quarta-feira, 31 de agosto de 2011

mistérios da televisão brasileira

Uma saga que eu não assimilei muito bem ainda:

Então tava lá, bem no inicinho dos anos 90, uma Lizandra Souto liiiiinda de viver, morena, jovem, maravilhosa, despontando para o sucesso na TV. Ela fez algumas novelas, seguiu bem, e pelo que tudo levava a crer, faria uma boa carreira.

Daí, em 1994, em "Quatro Por Quatro", ela atuou com o jogador de vôlei Tande, numa participação do moço na novela (se não me engano, como ele mesmo). Aí os dois se apaixonaram. E se casaram. E Lizandra abandonou a carreira promissora pra ser dona de casa!

Não que na época eu tenha gostado da opção, mas era exatamente isso, uma opção, cada um sabe de si, então ela certamente estava feliz com o que tinha escolhido.

Aí então passraam-se os anos (minha barriga seguramente gela de imaginar quantos se passaram), Tande aposentou, Lizandra ninguém mais viu... E aí a Globo resolve colocar Tande, agora praticamente um Nosferatu (ainda mais em exibição de madrugada), pra virar estrela de TV.

Me explica essa? Vem a porra do cupido, pega a menina linda, tira ela da mídia, e aí anos depois devolve o marido dela feio pra cacete, no lugar. Como assim??? Não quero não!

Lizandra, é zoação, com certeza você agora tem uma família feliz. Mas, sinceramente, podia ter tentado equilibrar casamento e carreira, né?

Expressionismo alemão, a gente ve na tela da Globo.

cute


Vi isso hoje de manhã na TV e, preciso confessar, deu vontade de ser pai, hehehe. Alguém que também queira isso se habilita?

Muito fofos os dois, especialmente o da direita da tela, vontade de apertar.

Besos. ;)


P.S.: saudade das minhas sobrinhas!
P.S.2: Sarah, ainda bem que voltou! Toda vez que você some eu acho que tô fazendo alguma coisa errada aqui no blog, rs.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

fakebook

Vou criar uma nova rede social. Esqueça Orkut, esqueça Facebook, esqueça Google+. O negócio agora vai ser o FAKEBOOK, especial para aquelas pessoas que quando te encontram soltam um (super espontâneo e sincero) "amiiiiiigo, quanto teeeeempo queriiiiido! Vamo se ver mais??".

O FAKEBOOK também é ótimo para pessoas com duas caras, digo, dois perfis. Sobretudo, serve praquela galera que te adiciona só pra bicar sua vida, mas nunca publica uma foto sequer e não te dá nem um "oi, bom dia" por educação.

Então já sabem, se aquele mala pedir pra te adicionar, passa pra ele seu perfil no FAKEBOOK. Deixe as outras redes sociais para os amigos de verdade.


P.S.: Por falar nos amigos de verdade, THANKS aos queridos com quem me divertir horrores no findi. Tudo ótimo, até a gente cantando super afinados no engarrafamento meigo de seis horas na estrada. Nada como um bom momento offline pra lembrar como funciona amizade na vida real, né? :D

juizo-less



E creio que a música fala por si mesma.
Ótima semana pra todos nós!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

tudo ao mesmo tempo que tá passando rápido demais

Sorry pela falta de posts e comentários nos blogs-amigos, povo... É que agora tá difícil mesmo, realmente muito ocupado.

Tô cheio de ideia engavetada aqui e tô devendo um post pro querido do Mr. TV, mas prometo que à primeira folga e cuca fresca eu escrevo.

Abrazos a todos!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

viver com o Enjoy no mode ON

"A felicidade é um par de All Star bem sujo."

Eu mesmo (não muito sóbrio, claro) criei essa pérola uma vez, ao me dar conta de que depois de uma noite maravilhosa, dançando e me divertindo horrores, tinha saído da boate com o tênis imundo.

Eu acabei passando a gostar do Converse como colecionador, quase; adoro todos os modelos e o tênis se tornou algo bem meu, é um objeto que diz muito sobre mim e sobre minha disposição pra viver a vida dando valor à felicidade, mesmo nas coisas mais simples dela (como dançar com os amigos).

Cada vez que um All Star aparece aqui neste blog, pode saber, é porque este blogador foi ou vai se jogar na pista sem medo de ser feliz.

Isso era um comentário que eu ia postar em resposta aos comentários de vocês no post anterior. Acabou ganhando destaque, até pela explicação (afinal, o Humberto tem que explicar alguma coisa de vez em quando, né?).

Besos pra vocês todos, abrazos aos amigos todos com quem estive nesse fim de semana! E abrazos a todos com quem estarei sujando o All Star muito em breve.

Besos!


P.S.: A Converse podia patrocinar este blog, né? Ou pelo menos mandar uns pares pra mim de vez em quando (42 Bra, 10 USA, cano longo e baixo, não tenho preconceitos!).
P.S.2:
O título deste post é de autoria (e ao mesmo tempo dedicado) à fofa da Rafa Sol, que bateu muito cabelo loiro comigo sábado. :D

sábado, 20 de agosto de 2011

hey, mr.DJ!


Eu bati cabeça a semana inteira. Então, tenho todo direito de bater cabelo agora, sem dó nem piedade. Hoje eu danço até ao som da Neide.

O dia foi lindo, mas a noite, com os amigos, promete ser ainda melhor.

Bora sujar o All Star moçada!

bonequinha de luxo!

Tem que comemorar, porque não é todo dia que alguém chega aos 18 anos já sabendo tanto das coisas!

Parabéns, Tainá, muitas alegrias, viagens e experiências boas nesse tanto de vida que você ainda tem pela frente, lindona!

Feliz cumpleaños!!
:D


P.S.: E nada de chorumelas nem gente que chorumela, porque a gente não precisa, né?
;)
P.S.2: Bom findi, povo, se joguem!


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

once upon a really, really good time :)

Uma amiga dos tempos de colégio fez aquela coisa que a gente adora e postou (com direito a Tag devidamente removida posteriormente) uma foto minha daquela época. A impressão que eu tenho é que eu pesava 50 quilos (mas era 60kg, juro!).

Tudo bem que eu estou péssimo na foto, mas isso é o de menos (até porque rolam várias calças saint-tropeitos do resto da turma). O que vale mesmo é a lembrança de uma época muito boa! Época em que eu era feliz e sabia.

Aos 17 anos eu era um rapazinho muito, mas muito diferente do homem que eu me tornei, ingênuo de dar dó. Mas eu era bom rapaz. :)

Agora, pra fechar, clica aqui e dá uma olhada no clipe de uma das bandas que eu mais adorava na época.

Ô vida boa. Desde sempre.
Besos!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

raise your glass!

Ontem foi “Dia do Solteiro”. Não entendo essas datas. Sei que são comerciais, mas algumas, como essa, por exemplo, qual o sentido? Alguém presenteia o outro por ser solteiro? A ideia era fazer a galera ir pra nite e gastar?

Fiquei pensando nisso. Especialmente porque me encontro num momento em que por nada nem ninguém neste mundo eu deixaria de ser solteiro. De forma alguma.

Quem acompanha o blog de longa data deve lembrar da minha fase Marilda. Era aquela época em que eu era solteiro, mas tava o tempo todo esperando aparecer alguém especial, o tempo todo com aquela sensação que ensinam a gente a ter, desde cedo, de que tem alguém reservado pra mim e que essa pessoa vai aparecer e tudo vai se resolver.

Apesar dessa espera por alguém que melhoraria tudo, eu lembro bem de que nessa mesma época estava tudo em ordem na minha vida – carreira, dinheiro, saúde, festas. E talvez por isso mesmo, por eu estar bem, apareceu a tão esperada criatura.

Eu vivi boas experiências ao lado dessa pessoa, depois passei por outras não tão boas, mas ainda assim tudo foi experiência. O carinho permanece, mas todo o amor não foi o suficiente pra enfrentar as maldades alheias e a história a dois (ou a mil) terminou. E aí eu me vi sozinho de novo. Mas as coisas já tinham mudado.

Primeiro veio uma fase em que todo mundo queria que eu já arrumasse logo uma outra pessoa, quase como uma obrigação. Eu era cobrado o tempo todo. E eu simplesmente não queria – não sou do tipo que deixa de gostar de um dia pro outro; na verdade nem sou do tipo que deixa de gostar, se for de verdade, apenas toco o barco.

Depois, veio uma fase em que eu comecei a me abrir de novo pra vida e até pras pessoas. Mas talvez até pra me curar do pesar sentido, eu decidi me priorizar. Decidi que não ia ficar sem dar meus beijos na boca, mas que não estava a fim de me envolver – não que eu vá andar por aí com um muro à minha frente, mas a coisa mais importante pra mim passou a ser me curtir.

Daí hoje, pensando nessa coisa do “Dia do Solteiro”, lembrei da minha infância. A gente nunca podia viajar (veja bem, não é que a gente não tivesse condições, é que a gente não podia viajar. A gente nunca podia passear nunca podia porra nenhuma. E aí, lembrando dessas coisas, caiu minha ficha de que, aos trancos e barrancos, agora sou totalmente dono desse nariz enorme que Deus me deu. E a situação se inverteu: eu posso não ter condições de viajar, mas eu posso viajar se eu quiser. E foi aí que veio a luz:

Estou solteiro e gosto disso. Não mais um solteiro Marilda, à espera de alguém responsável pela minha felicidade (ou, pior, alguém cuja felicidade dependa de mim). Mas um solteiro feliz pelo fato de ter uma vida toda pela frente, cheio de lugares pra conhecer, de experiências pra viver, de gente pra gostar. Um solteiro único responsável pela própria felicidade, guiado não pelas expectativas dos outros, mas pelas minhas. Um solteiro cheio de coisas pra aprender, pra provar.

E pensando na coisa, dessa forma, tenho que confessar: acho que a data é pra comemorar mesmo. E o melhor é que, ao menos por ora, ela é uma data que se repete todo dia pra mim. Fala a verdade, eu preciso de mais alguma coisa?

Besos.


P.S. longo: Em novembro, eu tava realmente muito mal. Muito. E tinha que resolver aquela situação toda sozinho, porque não era um assunto que se podia discutir e desabafar em casa. E eu, na verdade, sempre fui do tipo que só pede ajuda em último caso.

Sei que numa dessas, eu tava péssimo, choro entalado há semanas, e me aparece Dona Mãe, o ícone, com um pano amarelo na mão. Ela me joga o pano e pergunta: “Essa camisa eu dou de presente pra mulher ou pra homem?” Eu abro a camiseta, essa mesma que ilustra esse post, o sorriso nasce naturalmente, e respondo: “Essa camisa agora é minha.”

Impressionante como mãe é mãe, né? Sem precisar falar nada diretamente, e o mais incrível, sem saber bulhufas de inglês, ela disse exatamente o que eu precisava ouvir naquela hora: que a vida tava lá, todinha à minha espera. Cheers to being single!


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Fox in Rio



Vocês viram o comercial do novo Fox Rock in Rio?

Só eu achei curioso apelarem pro Queen? Não, né? Afinal, faz mesmo muito mais sentido associar seu produto ao "Rock in Rio" de verdade, o de 1985, com uma banda de rock de verdade. Quem seria louco de vender um Fox Rock in Rio ao som da Claudia Leitte? Ou da Katy Perry? Quem?!


P.S.: Já que falei de comerciais, não posso deixar de mencionar o da Bradesco Seguros, com o Byafra. Muito, muito bom, ri horrores. E a repercussão foi das melhores.



Dan sabe tudo

Um dos leitores mais queridos deste blog é o entrevistado do "Justo e Digno" de hoje. Nada mais justo, digno e fino!

Passa lá pra conhecer melhor o Dan, esse moço. E depois passa no blog do próprio, o "Naipes Flamejantes", porque o último post dele está perfeito.

Bom dia pra vocês. Hoje é feriado local em TuBHcanga, mas, né?, quem disse que isso significa folga pra todos?

Besos!
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03:44h

I am ready to jump. And, you know, I will.

If you can't join or follow me, you better get outta my way.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

antes ou depois?

Eu sou um sem vergonha e tô focando muito mal no trabalho. Bad Humberto!

Mas como não passar por aqui rapidim pra fufucar com vocês?? Vocês viram o novo Gerard Butler? E aí? O que vocês acham, melhor agora na fase vigorexia ou antes na fase rústico?

Hum? Hum?
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great expectations

Eu sei que na velocidade que as coisas andam hoje em dia tudo fica passado rapidinho, especialmente hits de divas das bibas.

Fato é que eu tenho meu ritmo, e apesar de atípico eu o respeito. Não me obrigo a gostar ou não de alguém ou alguma coisa porque é modinha e porque tem gostar naquela hora programada por sei lá quem.

Só esses dias eu ouvi com mais atenção “The Edge of Glory”, da Gaga. E... sorry, já é a música na cabeça da semana. Preciso sair pra dançar!

Sei que a cantora já tá trabalhando em outro single, mas whatever, né?

Bom dia!

;)
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