quinta-feira, 29 de novembro de 2012

igualdade MC Hammer

Eu ia escrever a respeito dessa imagem do Joaquim Barbosa que andou circulando no Facebook semana passada [e sobre o que ele (e os outros ministros, brancos ou coisa parecida) realmente pensa das cotas  -- e sobre o que eu penso das cotas], mas a minha preguiça da Sociedade está muito maior. Fora que eu ando repensando a necessidade de conversar.

Então vou deixar essas imagens todas soltas aí. Concluam o que quiserem -- até porque, a julgar pela piadinha (oops, nao era piadinha?) no Face, e por outras N coisas, cada um entende o que quer como melhor lhe convém, não é mesmo?




P.S.: Se um dia o saco (e a inocência) voltar, eu volto ao assunto. Até porque minha opinião a respeito é menos óbvia do que faz parecer este post .
P.S.2: Joaquim Barbosa, "o Batman". Apenas preguiça das pessoas.


2 comentários:

Tainá disse...

Aaaaaaah Humberto, vou ter que comentar. Eu SOU a favor de cotas, porque elas ajudam muito aqueles alunos de colégio público que se esforçam e sabem o que querem, e que desejam estar lá estudando muito mais que filhinho de papai que só tá fazendo faculdade pq o pai mandou e passa a aula toda no bar (tanto que não é bobagem quando a gente vê matérias que falam 'cotistas tem notas altas). Mas não sou a favor das famosas 50%. Pra começar, a procura é muito baixa... as vagas do prouni da PUC quase não são utilizadas por exemplo. Além disso, é absuro colocar na mesma sala de aula quem tinha uma carga horaria escolar de 9 horas por dia com quem tem uma que não chega a ser nem metade disso (ou quem tirou 140 no enem com quem tirou 60), porque é óbvio que o desempenho não vai ser igual.
Por outro lado é claro que dá vergonha de saber que a vaga que você ocupa é comprada. Mas e os filhos de quem ralou igual um condenado pra pagar escola particular? Pq pagar 800 reais por mes é uma coisa, 2000 é outra, né? E do nada ter a sua vaga -mesmo que comprada- tirada assim de você? Tambem não é justo.

No fim, as cotas de 50%, igual a bonitinha da Dilma disse, iam ser usadas a partir do ano que vem, e passariam por uma revisão daqui a 8 anos (ou algo do tipo), tempo que, vamos combinar, dava para mudar a educação publica desde a base e colocar todo mundo em um patamar de avaliação bem mais justo.

Caroline disse...

PREGUIÇAAAAAAAAAAAAAAAA.....