domingo, 31 de julho de 2011

e assim será


Uma semana maravilhosa pra todos nós!
Uma daquelas bem inesquecíveis.
;)
.

sábado, 30 de julho de 2011

sétimo dia

Me chame de bobo, mas eu ainda tenho dificuldade em acreditar que a Amy se foi mesmo. Eu sinto como se ela estivesse por aí, como se a qualquer momento fosse aparecer, deixando o mundo revoltado por ela ter se passado por morta.

Hoje tem uma festa “Back to Black”, em homenagem à memória da minha musa – confesso ter percebido que ela significava pra mim muito mais do que me dava conta. Já que tive uma semana muito atarefada, vou aproveitar pra beber até cair, até numa maneira (desculpa) de reverenciar minha louca favorita.

Enfim, como bem disse meu amigo Rafael Paschoal, “Amy não morreu. Transformou-se em mito”. Eu sinto e ainda vou sentir muita falta dela.

Bom fim de semana pra todo mundo.


P.S.: Um terceiro link necessário neste post. Mate um pouco da saudade aqui (sugestão do meu outro amigo, Fernando Império).

.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

então a Sandy dá o fófis, uh?



Sexta-feira muito corrida! Ótimo dia pra todo mundo!
:D
.
P.S.: Junior não curtiu esse desperdício de KY. Maria Chuquinha também não.
.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

meet Janelle

Esses dias de luto pela Amy me lembraram de uma injustiça que eu estou pra corrigir há meses. Qual? Só ter mencionado a ótima Janelle Monae neste blog num post de xoxação.

O que tem a ver Janelle com Amy? Tudo. Janelle é uma das melhores dessas cantoras que “vieram” na onda da Amy, e segundo me consta era, de alguma maneira, amiga dela também, tanto que foi a Janelle quem abriu os shows da Amy no Brasil – muitos dos meus amigos que estiveram lá inclusive contam que o show foi bem melhor, mas hoje a gente sabe do estado que a pobre da Amy já estava né?

Enfim, se já falei bastante da Adele, acho que é justo e digno começar a abrir o espaço pra Janelle também, né? (ainda que morrendo de vergonha pelo atraso).

Deixo o vídeo da música que eu mais gosto (e que assim como aconteceu com a Adele quando apareceu por aqui, já deve ter muuuita gente enjoado). Mas tem muitas outras ótimas por aí, é só procurar.



Minha Amyzinha, além de ter deixado uma obra (curta, mas) imortal, ainda me deixou por aí outras bonitas pra deixar a gente esperançoso em relação aos rumos da música e protegidos de robôs dubladores com apliques amarelos.

É, eu ainda estou desolado... mas vamos seguindo a vida, né? Bora conhecer Janelle?
.
.

P.S.: Sim, eu ainda sei muito pouco sobre a Janelle, então se alguém que conheça mais quiser falar melhor dela, be my guest, será uma honra publicar seu post aqui. ;)
.

Piggy no capricho

Eu gostei bastante da capa da Playboy com a Galisteu. Achei bem digna. Ângulo é tudo nesta vida.


P.S.: Agora, imaginar a Sandy dando o tóba, não, por favor, não!


Update no mesmo dia: Não sabia que tinha uma outra capa, de rosto. Nem preciso dizer o que achei, né? Nêgo tem que ser muito corajoso pra dar uma capa com close no rosto da Galisteu.


Boo!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

sobre zés e marias

Qualquer um que lê este blog há mais tempo sabe que são muitos os posts com um tom fortemente feminista. Desde o comecinho, tenho sempre falado por aqui dos direitos das mulheres, especialmente aqueles que às vezes nem elas se dão conta de que têm.

Mas apesar disso, eu nunca me declarei um feminista. Porque eu acredito que mulheres e homens têm suas diferenças – graças a Deus! –, mas se tivesse que dizer que “luto” por alguma coisa, diria que é mais por uma questão de igualdade de direitos (seja para homens, mulheres, o que for, por isso até esse selo aí à direita da tela).

Anyways. Semana passada acompanhei por alto o caso do jogador de futebol Zé Elias. Ele era um jogador fodinha do Corinthians, quando eu era adolescente, e depois, como acontece com vários, deu uma bela sumida (quem lembra daquele gato do Paulo Nunes do Grêmio? E do Amaral?).

O fato é que dia 23 o próprio Zé Elias se apresentou à delegacia para ser preso pelo único motivo que dá cadeia neste país, o não pagamento de pensão alimentícia.

Não que eu não ache que o pai não tem que pagar. Óbvio que tem que pagar, filho é filho e pronto. O que chama a atenção é o valor da pensão: R$ 25 mil, para dois filhos. Valor atrasado desde que o pai pediu revisão da quantia mensal, cerca de R$ 1 milhão. Sério, que tipo de despesa essa mãe tá tendo com esses meninos?

É claro que eu sei o tipo de vida de esbanjação que esses caras levam quando estão no topo. Claro que sei também das Marias-chuteiras e claro que sei que eles se fartam delas porque querem (e elas deles). Mas tudo isso não impede o questionamento do papel que a sociedade reserva para o pai na vida de uma criança. É o responsável financeiro. Ponto final. É só isso??

Eu não consigo deixar de achar esquisito esse tipo de coisa. O casal se divorcia e automaticamente a mãe passa a ter mais direitos sobre o filho, assim como o pai passa a ter mais deveres. Se o filho é dos dois, e os dois têm saúde, por exemplo, não deveriam ser iguais os direitos e os deveres? Tudo bem que hoje em dia seja mais comum a guarda compartilhada, mas ainda se pressupõe que o pai é que tem que dar conta do dinheiro pra bancar o filho e pronto. Soa pra mim como "comeu, agora pague".

Acompanhando essa história toda, não pude deixar de lembrar de um grafite que tinha na UFMG quando eu estudava lá. Dizia: “Os homens são todos iguais, mas crianças e mulheres primeiro”. Isso sempre me martelou. Afinal de contas, que droga de igualdade é essa? Minha vida vale menos porque eu sou um homem adulto? Quem decidiu que é mais correto que o homem vá à guerra? Por que tem todo rapaz de 18 anos de se alistar nas forças armadas do país?

Esse na verdade não é assunto pra post, isso é caso de discussão. Porque pede espaço para pontuações e para diferentes pontos de vista (eu sei, por exemplo, que tem pai que não quer pagar pensão mesmo tendo condições, assim como tem mãe que não quer a guarda do filho, assim como tem mãe que gasta essa pensão e por aí vai).

Tenho certeza de que nem expus parte do meu ponto de vista como gostaria. De toda forma, ressalto que para mim esse episódio vale ao menos pra levantar a discussão. Afinal, ainda que o homem, heterossexual, seja “a maioria dominante e opressora”, dá pra lutar por igualdade esperando apenas mudar o poder de mãos? É isso que a gente quer?


P.S.:A Dominação Masculina”, do Pierre Bourdieu e "A Construção Social da Masculinidade", de Pedro Paulo de Oliveira. Valem muito mais pra discutir tudo isso do que este post, claro.
P.S.2: Lembrei também deste vídeo aqui, de uma campanha pela licença- paternidade, que daria ao pai o direito de se afastar do trabalho para cuidar de seu filho recém-nascido ou adotado, lançada em março deste ano.


Se minhas palavras foram confusas e sem uma conclusão decente (porque não tenho mesmo), ao menos ficam esses dois P.S.s pra alimentar o diálogo.
.

terça-feira, 26 de julho de 2011

poc! poc! já podem comemorar!

Mais constrangedor que a Helô Pinheiro fazendo a Farrah Fawcett.

Mais constrangedor que a Ana Maria Braga fazendo a Madonna.

Mais constrangedor que a Vanuza cantando o Hino Nacional.

Mais constrangedor que a profissão da Renata Banhara.

Mais constrangedor que a Susana Vieira na menopausa.

Mais constrangedor que a política brasileira.

Mais constrangedor que a Wanessa de Camargo.



Vocês acham que eu tô falando do vídeo? Não. Tô falando de gente que se declara fã de Britney Spears. Ainda mais quando a pessoa decide pagar pra ver alguém que obviamente está louca (só que não) pra vir fazer uma dublagem em Buenos Aires, Brazil.
.
.
P.S.: Valeu, S.A.M., pela dica. E pelo bom senso, sempre.
P.S.2: Mari Moon não curtiu isso.
.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

"Amy Flies in Paradise"

“Not many people have it in them to do something they love, simply because they love it. with no fuss and no compromise. but she knew what she was capable of and didn’t even need to try. if she wanted to do something she would and if she didn’t she’d say fuck off. it came easy to her and that’s why we all loved her so much. we believed every word she wrote, and it would sink in deep when she sang them. Amy paved the way for artists like me and made people excited about british music again whilst being fearlessly hilarious and blase about the whole thing. i don’t think she ever realised just how brilliant she was and how important she is, but that just makes her even more charming. although im incredibly sad about Amy passing im also reminded of how immensely proud of her i am as well. and grateful to be inspired by her.
Amy flies in paradise xx


Com essas palavras, que só poderiam ser de alguém com a Adele, eu encerro o luto pela morte da Amy aqui no blog. Aqui no blog.

Amy, sua louca do meu coração, pra onde quer que você tenha ido... quebra tudo.

.

“Existe uma luz no céu acima de nós que apenas quem ama consegue ver.”

A morte da Amy não me chocou. Me entristeceu muito, me chateou indescritivelmente. Mas não me chocou. O que me chocou mesmo foi o festival de mau gosto que se seguiu ao fato.

Na internet, nas redes sociais, aquele festival de piadinhas que é bem tradicional neste país. Como bem pontuou minha amiga Sheilla,“se o povo brasileiro fosse tão proativo pra cuidar de seu país quanto é pra fazer piadas trash, o Brasil seria outro”. Gente que ri de morte, eu nunca vou entender isso.

Teve ainda o festival de donos da verdade em muitos blogs. Todo mundo com pérolas do tipo “ela não quis se cuidar, mereceu morrer”. Outra coisa que eu não entendo e nunca vou entender, gente que merece morrer. Será que tem gente assim tão melhor a ponto de merecer mais que o outro estar vivo? E falar o que uma outra pessoa quis ou não quis fazer, como era ou não era a vida dela é muito fácil, né? Ainda mais quando ela não está mais por aí pra se manifestar.

A imprensa sensacionalista me chocou, mas menos, porque dessa a gente não esperava outra coisa. Mas me chocou muito o mau gosto das “homenagens” do “Fantástico”, por exemplo. Precisava da Daniela Mercury gemendo “Back to Black”? E aquele festival de matérias moralistas? E aquele papo manjado dos 27 anos, quem ainda aguenta?

Agora, o que provavelmente mais me chocou foi a rapidez do Submarino.com em tentar lucrar em cima da tragédia da cantora. Amy foi declarada oficialmente morta no Brasil por volta das 13.40h. Às 17:09h eu recebi um email marketing do site, com a promoção “Tributo a Amy Winehouse”. Olha, eu não sou inocente e sei que vivemos há centenas de anos num mundo capitalista, como diria a outra lá. Mas é de uma estupidez sem precedentes esse tipo de ação. É o cúmulo da indelicadeza

E neguinho ainda enche a boca pra dizer que a louca era a Amy. Ah, façam-me o favor.


P.S.: Aos amigos todos que foram particularmente carinhosos comigo por conta disso, gostando ou não da Amy, muito obrigado mesmo. Confesso que nunca havia me sentido tão triste pela morte de um “célebre”, mas acho que tudo que já escrevi sobre ela aqui no blog diz muito sobre minha história com ela. Abraços.
P.S.2: Ah, dos muitos textos bacanas que eu li sobre o ocorrido neste fim de semana, sugiro este aqui, do Marcelo Rubens Paiva, que foi o mais pontual a respeito.
.

there's such a lot of world to see

Audrey esteve por aqui mais cedo, percebeu as bobagens que estavam me atormentando, e carinhosamente me disse as seguintes palavras:

“Remember, if you ever need a helping hand, it's at the end of your arm. As you get older, remember you have another hand: The first is to help yourself, the second is to help others.”

Depois dessa, restou-me convidá-la pra um café da manhã especial.

Queridos, uma semana muito fina e inesquecível pra vocês. E a Audrey deixou uma música pra começar bem, tá?
.

domingo, 24 de julho de 2011

what the Heck?

Minha vida em vídeo. Clique na minha vida em imagem para assistir.
.

sábado, 23 de julho de 2011

Amy morreu :(

E por falar em vida intensa...

:(

Pelo número de ligações e mensagens que eu já recebi, acho que todo mundo tem ideia do quanto eu estou chateado.

Eu não posso dizer que estou chocado com a notícia. Ela era tão transloucadamente coerente que todos nós já esperávamos por isso. Mas no fundo eu torcia pra que demorasse mais tempo. Torcia pra que ela fosse mais feliz, sei lá. Eu não posso evitar de ficar triste num dia cinza e frio como hoje.

O primeiro post sobre Amy Winehouse, escrito lá em junho de 2007, aqui. O primeiro de muitos aqui no blog, onde ela será sempre a musa absoluta.

Amy, sua vaca, você se foi sem o álbum novo que me prometeu. Mas eu vou continuar te amando, tá?

Intensamente.
.

menos...

Uma boa tarde que pra você que tá aí todo, todo, achando que sua vida é muito intensa.
.

pai de todos

Um professor de arte mudou a vida de Gringo Cardia e o ajudou a se encontrar.

Eu sempre admirei muito o Gringo. Mas hoje diria que sou mais fã do professor que ele teve aos 8 anos.

Família numerosa, casa sempre cheia, centenas de professores. Na minha vida, alguém como esse professor do Gringo nunca apareceu, muito pelo contrário. E eu achava que não, mas a verdade é que eu me ressinto com isso. E, particularmente nos últimos dois dias, pensar nessas coisas tem me incomodado bastante.

Não era normal, não. Não era só desatenção, não era só desamor... era descaso mesmo. E isso não era certo. Quem tem que se virar pra corrigir os erros dos outros agora (aliás, desde sempre) sou eu. E eu tô de saco muito cheio.

:/
.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

uma certa Fabiane Laube


Já que esta foi a “semana dos amigos”, achei que a música da sexta-feira merecia ser especial. Por isso deixo aí uma cantora, que além de ter uma voz maravilhosa é uma amiga das mais especiais na minha vida.

A história é a seguinte: o dia da prova que definiria os intercambistas para o Texas, no século passado, foi bem no dia do meu aniversário. Naquela época eu era muito ansioso, e ainda por cima eu tinha uma crença de que meu aniversário era sempre (e era mesmo) dia de muita merda acontecer. Daí, só de a prova ser no tal dia eu já fui uma pilha pros testes.

E aí aconteceu o primeiro contato: numa sala cheia de gente querendo matar os adversários, à primeira bobagem derrotista que eu devo ter falado uma mão levinha tocou meu ombro e eu ouvi a voz de gente boa dizendo: “Fica nervoso não, rapaz, que nós vamos conseguir”. Eu nunca tinha visto aquela criatura dos olhões azuis na faculdade. Mas é impressionante como o santo bateu na hora.

Daí aconteceu mesmo (aqui em casa já se dizia do tal “falar pela boca de um anjo", e eu acho que foi bem por aí): fomos selecionados os dois.

A Fabiane chegou antes ao Texas e não acompanhou umas situações esquisitas que eu tinha passado no Brasil com os outros selecionados. Por isso, quando eu cheguei aos EUA eu estava meio arredio com todo mundo. Mas eu já gostava dela como se a gente se conhecesse desde sempre -- isso a assustou um pouco, e aí ela é que ficou meio arredia comigo.

Sei que a gente foi se aproximando, e só posso dizer que os meses que passei ao lado dessa pessoa maravilhosa foram dos melhores da minha vida. Amizade difícil até de descrever em palavras (talvez ela consiga em música).

Antes que a gente se aproximasse, os outros intercambistas me falaram sobre ela ser cantora e ter uma voz maravilhosa. Eu fiz pouco caso; achei que fosse só mais uma contação de goma deles. Mas aí, quando eu e ela já costumávamos ficar juntos pra rir muito, numa tarde ela disse que ia cantar pra eu ver.

E aí eu me sentei, ainda não esperando muita coisa (naonde que uma pessoa baixinha daquela vai cantar alguma coisa?)... e Fabiane Laube começa a cantar “Mio Babino Caro”. Eu lembro nitidamente de sentir a sala e o piso de madeira todo vibrando, eu nunca, nunca tinha experimentado aquilo na minha vida. Pela primeira vez eu ouvi uma pessoa cantar de verdade. E a vontade de chorar? E os pelos arrepiados? E a vergonha de já ter “cantado” em público?

Eu ainda me emociono de lembrar desse dia. Assim como me arrepia lembrar das “Ave Marias” nas tardes nos jardins da Biblioteca de Estudos Latino Americanos. Nossa, ô tempo de felicidade, Deus do céu.

Fabiane deixou eu voltar sozinho pro Brasil e foi ser feliz na Finlândia. Ela continua cantando, como você pode ouvir no vídeo, e compõe também. Ela me liga de vez em quando, me faz rir muito e me enche de alegria como se a gente não tivesse nunca se separado. Ainda me deve umas balinhas de vodka finlandesas. E ainda vai fazer muito, muito sucesso, essa danada.

É isso então, meus queridos. Bom final de semana pra nós todos porque, como diria minha sábia e talentosa amiga do coração, “nós vamos conseguir”.

Suukkoja!

P.S.: Pra conhecer mais sobre a música da Fabiane (façam favor), cliquem aqui e aqui.
.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

o Bom Dia

E aconteceu a seguinte coisa: mesmo louco pra sair e me jogar na noite do último domingo, fiquei quieto em casa porque sabia que daria aula cedo na segunda, no outro canto da cidade. Fiz bem, porque sempre acordo um caco na manhã seguinte.

Acordei, tomei meu banho e um bom copo de café pra ligar o motor, peguei a viola e fui viajar. Já estava meio chateado porque a aula planejada não estava como eu queria – maldito perfeccionismo. Mais de uma hora depois (trânsito bacana!), lá estava eu no local. E aí foi quando eu me dei conta de que não tinha aula aquele dia, que meu aluno estava fora (ali no Caribe).

Fiquei tão puto com o ridículo da situação que não consegui nem ficar puto. Peguei o bus de volta, conformado e pensando que pelo menos eu ia dormir na volta (jura que consigo). Daí tava ali à toa, ouvindo o R.E.M. que sempre desperta os sentimentos mais autênticos em mim... então resolvi mandar um torpedo pra alguns amigos.

A mensagem fugiu à minha regra e foi bem concisa: Bom dia. Me dei conta, talvez porque o meu já tivesse começado com uma cagada memorável, de que desejar bom dia de coração a alguém seria algo que acabaria por me aliviar a alma. Escolhi então aqueles amigos que eu amo e que pela correria da vida acabo não vendo (e eles acabam não acreditndo que eu amo).

Devia ser umas 10 horas quando mandei. Depois de cinco minutos começaram as reações:

- Oi?
- Ei Humberto. Tá tudo bem?
- Gato, acho que você mandou mensagem pra mim por engano...
- Ai Humberto, você lembrou de mim? Que lindo que você pensa em mim!
- Ganhei meu dia!
- Também sonhei com você, saudade.
- Ótimo dia pra você!
- Ai, me fala logo, o quê que aconteceu?
- WTF
- ???!!!
- :)
- Medo.

Definitivamente foi muito válido acompanhar as reações. Tanto as de quem ficou empolgado demais quanto as de quem está tão desacostumado com uma delicadeza que já espera o pior – mesmo vindo de um simples “Bom dia”.

Eu sou um que vive falando de correria, de falta de tempo – e sabe Deus que é verdade. Mas acho que a gente tem de evitar cair na armadilha de viver apenas para sobreviver. A gente tem que ter o pé no chão, mas não precisa se embrutecer tanto, né?

De minha parte, meu exercício nesse sentido será tentar ver ou falar mais com essas pessoas que eu gosto e as quais não vejo sempre pela minha tão alardeada “vida corrida”. Fodas minha vida corrida. Nao quero assustar meus amigos com um cumprimento, um carinho.

Bom, então é isso. Acho que ao menos por aqui já não assusta tanto quando eu desejo bom dia. Portanto, queridos, já sabem:


.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

todo dia

Hum, 23.31h, ainda dá tempo de postar algo sobre o tal Dia do Amigo?

Toda hora aparece um dia do amigo na internet, mas pelo histórico aqui do blog é essa data em julho que eu costumo mencionar.

Eu poderia falar mil coisas, contar mil casos. Mas fica sempre aquele risco de ser indelicado, esquecer alguém, ser injusto. Mas ainda assim, vou pedir licença pra citar alguns casos específicos:

Deixo meu carinho a todos os meus amigos blogadores, desde os primeiros que apareceram por aqui, como o Fernando Império e o Rafael Pascoal, até a turma mais recente, liderada pelo Edu Pamp. Muito do prazer de ter um blog é essa possibilidade que ele dá de trazer novos amigos pra você.

Fica meu carinho também aos amigos que eu quase nunca vejo (porque eu sou um sem vergonha que vive ocupado), mas que moram no meu coração (e sabem disso). Gente como a Alê Maria, a Fabiane Laube (que mora na Finlândia, mas é como se morasse aqui do lado) e a Heleninha, que é muito, muito fina e agora ainda por cima tem blog também (e, olha que espetáculo, citou o "Humberto Explica" lá ontem mesmo, como um dos preferidos dela).

Pra fechar, já que o assunto é amizade, fica a lembrança do melhor amigo que eu tive nesta vida. Eu não achei uma foto dele dando sopa por aqui, mas essa imagem aí acima é igualim que nem quando ele era só meu neném. Muita saudade do meu Pultón.

Ah, no mais, a gente sabe que amigo que é amigo está por perto independente de data específica, independente do que for.

A todos que são verdadeiros amigos, meu obrigado. Vocês talvez não façam ideia do quanto são importantes pra mim. Bom, na vera, os que são amigos sabem sim.

Besos!
.

ela não pode fazer você amá-la

Eu sei que tem quem não goste da Adele por achar que ela é coisa de gente querendo pagar de inteligente, e eu sei que tem gente que realmente "gosta" da Adele só pra pagar de inteligente...

Eu gosto porque gosto. Conheço pouca coisa ainda e apesar de amar "Rolling in the Deep", por exemplo, não aguento mais ouvir (porque toca em TODAS as matérias do "TV Fama" -- e, sim, assisto "TV Fama" às vezes, acho que tem mais credibilidade que o "Jornal Nacional", que passa na mesma hora).

Anyways, já falei bastante da Adele aqui no blog. De modo que só voltei a tocar no assunto porque conheci esta semana a versão que ela fez de uma música que eu amo, "I can't make you love me" (nem sei de quem é a original, mas eu adoro desde que assisti "Encaixotando Helena").

É uma música pesada, pra variar, e pelo menos pra mim lembra o que foi o segundo momento mais punk da minha vida. Como o drama em questão virou só mesmo uma lembrança hoje em dia, então posso me dar o prazer de ouvir a música apenas porque gosto. E com essa versão da Adele, posso ter ainda mais prazer.

Ouçam aí e me digam se gostaram. Mas sejam sinceros, afinal vocês são sempre inteligentes pra mim, independentemente de gostar ou não de Adele.

Besos!


P.S.: Acabei de descobrir, a original de "I can't make you love me" é de Bonnie Raitt.
P.S.2: A minha versão favorita continua sendo a do filme, cantada pelo Venice.
P.S.3: É bem tenso, mas eu acho que ainda sugiro "Encaixotando Helena". Cristiano do "Apimentário", se não viu, tem que ver.
.

terça-feira, 19 de julho de 2011

pra dentro e pra fora

Dia muito corrido já, mas que seja ótimo pra todos nós.
Abrazos!
:)


P.S.: Prometo que tiro um tempo pra escrever hoje à noite, tô mesmo cheio de assunto sobre os quais eu quero falar.
.

domingo, 17 de julho de 2011

que seja boa :)



Eu queria postar alguma coisa significativa, mas deixa eu ficar só no desejo de boa semana pra todo mundo mesmo, né? E uma musiquinha pra começar.

Besos pra todos!


P.S.: Música sem nenhuma mensagem específica. Até porque logo na primeira linha ela já não tem a ver comigo. Escolhi só pelo "pópôpó da mcantora mesmo. ;)

sábado, 16 de julho de 2011

ai!...

E quem foi que disse que este blogador não sabe dar a cara à tapa? Quando essa belezura (NOT) de novela "Morde e Assopra" (spia esse nome) começou eu disse pra se preparar pra uma avalanche de capas com a Flávia Aessandra, lembram?

Pois é, pois mesmo bonita do jeito que está e fazendo papel duplo, Flavete não foi capa de UMA revista nesse tempo todo.

Porra, Nova, nem você pra me salvar dessa!
.

for a heart in peace

Bom dia luzes do dia!

Percebi que o último posts assustou alguns, e não era a intenção. Eu tenho que parar com essa mania de escrever na hora da raiva, mas sabe como é sangue de pisciano, né? Lê uma bobagem no Face alheio e não consegue deixar quieto.

Na verdade, eu nem estava com raiva, estava era aliviado por ter me dado conta de que tomei a decisão certa. A “raiva” foi de não ter seguido minha intuição antes e ter resolvido a situação ridícula muito mais cedo.

Se pareceu uma mensagem rancorosa no texto, meus queridos, eu peço desculpas de verdade. Porque a ideia era justamente a contrária, era desejar mesmo que cada um de vocês esteja bem, e que não deixem nenhum vampiro sugar essa felicidade ou ficar amolando.

Pra deixar tudo num mood melhor, então, “reescrevo” aqui uma outra conversa, também de Facebook, que aconteceu pouco mais tarde. Acompanhem:

Bom, é por aí então. Nada de rancores.

Mais uma vez, então, bom fim de semana pra todo mundo! Com muitos beijos na boca, tá?
;)
.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

urgh!, desencosta

Minha amiga gatinha, ilustrando este rápido post só pra ressaltar: quando eu quero dançar, eu realmente quero DANÇAR. Quer beijar?, ótimo!, todos ama, fique à vontade; mas não precisa ficar grudando em mim a noite inteira não, me deixa curtir minha solteirice em paz na pista. Tô casando com ninguém agora não, I’m a badass, lembra?

A gatinha também fica pra reforçar uma sugestão aos leitores e leitoras: se não rolar a química, se não bater, se você achar que tem alguma coisa esquisita com o possível felizardo, sai fora enquanto for cedo. Não fica insistindo em gente que não gosta de carinho, nem de sexo nem de porra nenhuma -- independente da vontade que você esteja de namorar. Tá cheio de gente bacana por aí, mas elas só vão se aproximar se você estiver de boa com você mesmo, não precisa mendigar afeto.

Em outras palavras, se joga na pista, vai dançar também! Na sexta no sábado e no domingo!

Então é isso, nada de gambás nas nossas vidas!
Muchos besos, ótimo final de semana pra todo mundo!
:D
.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

das antigas

Adoro sempre que vejo essas listas, vídeos ou posts sobre as grandes vilãs da teledramaturgia brasileira. Nada contra as mocinhas (de antigamente, porque as de hoje dão sono), mas as vilãs têm um borogodó que não deixa espaço pra mais ninguém na trama.

Entretanto, acho que rola uma senhora injustiça nesses rankings da vilania: ninguém nunca menciona a Violante, o CÃO na pele de uma impecável Drica Moraes em “Xica da Silva”. Violante era muuuuuito má. Ela era daquelas de dar até um certo medinho. Era rancorosa, invejosa, cruel e muito inteligente.

O bacana no caso dela é que, assim como a Perpétua de “Tieta”, Violante tinha uma rival à altura – a Xica também era ótima, então a briga era páreo duro, não era aquela covardia de uma Naza contra a mocinha (muitos risos!) da Susana Vieira, em "Senhora do Destino". Quando Violante e Xica da Silva se trombavam vinha sempre cena das boas. Lembro quando a protagonista serviu feijoada preparada com a carne do capacho da vilã – que lambeu os beiços e aprovou, sem saber do que se tratava, hehehe.

O SBT bem podia reprisar “Xica da Silva”, com aquela "qualidade" de vídeo das novelas da falecida Manchete. Eu assistiria.
.
.
P.S.: “Muito inteligente” veio em associação a "rancorosa, invejosa e cruel", mas claro que não é defeito, né? Nem precisava explicar, mas enfim. Entrou porque vilãs inteligentes são especialmente interessantes, sempre. As muito inteligentes, então, nem se fala.
.

Adriana Lessa

Eu trabalho em casa, vocês sabem, e uma das vantagens disso é que posso me permitir uns horários mais alternativos. Ralo pra caramba, mas com prazer, dentro do meu (um tanto corrido) tempo.

Nessa última semana eu andei almoçando tarde, mais especificamente na hora do “Vale a Pena ver de Novo”. Como eu tenho esse péssimo hábito de comer vendo televisão, acabei numa de rever “O Clone” de vez em quando (não me julguem).

Isso tudo pra falar que ando impressionado com o talento da Adriana Lessa. Uma mulher que dança lindamente, acho que canta também (e conseguia até apresentar o “TV Fama” com ética e dignidade)... ela atua muito bem! Tem umas cenas com ela em que eu fico emocionado mesmo (aliás, fico indignado com o quanto a pobre da personagem só se fode, dá vontade de sentar a mão naquele cloninho mal-educado pra ensinar ele a respeitar a mãe).

Eu me pergunto onde está essa mulher. Vou ver com minha amiga Sheilla, que deve saber, ou com os meninos dos blogs de TV. Sinceramente, penso que já era o caso da Adriana protagonizar alguma novela, sei lá. É muito boa pra estar fora dos holofotes. E se considerarmos que a novela é de dez anos atrás, ela já deve estar muito melhor, né?

Bom, esperar pra ver. Tanta gente ruim no ar, tanto espaço pras Carolinas Dieckmanns e Níveas Stelmmans da vida, não pode ser tão impossível voltar a ver Adriana Lessa atuando em algum folhetim.

É isto. Abrazos, bom dia!


P.S.: Vamos rever a inesquecível cena dela se despedindo do Nelson Rubens, no dia que deixou o “TV Fama”? Hahahaha, muito bom!
P.S.2: Ó, eu trabalho em casa, mas não Bruna Surfistinha não, hein! :P

.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

doida demais

Amy Winehouse, Leila Diniz, Jeniffer Aniston, Oprah, Luma... são várias as estrelas que iluminam este blog desde que ele nasceu, mais de quarto anos atrás. Mas uma delas ainda foi muito pouco citada. A única que é, na verdade, uma personagem: Vani.

A transloucada protagonista de “Os Normais” é muito musa. Nos últimos dias eu tenho revisto vários episódios e acho impressionante a capacidade de ela ser realmente normal – ao menos pra mim, já que me identifico muito com várias passagens.

São mais de 70 episódios da série, mas eu resolvi sugerir cinco aqui pra matar a saudade de Vani, sempre no topo de sua lucidez:

As taras que o tarado tara: esse eu vi ontem, e vale muito por conta dela mesmo. A cena na praia me custou uma gargalhada no meio da madrugada.

Um sábado normal: quem não se lembra de Álanis Morissette?

Um pouco de azar é normal: Vani cantando Gal e ligando pro trabalho são clássicos do destempero nacional.

Uma experiência normal: atenção à serenidade de Vani pintando os cabelos enquanto o Ruy a amola e ao bom senso enquanto “prepara os mamilos” para desfilar.

Um pouco de cultura é normal: Vani (a gorda) impagável.

Enfim, acho que vale como uma homenagem a essa linda – sempre doida demais.
.

boas lembranças

Minha foto favorita da viagem a Montevidéu, ano passado. No meu álbum, no falecido Orkat, estava descrita como "lugar de gente bonita". E assim mesmo que eu me lembro de lá.

Confirma a informação, Mimo?

Besos!

.

Hey, Ho!! Let's go!!!

13 de julho, Dia Internacional do Rock!

Se você é daqueles que não entendem e não se conformam com conceitos como "sertanejo-universitário", "pop-gospel", "pagode", "Claudia Leitte" e outras deformações da humanidade, hoje é o dia de ligar no talo o som de verdade.

Se joga do palco na plateia e escolha seu favorito aí abaixo. É só clicar na foto.

Vida longa ao rock! E a toda música de verdade.
.

P.S.: Eu tinha mesmo linkado uma apresentação live em cada foto, mas o Blogger hoje está particularmente impraticável, cansei. Procurem aí vocês o que preferirem.

.

terça-feira, 12 de julho de 2011

melhor aos 40

Dia desses, procurando uma versão live pra música que eu mais ouvi este ano, achei esta apresentação da Kylie Minogue no "Miss Itália".

Kylie não canta, a gente já sabe, não dança, está lá praticamente só expondo a figura. Mas o que me chamou a atenção foi justamente a figura.

Tudo bem que essas cantoras e atrizes têm mil recursos e tal, mas isso não minimiza o fato de ser admirável o quanto essa mulher está bonita. Ela ali, no (não muito) alto dos seus 40 e poucos, tava muito mais bonita que muitas das candidatas.

Quando eu era criança, uma mulher na casa dos 40 era considerada velha. Eu acho muito bacana, portanto, esse avanço, isso de uma mulher nessa faixa etária ser, hoje em dia, uma mulher praticamente começando a vida.

Enfim, só uma observação solta no meio de uma tarde corrida.

Abrazos a todos.
.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

arco-íris

Você que acompanha o blog há mais tempo já conhece a máxima que diz que "a felicidade é um par de All Star bem sujo"...

Bom, acho que dá pra avaliar o que foi esse fim de semana. Só não dá pra descrever.

Ótima semana pra todos vocês, queridos!! :D
.

domingo, 10 de julho de 2011

é simples

Nas melhores livrarias, depois do almoço de domingo.


P.S.: Do mineirês, bodar = dormir.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Anotherberto

Quando eu encasqueto com uma coisa não tem jeito... e agora eu quero porque quero um "extreme makeover". Mudar cabelo, mudar roupa, mudar tudo. Se tem gente que melhora tanto a ponto de se transformar em outra pessoa, então eu também quero.
.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

posso sim

Eu acredito que todo mundo, mesmo que negue, sabe o valor de uma conversa. Parar, por alguns minutos, e dar atenção de verdade ao outro. Ouvir, falar, se entregar por alguns instantes.

Uma conversa sincera e atenciosa pode curar mais que remédio. E pode dar a qualquer um aquele pingo de coragem que estava faltando pra respirar, não fazer drama e seguir crescendo.

Ninguém vive sozinho. Portanto, sempre que quiser, dê um minuto de atenção a alguém que precisa. E não deixe de pedir pra conversara também, quando for você quem estiver precisando de alguém que veja as coisas de um outro ângulo. Todo mundo só tem a ganhar.

Obrigado às quatro pessoas com quem tive boas conversas ontem, por telefone, por internet e pessoalmente. Obrigado mesmo.

Bom dia.
.