas ainda assim, se queria ler alguma matéria (sorry, gente, eu sei que é bizarro, mas eu lia também) sobre o tipo de coisa que era problema pra você aos 14 anos, acabava tendo de apelar pras femininas mesmo.

Foi nessa que, durante anos, eu acompanhei a Capricho. Eu já gostava de revista e já me interessava por elas como media mesmo. No caso da Capricho, minhas irmãs foram adolescentes no bem sucedido período da "revista da gatinha", então eu já a lia havia um tempo. Fora isso, eu ria bastante, revista feminina sempre é engraçada. Desse modo, pra ilustrar este post que vem pra lembrar de capas bacanas e históricas, escolhi algumas poucas. Deixa eu comentar brevemente cada uma.

A primeira que merece consideração é a do topo deste post, de agosto de 1987, estrelada (pela enésima vez) pela Piera. A Piera era dessas modelos que ficavam marcadas como "a cara de uma revista" (tanto que foi capa da Playboy, em 93, sob o título de "gatinha da Capricho"). A "revista da gatinha" foi o reposicionamento adotado pela Capricho em 1982, quando deixou de ser uma publicação de telenovelas. Essa carcaça de revista da gatinha teve seu auge de 1985 a 1988, euquanto foi dirigida pela Celia Pardi.

Em 1989 tentaram emplacar uma Capricho Boys. Eu soube dela por alto na época. Mas naquele tempo um cara de 19 anos tinha mais com o que se preocupar. Era comum que se casassem aos 24, 26 anos... :O
Em janeiro de 1992, já sob a esquisita (mas também muito bem sucedida) direção de Mônica Figueiredo, a revista fez uma capa onde Piera "simbolicamente" passava o bastão para a então super bochechuda Luana Piovani. Depois dessa, ela foi capa mais umas mil vezes (a gente já não aguentava).
Um mês antes, porém, a edição de fim do ano de 1991 fez muita menina na minha sala suspirar. Eram tempos de capas mais criativas (e conteúdo, ainda que voltado pra adolescente, muito melhor).Esta capa, de março de 1993, é clássica e icônica: numa época em que camisinha ainda era bicho de sete cabeças, a revista pôs sua já estrela Luana Piovani segurando uma (e dizendo que TEM que usar). Foi tão marcante que a gente nem reparou na época que o queixo da Luana era torto.Outra capa dos bons tempos foi essa, de maio de 1992. Contra todas as convenções, a Capricho pôs um cara, de costas!, na capa. A capa por si só, além de surpreendente era linda. Mas tinha mais:A segunda e a terceira capa foram de fato capa -- uma continuação da principal. Golaço da revista. (Só morri de dó da modelo, porque, né?, ela nunca vai poder provar que era ela mesma na capa da Capricho, rs).
Salvo engano, essa capa, de agosto de 1993, foi escolhida a melhor do ano na Abril. Com razão, né?
Pra fechar, a primeira capa de Fernanda Lima, noviiiiinha e desde sempre com cara paty-gente boa.

Bom, sobre as capas da Capricho é isso, por ora. Muita coisa já, né? ;)

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uma História e tanto

“Não suporto ‘Roque Santeiro’. Chata! É uma novela muito superestimada. Uma pena ser reprisada no Canal Viva.”


Eu li isso ontem numa rede social e senti uma leve desanimada. Primeiro porque me desanimaria ouvir de qualquer um a afirmação acima; segundo porque veio de alguém jovem, mas inteligente.

Que brasileiro não tenha memória não é novidade (até o brasileiro lembra disso). Mas um fenômeno mais recente que não cansa de me incomodar é essa desinformação dos jovens adultos. Simplesmente avaliam coisas e pessoas até mesmo de um passado recente com o olhar de hoje, ignorando o fato de que o mundo já foi diferente (esse texto do Rodolfo Araújo, publicado recentemente na Você S.A., descreve a situação de maneira irretocável).

Ninguém é obrigado a gostar de tudo que "todo mundo gosta", graças a Deus, e alguns talvez tenham o dom de ver o que ninguém antes viu, o que é bom. Não custa, porém, dar uma boa pesquisada antes de opinar. Classificar uma obra como “Roque Santeiro” como superestimada é ignorar o impacto que ela representou e o contexto político e cultural sob o qual ela foi produzida (isso considerando sua primeira versão, censurada em 1975, e a versão de estrondoso sucesso que foi ao ar dez anos depois).

Eu assisti à essa novela em 1985, aos oito anos de idade (eu já era meio adultinho, acreditem) e adorava. Depois revi aos 14 anos, quando reprisaram em “Vale a Pena Ver de Novo”; adorei do mesmo jeito, especialmente se levarmos em conta que já tinha um pouco mais de conhecimento para entender as críticas e piadas. Depois consegui a proeza de rever em 2001, quando “Roque Santeiro” se tornou a única novela até hoje reprisada duas vezes no “Vale a Pena Ver de Novo” – nem preciso dizer que aos 21 anos, recém-formado em Letras e vindo de um intercâmbio no exterior, a obra se confirmou simplesmente genial pra mim (eu tenho minhas ressalvas com o último capítulo, mas o que é isso perto de outros trocentos capítulos perfeitos?).

Enfim, claro que eu entendo que alguém pode não gostar de “Roque Santeiro” ou do que quer que seja. Mas não posso evitar de ficar um pouco chateado vendo que os parâmetros para se considerar algo arte ou não, bom ou ruim, estão se tornando cada vez mais superficiais. Mas faz parte da evolução, né?

Lamento não ter o canal Viva em casa, do contrário assistiria à novela de novo. E, não duvido, teria ainda mais motivos para considerá-la a melhor produção na História da teledramaturgia brasileira.


P.S.: Este post não poderia ser ilustrado por outra imagem que não a da Viúva Porcina na capa da Nova, em novembro de 1985. E eu tenho essa pérola em minha hemeroteca! É um exemplar muito surreal, porque na época as capas da revista já eram bizarras (imagina ser uma produção bizarra nos anos 80) e ainda assim a presença da personagem (mais até que da atriz, Regina Duarte em seu melhor momento) conseguiu ser algo muito ousado.
P.S.2: Se o colega supracitado quiser descer a lenha em mim, fique à vontade. Eu não tive a intenção de ser ofensivo (e espero não ter sido) e to sempre aberto a mudar meu ponto de vista (mesmo em relação a “Roque Santeiro”).
P.S.3: Inspirado nessa capa e nessa discussão, resolvi colocar ainda hoje mais dois posts com capas históricas. Eles vão aparecer aqui ao longo do dia.

Abrazos!
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tem uma coisa peluda na sua cara

Sabe Deus como eu detesto essas gêmeas cafonas do cão, de modo que vocês podem imaginar o quanto eu ponderei se devia ou não colocar a cara dessas feiosas por aqui.

Resolvi ser justo e colocar, já que preciso muito do bom senso de vocês pra me ajudarem com uma questão: é que dia desses, um desses blogs que adoram falar mal de todo mundo, mas não aceitam o menor ponto de vista em discordância, publicou esta foto aí e fez um post-estardalhaço zoando a monocelha das Olsen.

Olha, muito longe de mim querer defender essas duas, mas me digam: sou só eu que vejo sobrancelhas horrororas, mas não monocelhas? Estou errado em achar que é preciso, no mínimo, saber o que é uma monocelha antes de falar dos outros?

Aguardo ponderações dos leitores.
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P.S.: Eu aceito ponto de vista em discordância, não aceito? :P (pergunta pegadinha, porque se vocês disserem que não rola um paradoxo, hehehe).

P.S.2: O blog em questão já esteve até entre os favoritos aqui no "ohe", quando eles acertam na crítica são os melhores, os mais engraçados. O problema é que quando erram a mão...
P.S..

segunda-feira, 6 de junho de 2011

hot stuff

Musa deste blog desde sempre, Jennifer Aniston levou pra casa, no último sábado, o troféu "A decade of hotness", premiação máxima do Guys Choice Awards. Eu só não achei mais merecido porque eu acho que ela deveria levar dois desse, já que vem mantendo o nível da gostosura desde 1994 (Alan Raspante, leitor ilustríssimo deste blog, por exemplo, era um bebezinho e Jen já era lindona).

Não bastasse o prêmio, Jen aparentemente assumiu o namoro com o ator Justin Theroux, esse moço aí abaixo.

Como diria a trava, "e teve boatos que ela estava na pior. Se isso é tá na pior, põrran..."

Acho, como o Serginho, justo e digno. Já tava mesmo na hora dessa mulher começar a levar a melhor (bom, ainda melhor né?).

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live for each second, without hesitation


Hoje é um dia que está corrido desde a semana passada. Então deixei este post programado porque já contava com a falta de tempo, mas queria deixar algo legal pra vocês, pra gente começar bem a semana.

Escolhi esse dueto do Elton John com a Mary J. Blige, que foi a primeira coisa que eu vi dela e quando me apaixonei por sua voz. É de dar gosto o talento dessa mulher. E a maneira como ela se entrega de corpo e alma ao que faz é o algo que me inspira nesses dias.

No mais, segue a vida. Vivam intensa e sinceramente, seja a trabalheira ou a festa, aproveitem cada segundo. Porque tudo vale e tudo é vida. A sua vida.

Besos pra todos, ótima semana pra todos nós. A gente merece.
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em 3, 2, 1....

E viveram felizes para sempre.
just let it be.

domingo, 5 de junho de 2011

a medida da felicidade

As modelos na capa da Vogue Itália deste mês são consideradas "plus size", ou seja, gordas com o manequim pelo menos quatro números acima do normal.
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A Ana Claudia Michels e a Ana Beatriz de Barros, top models (de verdade) que desfilaram para a Blue Man este mês são consideradas normais.
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Só eu acho que tem algo muito estranho na concepção contemporênea da beleza corporal feminina? (mesmo para modelos)
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Bom, eu penso que cada um deve ser como lhe faz bem, sobretudo em termos de corpo. Mas só pra levantar a questão dos parâmetros que temos usado, especialmente as mulheres, para definir o corpo que nos faz feliz, fica aí a declaração da Adele sobre o assunto (dica da Helena).

“Eu amo comida e odeio exercícios. Eu não tenho tempo para fazê-los… Eu não quero estar na capa da Playboy ou da Vogue. Eu quero estar na capa da Rolling Stone ou da Q. Eu não sou uma lançadora de tendências… eu sou uma cantora… Eu prefiro pesar uma tonelada e fazer um álbum fantástico do que parecer a Nicole Richie e fazer um álbum de merda. Meu objetivo na vida é nunca ser magrela.”

É isso, estamos aí, abertos ao diálogo. O que vocês têm a dizer?
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Bom domingo pra todo mundo.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011

fim de semana de riqueza chegando pra nós!

Então, deu um pau (opa!) no Blogger (novidade...) e eu perdi o último post publicado. Basicamente era eu daqui, babando nessa safada dessa Gisa Bündchen, que, segundo a revista Forbes, está perto de se tornar a primeira top model bilionária da História.

Fica aí então essa figura rica e divesca pra servir de inspiração pra gente. Disse no post perdido e repito, que eu ainda não tenho a grana que ela tem (mas vou ter!), mas já sou bem rico de amigos, graças a Deus.

Amigos como os queridos Dan, Davids 1 e 2, Railler, Alan, Mr.TV, Helena e Carol, pra quem deixo um abraço forte. Pra vocês e pra todo mundo que aparece por aqui, um ótimo final de semana, com riqueza de tudo!

Besos! :D

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momentos de ponderação

O sorriso é da mãe, nossa musa-inspiradora. Os olhos (e os bolsos) são do pai. O cabelo é do He-man. E a pele é da Lubrax.

Daí fica a pergunta: Você encarava o martelo de Thor?

Resposta certa aqui.
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V.I.F.

E vocês repararam que o blog ganhou seu centésimo seguidor? Não é lindo?! :D

Sempre achei muito interessante os diferentes tipos de leitores aqui do "o Humberto explica": tem os que comentam sempre (Sarah, cadê você?), tem os que comentam só quando os apetece, tem os que comentam por telefone (e com alguma frequência), tem os parceiros blogadores também e tem os seguidores.

Os seguidores são participantes peculiares, porque na maioria das vezes ficam lá, só seguindo mesmo, mas de vez em quando comentam, e pelo conteúdo do que escrevem fica bem claro que seguem de verdade, leem sempre. Eu aprecio e agradeço. É muito curioso pra mim, ainda hoje, que haja quem queira ler o que eu escrevo. Era meu sonho de adolescente, rs.

O centésimo seguidor, que automaticamente ganhou um status de V.I.F. (Very Important Follower) é o meu amigo Diego, moço inteligentíssimo e fino que só ele, que também tem um blog muito bacana, o "Câmera de Vigilância". Orgulho do nível de quem segue meu bloguinho.

Ao Diego, as seguidores todos, meu carinho e agradecimento sincero. Eu realmente gosto de ver vocês por aqui.
:)
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wonderful life



Uma música que eu sempre gostei. Passei a gostar ainda mais depois desta cena de "Queer as Folk", que acabei de ver.

Fiquei pensando no tudo que tenho vivido, especialmente nas últimas duas semanas. Pensando no quão delicada é a linha que separa ser sincero com quem você ama e fazer essa pessoa sofrer. Não é uma questão de fazer drama, é mais uma atenção para o fato de que todas as pessoas, assim como você, no fundo só querem ser amadas e tentar ser felizes. Seria tão bom se tudo funcionasse redondinho, né? Só não seria vida real.

São 3h da madruga. Não consigo escrever muito mais que isso não.
:(

quarta-feira, 1 de junho de 2011

clássico

1º de junho: Hora de relembrar um dos posts mais icônicos deste blog! Faz um ano que este blogador viveu um dia dos mais novelescos (mas perto de tudo que passei naquele ano impronunciável, foi pinto).

Enfim, vale clicar aqui e rir um pouco. Porque depois que passa a gente consegue rir de tudo (ou quase tudo).

:P
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