quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Suzy é show

Fuçando nas revistas aqui, achei isso nas páginas da Nova de março de 1989. Eu achei bullying-Mãe Dinah.

Brincadeiras à parte, como era linda a Suzy Rego! Ela fez muito Nova nessa época, no intervalo entre o Miss Brasil em que foi a 2a colocada e sua estreia como atriz, em "Top Model" (não estou muito certo disso, mas acho que foi em "Top Model" mesmo -- Mr. TV, me acuda aqui). Na época eu não achava Suzy essa lindura toda, mas hoje, mesmo cheínha, acho uma mulher maravilhosa.

E Suzy se tornou uma excelente atriz também. Andou sumida, voltou numa novela péssima (aquela dos robôs e dinossauros, que só se salvou pela atuação espetacular da Cássia Kiss), mas agora tá mandando muito bem na novela das seis. Tomara que a Globo não desperdice tamanho talento e já pense nela pra uma de suas próximas produções.

Postei isso aqui pelo curioso da foto/título da matéria; mas postei mais pra falar do talento e da beleza da Suzy, do quanto amadurecer só fez bem a ela (como faz a todo mundo, na maioria dos casos).

Abrazos.

.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

run 4 it!

"Meu dia é muito corrido, não tenho tempo pra fazer exercícios". Quantas vezes você escuta isso? Quantas vezes vocês diz isso?

O negócio é que os dias são corridos porque a vida é corrida. A vida voa, rapaz. E se a gente não se cuidar, uma hora vem a conta do corpinho, cobrando pelo nosso descaso com ele.

Há alguns anos eu venho tentando me cuidar melhor, especialmente depois de ver gente que eu amo penando por conta de problemas de saúde. Ano passado eu mesmo tive vários, e Deus é testemunha que é na hora do aperto que a gente dá valor ao nosso bem-estar. Não há status, dinheiro nem prestígio no mundo que seja melhor que dormir e acordar sem nenhuma ziquizira.

Eu sei que falo muita bobagem neste blog, e sei que sou só mais um zé, cuja sabedoria não te libertará, mas se posso sugerir uma coisa, eu sugiro que você aí cuide bem da sua saúde. Procure comer bem e procure se exercitar. E já que não podemos ignorar o tempo curto e a nossa rotina cansativa, eu sugiro especificamente que você escolha a corrida.

Correr é ótimo. Você pode começar no seu ritmo, correndo uns 20 minutos por dia, depois ir naturalmente acelerando e aumentando o tempo (que ainda assim será curto e, portanto, não vai atrapalhar sua rotina corrida). Você não precisa pagar uma academia para correr e pode se exercitar onde for, mesmo que você seja um mega executivo que viaja toda hora (alô Xunior!).

Em pouco tempo você vai sentir a diferença, no seu corpo, no seu fôlego, na sua resistência. E talvez acabe incorporando outras modalidades na sua rotina de exercícios. O importante é que você comece, e que você mantenha o ritmo (ou melhor, que você se supere!).

Eu corro na esteira, só na esteira (rua pra mim, só na orla da Lagoa da Pampulla mesmo, que infelizmente não tá aqui do ladinho de casa). E corro sempre com música! Eu gosto das bem pop mesmo, porque esqueço da vida, foco só nas passadas, e vou no ritmo do som, me segurando pra não cantar alto na academia e assustar minhas companheiras, todas gatinhas da 3a idade.

Pra dar uma forcinha pra você que quer começar a correr, preparei uma playlist com algumas músicas que funcionam bem (pra mim, pelo menos). Mas você pode criar na sua, claro. Então põe um tênis confortável, veste uma roupa idem, clica AQUI e move that body!

Corra por você mesmo. Esses 20, 30 minutinhos todo dia, além de fazer bem ao seu corpo, com certeza farão bem ao seu espírito, já que é um tempo no tal dia corrido que você reserva pra você, pra pôr sua cabeça no lugar.

É isso. Aproveita que a semana tá começando e começa a correr também.
Bora lá correr?!
;-)
.

domingo, 26 de agosto de 2012

chuta pro gol, carai!

Quando era criança odiava futebol. Odiava, odiava. Futebol pra mim era aquela merda que eu era obrigado a fazer na aula de educação física, e que, por isso mesmo, duas vezes por semana me fazia sentir um pouco mais detestado do que já era em casa (porque eu era aquele que sobrava na divisão dos times, ninguém me escolhia, eu era aquilo que o time tinha de levar por obrigação).

Na Copa de 1986 eu comecei a gostar um pouquinho do esporte, por conta do Maradona, que era o melhor. Eu acompanhava mal e porcamente a competição (gostava de outras coisas, da Luiza Brunet de musa na Playboy, da loira do Araquém etc), mas ali comecei a me interessar um pouquinho, acho que mais pra ter assunto no recreio.

No ano seguinte foi a primeira vez que eu lembro de ter seguido melhor um Campeonato Brasileiro. E mais legal ainda, foi a primeira vez que eu joguei futebol com prazer: tinha uma peladinha na casa de um amigo, rolava num espaço mínimo, e o mais hilário é que no fundo o jogo era 6 muleques de 10 anos contra a tia dele, a Ticida (uma bofe imensa, que era professora de educação física). Eu não perdia um desses jogos, porque ao contrário daqueles na escola, me faziam me sentir um garoto normal. E eu adoraaaava a Ticida, ela era muito bacana -- Ela que não deve ter boas lembranças minhas, já que eu, bem, quebrei alguma coisa na canela dela, o que a rendeu um belo gesso e nos custou dois meses sem os jogos.

Depois disso, sabe lá Deus por quê, larguei o futebol pra lá de novo (acho que foi quando eu cismei com revistas, veja que bosta). Fui voltar a acompanhar futebol em 1994, mas era tão bom no assunto que achava que repescagem era "refrescagem" (sim, meus amigos me zoavam só um pouco).

Daí, ali por 96, 97, já tendo alguma noção, é que eu comecei a ficar fanático mesmo (meu último post de niver não me deixa mentir). O foda é que eu sou Atleticano, daí era todo ano tendo certeza que ia ganhar o campeonato, pra depois morrer na praia. Mas torcer pra time é isso mesmo. Se não for pra torcer por ele, melhor não ter. Eu não ganho nada com os jogos, eu acho o fim da picada jogador de futebol ganhar o que ganha enquanto professor tem de ficar meses em greve pra ganhar ML$ 100,00 de aumento, mas fazer o quê?, a gente acaba torcendo. E eu não sou desses que tem um time em BH, outro no Rio, outro não sei onde -- eu sou Atlético onde for.

Mas se tem uma coisa que deixa atleticano puto é a roubalheira (sem contar a imprensa bairrista). E nessa, depois daquela final de 1999, que eu acompanhei pelo computador, direto de uma biblioteca na Universidade do Texas, tenso que só, eu desesquentei. Parei de torcer, parei de acompanhar, larguei o futebol pra lá de novo, com vontade.

Quando meu time caiu, acho que em 2006, e no ano seguinte foi campeão na série B, eu não acompanhei nem comemorei (onde já se viu comemorar vitória em série B?, não era nem pra tá na série B).

Fato é que agora, em função dos últimos resultados, eu me vejo um pouquinho como era em 1997. Mas o pé continua atrás. Nervos pra ver os jogos nunca tenho (culpa da Márcia Fu, que acabou com todos no Brasil x Cuba das Olimpíadas de 96), então só acompanho via gritaria na rua. Fico em casa, fingindo que leio ou assisto alguma coisa, mas aguardando os berros. Dá uma vontade de torcer também, de ir pro buteco, mas não quero passar de novo pela frustração de 97, 98, 99... então eu virei exatamente o torcedor da charge que ilustra este post.

Vamos ver no que vai dar essa merda. No futebol, assim como no amor, na carreira, nos estudos, na programação da "Sessão da Tarde", eu já não tenho muitas ilusões, não. Mas vamos acompanhar. E torcer. :P

Abrazos a todos, este post foi só pra eu voltar a escrever mesmo.
;)


P.S.: Enquanto eu escrevia o texto, a porra do cruzeiro fez um gol aos 48 minutos. Então, né, já viram.
P.S.2: O Humberto torcedor do vôlei feminino na época da Márcia Fu era do tipo que quase infartava. Só digo isso.
.

oi, tem alguém aí?

Passei tanto tempo sem postar que nem sei se tem alguém ainda lendo o blog. Tem? Posso prosseguir?
;-)
.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

não se acomode com o que incomoda

Seja uma coisa, uma tarefa, um alguém: se não vai significar mais do que uma perda de tempo pra você, fique livre do que for e toque o barco -- porque você merece seguir em frente.

Ótima semana pra todos nós!
.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

laranja inteira

"Dia do Solteiro". Essa é a data inventada pra se comemorar hoje.

Eu, que há mais de um ano vivo muito feliz sendo solteiro (aqui a prova), penso que uma das grandes virtudes da solteirice é justamente o fato de que todos os dias são seus, a vida é sua.

Eu nunca mais encontrei o livro do Dr. Flávio Gikovate, muso deste blog, onde ele descreve com a sabedoria de sempre o valor de ser solteiro. Maaaaaas, eu pelo menos encontrei uma outra declaração dele a respeito, dada em entrevista à Marie Claire. Tomo, portanto, a liberdade de reproduzi-la aqui, para celebrar não a data, mas a condição de solteiro:

"Temos de entender que não somos metade. Ninguém precisa de outra parte para se completar. Essa situação de incompletude tem de ser resolvida internamente, sem repassar ao outro a responsabilidade por esse vazio. Há muitos solteiros felizes. A maioria leva uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo – aquele ‘vazio no estômago’ por estarem sozinhos -, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, leem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são, geralmente, os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a ideia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são parecidas com ‘o ficar sozinho’, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Viver sozinho é um bom estágio para dar início a uma relação madura. Pode ser que a pessoa goste tanto dessa condição que decida não investir mais em relacionamentos."


E é isso. Feliz Dia dos Solteiros pra você que é assim porque isso te faz feliz.


P.S.: Só mais uma imagem, que não tem a classe do Dr. Gikovate, mas que também expressa bem a opinião deste blog quanto ao status "solteiro":
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Good girls go to heaven, bad girls go everywhere.

Há algumas semanas o querido Mr. TV me sugeriu um tema de post, envolvendo capas de revista. Desde então venho pesquisando (mais imagens que informação, já que é um texto opinativo mesmo), e acabei enrolando bastante porque eu realmente adoro capas e eu me perco viajando nelas.

Nessa busca, a revista que, de longe, mais me deixa admirando suas capas apaixonadamente é a Cosmopolitan. Você aí vai rir. "Porra, Humberto, a Nova?" Sim, a matriz da Nova. Mas as capas que eu amo são as dos anos 70, 80 e 90. Porque além de fotografadas pelo icônico Francesco Scavullo, elas são muito características dessas épocas. As modelos eram personalidades, e você hoje bate o olho e sabe de que época eram (não são como esses cabides atuais que a gente nem consegue diferenciar umas das outras).

Além disso havia uma coerência, uma adequação. As capas da Cosmo já eram atrevidas e pagando de sexy (quase vulgares), mas eram outros tempos -- e, acima de tudo, foram as primeiras capas de revista feminina que tiraram a mulher daquela coisa de esposa/dona de casa. Você aí acha a Nova escrota por só falar de sexo (e, convenhamos, a revista, sobretudo no Brasil, perdeu bem a linha), mas é da Cosmopolitan o mérito de bradar que mulher também trepa -- e também gosta!

Minha história com as revistas e com o jornalismo e, principalmente, com as capas é obra da Cosmopolitan. O post pro Mr. TV ainda vai ficar pra um outro momento. Mas por ora fica este aqui, pra marcar meu pesar pela morte, hoje, da Helen Gurley Brown, a mulher que deu à Cosmopolitan a cara que ela tem e a tornou o gigantesco sucesso que é pelo mundo afora. Helen ajudou a popularizar o título deste post, uma verdade que virou cliché -- mas que continua dizendo tudo.

R.I.P., Ms. Brown.
=/
.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Time Tested beauty


For attractive lips, speak words of kindness.
For lovely eyes, seek out the good in people.
For a slim figure, share your food with the hungry.
For beautiful hair, let a child run his fingers through it once a day.
For poise, walk with the knowledge that you never walk alone.
The tender loving care of human beings will never become obsolete.
People, even more than things,
have to be restored, renewed, revived, reclaimed and redeemed.
Never throw out anybody,
And remember, if you ever need a helping hand,
You'll find one at the end of your arm.
As you grow older, you will discover
that you have two hands:
one, for helping yourself; the other for helping others.
Your good old days are still ahead of you.
May you have many of them.


De acordo com este documentário, o poema acima (de Sam Levenson), cujo título é também o nome deste post, foi lido por Audrey Hepburn em seu último natal em família, em 1992.

Impressionante essa mulher. Lembrei de Audrey há alguns dias, quando pensava no quanto sua beleza, ainda mais que devida ao rosto e corpo perfeitos e à sua elegância, era fruto de sua humildade e de sua humanidade. Audrey foi uma pessoa realmente muito bonita.

Agora há pouco (este é outro post programado, escrito tarde da noite) conversava com um jovem que também admiro muito. E que também é muito bonito. E confesso que há algo de narcisismo na minha relação com essa ele, porque muitas vezes o acho muito, muito parecido comigo quando era novinho como ele.

Não sei se eu era assim tão lindo. Mas sei, porque a maturidade nos permite ver algumas coisas mais claramente, que por esse moço vai ser um homem ainda mais lindo. Porque ele nunca se acha o último biscoito do pacote. E porque há nele uma beleza que vem da alma. É uma beleza de caráter. É um brilho que outros tantos não têm, porque esses estão preocupados em fingir ser o que não são. É uma luz especial a desse amigo.

O poema, o post, são dedicados a ele. O poema, aliás, parece ter sido escrito pra ele, sobretudo ontem. Adoraria dedicar a Audrey também, mas nem precisaria, porque é bater o olho nela e lembrar dele.

Bom, esse é quase outro post para um só leitor. Na verdade não é, porque o exemplo de vida de Audrey Hepburn está aí para nós todos. Mas o que está nas entrelinhas neste texto, ah, tem dono, sim. :) Seja forte, meu amigo lindo.

Ótimo fim de semana pra todo mundo.
.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

no coração do Agreste

Novelas já não causam a comoção que causaram um dia. Tanto porque elas estão piores mesmo quanto porque temos mais alternativas de entretenimento -- e porque nós, que fazemos parte daquele grupo de pessoas que viu boas novelas (eu peguei no finalzinho, mas peguei), também amadurecemos.

"Avenida Brasil" pode causar frisson, pode ser ótimo assistir twitando um milhão de bobagens e adorando Carminha cada vez mais. Mas em dois tempos será esquecida. Não se fazem mais folhetins como antigamente, e acredito que elas não têm mais a capacidade de ficar na memória de ninguém (reflexo também da época que vivemos, quando tudo é descartável e substituível).

Super parece coisa de gente velha, mas os noveleiros de plantão (e até os que já não são mais) sabem do que eu estou falando. "A Gata Comeu", por exemplo, está guardadinha nas lembranças de quem foi criança em 1985. Mesmo ano de "Roque Santeiro", talvez a maior novela brasileira. Quem assistiu "A Viagem", de 1994, também lembra bem de quando dava gosto acompanhar uma trama (e quando dava até pra torcer pra mocinha!). Quem é das antigas de verdade, então, sabe muito melhor do que eu como já foram boas as telenovelas; ainda que os recursos técnicos não fossem os melhores, as histórias e as atuações eram infinitamente superiores.

Nenhuma novela representou tanto pra mim quanto "Tieta", de 1989. Acho que assisti três vezes -- e várias outras vezes me pego assistindo trechos no Youtube. Adorava a protagonista, era eternamente apaixonado pela Carol, vivida pela Luiza Tomé, e Perpétua, a vilã, continua sendo minha favorita. As tramas paralelas eram todas muito boas também (Imaculada, Carmosina, Leonora, Tonha...), a trilha sonora era adequadíssima. A história ainda povoa meu imaginário e váááááários dos meus amigos compartilham esse sentimento. Graças a Deus eu estava muito bêbado quando estive com a Fafá de Belém ano passado, do contrário juro que a teria feito cantar "Coração do Agreste" pra mim (também graças a Deus eu não estava bêbado o suficiente para EU cantar "Coração do Agreste" pra ela!).

Enfim, lançaram "Tieta" em DVD! São só 40 horas de duração, o que significa muitos cortes, mas ainda assim já virou meu presentinho dos sonhos pra este ano. Eu mereço ter "Tieta" em casa comigo -- apesar de ela já estar nítida, nítida na memória, onde quer que eu vá.

Acho ótimo que comecem a compilar obras tão boas como essa. Se a gente pode ter em casa bons livros e bons filmes, nada mais natural que a gente possa ter também as boas novelas que a gente ama. Até pra não depender daquele lixo chamado "Vídeo-Show" para preservar a História da teledramaturgia brasileira, que merece, sim, muito respeito.

É isso, Zé Esteves. E méééééééé pra vocês!
.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

páreo duro

O time estadunidense de remo levou o bronze nas Olimpíadas de Londres. E mesmo ficando com a 3a colocação, a alegria foi tanta que o Henrik Rummel, o segundo atleta aí, da esquerda para a direita, só conseguiu pensar em uma coisa quando recebeu sua medalha:

"That was the most exciting moment of my life. Literally."

Cer-te-za que os leitores deste blog vão concluir que ele merecia ouro.
.

se você é a única pessoa no mundo que vai entender este post...




♫ ♫ Volta... vem viver outra vez ao meu lado...♫ ♫ .
(mentira!, ♫ ♫ Acode... me leva pra viver ao seu lado!... ♫ ♫ )
:D
.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Marilyn Monroe

Ontem fez 50 anos da morte de Marilyn. Por mais que a gente tenha milhões de atrizes favoritas e ótimas e belíssimas, acho difícil que o cinema tenha um ícone mais ícone que ela. São CINCO décadas que já se passaram desde que ela se foi e Marilyn Monroe continua com uma estrela que brilha muito mais forte que as outras. E há toda aquela aura, todo aquele mistério em torno dela, aquilo que a gente fica tentando desvendar no seu sorriso e,sobretudo, no seu olhar.

Sempre gostei de MM, sempre exerceu em mim um fascínio que nunca esgota minha curiosidade. Por isso, tive dificuldade pra escolher UMA foto dela pra postar aqui. Pensei que acharia iguais nos blogs dos amigos todos. Que encontraria MM em todos os sites... Optei, curiosamente, por escolher uma em que ela não está sozinha. Mas achei que tinha mais a ver comigo, já que ela está ao lado do Arthur Miller (que eu amo, meu tema de monografia em Letras), com quem foi casada.

É uma Marilyn humana na foto. Parece a mulher, a Norma Jean, e não o mito. E parece feliz.

Não deve ter sido fácil ser quem ela foi. Mas disso, reles mortais que somos, dificilmente teremos certeza algum dia.

***




P.S.: Lembrando que um dos méritos de Marilyn, claro, foi o de ter sido a primeira mulher no mundo a copiar a Madonna. Chupa Lady Gaga.
.

perguntinha

"Moço, é do cu que a gente tira dinheiro pra ir
no show da Lady Gaga no fim do ano?"

.

domingo, 5 de agosto de 2012

respeito, naturalmente

Como este é um acontecimento que não vai repercutir mesmo, já que a regra é só falar mal da Xuxa, deixo aqui o link para o artigo escrito pelo Vitor Angelo, na Folha, sobre um debate sobre adoção realizado por ela ontem (aliás, adoro as críticas do Vitor, ficam de sugestão também a sua coluna Blogay).

Nem vou comentar nada, pois acho que o texto já diz tudo. Leiam lá.

Bom restinho de domingo pra vocês.
.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Cindy Crawford, leitores bacanas e posts programados

Esses dias o santo baixou e eu escrevi uns mil posts. Pra não saturar os lindos leitores, programei a maioria pra aparecer aos poucos, e porque não estou ainda certo de que vale a pena falar de certos assuntos, deixei outros posts ainda de molho.

Os dois que foram publicados ontem foram programados. Eu sabia que ia ter uma quinta-feira daquelas, então deixei o Blogger fazer o serviço de disponibilizar os textos. Esses dois posts estavam nessa categoria "será que posto ou vou parecer ranzinza demais?".

Saí, trabalhei, resolvi mil pepinos (e ganhei outros mil), voltei pra casa exausto e meio apreensivo, com medo de ter sido chamado de tosco por alguém (de vez em quando, por mais que eu venha adotando uma filosofia "Meu cu" de ser, eu esquento com o que vão pensar). Fato é que quando liguei o note, encotrei só comentário/mensagem bacana. :D (ufa!)

Entre eles, um comment anônimo bem bacana no post do Ronaldinho pai de família exemplar. Seja lá quem for você, queria agradecer. É o tipo de coisa que dá gosto, não só porque afaga o ego mesmo, mas porque lembra de que ainda tem muito gente com noção por aí. Estamos todos atentos e fortes! :)

A mensagem anônima também me cobrava um post sobre a Cindy Crawford. E ela merece mesmo, um dos caprichados, porque é uma figura que tem tudo a ver comigo e com essa minha história com as revistas. O cansaço, entretanto, me impediu de caprichar por ora. Assim, este é mais um post programado, que eu escrevi ontem, tarde da noite, morrendo de sono e pensando na longa sexta-feira pela frente.

Então, pra ser pelo menos bonito, escolhi esta capa da Cindy, clicada pelo José Antônio, pra Nova, em fevereiro de 1990. Minha super model favoritíssima esteve no país no final de 1989 e saiu fotografando pra tudo quanto foi capa. Esta da Nova, que me traz boas lembranças, foi, até onde sei, a primeira capa branca da revista (sua vida mudou com essa informação, pode falar).

Cindy, sua pinta e sua expressão inconfundível. Acho que pra abrir nosso fim de semana tá ótimo! ;)

Obrigado pelo carinho de todos, os que comentam, os que não comentam mas leem sempre, os que sugerem pauta... obrigado de vera!

Abrazos! :)


P.S.: E, só pra constar, eu já tinha falado da Cindy aqui no blog sim, hein!
.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

o que é, o que é?

Que deixa a mulher grávida em casa e vai pro motel com dois travestis?

Resposta: é um homem de família, ora bolas!


Impressionante como publicidade, mídia e sociedade em geral não apenas apagam completamente as falhas de caráter de homens célebres, como ainda os tornam modelo de conduta. Pense ainda em Kadu Moliterno, em Pelé...

As "falhas" femininas, bem, aí é uma outra história, claro. Nem precisa ser falha. Interpretar uma prostituta no cinema, por exemplo, já basta para ser taxada de prostituta na vida real pra todo o sempre, especialmente se ela conseguir alguma coisa sem depender de homem -- onde já se viu uma coisa dessas?

Cicarelli com o namorado na praia? Puta pro resto da vida! Ronaldo com as travas no motel enquanto a mulher grávida tava em casa? Pai herói desde sempre.

Sério: até quando isso?


P.S.: Só podia ser coisa do Extra mesmo.
P.S..2: Indico MUITO este tumblr que achei enquanto procurava link pra este post. O pouco que eu li, além de muito engraçado, deu até um pingo de esperança no bom senso da humanidade.
.

mas que Pepsi, hein?

Um dia desses tava vendo o comercialzinho da Pepsi com a Ellen Roche e uma coisa me chamou a atenção: Esse slogan novo do refrigerante, "Pode ser bom, pode ser uma escolha inteligente, pode ser Pepsi" -- só eu acho isso o erro?

Afinal, se você tem três opções, e apenas uma delas é uma escolha inteligente, EU compreendo que escolher Pepsi (ou escolher "bom") é uma burrice.

Enfim, apesar de entender o que quiseram dizer (basicamente, "escolha Pepsi, não Coca"), eu penso que essa
campanha acaba ressaltando que Pepsi é uma bosta. O que, aliás, não é nenhuma mentira. Eu já parei de tomar refrigerante há um tempo, mas 90% dos meus amigos se sentem ofendidos quando o garçom diz que só tem Pepsi.

Vocês aí, o que acham? Pode ser Pepsi pra vocês?


P.S.: A Ellen Roche pode ter essa cara de SBT forever, mas essa cintura sempre me impressiona, benza Deus.
.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bruna Lombardi, 60 anos

Qualquer criatura que goste de revista e que saiba minimamente sobre a história recente das revistas brasileiras tem seu respeito pela Bruna Lombardi.

Eu já falei sobre ela várias vezes aqui no blog, mas creio que nunca especifiquei o fascínio que tenho pela história de capas que ela tem. O rosto da Bruna esteve em todas as capas inimagináveis nos anos 70 e 80. Desde muito novinha até a maturidade, ela sempre esteve muito linda e sempre garantiu capas maravilhosas.

Hoje tenho muitas revistas aqui em casa (até preciso me livrar delas, só não consigo), mas houve um tempo, quando era criança, em que eu colecionava só as capas delas (essas miniaturas mesmo, que vêm em anúncio de assinatura ou da própria revista). Colecionava porque já gostava de revistas e porque adorava ver a História através das capas, como as coisas mudavam (ou não), como iam evoluindo (de novo, ou não), a moda, os padrões de beleza, as questões sociais. Cada vez que achava uma capa mais antiga era uma excitação só, era uma pequena vitória e um monte de coisa pra aprender.

Meu interesse maior, desde a época de colecionador-mirim, sempre foram as capas dos anos 70 e começo dos 80. Justamente o período em que mais eu dava de cara com as capas estreladas pela Bruna Lombardi.

Enfim, falei de tudo isso porque no dia de hoje minha musa revisteira completa 60 anos. Isso mesmo, Bruna Lombardi tem 60 anos. E continua linda.

Pra ilustrar este post escolhi minha capa favorita da Nova (de setembro de 1983, edição de 10 anos da revista). Lembro nitidamente do dia que eu a vi a primeira vez (eu tinha meus 13, auge do sonho). É uma coisa de fascinação mesmo. Como nerd das capas, sei de um milhão de outras capas melhores, conheço capas da própria Nova muito mais interessantes (sim, existe capa da Nova interessante), mas considero essa uma pintura: há tudo que uma capa de revista precisava ter em 1983, há toda uma coerência com a proposta da Cosmopolitan, mas há esse rosto da Bruna, esses olhos, de onde os meus olhos não conseguem desviar. Seguramente uma das capas que mais representam alguma coisa pra mim.

É isto. Felicidades Bruna, sua eternamente linda!


P.S.: E aquela piadinha que a gente fazia, lembram?, chamando fulana de "sexy-sagenária"? Pois é, mané, não cola mais.
P.S.2: A coleção de Novas da Bruna! Começa em abril de 1975 (não encontrei a capa, mas depois atualizo o post) e vai até setembro de 1993 (ao lado de Regina Duarte e Luiza Brunet).

** eu olhando isso e sendo criança outra vez. :) **
.

OMFG

Você acha que sua vida tá difícil? Que não tá fácil ralar pra pagar aluguel, prestação do carro, manter a vida de adulto independente?

Pois imagine que você ralasse o tanto que rala, recebesse o mesmo dinheiro que recebe, e ainda, com essa grana e esse estado de esgotamento físico e psicológico, tivesse que criar um filho.

Agora, imagine que depois de tudo isso, de toda essa dedicação e sacrifício, seu filho virasse um tipo de criatura como essa beleza no vídeo abaixo (atente para a descrição do vídeo):


A pergunta que não quer calar é: quem foi o gênio que criou proibiu a palmada?
E a outra pergunta que não quer calar é: Meo Deos, o que são essas bichas nova geração?!
.