sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012!!!

Saúde! Sorte! Prosperidade!
=D

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11 badasses pra fechar 2011

E a grande meta pra este ano que se acaba era ser um badass, lembram? Bom, então vamos dar adeus a 2011 com a sensação de dever cumprido. Abaixo, 11 amores pra comemorar a conquista. Ai de voc se não gostar da lista.

That's all.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

11 posts que deram o que falar em 2011

O que faz um post ter mais sucesso que outro é um mistério pra qualquer um que tem um blog. Às vezes a gente prepara, pesquisa, jura que nêgo vai adorar e não dá repercussão nenhuma. Outras vezes a gente escreve correndo, de primeira (como, aliás é a maioria dos posts por aqui) e galera adora.

Para escolher onze posts mercantes em 2011, meu critério foi a discussão: textos sobre os quais recebi comentários no blog, por telefone e nas redes sociais. Basta clicar nos assuntos abaixo para relembrar esses posts.

É preciso ser um badass.

Os gênios da nova geração e o mundo que os antecedia.

Sobre o amor e a vida.

Infância e "Toy Story".

Paternidade e o papel do homem na sociedade.

Sonhos que se realizam.

Mulheres "barraqueiras".

Festas de aniversário.

Gentileza e vida moderna.

Fim do namoro e amigos em comum.

A marcha das vadias.


P.S.: Olha, vou ter que dar mais uma roubadinha aqui. Os onze escolhidos eram posts mais de texto, mas tem dois mais de imagem que têm de ser lembrados, a saber:

Muito dinheiro e pele oleosa. Vale encarar?

Meu coração é vermelho.
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11 alegrias em 2011

Mas como tristeza a gente supera e segue em frente, vamos à outra face da vida, a alegria. Que tal 11 coisas boas de 2011, uh? E que tal começar com Sue Sue Heck, esse brilho completo? =D

Sobrinhas por perto.

Amigos por perto (mesmo que seja necessário viajar pra isso).

SOL-TEI-RI-CE.

Aquela surpresa na academia no meio de uma manhã de segunda-feira.

O cangac, digo, a novela dos cangaceiros.

Rio. de Janeiro.

Miss Universo angolana.

Voltar a sujar o All Star.

Viver.

Se jogar. Sem dó.

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11 fatos tristes em 2011

Perdas fazem parte da vida. Mas isso não as torna menos dolorosas. Um ponto especialmente chato de 2011 é que foi muito forte a dor sentida pelos que se foram, pelos desentendimentos que não se solucionaram e pelo sofrimento, por problemas de saúde, de gente que a gente ama.

Meu mais profundo pesar, pra começo de conversa, pela morte do Kojak, meu nenenzinho, que foi forte até o fim, a ponto de me esperar pra estar comigo antes de partir -- não há post que dê conta do que eu sinto quando lembro disso.

Bom, se você lê este blog você tem ideia do quão chateado eu fiquei por a Amy ter me deixado.

Eu ainda estava bem abalado pela morte do Koji quando a coisa mais estúpida aconteceu e minha amiga Glau, aquela criatura alegre e iluminada, partiu também. Não tem explicação.

Outras coisas chatas nesse ano que passou:

- a tragédia da chuva na região serrana do Rio de Janeiro;

- o acidente nuclear no Japão;- o ataque suicida em uma escola no Rio de Janeiro;

- toda sorte de problemas de saúde, ninguém merece;

- gente mimimi soltando indiretinha em rede social, fazendo inferno. É o fim;

- Sarah, uma das leitoras mais queridas aqui do blog, sumiu com força. :(

- quem também anda sumindo são as joaninhas;

- doença de pessoas muito queridas.

=/


Que nenhum de nós tenha assunto para esse tipo de post no ano que vem.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

11 mulheres que marcaram 2011

Amy

Natalie e seu Oscar festejado como final de campeonato.

Adele, essa fofa.

Sandyleah $afadinha (but not).

Gisa super bem-sucedida e independente X feministas limitadas no cheque especial.

Fátima, partindo com sua chapinha para novos desafios.

Só rezando mesmo por Myrian Rios.

Foi preciso uma sub-celebridade como Joana Machado pra
repensar o postura que a sociedade ainda espera da mulher.

E teve boatos que Luisa Marilac estava na pior...

Dilma ainda não decidiu o que quer da vida (nem pro país).

Maria Melilo e a inacreditável vitória da periguete gente-fina.
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11 séries (novas e velhas) que andei vendo em 2011


Num ano em que eu vergonhosamente negligenciei a leitura (shame on me) e fui bastante relapso com os filmes também, acabei me entregando às séries. Acompanhei algumas atuais, revi todos os episódios de algumas antigas, soube (mas não vi) de outras que geral tá adorando e eu talvez vá seguir ano que vem.

O hábito de assistir um (ou dois. ou cinco. :P) episódio de determinada série toda noite antes de dormir começou em janeiro, quando revi "Two and a Half Men", a fim de me ajudar a superar a barra que passava naquele momento (e, acredite, ajudou bastante). Depois vieram as outras dez.

Séries são comerciais, são coisa de gente pouco preocupada em ser intelectual e tal, mas eu devo confessar que muito do que acompanhei nessas 11 aqui listadas mexeram mais comigo do que eu imaginaria. Três cenas em particular mexeram profundamente comigo, e eu nunca mais esqueço. Falo das três a seguir, em algum momento neste post. Vamos ao restante da lista:


"Os Normais" - Que prazer sempre é relembrar as aventuras de Vani. No começo de abril, quando as coisas começavam a se ajeitar, postei aquele sambinha clássico dela, mas não me deu sorte não, viu. Bem a la coisa de Vani, naquele mesmo dia começou a saga que ia me deixar uns cinco meses, sem, bem, deixa pra lá.

"The Middle" - Minha série favorita de longe entre as atuais, garantiu a melhor cena que vi este ano. Infelizmente não consegui o vídeo do momento em que Sue Heck tenta completar a prova para ser aceita na equipe de Cross Country. Ao mens achei a imagem, pra registrar esse momento em que chorei o mesmo tanto que ri -- muito.

"Modern Family" - Uma outra visão sobre o mesmo tema, família. Muito boa também, especialmente por aquele espetáculo chamado Sofia Vergara.

"Queer as Folk" - Série muito, muito boa. São pouquíssimos os episódios mais fracos (como o final, por exemplo), mas nada que diminua a qualidade da obra. Nunca conseguia assistir mais de uma de uma só vez porque sempre me deixava sempre muito pensativo. Pensava, por exemplo, no que teria mudado em minha vida se eu tivesse acompanhado a série quando foi exibida. No mais, a segunda das três cenas de que falei foi nesta série: eu comecei a assistir "QAF" com uma pessoa, que idolatrava o Brian; aquilo sempre me irritou um pouco. Fato é que quando vi a tal cena, onde o Brian finalmente se mostra vulnerável e encarando a própria vida, foi foda. Quando ele passa pelo Justin lhe dando apoio, aí eu queria morrer mesmo.


"Sex and the City" - Essa comecei a rever há pouco tempo. Também gosto muito, mas ainda acho que apesar de sempre rolar uma identificação aqui, outra ali, é uma coisa feminina demais. Mesmo assim, há alguns dias falei aqui de uma cena que valeu pelo série toda, lembram?

"Glee" - Acompanhei "Glee", confesso. Mais pelo hábito mesmo, pelos alunos que gostam. Vamos combinar, é uma série bem mais ou menos, né? Sei lá, meio coisa de biba de 12 anos.

"Anos Rebeldes" - Eu precisaria de um post pra explicar a aventura que foi assistir "Anos Rebeldes". Tem coisas que são engraçadas, como a coincidência de se assistir determinada obra audiovisual em determinado momento da sua vida. Eu queria estapear a cara da Maria Lúcia (papel da Malu Mader) na cena final da série, tal qual aquelas velhas que falam com a personagem na TV, queria gritar "viu, sua asna, foi perder tempo com o idiota, podia ter tido seu quarto e sua vida!". Enfim, outra hora, talvez, falo disso.

"Tapas & Beijos" - Eu andei assistindo também. Acho legal, Andréa Beltrão amo muito, Fernanda Torres também, mas acho que o hype é levemente exagerado. Não acho que seja lá isso tudo não.

"Macho Man" - Essa eu já gostava mais, apesar de não ter feito tanto sucesso. Acho que acabou, inclusive. Como eu vou viver sem a Nikita e a Veneta?

"Ugly Betty" - Pra fechar com chave de ouro. Não porque a série seja essa coisa toda, acho que nem é. Mas eu adorei. Tanto que não me conformo que tenha acabado apenas na 4a temporada. Eu sinto falta das personagens, do ambiente da revista. Tem dia que eu tenho vontade de ligar pra Wilhelmina Slater, pra depois lembrar que era ficção. Foi em "Ugly Betty" também que rolou a 3a cena mais marcante do ano, aquela em que a protagonista vê partir o cara que ela amava. Ai, é muito sem noção torcer pra que Salma Hayek resolva ressuscitar a série?

Tá bom, né? Que séries vocês me sugerem pro ano que vem? Vale tudo, nova, velha, qualquer temática.

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11 bobagens que fizeram rir em 2011

104cm de cintura do Zeca Camargo. Ah, sim, com certeza.


Cara da Daniela Alboqueth na saída da Keyla Lima.

"Ego Estagiário".


Carol Sandy Snowhite.

Chewbacca tirando onda com a bundinha da Scarlett Johansson.


Biafra tirando sarro de si mesmo.

Precisa dizer algo?


Xuxa Marilac (e todas as versões de Luisa Marilac, além da original, claro).

Britney Spears saindo do bueiro, Britney Spears anunciando a vinda ao Brasil, fãs da Britney Spears (especialmente os acampados no local do show), foto da biba com a Britney Spears. Enfim, Britney Spears.


Sei que é velho, mas só vi este ano. Não dava pra não citar.


E, claro, Claudia Leitte.


Bom, me fizeram rir. Não sei vocês aí. :P
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11 assuntos que ficaram sem posts em 2011

"Depois escrevo". Quem, tendo um blog, nunca pensou isso? Sempre dá aquela vontade de escrever sobre alguma coisa, mas na correria de sempre, a gente acaba adiando (meu amigo Heron e eu que o digamos, toda hora a gente soltava um "vou escrever sobre isso" que nunca virava post de verdade.

Passando os olhos pela lista de rascunhos no Blogger, escolhi 11 temas que passaram perto de ganhar texto, mas por capricho, perfeccionismo ou simplesmente preguiça, acabaram ficando pra 2012 (será?). São eles:

- Excessos bibísticos quando o assunto são suas "divas", especialmente aqueles que adoram falar que Lady Gaga copia Madonna sem, claro, mencionar que Madonna copiava Debbie Harry no começo da carreira.

- A orkutização da orkutização. Achei três rascunhos sobre o tema ao longo do ano. De toda forma, meu amigo André, do "Salada de Cinema", fez um ótimo post sobre o tema, em seu outro blog, então fica aqui o link pra fechar o assunto, que já cansou.

- Os trabalhos do meu amigo João Batista, que está trilhando seu caminho no mundo da moda. Este com certeza vai ser um dos primeiros posts de 2012.


- "Dar o cu like Jagger
": Eu admito, desde já, que é algo que só deve acontecer comigo no planeta: eu ODEIO "Moves Like Jagger", do Maroon Five. Deus é testemunha de que eu tentei gostar quando TODO MUNDO amou a música e ai meu saco. Nossa, eu acho muito, muito, muito chata. E acho que supervalorizam o Maroon Five também, pronto falei.

- "Vídeo Show": Esse também é um post que cedo ou tarde vai sair. Preciso, nem que seja só pra desabafar, falar do lixo que esse programa virou.

- Monique Alfradique, rainha da bateria: Vocês são testemunhas que eu adoro as rainhas e madrinhas da bateria e que eu entendo que as famosas são convidadas pra chamar a atenção mesmo e tal. Mas, putamerda, o que Monique Alfradique (que é linda) tem a ver com carnaval? Nem fama essa menina tem ainda pra fazer valer o fator "chamar a atenção", como assim? Talvez renda assunto em fevereiro.
P.S.: Certeza que metade dos leitores vai passar alguns minutos tentando lembrar quem é Monique Alfradique.

- A não-bucetinha na Playboy: Sobre essa viadagem da Playboy atual, escondendo as piriquitas das estrelas, até das menos estrelas possíveis, como ex-BBBs. O assunto dá direito a falar do mamilo nas edições dos anos 70 e da emoção que foi, aos 11 anos, ver uma xotz bem peluda pela primeira vez na revista (thanks Isadora Ribeiro!).


- Oração de Santa Luma de Oliveira
, pra arrumar marido rico. Esse, com o texto maravilhoso da minha amiga e leitora top Janaína, não saiu até hoje porque não achei a foto certa pra ilustrar. Perfeccionismo, esse mal.

- "Tieta" e o Youtube de madrugada: Ah, esse só quando eu resolver finalmente escrever mesmo.

- Capas de discos de novela nos anos 80: marca de um tempo que se foi (graças a Deus, como era difícil ter a música que a gente gostava em casa).

- Márcia Fu, cadê você? Minha jogadora de vôlei favorita, talentosa, figuraça, ícone de um tempo em que ter personalidade e ser autêntica era mais do que forçar a barra xingando todo mundo no Twitter.


É isso aí, agora é torcer (ou não) pra alguns desses assuntos finalmente ganharem um post.
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